segunda-feira, maio 30, 2005

Ten Nails In My Head Wired To Electricity

- Running Away From Life -

Slowly vanishing
I see all going away
Melting and crushing
All I’ve got left to say
Please don’t even seek
To find me at any time
I can’t stand ear you speak
For me the sun doesn’t shine

Fed up with darkness
I ask if life could be kind
To let me see brightness
Before I get alone and blind
It’s all just because
I’m already dead
It’s all messed up
Inside my fuckin’ head

I run away from life
I wished I had some wings
I run away from life
And other many things
I run away from life
Scared by the sadness
I run away from life
That takes me to madness

Now you see
What hope did to me
I woke up and I was free
Life made me
What I wanted to be
And take it all away from me
That’s the reason, that’s the why
That I said life goodbye

It seems someone raped my mind
The guilty one was never to find
All those dreams were just a lie
They kept driving me insane
And what doesn’t let me die
Is the fact I feel the pain

I run away from life
I wished I had some wings
I run away from life
And other many things
I run away from life
Scared by the sadness
I run away from life
That takes me to madness

The feeling that all is gone
Knowing that I’m all alone
Makes of me a pathetic loser
That runs away from life…

By the Stupid Little Child That Didin't Know How To Live...

domingo, maio 29, 2005

Não se pode ter tudo, muito menos quando não se faz para isso.

Super Dragões afirmam no seu site que, mesmo que o Porto não tivesse participado na Final da Taça de Portugal, estes organizaram uma festa de comemoração das primeiras rondas na Avenida Luísa Todi, pelo qual aconselham aos adeptos do Vitória de Setúbal a não entrarem nas áreas de Setúbal, Sesimbra, e Serra da Arrábida, para evitar males maiores.

Os Super Dragões investiram na organização 10€ para comprar um desodorizante industrial para o seu líder, intitulado de "O Macaco", visto que os frangos fornecidos por Ricardo para a festa começavam a ter um sabor agridoce.

Quem pretende aproveitar esta festa dos SD é a TVI que fretou uma carrinha das vacarias Alfredo, para levar Pinto da Costa e a sua "namorada" a.k.a meretriz c.i.c, cliente habitual dos transportes do senhor Alfredo, e pagou a Pinto da Costa e aos SD uma viagem a Tróia, viagem essa cedida pela agência de viagens de Pinto da Costa, para obter os direitos televisivos da festa destes exemplares seres.

Resta-me a mim dizer que ao invés dos outros anos, em que um benfiquista dizia que o campeonato ficava para o ano, para o ano fica a dobradinha e paga o Sr. Dr. Peseiro.

sábado, maio 28, 2005

Queria pôr um título bonito...QUE SE FODA...TUDO!

Acho que hoje é um dia que não queria voltar a recordar, mas como sou um cabrão sádico e maluco dos cornos deixo aqui o marco que posso vir a ler sempre que quiser.

Hoje senti pela primeira vez o gosto ao medo, senti o gosto à dor, e no fim com a boca ainda a saber a sangue dos lábios trincados pelo momento de compaixão que tive para comigo, senti pena de uma alma que não era só a minha.
Quando menos esperava convenci-me que irei ficar sozinho para o resto da vida, e que a vida não passa de aprender, eu hoje aprendi a sofrer, não digo que não seja útil, mas leva-me a pensar seriamente em deixar a escola, acho que a vida se tem mais alguma coisa para oferecer, que me ofereça descanso e paz, já mais nada peço na vida.

Tenho um profundo sentimento de que fui enganado, e de que a frase "vive cada dia como se fosse o último da tua vida" é uma faca de dois gumes, a vida deu-me várias alegrias, mas adjacente a isso vem sempre o que de mais atroz tem a vida, quem tem alguma coisa é porque a pode perder, e esse é o supra sumo dos medos, o medo de perder aquilo que mais queremos, aquilo que temos, aquilo que estimamos, aquilo que um dia pensamos em dar aos outros.

Dei toda a minha essência, confesso que nunca fui grande fã disto a que chamam vida, nunca estive satisfeito ou saciado, mas isso até é um mal natural do ser humano, a insatisfação, só que eu sei que dei tudo, e gastei os meus últimos cartuchos não para mudar alguém, mas simplesmente para tentar me salvar mudando-me a mim mesmo.

Pode todo o mundo dizer que não sou o primeiro que sofro, pode o mundo inteiro dizer que isso passa, eu até posso dizer que sim, até posso acreditar que a vida reserva caminhos tortuosos cheios de revelações inesperadas por meio de caminhos inóspitos, que nunca sonhei em pisar, até me posso fazer valer dessa crença, mas nada muda o que sinto, e o que se sente não se explica, frase feita talvez, mas sem dúvida com razão de ser.
Digo com sinceridade, com a mesma sinceridade que sempre ofereci a toda a gente quanto aos meus sentimentos e ideias, a mim mesmo digo, que a esperança é algo que transcende o meu pobre ser, e que não acredito jamais em felicidade pura, que para mim o mundo jamais será feito com as cores que eu quero, nunca mais vou viver os sonhos, posso tornar-me frio, calculista, tudo aquilo que nunca quis ser, tudo aquilo que sempre desprezei na maneira de ser dos homens, mas antes prefiro que me odeio o mundo, antes prefiro odiar-me a mim mesmo, do que mais alguma vez sentir pena de mim mesmo.

Posso não ser nada nem ninguém, pensamentos passageiros e emocionais, sei que posso ser muito para muita gente, mas não me sinto como tal, posso não ser mais feliz na vida, mesmo sabendo que a felicidade maioria das vezes está em todas as pequenas coisas, mas nunca irá passar de uma felicidade substancial, não digo que nunca mais vá sonhar, mas os sonhos para mim deixaram de ser o motivo que me faz viver, e passam a ser ridicularizações da minha alma, não desisto da vida, e nunca digo nunca, mas não sei mesmo se o que vou viver se poderá chamar de vida tal como eu a concebi um dia em sonhos, porque para sonhar não bastam asas para voar, essas podem ser cortadas, sentimentos para nutrir, esses podem ser destruídos, objectivos para alcançar, esses podem ser desviados, para sonhar é preciso não sentir, e simplesmente não querer viver.

Pode a muitos parecer um exagero, a muitos outros palavras de desespero, posso até sem saber querer chamar à atenção, mas enganam-se todos os que dizem que quando um homem sente não sabe o que diz, eu sinto que se havia uma coisa, por mais pequena que fosse que me motivava a viver, tiraram-me, assim como toda a vontade de viver, o que não quer dizer que não viva, mas vivo com pena de mim mesmo, e por isso odeio-me e tudo não passa de um ciclo vicioso e sádico, é suposto agradecer a quem inventou as coisas boas da vida, e lamentar por quem criou as coisas más, pois eu digo que se foda quem inventou as coisas boas da vida e não se lembrou de as tornar perpétuas seu filho da puta sádico de um cabrão.
O único conforto que tenho é odiar-te mais a ti do que a mim, e podem pensar que não passo de um miúdo parvo que não sabe o que diz e não sabe o que sente, eu garanto o que eu sinto só eu sei, e sei que o sinto agora, se alguma vez vos enganei, tomara a mim conseguir me enganar agora, porque eu não preciso de mais anda neste mundo senão paz e descanso, onde possa me revoltar comigo mesmo e travar uma luta entre mente e alma.

terça-feira, maio 24, 2005

Uma viagem até onde se esconde o céu.

Foi no sábado dia 21 que fui passear com a minha família de Lisboa, infelizmente não compareceu toda, mas foram os que puderam.
Fomos passear para a terra do céu, onde o verde chamuscado regala a vista com paisagens tão belas, que só me fazia pensar como seria antes de grande parte ter ardido.
Foram quatro horas de viagem, para fazer cerca de 230 km, fomos com calma sem pressa de lá chegar, mas com um misto de ansiedade para conhecer a terra do céu.
Viagem longa sempre acompanhada de boa disposição e musicalidades variadas, duas pequenas paragens, uma em Santarém, e outra em Vila de Rei, o centro geodésico de Portugal.

Saímos de Lisboa ás 9h e chegamos lá por volta das 13h, finalmente em Oleiros, onde tudo parecia mais verde, e mais bonito, onde respirar o ar do campo apenas sabia melhor do que nos outros dias.
Esperava-nos um banquete digno de muito boas divindades, com o belo do pastelinho de bacalhau que eu tanto tinha pedinchado aos anfitriões.

Logo após um almoço bem disposto e toda a gente de estômago bem composto, fomos relaxar, ora com uns toques na bola, um passeio de bicicleta, até que nos decidimos por ir para uma praia fluvial.
Fomos para a praia fluvial, onde ainda não havia condições para banho, então as mulheres dedicaram-se aos banhos de sol, e os homens aproveitaram um bom relvado para mais uns toques na bola, que acabaram por fazer algumas vitimas.

Já está na hora de dar mais uma volta, e vislumbrar mais paisagens de apaziguar a alma.
Queríamos ir para a serra, e de facto foi lá que fomos, passamos pela casa da avó da nossa anfitriã, um casarão antigo, muito bonito, com paisagens reconfortantes, e onde acabaríamos por decidir passar a noite.
Subimos até à serra, observar Castelo Branco ao longe, parecia estar a ser coberto por uma suava manta de sol que brilhava dourado sobre verdejantes planos de terra.

Com uma paisagem tão bonita começou uma desenfreada sessão de fotos, uma atrás da outra, todos os disparos das máquinas acabavam por dar réplicas visuais de uma beleza que só aprecia quem lá esteve.
Descendo mais um pouco encontrava-se uma nascente onde se bebeu agua, mas também ai a paisagem era tão bonita que mais fotos se tiraram, foi uma paragem para beber agua, uma agua tão suave como fria, gelou as mãos, mas matou a sede de uma maneira tão aprazível.

Descendo agora a serra, queria eu ficar embalado em tão belas imagens da natureza, ainda mais belas e reconfortantes por poder partilha-las com as pessoas de quem gosto.
Chegando à base, quis o céu mostrar o açougue, e peço desculpa se me enganei no nome, mas para compensar descrevo.
Trata-se não mais de uma pequena cascata, ou cachoeira como quiserem chamar, e como muitas pequenas coisas, comportava em si uma beleza incomensurável, onde se sentia uma paz, a calmaria do repouso, o silêncio apenas perturbado pelo som relaxante da água que nos embalava até que entrássemos em tréguas com os problemas que nos atormentam o espírito, atingindo uma verdadeira paz de alma propicia a um momento de reflexão acompanhado do inspirar de uma brisa carregada de um perfume natural por si só com um travo a vaidade que emanava toda aquela beleza.
Depois de muitos flashes disparados, voltamos para casa com um sorriso, por um dia que estava a ser tão bem passado, seguiram-se cantorias e o jantar.

Mais uma vez refastelados com tão magnifico repasto, as mulheres decidiram levantar a mesa e tratar da loiça, enquanto os homens ficaram agarrados ao vinho, sei que não foi isto que me ensinaste mãe, mas o vinho era mesmo bom e até tentamos oferecer ajuda, nem que fosse com o olhar.
O clima era de tão boa disposição que se seguiu uma desgarrada entre homens e mulheres, como se duas claques entoassem cânticos, uma para a outra, era a guerra dos sexos elevada a um estilo musical e bem disposto, como qualquer desgarrada deve ser, pura brincadeira que entreteve os dois lados, acabando por ganharem os homens, apesar da grande sova que levamos ao inicio, mas a voz masculina de rouxinol embriagado acabou por afugentar as mulheres, pelo facto de tal ter ocorrido reivindicamos a vitória, apenas digo uma coisa, que machos.

As meninas foram se aperaltar enquanto os mancebos ficavam ainda agarrados ao vinho, estava frio e poucas eram as maneiras de aquecer, depois disso despedimo-nos de quem tão amavelmente nos recebeu, com direito a todas as mordomias e miminhos impossíveis de agradecer, de tanta generosidade empregue.
Fomos tomar um copo a um bar chamado LP, mas como já se fazia tarde e as hostes necessitavam de descanso e então fomos para o lar que nos daria albergue nessa noite, entramos, vislumbramos uma bela casa, e depressa escolhemos os quartos onde dormir, visto que maioria não queria dormir acompanhado, pelo menos mal acompanhado.

Fim do serão, jogou-se uma cartada e conversa fiada, depressa chegou o sono, e o frio também convidava ao repouso num leito aquecido.
Depois de um dia maravilhoso, cheio de energia empregue, foi bom o descanso, soube bem o repouso, apenas com o contratempo de ser hora de ir embora de um lugar em que não me importava de ficar feito cativo.

Lá fomos em caminho de volta a Lisboa, levamos menos tempo, visto não apanharmos tanto transito devido ás obras, antes fomos tomar o pequeno almoço à Sertã, e cada vez menos eu queria ir embora, cada mais me agarrava aqueles lugares de uma beleza tão apaziguadora, e confesso que assim me parecia devido a uma bela companhia que me foi proporcionada naquele grupo de grandes amigos.

Já em Lisboa, aquele lugar deixava saudade, com muita pena não passava mais tempo com aquelas pessoas de quem eu tanto gosto, que tantos momentos de felicidade me proporcionaram em tempos que para mim se tinham tornado tão insignificantes, foi bom pelo lugar, de uma beleza convidativa ao saciar do espírito, mas sem dúvida foi bem melhor pela companhia, e isso digo sem qualquer tipo de dúvida, e a todos eles gostava de agradecer pelos bons momentos passados, acreditem quando digo que senti que tinha ali uma família, apenas faltavam alguns membros.

Peço desculpa se este post não corresponder ás expectativas daqueles que esperavam que eu fizesse um texto sobre um momento inesquecível, mas confesso que se não descrevi tudo como deveria ser, e não é nada mais do que puro egoísmo da minha parte, que com tanta ânsia por momentos de felicidade, decidi guardar para mim a recordação de tão bons momentos passados com as pessoas que sabem do que falo.

E mais uma vez peço desculpa ao céu que em si acolheu tantas estrelinhas, não sei descrever melhor as alegrias que vocês me proporcionam, apenas pelo facto de que ao vivê-las não quero já mais perdê-las, e não quero que as invadam, talvez por puro egoísmo, talvez por um forte sentimento que nutro por todos vocês.

segunda-feira, maio 23, 2005

No pulsar ritmado do coração, batem as asas de um sonho, o de ser Campeão.

Benfica Campeão 2004/2005 a 22 de Maio de 2005.

Que este dia fique gravado para sempre na memória de quem desejou, no coração de quem sonhou, e na alma de quem esperou com fé, aguardou com esperança, para poder saudar tão grandiosa instituição.

Glorioso só um, só um clube possui esse titulo, só uma palavra une pela magia do espetáculo tanta, e tanta gente, que se orgulha de fazer parte de uma família, família essa que tanto sofre como festeja em união, por Portugal inteiro, e mesmo até no estrangeiro, só um nome ecoa na batida dos corações que de maneira fervorosa gritam palavras de apoio carregadas de emoção.

Portugal não é fado, futebol e Fátima, Portugal é BENFICA!

Já agora...que aperta a fome, pois são 5h43 da manhã, o Peseiro tinha prometido um jantar do outro lado da segunda circular, a se realizar no fim do campeonato, e por este meio queria pedir se poderia ser realizado o jantar para a semana, e ai já serviam dobradinha ao Benfica.

quarta-feira, maio 18, 2005

Sometime songs speak right from our mind...

"Split Screen Sadness"

And I don't know where you went when you left me but
Says here in the water you must be gone by now
I can tell somehow
One hand on the trigger of a telephone
Wondering when the call comes
Where you say it's alright
You got your heart right

Maybe I'll sleep inside my coat and
Wait on the porch 'til you come back home
Oh, right
I can't find a flight

We share the sadness
Split screen sadness

Two wrongs make it all alright tonight

All you need is love is a lie cause
We had love but we still said goodbye
Now we're tired, battered fighters

And it stings when it's nobody's fault
Cause there's nothing to blame at the drop of your name
It's only the air you took and the breath you left

Maybe I'll sleep inside my coat and
Wait on the porch 'til you come back home
Oh, rightI can't find a flight
So I'll check the weather wherever you are
Cause I wanna know if you can see the stars tonight
It might be my only right

We share the sadness
Split screen sadness

I called
Because
I just
Need to feel you on the line
Don't hang up this time
And I know it was me who called it over but
I still wish you'd fought me 'til your dying day
Don't let me get away

Cause I can't wait to figure out what's wrong with me
So I can say this is the way that I used to be
There's no substitute for time
Or for the sadness
Split screen sadness
We share the sadness

By : John Mayer

segunda-feira, maio 16, 2005

Só para dizer que sei contar, quando não sei a quantas ando.

Faltam 6 dias, apenas 6 dias, para o dia mais marcante do ano.
E faltam 10 dias para a outra coisa também importante.

sexta-feira, maio 13, 2005

O amor de si mesmo é pai, da dor é amigo, e da felicidade um apaixonado.

Significados são muitos dados rodados por esse mundo.

Certas palavras não vêem descritas no dicionário como a razão ordena, a mais complicada será amor e dai o seu sinónimo paixão.
Não procuro entender no dicionário a etimologia das palavras que para mim são tão dúbias como uma estrela em céu nublado.
A vida ensina que nunca sabemos nada, e mesmo assim infligimos em nós mesmos certos estigmas ao tentar descobrir o que a vida ensina.

O amor será o mais comum dos sentimentos? Será o mais definido dos sentimentos, tem o amor sinónimos, existe algo que se lhe compara, terá ele etimologias diferentes, será uma questão de opinião, será um mal generalizado, será um sonho, um desejo alcançado, um saber destroçado, a maleita do inocente, o beber do crente?

Amor é dar, receber, e acreditar que tudo depende de nós?
O amor é ver, sentir, ouvir, provar com delicadeza todos os simples momentos em que entramos em paz com a nossa mordaz consciência?

Será o amor doença, cura, será a procura, de paz, de alegria, de uma razão para viver?
O amor conduz, cega, leva e trás, um homem à loucura, o amor bebe da essência da pessoa o melhor que ela tem para dar ao mundo, será o amor luz ou escuridão, um misto, uma vastidão?

Será o amor exacto, incerto, estará longe ou perto, o que tem ele a haver com o coração?

Será o amor turvo quando o vemos fugir, será promessa que devemos cumprir, ou um simples passatempo de verão, mata, come, e diz que não.

Que é o amor então? Ninguém sabe ou tem explicação, uma coisa tão óbvia, como a tentação de o sentir, vontade que repele do homem a noção de tudo o que a vida tem a não ser o propósito de amar.

Será o amor um simples suspiro, uma lágrima caída, um riso perdido, uma dor bem latente, alguém sempre ausente?

É o amor pura loucura, fadiga dos deuses que pouco perdura, será perdição, sabedoria, ou aventura, será cansaço e curiosidade para ver o quanto a vida dura?

É amor o tempo que passa, o tempo que vem, ou uma cabaça, de onde se tira a fortuna da espera por um destino qualquer?

São caminhos traçados para correr, percursos trilhados ao longo do ser, é esperar ou lutar, morrer ou viver?

Se tanto nos questionamos, o amor é a dúvida que persiste na nossa alma, que provoca ira, ou nos trás calma, o amor é isso mesmo, o não saber, é deixar correr o tempo, é escolher viver, sentir, provar, que não somos cegos de razão, mas que a nossa essência consegue prever se de facto devemos acreditar no coração.

terça-feira, maio 10, 2005

Amor e liberdade não passam de duas palavras que não rimam.

Nunca pensei que duas linhas rectas paralelas, quase de braço dado, pudessem criar um ângulo de noventa graus, cada uma para seu lado.

Nunca pensei que numa noite de calor pudesse sentir um frio tão grande provocado pelo vazio.

Nunca pensei que dar um passo atrás numa longa caminhada pudesse ser tão insalubre para o esforço.

O problema foi que nunca pensei.

Jamais pedi tamanha dor provida de certeza de que teria de ser assim, nunca fiquei sem opções, mas nunca tive tanta dificuldade em ter de tomar uma opção, entre a vida que sempre quis ter, e a incerteza de que a poderia mesmo ter.
Vivi um sonho onde era feliz, com a intenção de não acordar, mas sabendo que tinha hora para despertar, só pensei que a hora fosse outra.
Foram-se os sonhos, perderam-se as vontades, mas algo me impele de ficar por aqui.

Sei que jamais vou ser feliz, pelo menos como queria, sei que jamais vou sonhar sem estar acordado, com medo de cair na doçura do embale do sono sempre que sentia as tuas mãos no meu rosto.
Perdi aquele calor, perdi toda a luz, a escuridão é bem mais fria e vazia, e até aperta o coração, mas nem por isso ele deixa de bater.
Ainda estou abalado pela descoberta de que não existe o nunca e o sempre, nem estes dois nunca se conheceram, e eu pensava que os conhecia a ambos.

Por agora apesar de triste sinto que ainda não entrei na fase do desespero, e sei que é possível não entrar, mas também sinto que a alma se escondeu no breu.

Anseio pelo dia em que o sol para mim volta a brilhar, não no sentido em que brilha todos os dias para toda a gente, mas sentir aquele toque especifico que tanta força me dava.
Perdi o rumo, e algum sentido da vida, mas sinto que não posso, não devo, nem quero abdicar dela, mas de momento perdi o rasto ao seu sentido.
Viver a vida sem rumo, também é viver, apenas não tenho aquele porto seguro onde me podia abrigar de todos os males do mundo, e de todos os males do mundo o meu não é com certeza o pior, mas a mim é o que mais me diz.

Sinto que o meu coração rejeitou o meu corpo pela atitude tomada pela razão, e se o coração e mente não se entendem significa período de paz, nem que seja na penumbra da tristeza, o coração sofre, a mente sofre, mas ao menos existe consenso.
Foi uma escolha que se fez, não a queria ter feito, mas não me deste hipótese entre viver no medo ou na dor, as duas juntas é que não.

Não deixa de ser estranho, sempre fui muito reservado sobre a minha vida pessoal, sempre quis te resguardar, e a mim próprio, nunca mostrei o que senti a ninguém a não ser a ti, espero que por muito estúpido que seja esse acto tenhas tido apreço nesse gesto de ter confiado em ti, mesmo depois de me desiludires, ainda agora confio, apenas tenho medo de o fazer.

E foi assim que se contou uma história, e nunca ouvi falar de uma história sem fim, só esperava que fosse mais longa a prosa dessa história que não começou por acaso, se fomos escolhidos como personagens dessa história foi por alguma razão, só tenho pena que tenhas saltado logo para o fim sem ler o que vinha a meio.

domingo, maio 08, 2005

Classificados de Merda

Procura-se novo sentido para a vida, bom feitio e o menos complicada possivel, de preferência muda, e sem problemas do foro psicológico.
Lésbicas não são problema.

Agora a sério dão-se alvisseras a quem encontrar a merda do sentido que dê à minha vida.

Meio-dia, Sábado 07 de Maio de 2005 - Também acordamos dos sonhos.

Diz-me que tudo isto é um pesadelo onde me matas lentamente, e fazes com que o medo se apodere da minha mente mais uma vez.

Diz-me que tudo não passa de confusões metafóricas que te atormentam a alma por cada vez que te sentes só.
Os pensamentos que te brotam da simples lógica do ser, jamais deveriam poder se apoderar do que sente o teu coração.

Sempre pensei que o amor fosse mais forte do que tudo, e sei que sem dúvida é mais forte do que eu, mas será o amor mais forte do que o medo de perdê-lo?
Também eu sinto-me só, também estou triste, e nem por isso me esqueço do que dá sentido à minha vida.
Também eu me sinto perdido, sei onde é o Norte, mas não consigo encontra-lo de momento, mas jamais o era capaz de abandonar.

O sonhos vão se sentido ameaçados como os castelos de areia com a presença do mar, luto por tudo para que a espuma do mar não chegue nem perto da muralha que cobre o meu futuro, onde se encontra todo o sentido que quis dar à vida.

Subi bem alto, acima de tudo, para dizer com certeza o que te disse com sorrisos infinitos, sempre de coração quente confortado pela certeza do que dizia.
Infinitas foram também as vezes que pensei e não te disse o que o meu coração pedia, com medo de te aborrecer com palavras repetidas carregadas de sentimento.
Passo os dias embriagado pelo sabor que me assola o ser, tantas vezes afectado por um único sentimento nutrido apenas por ti.

Vezes sem conta, foram o numero de momentos em que disse o que queria, mais vezes ainda fiz de ti todo o meu sentido, e sempre com a confiança de quem não se deixava abalar por qualquer dúvida, pois nunca duvidei do que sentia, desde o primeiro suspiro até ao último beijo, mesmo quando acabei de ouvir a tua voz num tom triste, como se tivesses medo de me magoar, mas com vontade de o fazer.

Nunca pensei que me deixasse cair numa teia tão doce como a tua, onde me aconcheguei e procurei conforto, e um remendo para a alma, que vinha sendo rompida pela imaturidade que tinha antes de estar contigo.
Em ti encontrei uma droga, um néctar puro carregado de êxtase, que me deixou completamente viciado, encontrei linha e uma agulha, pelo qual tentei unir o meu coração ao teu, vezes sem conta perfurei o coração, talhei-o a ele e à minha maneira de ser, para que dessa forma te agradasse mais.

O quanto é difícil manter a calma e a esperança quando o nosso coração quer rasgar a carne e a pele de maneira a mergulhar no vazio, apagar, ele não tem medo do escuro, mas a minha mente tem.
Apesar de saber que posso encontrar muita dor nas tuas palavras, não fujo, nem me escondo de forma a não as ouvir. Se queres acabar com um todo que fez de mim a pessoa que sou hoje, pessoa essa que eu aprendi a gostar, fá-lo de maneira rápida, não castigues o meu pobre coração que se meteu a mando da razão, pelo menos não o faças mais uma vez de forma lenta e dolorosa, não sei se aguento.

A maior dor nem vem de te perder, nem é por mim que sofro, apenas sinto que não sabes o que fazes porque não ouves o teu coração, e deixas-te levar pelas palavras trazidas ao vento, e se assim é, não oiças a ventania atroz, antes dá ouvido a uma brisa suave que te levam sempre uma mensagem minha. Eu amo-te, como nunca pensei poder amar, eu amo-te com medo, eu amo-te com desejo, eu amo-te com vontade de te poder dizer que te odeio quando me fazes sofrer, e dize-lo sem medo que penses que esse ódio é passageiro, porque não é.

Eu amo-te pela simples razão desse ser o motivo da minha existência, mas nunca pensei que amar fosse um tão grande atentado à vida. Sei que sem ti sou quase nada, mas contigo dessa forma como ages, sou um suicida em queda livre.

Foi bom enquanto durou, mas a onda do mar foi mais forte que as muralhas dos castelos de areia que fiz para ti, algum dia sabia que o sonho acabaria, só esperava que fosse daqui a 50 anos ou mais, acabou mais cedo, porque teve de ser, perdi o farol, as estrelas e a lua, estou à deriva no mar, no escuro, na brutidão da noite, nem por isso vou deixar de navegar, mas agora sem farol, sem a luz das estrelas, sem a lua para me guiar.

quarta-feira, maio 04, 2005

Se tu soubesses o que eu sei, saberias mais do que o que nós sabemos.

Sentir um vazio.
Já toda a gente sentiu.

É uma sensação comum sentir que falta algo, que poderia haver sempre mais qualquer coisa, que podíamos ter, fazer, sonhar com algo mais.
Quem nunca se sentiu vazio em certa altura da vida? Uma sensação de impotência, uma sensação de desejo proibido, a sensação de que existe uma falha, que falta algo ou alguém, a sensação de que saltamos uma parte da vida, uma sensação que nos deixa por vezes tristes, outras vezes pensativos, impotentes, incapazes, pode deitar alguém abaixo, pode dar esperança, pode causar o desejo, o sonho de preencher esse vazio.

Nesse ponto acho que toda a gente está de acordo, ao sentir-mos aquele vazio tentamos preenche-lo.
Eu sei o que é sentir o vazio, sei o que sinto quando o sinto, muitas das vezes sei o que o causa, sei como o preencher, mas por vezes acontece a penitencia das penitencias, e apenas sinto o vazio porque me sinto vazio sem qualquer razão aparente, ou é isso ou acontece um simples facto, não quero saber o que provoca o vazio, pelo simples motivo de que já o sei e assusta-me.

Se por vezes o vazio é causado pela falta de algo na vida, eu tenho muitos vazios causados pelo medo de descobrir o que é a vida, mas existe outra alternativa?
Pode alguém com o mínimo de conhecimento da psicologia humana viver distante de uma realidade que nos prendem como amarras a um barco com medo do mar.

A que se devem os vazios que sentimos? Sinceramente por vezes não sei ou quase sempre não tenho a certeza.

Remédio não tenho, e acho que nunca vamos deixar de sentir estes vazios na nossa vida, podemos sim tentar preenche-los, a mim sinceramente ajuda-me imenso a música.

Nada como a música para estimular a mente, não conheço melhor catalizador das emoções que os estimulantes dos nossos sentidos, nada como visionar e ouvir pequenos pedaços de vida que ficam a vaguear com o mínimo de sentido, e com todo o sentimento, pequenas imagens como se de memórias fotográficas se tratassem, sons que mais parecem rasgos de água turva a escorrer sobre um rio que corre como corre a vida.

A água simboliza o tempo que jamais para de correr, nós somos as pequenas folhas levadas pela corrente num pedaço de agua turva, que nos impede de chegar ao fundo da verdade humana, e por vezes ficamos presos ao leito do rio porque temos medo do que possa vir depois, mas nem por isso para a água de correr, nem por isso deixa o tempo de passar, por muito vazios que estejamos, não nos podemos abstrair da vida, do mundo, e cair no comodismo que abraça o metodismo de dizer logo se vê, e depois mais tarde, correndo o grave risco de cair num turbilhão de “e se”. E se eu tivesse feito, e se eu tivesse ido, e se eu tivesse sido, e questionar a mente com subconsciências que nos travam o espírito e a mente criando um muro de hipocrisia para com os nosso ideais, para com as verdades, e se achamos a água turva demais para ver o fundo da verdade da fonte humana, ainda conseguimos fazer com que tudo seja mais turvo, colocando uma venda nos olhos da nossa vontade, do querer triunfar, o raciocínio pode ser uma bênção, mas o pensamento devia se ficar pelas alturas em que nos ajuda, não nas alturas em que atrapalha.

Em questão de dúvida arrisque, a experiência sempre se disse mãe de todas as coisas.

domingo, maio 01, 2005

Piadolas de esfincter.

Porque é que a galinha não atravessa a segunda circular?
R: Porque não se quer encontrar com o talhante do Campo Grande, além do mais para servir de prato em jantares fictícios.

Um dia os casos práticos de cariz jurídico vão ser escritos por Nicholas Sparks.

Por vezes ouvimos com cada história que ficamos sempre um bocadinho sem saber o que dizer.

Estes dias o senhor A veio falar comigo sobre o senhor B, pelos vistos o senhor B tinha feito uma magnificente poia. ( tradução extrajudicial, o B fez merda)

O senhor A e o senhor B tinham uma relação de compadrio pois a irmã do senhor A constituiu uma relação conjugal em comunhão de adquiridos com o irmão do senhor B, e por causa desta comunhão conjugal os dois indivíduos supracitados eram muito amigos, dai a situação de compadrio, visto que tinham os dois um negócio de silvicultura. (depois nestas histórias mete-se sempre algo que generalidade das pessoas não se lembra do que significa, mas quando é esclarecido diz “AAAAAAAHHH pois é isso que cabeça a minha”)

Tentando não fugir muito do cerne da questão, e mantendo uma linha condutora desta epopeia do abecedário, entre indivíduos que são denominados de A, B, C e eventualmente Z, vou continuar a narrar a história que me foi contada pelo próprio senhor A em pessoa, quando o encontrei no Lidl a comprar um saco de 10 kg de postas de pescada vinda dos mares extensos e imensos da Mongólia. (private joke)

No dia 13 de Abril de 2005, o senhor A veio me confidenciar a seguinte situação, o senhor A ao referir a sua grande amizade com o senhor B, fê-lo com um certo pesar da voz, pelo que eu supus que o senhor B seria o de cujus desta situação, lá foi o B com os porcos.
Infelizmente e para grande mágoa do senhor A não foi essa a situação, antes fosse aplicado outro regime jurídico dizia-me o senhor A, mas o problema era muito mais grave, tratava-se de um problema de filiação, pelo que o senhor A supunha que os cornos que lhe tinham nascidos seriam uma herança jacente. Pelos vistos o senhor B tinha afiambrado a mulher do senhor A, a senhora C, numas férias de Verão na Costa da Caparica, e depois dessas férias, sete meses e meio depois nascia o puto R, também conhecido como Ruca man, filho do senhor A e da senhora C supunha-se.

Pelos vistos o problema de filiação estava relacionado com uma acessão industrial mobiliária que o senhor B fez com as vergonhas da senhora C, por conseguinte, deu-se uma confusão e união das partes marotas de B e C, o que viria dar mais tarde o belo resultado do surfista betoso que fuma uns charrinhos e fica todo maluco, o R, Ruca man.

O senhor A ficou fulo, e não queria falar mais com o senhor B, mas pela sua esposa senhora C continuava a nutrir um forte sentimento possessório, e por esse motivo se deu a maior tragédia, o senhor B aproveitou os 18 anos de casamento de A com C e juntou a sua posse de 2 anos aos 18 anos de posse de A, e usucapiu a senhora C adquirindo-a através do regime da usucapião de má fé, que se suplanta ao registo matrimonial de A com C.
Para A o seu antigo amigo e companheiro do Ultramar B, era agora um verdadeiro pulha jurídico.

Se tudo ficasse por aqui o senhor A estaria bem mais complacente, mas pelos vistos o senhor A tinha feito das suas, ao estabelecer uma relação de usufrutuário da filha do senhor B, e que belos frutos dali colheu, o problema é que esse usufruto não seria vitalício, pelo qual o senhor B agiu em defesa da posse dos frutos da filha, pois o seu rebento jamais iria ser constituída como propriedade horizontal para que A a possui-se, pois A só gostava de F, filha de B, na horizontal.

Pelo motivo mencionado em cima, não foi B que ficou mais piurso, foi F, que se sentiu como uma benfeitoria útil, e por isso ficou magoada, então decidiu replicar com uma reconvenção, impugnou as partes recônditas de R, e dai viria a ficar grávida de J, mas por pura malandrice, e por não estarem a passar reposições da Tieta do Agreste na tv, F decide dizer a A que aquele lucro cessante era pertencente a A, e tinha sido concebido com este numa noite de mariscada organizada pela paróquia de Chelas.

O senhor A ficou extremamente perturbado, e não tinha bem a certeza do que fazer, apanhou uma real bebedeira, e no snack-bar restaurante de P, anunciou que iria ser pai e contou toda a história, quem estava por sinal na mesma casa de pasto, era R.
Ruca costumava por ali parar para jogar um bilharzinho com os amigos, e de logo foi felicitar A pelo grande feito de atribuir personalidade jurídica a lucros cessantes. A contou toda a história e supostamente o dia em que tudo tinha acontecido, R, que por sorte nesse dia estava sóbrio, viria a comentar com Z, conhecido como o Zé Tó da Dona Amélia, pois era conhecido como filho da senhora Amélia que era dona de um estabelecimento de prostituição, que o filho possivelmente não seria de A mas sim de R e todo o seu grupo de surfistas que naquela noite teriam estado com F numa festa de shot’s no meio da praia.

Z, que trabalhava para A como moço de recados da drogaria deste, foi contar a A o que se passava, pelo que A ficou com a ligeira sensação de que F seria uma das grandes rameiras do bairro, por conseguinte manda que Z pegue no seu carro e tente encontrar F, para que A possa falar com ela.
Z ligeiramente embriagado com uns bombons de ginja que tinha tirado do porta luvas do carro de A e consumido, atropela B e C que estavam numa esplanada.

Z disse que ia a mando de A, e que este tinha responsabilidade civil sobre aquele acontecimento, ao que A escusou-se da sua responsabilidade dizendo que Z tinha furtado o seu veiculo automóvel através de um esbulho violento em que A até saiu magoado com a luxação do dedo mindinho.
F e R depois de apanharem uma valente piela decidem por um cobro ao assunto, e fogem para Espanha onde viriam a exercer distintas profissões, um seria proxeneta e a outra uma meretriz de baixo teor calórico e por sinal muito em conta.

A ficaria sozinho, pois B e C haviam falecido no trágico acidente, Z seria preso, R e F já sabemos o que lhes aconteceu, e P ficara sem a sua cervejaria, casa de pasto, snack-bar restaurante, por motivos de salubridade pública pois tinham encontrado 10 kg de postas de pescada em estado de decomposição total, o que levou vários clientes a um estado de cagar blocos, mas muito fininhos.

A ficava agora sozinho, sem ninguém, e sentia-se sozinho, pelo que recomendei que fosse falar com DDDD, alguém que tinha um grande sentido de estética sobre a vida, e que o poderia ajudar a encontrar o norte outra vez, usando os seus elevados conhecimentos de psicologia humana e de justiça mundana algo que tinha aprendido exercendo a sua profissão de conselheira emocional, pelo que A retorquiu, na Dona Amélia é mais barato.

Por tal insulto feito por A a um leitor ou leitora do blog em que colaboro, disse a A que nunca mais lhe voltaria a falar, e disse que só não era seu pai porque a sua mãe não teria troco de dois euros e meio, e que a sua tia receberia homens casados lá em casa cobrando pequenas taxas que seriam posteriormente cobradas de acordo com a categoria B perfilhada no artigo 1º do Código de IRS.

Infelizmente a história não acaba por aqui, e muitas mais letras do abecedário são escabrosamente envolvidas nestas teias de confusão e desilusão, todas feitas em volta de A como se de um casulo de má fortuna se tratasse.

Para mais aventuras de A o individuo dos casos práticos de teor jurídico, não perca o próximo relato no seu blog, que o defende e insulta partes de grande influência nas suas histórias.