domingo, julho 27, 2008

Just let it go.

Someone just lied to you
And said something it isn’t true
Just to see you cry
Someone got over you
That time bomb already blew
It’s time to say goodbye

I can see your shattered dreams
Impressed in the look of your eyes
Like in big panoramic screens
Full of hate and hurting lies


So let it go
Don’t keep it in you
Just let it flow
There’s nothing you can do
Just let it go
Not worth to chase it
So let it flow
Just mourn and sit

Like thunders in a mountain
Roaring inside your deep soul
Tears flush like a fountain
And your hope is a piece of coal
You’re screaming and shaking
All your faith is for taking
The highest bid is from your own
No point in make things harder
When she has already gone

So let it go
Don’t hide it any more
Just let it go
You’ll open another door
Would you let it go?
Pick yourself up from the floor
Please let it go
Swim back to the safest shore

Drifting in your own mind
Thinking you could maybe find
Someone else to take your place
Pain could be deaf and dumb
But for sure she isn’t blind
She will know your face

So let your body go numb
Keep biting your own thumb
But let it all go
There’s nothing you could show
And nothing you could do
Time won’t come back for you
So please just let it go
Please just let it go
Just let it go
Let it go
Let go…..

domingo, julho 20, 2008

É a vida pá.

A expressão linguística pá, usada de variadas formas como por exemplo, "então pá por onde tens andado", "é pá isso agora", "pá se lá fores agora", " não é assim pá", é uma das maravilhas da nossa língua.
A expressão pá, não só é a mais polivalente interjeição da nossa língua, pois serve quase para expressar qualquer emoção, como também pode ser um vulgar substantivo.
Vamos ser sinceros pá, a expressão pá é como que uma espécie de muletas para o apoio de outras palavras ou para a formação de frases, sendo o alicerce de todo um raciocínio que ficaria incompleto e coxo sem a palavra pá. A frase "não faças isso, não estás a ver que ainda afogas o puto" é neste momento uma frase nua, despojada de sentido, sem qualquer apelação, e com uma grande dose de insucesso. Colocada deste modo, é mais do que óbvio que o puto acabou por se afogar, porque a pessoa que estava a exercer a brincadeira inconsequente, não prestou devida atenção aos avisos quanto à normal reacção do corpo humano a uma situação adversa à sua fisionomia, porque como é óbvio maioria de nós não possui guelras.

Se tivesse sido inserido o pá ali naquela frase de modo a ficar algo como, "não faças isso pá, não estás a ver que afogas o puto pá", de certo não teria acontecido esta tragédia com o João Vítor na praia da Lomba em Gondomar.

Verdade seja dita que o vocábulo pá é de importância fundamental, impõem-se em qualquer situação, é chamativo, e constitui um fundamental apoio a qualquer conversa. Temos de convir que quando usamos a expressão pá, as pessoas começam logo a levar-nos a sério. Denota o vigor, a seriedade da situação, é imponente e intemporal. Desde dos tempos do D. Afonso Henriques que se usa tal brochura da nossa linguística, "Vamos dar porrada aos Mouros pá", "A minha mãe anda-me a moer os cornos pá", "Que merda é essa pá? Algarve?", não sabia ele que seria uma das melhores zonas do nosso Portugal.

Isto vem a propósito por ter reparado num destes dias que os advogados têm uma reacção diversa à expressão pá, é quase como uma vulgaridade, certamente porque não tem tradução para o latim e acaba por ser demasiado agressivo para os meios pacifistas praticados por tal horde de profissionais. Posso sinceramente dizer que notei um certo ar de asco na cara do advogado quando o cliente usava e abusava da expressão linguística pá.

Desafio um qualquer advogado a ir à lota de Leixões falar com um homenzinho do povo que use a palavra pá a torto e a direito, e no meio da conversa repita vezes sem conta a expressão quid pro quo.
Algo me diz que o cheiro a atum não sai com facilidade do colarinho.

terça-feira, julho 01, 2008

A pequena sereia devia fazer uma mamoplastia.

Já cá não postava faz algum tempo, mas como também não vi ninguém a manifestar desagrado com esse facto, cheguei a pensar que a minha ausência era do agrado do povo.

Aos poucos que ainda são capazes de sorrir por voltarem a ver um post meu neste espaço, aviso desde já que é qualquer coisa fraquinha só para ganhar de novo o hábito, por isso ponham as esperanças de lado porque não vem ai nenhum texto deslumbrante.

E pronto era mais ou menos isto que ia postar, mas depois pensei que se calhar também era demasiado castrador da vossa esperança em ver aqui uma obra prima...Sinceramente não sei do que estou a falar por isso vou passar logo para o assunto que aqui me trás.

Basicamente venho falar de programas infantis e formosas raparigas.
Quem não se lembra do Buéréré apresentado pela Ana Malhoa? Nessa altura a Ana Malhoa só por si era líder de audiências nas manhãs de sábado, muita da criançada ainda estava a dormir, e já alguns graúdos estavam agarrados à televisão de roupão e substituindo os cereais ou as bolachinhas por uma cervejola e uma sandes de queijo.
Por essa altura a Ana Malhoa ainda que nova, despertava alguns paradigmas sexuais, era uma moça formosa que supostamente devia entreter a criançada. Depois de Ana Malhoa nunca mais se viu tal coisa, jamais houve uma formosa rapariga a apresentar um programa para a miudagem. Hoje em dia Ana Malhoa acaba por ser degradante, não ponho em causa os atributos da senhora, apenas a sua capacidade para me causar a mínima cocega sexual. É que não me diz absolutamente nada. Ainda hoje vi uma sessão de fotos da dita senhora para a promoção do novo álbum chamado Exótica, e nem o menor interesse em olhar fosse para onde fosse, o seu sex appeal perdeu-se no meio de bolas coloridas e crianças a cair de cara numa alcatifa com o Rato Mickey estampado.

A mais recente heroína da criançada, não foi a Carolina Patrocínio, mas sim a Luciana Abreu no papel de Floribela, um papel que lhe valeu variada depreciação da sua aparência, umas perninhas que pareciam dois troncos, o vestuário não ajudava, e resumindo a Floribela era feia como os porcos. A Floribela estava destituída de qualquer chama sexual, sem o mínimo interesse, nem se podia chamar de pãozinho sem sal, aquilo era um punhado de farinha amparo num bocado de carvão do forno a lenha. Hoje depois de a ver no programa especial da Chuva de Estrelas a imitar a J-Lo, vi naquela rapariga uma verdadeira bomba sexual, e não falo apenas no corpinho bem dotado de argumentos, principalmente a sensualidade de movimentos, o sorriso chamativo, a energia e alegria como se mexia, numa suavidade plena e ao mesmo tempo carregada de trovões libidinosos.

Depois pensei cá para mim, na geração em que metiam raparigas sensuais a apresentar programas para a criançada, as crianças eram mais felizes, e os adultos também viam a bonecada, hoje em dia só deixam despontar estas moçoilas depois de as correrem dos programas infantis., hoje em dia somos obrigados a assistir a um tijolo dançante a fingir de bailarina.

Gostava que os senhores das estações televisivas entendessem que os seios não têm exclusivamente importância no crescimento das crianças na fase da amamentação, ao longo do desenvolvimento de qualquer criança, os seios acabam por ter um efeito benéfico para o desenvolvimento de um jovem rapaz. Sendo assim peço que metam mais seios, e fartos, na programação infantil, não só para o bem dos petizes que precisam com eles ter algum contacto enquanto crianças, mas também porque hoje em dia é mais fácil para mim acordar às 8h da manhã para ver uma rapariga formosa na tv a fazer umas macacadas que aguentar acordado até às 3h da manhã para ver uma moça qualquer a atender uns telefones e a falar muito alto para dar uns prémios baseados na palavra ananás.