Privado dos sentidos nunca conheci qual a necessidade da situação.
Peguei em todos os pedaços que de mim foram desfeitos, juntei, queimei, e uma luz guiou a descida de todo o ser perdido para o fundo de um poço.
Leva os meus dedos por entre o teu pescoço, sente o meu queixo no teu cabelo, faz-me sentir fogo e cinza nos olhares perdidos no calor do teu sorriso.
Fechei a porta, dei dois passos e sorri.
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