Não sei ler palavras mudas.
Tão simples como isso.
quarta-feira, outubro 29, 2008
segunda-feira, outubro 27, 2008
É deprimente para caraças.
Hoje em dia vivemos todos em alarmismo, hipocondríacos, especulativos, calculistas, doentes receosos, amedrontados e desgostosos.
De cautelosos a maníaco depressivos é um pequeno passo, uma mosca que já é o mosquito da dengue, uma gripe que passou a ser tuberculose, um chuviscos que já são cataclismos, e o cosmos que nos vai consumir vivos por não sermos mais lacaios das religiões pejadas de exageros e medos.
Um sim é um não, um talvez é um nunca, um logo se vê é um tiro na nuca de qualquer tipo de expectativas, o derrotismo é lei, impera o negativismo, e é nesta sociedade que hoje vivemos que ficamos conhecidos como os criadores da seguinte teoria, antigamente diziam os nossos antepassados que para lá do chão não se passa, hoje em dia alem da queda ser mais longa e cheia de escarpas que nos dilaceram aos bocados, quando batemos no fundo, temos a mania que ainda se pode cavar um buraco para sofrer mais um bocado.
Hoje em dia somos todos vitimas, pobres diabos, coitados, e ainda somos auto-condescendentes e auto-paternalistas porque a vida está difícil e já desconfiamos que alguém o seja por nós. Só hoje em dia é que se houve falar de emos, de terapia da dor, porque eu quando me aleijo fico puto da vida, digo uns palavrões, acabo a amaldiçoar o acontecimento e ainda dou uma chapada se tiver alguém a rir, mas hoje em dia muita da criançada é emo, e a dor é amiga, é boa, faz esquecer os problemas graves como o facto do preto não ser cor da moda, o Ipod ter avariado, e o MSN estar indisponível duas horas seguidas, sendo este último motivo, justificativo suficiente para o suicido, ou pior, meter um cd dos Tokio Hotel a tocar.
Esta nossa sociedade anda um bocado à nora não anda? Está tudo um bocado taralhouco, e perdido nas andanças da vida.
Anda tudo tão mal que acho que fiz um corte de papel no dedo ao usar o teclado.
De cautelosos a maníaco depressivos é um pequeno passo, uma mosca que já é o mosquito da dengue, uma gripe que passou a ser tuberculose, um chuviscos que já são cataclismos, e o cosmos que nos vai consumir vivos por não sermos mais lacaios das religiões pejadas de exageros e medos.
Um sim é um não, um talvez é um nunca, um logo se vê é um tiro na nuca de qualquer tipo de expectativas, o derrotismo é lei, impera o negativismo, e é nesta sociedade que hoje vivemos que ficamos conhecidos como os criadores da seguinte teoria, antigamente diziam os nossos antepassados que para lá do chão não se passa, hoje em dia alem da queda ser mais longa e cheia de escarpas que nos dilaceram aos bocados, quando batemos no fundo, temos a mania que ainda se pode cavar um buraco para sofrer mais um bocado.
Hoje em dia somos todos vitimas, pobres diabos, coitados, e ainda somos auto-condescendentes e auto-paternalistas porque a vida está difícil e já desconfiamos que alguém o seja por nós. Só hoje em dia é que se houve falar de emos, de terapia da dor, porque eu quando me aleijo fico puto da vida, digo uns palavrões, acabo a amaldiçoar o acontecimento e ainda dou uma chapada se tiver alguém a rir, mas hoje em dia muita da criançada é emo, e a dor é amiga, é boa, faz esquecer os problemas graves como o facto do preto não ser cor da moda, o Ipod ter avariado, e o MSN estar indisponível duas horas seguidas, sendo este último motivo, justificativo suficiente para o suicido, ou pior, meter um cd dos Tokio Hotel a tocar.
Esta nossa sociedade anda um bocado à nora não anda? Está tudo um bocado taralhouco, e perdido nas andanças da vida.
Anda tudo tão mal que acho que fiz um corte de papel no dedo ao usar o teclado.
I saw you again
I've been seeing you lately
Smelling your hair and skin
So real inside my stupid mind
Because i wake up, and you're not there
I've been thinking about you
Dreaming and screaming too
I try to act like i don't care
With the empty seat, next to my chair
We don't speak in ages
But the words are still in my chest
Written in hundreds of pages
The reasons for love, and all the rest
So if you see me crying
Call me tonight
I really need to ear your voice
I really need to ear your voice
So if you see me dying
Save me tonight
I really need to be in your arms
I really need you tonight
Don't waste no time,
Hold my hand,
like if we were partners in crime
another dynamic duo
something clueless
and save me from my mind
save me from my mind.
The time is running,
Into an end
So tell me where to find
My broken dreams, and muted screams
Give me the address to send
All my hope and foolish faith
That we could be together
I don't say forever,
but maybe one more time.
Smelling your hair and skin
So real inside my stupid mind
Because i wake up, and you're not there
I've been thinking about you
Dreaming and screaming too
I try to act like i don't care
With the empty seat, next to my chair
We don't speak in ages
But the words are still in my chest
Written in hundreds of pages
The reasons for love, and all the rest
So if you see me crying
Call me tonight
I really need to ear your voice
I really need to ear your voice
So if you see me dying
Save me tonight
I really need to be in your arms
I really need you tonight
Don't waste no time,
Hold my hand,
like if we were partners in crime
another dynamic duo
something clueless
and save me from my mind
save me from my mind.
The time is running,
Into an end
So tell me where to find
My broken dreams, and muted screams
Give me the address to send
All my hope and foolish faith
That we could be together
I don't say forever,
but maybe one more time.
quarta-feira, outubro 08, 2008
Fotos do Menino.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Ao mudar de roupa...
Ainda estes dias descobri que as paixões são as mesmas, e os defeitos os do costume.
A minha personalidade conformou-se com a personagem, mas eu de maneira alguma me consigo conformar com tal conformismo.
A minha personalidade conformou-se com a personagem, mas eu de maneira alguma me consigo conformar com tal conformismo.
+ e -
E se em cada passo dado ocorrer uma queda?
E se em cada segredo desvendado, for descoberta uma verdade?
Em cada palpitação do coração morrer e nascer um novo amor?
Uma brisa para um arrepio.
Um raio de sol para um sorriso.
Se tudo for destinado para ser ou ter par, se tudo for feito num segundo?
Uma lágrima a mover o mundo, um sorriso a matar alguém.
Se a tudo corresponder uma resposta, uma razão ou motivo.
Num segundo, de acordo com um efeito em cadeia, o mundo, noutro segundo o vazio.
Se aparentemente tudo tem dois pólos, dois lados, um começo e um fim, nada é infinito, nada é desprovido de oposto. Se aparentemente for tudo assim como se descreve, não deveria o balanço ser mais firme, claro e presente?
Claramente, a nossa existência é o que de mais defeituoso se conhece.
E se em cada segredo desvendado, for descoberta uma verdade?
Em cada palpitação do coração morrer e nascer um novo amor?
Uma brisa para um arrepio.
Um raio de sol para um sorriso.
Se tudo for destinado para ser ou ter par, se tudo for feito num segundo?
Uma lágrima a mover o mundo, um sorriso a matar alguém.
Se a tudo corresponder uma resposta, uma razão ou motivo.
Num segundo, de acordo com um efeito em cadeia, o mundo, noutro segundo o vazio.
Se aparentemente tudo tem dois pólos, dois lados, um começo e um fim, nada é infinito, nada é desprovido de oposto. Se aparentemente for tudo assim como se descreve, não deveria o balanço ser mais firme, claro e presente?
Claramente, a nossa existência é o que de mais defeituoso se conhece.
Menos acertivo mas bem comigo mesmo. Poderás dizer o mesmo?
Aqui me tens prostrado à minha insignificância, despojado de alegrias, pejado de melancolias e em silêncio bruto e pálido.
Não perturbo, nem por exacerbado castigo, doença em que me abrigo, ou por ser mesmo assim, não perturbo nem chateio, não caustico por não ser desse tipo de pessoa.
Já deves ter ouvido falar, de ambição, destreza, e saciedade ímpar, tudo arrogância de quem se julga, de quem se toma e vê com um chapéu maior que o dos outros.
É ter a alma vazia de sonhos, mas cheia de gritos medonhos, angustias e insatisfação racional, será isso que te move a ser como és?
Com ponta de lança amolada em língua áspera, vais picando os outros com ocas demonstrações de gente, é assim que ficas contente, numa superioridade bacoca, mais banal e desinteressante do que oca, puramente oval, discutindo quem veio primeiro o ovo ou a galinha.
És esse tipo de gente, que se frustra a demonstrar, eu sou assim, eu sou assado, eu sei isto, eu tenho um passado, planeio um grande futuro, e no entanto estou ausente, do meu presente, onde sou mais gente que morgado amado por pai e mãe.
Que besta bestial em que te transformas de cada vez estalas os dedos e dizes eureka, já sei como os tramar, tirar partido, aprisionar a razão do meu lado como escudo e espada, com que te defendes e esgrimas uma opinião vazia de curiosidade ou reflexão.
Porque tudo é matemático no mundo, tudo é rígido e cientifico, não há margem para iluminismo, humanismo, romantismo, qualquer tipo de movimento que divague um pouco das tuas verdades, ou se calhar das tuas vaidades secretas.
Capaz de afirmar que não é mais que os outros, nem disso tem intenção, não se pretende nobre nem vil, meio termo era o ideal, balanceado nos anais da sua história, desde petiz rapaz envergonhado, nunca superior a ninguém, que altruísmo tão bem dotado. E no entanto, é tanto o esforço que se pode ver, ao tentar alcançar o cume onde se pode exibir com altivez, e gritar em plenos pulmões "louvado seja eu por existir, assim dando significado à vida destes outros infelizes".
Mas que douto ser, mestre da sabedoria, senhor de inigualável sapiência, só é pena que não haja paciência para ouvir tudo e mais alguma coisa que tens para dizer.
Com uma casa cheia de taças e medalhas, símbolos de pequenas batalhas, intelectualmente verbais, ganhas por insistência, por moer até romper a corda dos mais meticulosos, que da persistência fazem sua bondade, numa constante regularidade para com a paciência, aqueles que aturam tudo o que lhes mandas, mas mesmo assim, desesperam por te ouvir calado.
Não fosses tu tão singular indivíduo, mandavam-te passear com falta de modos.
Se calhar não o fazem, por pena, ou por algo mais nobre, talvez amizade ou simpatia, porque pena pode ser considerado um insulto, logo a quem, personagem tão astuto, de magnificência e superioridade sem igual, o homem da palavra transcendental.
Que se faça lei, pois a excelência abriu a boca. Nenhum assunto morre na presença de tal mente, só existe uma solução, toda a razão e certeza a uma só voz, porque este mundo não foi feito com liberdades de interpretação ou pensamento, foi feito para regras e traves mestras erguidas por quem sabe.
Pobre do sonhador, logo abatido se deambular pelos pensamentos, tem de seguir a linha da verdade, única e intolerável, não há espaço para acordar em desacordos, todos pensam igual e acabou.
Bato palmas, ou aplaudo? Qual será a mais formosa forma de apreciar tanta admiração por um ser incomparável.
O mundo foi feito para o sabichão, e eu claramente não pertenço a este mundo.
Não sou crente de tal culto, só quero um canto só meu, onde seja minha a verdade da vontade que me move, sem causar distúrbios ou abalroar alguém. No meu canto quieto, pedra gasta e uma janela, por ela espreito o mundo, feito para todos esses sabichões que vivem a vida como foi descrito. Não é ofensa, não é feio nem bonito, são maneiras de ser. Uns largam, outros brincam, alguns insistem em querer o mundo no seu jeito, de acordo com as regras, com as leis, com as ideias já formadas e conformadas. Não divagues. Eles andam ai.
Não perturbo, nem por exacerbado castigo, doença em que me abrigo, ou por ser mesmo assim, não perturbo nem chateio, não caustico por não ser desse tipo de pessoa.
Já deves ter ouvido falar, de ambição, destreza, e saciedade ímpar, tudo arrogância de quem se julga, de quem se toma e vê com um chapéu maior que o dos outros.
É ter a alma vazia de sonhos, mas cheia de gritos medonhos, angustias e insatisfação racional, será isso que te move a ser como és?
Com ponta de lança amolada em língua áspera, vais picando os outros com ocas demonstrações de gente, é assim que ficas contente, numa superioridade bacoca, mais banal e desinteressante do que oca, puramente oval, discutindo quem veio primeiro o ovo ou a galinha.
És esse tipo de gente, que se frustra a demonstrar, eu sou assim, eu sou assado, eu sei isto, eu tenho um passado, planeio um grande futuro, e no entanto estou ausente, do meu presente, onde sou mais gente que morgado amado por pai e mãe.
Que besta bestial em que te transformas de cada vez estalas os dedos e dizes eureka, já sei como os tramar, tirar partido, aprisionar a razão do meu lado como escudo e espada, com que te defendes e esgrimas uma opinião vazia de curiosidade ou reflexão.
Porque tudo é matemático no mundo, tudo é rígido e cientifico, não há margem para iluminismo, humanismo, romantismo, qualquer tipo de movimento que divague um pouco das tuas verdades, ou se calhar das tuas vaidades secretas.
Capaz de afirmar que não é mais que os outros, nem disso tem intenção, não se pretende nobre nem vil, meio termo era o ideal, balanceado nos anais da sua história, desde petiz rapaz envergonhado, nunca superior a ninguém, que altruísmo tão bem dotado. E no entanto, é tanto o esforço que se pode ver, ao tentar alcançar o cume onde se pode exibir com altivez, e gritar em plenos pulmões "louvado seja eu por existir, assim dando significado à vida destes outros infelizes".
Mas que douto ser, mestre da sabedoria, senhor de inigualável sapiência, só é pena que não haja paciência para ouvir tudo e mais alguma coisa que tens para dizer.
Com uma casa cheia de taças e medalhas, símbolos de pequenas batalhas, intelectualmente verbais, ganhas por insistência, por moer até romper a corda dos mais meticulosos, que da persistência fazem sua bondade, numa constante regularidade para com a paciência, aqueles que aturam tudo o que lhes mandas, mas mesmo assim, desesperam por te ouvir calado.
Não fosses tu tão singular indivíduo, mandavam-te passear com falta de modos.
Se calhar não o fazem, por pena, ou por algo mais nobre, talvez amizade ou simpatia, porque pena pode ser considerado um insulto, logo a quem, personagem tão astuto, de magnificência e superioridade sem igual, o homem da palavra transcendental.
Que se faça lei, pois a excelência abriu a boca. Nenhum assunto morre na presença de tal mente, só existe uma solução, toda a razão e certeza a uma só voz, porque este mundo não foi feito com liberdades de interpretação ou pensamento, foi feito para regras e traves mestras erguidas por quem sabe.
Pobre do sonhador, logo abatido se deambular pelos pensamentos, tem de seguir a linha da verdade, única e intolerável, não há espaço para acordar em desacordos, todos pensam igual e acabou.
Bato palmas, ou aplaudo? Qual será a mais formosa forma de apreciar tanta admiração por um ser incomparável.
O mundo foi feito para o sabichão, e eu claramente não pertenço a este mundo.
Não sou crente de tal culto, só quero um canto só meu, onde seja minha a verdade da vontade que me move, sem causar distúrbios ou abalroar alguém. No meu canto quieto, pedra gasta e uma janela, por ela espreito o mundo, feito para todos esses sabichões que vivem a vida como foi descrito. Não é ofensa, não é feio nem bonito, são maneiras de ser. Uns largam, outros brincam, alguns insistem em querer o mundo no seu jeito, de acordo com as regras, com as leis, com as ideias já formadas e conformadas. Não divagues. Eles andam ai.
quarta-feira, outubro 01, 2008
Mais um porreiro ao mundo.
No meio de tanta coisa que tenho para escrever, nada me dá mais felicidade e alegria do que o nascimento do meu novo sobrinho Diogo.
O Diogo é um miúdo cheio de qualidades, o Diogo é meu sobrinho, uma óptima qualidade, o Diogo é algarvio, e eu conheço algarvios muito porreiros. O Diogo faz parte de uma família espectacular, e safou-se de ter outros nomes que nem vou mencionar. É verdade que Diogo não é um nome tão sonante e magnifico como Pedro, mas Diogo é um nome distinto e de viril rapaz.
O Diogo é benfiquista, e muito em breve sócio. O Diogo no fundo é mais um porreiraço que veio ao mundo. Muitos Parabéns Diogo daqui a uns 16 ou 17 anos levo-te a tomar um copo.
Muitos Parabéns aos pais do Diogo, desejo-lhes muitas felicidades e o maior numero possível de noites bem dormidas. Nuno vou já tratar da papelada para o fazer sócio do Glorioso.
Ah já agora aqui fica uma foto do Diogo que nasceu no dia 1 de Outubro (que data mais distinta, temos de convir), com 3.15kg, às 15h e 20 minutos. Reparem na virilidade patente no moço....AH MOÇE!!!
O Diogo é um miúdo cheio de qualidades, o Diogo é meu sobrinho, uma óptima qualidade, o Diogo é algarvio, e eu conheço algarvios muito porreiros. O Diogo faz parte de uma família espectacular, e safou-se de ter outros nomes que nem vou mencionar. É verdade que Diogo não é um nome tão sonante e magnifico como Pedro, mas Diogo é um nome distinto e de viril rapaz.
O Diogo é benfiquista, e muito em breve sócio. O Diogo no fundo é mais um porreiraço que veio ao mundo. Muitos Parabéns Diogo daqui a uns 16 ou 17 anos levo-te a tomar um copo.
Muitos Parabéns aos pais do Diogo, desejo-lhes muitas felicidades e o maior numero possível de noites bem dormidas. Nuno vou já tratar da papelada para o fazer sócio do Glorioso.
Ah já agora aqui fica uma foto do Diogo que nasceu no dia 1 de Outubro (que data mais distinta, temos de convir), com 3.15kg, às 15h e 20 minutos. Reparem na virilidade patente no moço....AH MOÇE!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)