Já cá não postava faz algum tempo, mas como também não vi ninguém a manifestar desagrado com esse facto, cheguei a pensar que a minha ausência era do agrado do povo.
Aos poucos que ainda são capazes de sorrir por voltarem a ver um post meu neste espaço, aviso desde já que é qualquer coisa fraquinha só para ganhar de novo o hábito, por isso ponham as esperanças de lado porque não vem ai nenhum texto deslumbrante.
E pronto era mais ou menos isto que ia postar, mas depois pensei que se calhar também era demasiado castrador da vossa esperança em ver aqui uma obra prima...Sinceramente não sei do que estou a falar por isso vou passar logo para o assunto que aqui me trás.
Basicamente venho falar de programas infantis e formosas raparigas.
Quem não se lembra do Buéréré apresentado pela Ana Malhoa? Nessa altura a Ana Malhoa só por si era líder de audiências nas manhãs de sábado, muita da criançada ainda estava a dormir, e já alguns graúdos estavam agarrados à televisão de roupão e substituindo os cereais ou as bolachinhas por uma cervejola e uma sandes de queijo.
Por essa altura a Ana Malhoa ainda que nova, despertava alguns paradigmas sexuais, era uma moça formosa que supostamente devia entreter a criançada. Depois de Ana Malhoa nunca mais se viu tal coisa, jamais houve uma formosa rapariga a apresentar um programa para a miudagem. Hoje em dia Ana Malhoa acaba por ser degradante, não ponho em causa os atributos da senhora, apenas a sua capacidade para me causar a mínima cocega sexual. É que não me diz absolutamente nada. Ainda hoje vi uma sessão de fotos da dita senhora para a promoção do novo álbum chamado Exótica, e nem o menor interesse em olhar fosse para onde fosse, o seu sex appeal perdeu-se no meio de bolas coloridas e crianças a cair de cara numa alcatifa com o Rato Mickey estampado.
A mais recente heroína da criançada, não foi a Carolina Patrocínio, mas sim a Luciana Abreu no papel de Floribela, um papel que lhe valeu variada depreciação da sua aparência, umas perninhas que pareciam dois troncos, o vestuário não ajudava, e resumindo a Floribela era feia como os porcos. A Floribela estava destituída de qualquer chama sexual, sem o mínimo interesse, nem se podia chamar de pãozinho sem sal, aquilo era um punhado de farinha amparo num bocado de carvão do forno a lenha. Hoje depois de a ver no programa especial da Chuva de Estrelas a imitar a J-Lo, vi naquela rapariga uma verdadeira bomba sexual, e não falo apenas no corpinho bem dotado de argumentos, principalmente a sensualidade de movimentos, o sorriso chamativo, a energia e alegria como se mexia, numa suavidade plena e ao mesmo tempo carregada de trovões libidinosos.
Depois pensei cá para mim, na geração em que metiam raparigas sensuais a apresentar programas para a criançada, as crianças eram mais felizes, e os adultos também viam a bonecada, hoje em dia só deixam despontar estas moçoilas depois de as correrem dos programas infantis., hoje em dia somos obrigados a assistir a um tijolo dançante a fingir de bailarina.
Gostava que os senhores das estações televisivas entendessem que os seios não têm exclusivamente importância no crescimento das crianças na fase da amamentação, ao longo do desenvolvimento de qualquer criança, os seios acabam por ter um efeito benéfico para o desenvolvimento de um jovem rapaz. Sendo assim peço que metam mais seios, e fartos, na programação infantil, não só para o bem dos petizes que precisam com eles ter algum contacto enquanto crianças, mas também porque hoje em dia é mais fácil para mim acordar às 8h da manhã para ver uma rapariga formosa na tv a fazer umas macacadas que aguentar acordado até às 3h da manhã para ver uma moça qualquer a atender uns telefones e a falar muito alto para dar uns prémios baseados na palavra ananás.