Say, there, where are you going tonight
Hey, girl, are you looking to pick up a fight
Stay, here, grab me hard close to you
Or, do you, have something else to do
Please, will you, make love with me
Could, I ask, where you ratter be
Now, listen, I got to make me free
I’m, not sure, if I want the girl I see
Try me, try to, kiss with open eyes
Maybe, that look, say to many lies
Mystify..
Mystify, the mystery
Mystify…
All the miseries
You put me trough
Why, do you, take away all my sleep
Would, you, leave me my heart to keep
You, talk, in codes and in a weird tone
And, I think, maybe she’s already gone
Run, away, and hide in your vanity
Hide, below, the sheet’s of jealousy.
Unleash, now, a chain of cold guilty
Punishing, me, for being a puppetry
Try me, try to, kiss with open eyes
Maybe, that look, say to many lies
Mystify…
Mystify, the mystery
Mystify…
All the miseries
You put me trough
Confused, is how, you leave me every day
Should, we both, think in what we will say
Going, insane, for babbling while I pray
Tell, me, should I hide, should I run away
Clearly, you don’t, know what you want
I, should leave you, but I guess I can’t
Because, I’m still, right attached to you
I, desperate, why can’t you just be true
Whit me…
Tell me what you feel…
I’m just not made of steel
I feel the pain, it’s so real, it’s back again, every time you kill
My dreams…my choices…you team up all the voices
Shouting in my head… wake up and listen…you’re not dead…
Telling me, to give up… telling me, you have no luck
Making me, scared and weak… I just feel.. like another freak
Why, do you, open all my old wounds
Grab me, kiss me, with all your desire
Take me, do me, let’s keep us on fire
Cherish me, tell me simple words of love
Make me fly, into the sky, free like a dove
Let me, get close to you, only this time
So I, could tell you, what’s go in my mind
Maybe you will find, that I’m not so blind
To love you, in one simple truthful rhyme..
Instead of loving you with all my heart
I promise you, nothing will make us, fall apart.
Lyrics By Peter Back ...
segunda-feira, janeiro 17, 2005
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Um redundante não ao pessimismo e ao facto de quem sou!
É difícil manter interesse numa coisa que não nutre em mim o mínimo de apelo criativo.
Sou completamente infiel ás minhas ideologias, e ao mesmo tempo nunca as trai para além do pensamento, por vezes gostava que as rotações cerebrais fossem mais brandas, e que os caminhos para as certezas fossem mais curtos. Tenho a mania de que a linguagem interior, a linguagem ainda mentalizada, deve ser toda cantada, como se fosse mais melodioso o toque da sua cogniscência.
Apesar de ter em mim a ideia de que sou uma pessoa de princípios, sou o primeiro a apedrejar os credos de esperança e fé que atribuo a cada momento que ainda vou viver, vejo em mim um espírito lutador que desiste no momento de calcular as barreiras.
Poucas coisas estimulam na minha consciência um sentimento de transpor quezilentas virtudes siamesas que se contrapõem enquanto se parasitam entre si, impossíveis de sobreviver como virtudes se transfiguradas por um corte cirúrgico radical entre si, sabedoria sem erro é algo que não concebo.
Quando escrevo não o faço por mim, é verdade que exorciza a alma, mas ainda é muito o estuque que tranca a confusão, ainda são muitas as correntes que formam barreira cerebral, quando escrevo é porque não faço a mínima do que pode ser uma alternativa.
Não escrevo para mim e não escrevo para os outros, não procuro apaziguar as ideias revoltas, muito menos expeli-las para o vazio formando grandes massas de desperdício, porque apesar de desprezar a minha mente acho terrível o desperdício de ignorância que poderia ser utilizada para sem motivos aparentes formar um relaxante tampão mental.
Já nem tento escrever sobre sentimentos, porque já sei o que é sentir e ao mesmo tempo perdi o tacto de o reconhecer da forma mais simples, já não sei descrever o amor, nem caracterizar um sorriso, nem mesmo conceber uma breve citação do que representa um olhar, mas talvez nunca em outro momento como o que vivo agora soube verdadeiramente o que é o amor.
Questiono incessantemente as minhas capacidades como ser pensante, critico e devasto indubitavelmente as minhas capacidades como comunicador, só estimo verdadeiramente o meu incrível poder de questionar as qualidades que mais suscitam algum afecto em mim, apenas admiro o meu poder de observação ao constatar o facto de que sou cego de percepção.
A cada respirar questiono se conseguirei viver constantemente a duvidar das minhas qualidades, permanentemente a odiar o meu intelecto, e a contrariar-me a cada instante que da minha mente brota um pensamento tão moldável que chega a ser mais frágil que o cristal.
Não consigo contorcer mais o espírito de modo a faze-lo caber na mais conturbada criação de mundo que o meu cérebro concebeu, não sei se sou capaz de acreditar na minha capacidade para ignorar as mais pequenas e irritantes questões a pairar sobre uma inabalável fé nos sonhos com o futuro, em que faculto a mim mesmo possibilidades infinitas que não posso desejar, tornando a certeza em algo garantido ao limitar todas as hipóteses a um ridículo estado de delírio passageiro, vivo com a mente no futuro que quero, mas que foi-me imposto pelo meu desejo, não formulando alternativas com medo de vaguear pela minha mente fétida com tanta incerteza.
Sou capaz de passar a vida a odiar o presente estimando-o como se fosse tudo, traçando um único destino no horizonte e sonhando com o futuro, constantemente insatisfeito vou banqueteando-me num festim de satisfação em forma bruta, só vivo para o futuro que escolhi para mim, usando o presente como uma fase de deleite onde nunca vou conseguir saciar a minha vontade que querer, fustigando a esperança a concentrar-se num futuro distante e envolto em bruma, mas no entanto pleno de certezas.
Sou completamente infiel ás minhas ideologias, e ao mesmo tempo nunca as trai para além do pensamento, por vezes gostava que as rotações cerebrais fossem mais brandas, e que os caminhos para as certezas fossem mais curtos. Tenho a mania de que a linguagem interior, a linguagem ainda mentalizada, deve ser toda cantada, como se fosse mais melodioso o toque da sua cogniscência.
Apesar de ter em mim a ideia de que sou uma pessoa de princípios, sou o primeiro a apedrejar os credos de esperança e fé que atribuo a cada momento que ainda vou viver, vejo em mim um espírito lutador que desiste no momento de calcular as barreiras.
Poucas coisas estimulam na minha consciência um sentimento de transpor quezilentas virtudes siamesas que se contrapõem enquanto se parasitam entre si, impossíveis de sobreviver como virtudes se transfiguradas por um corte cirúrgico radical entre si, sabedoria sem erro é algo que não concebo.
Quando escrevo não o faço por mim, é verdade que exorciza a alma, mas ainda é muito o estuque que tranca a confusão, ainda são muitas as correntes que formam barreira cerebral, quando escrevo é porque não faço a mínima do que pode ser uma alternativa.
Não escrevo para mim e não escrevo para os outros, não procuro apaziguar as ideias revoltas, muito menos expeli-las para o vazio formando grandes massas de desperdício, porque apesar de desprezar a minha mente acho terrível o desperdício de ignorância que poderia ser utilizada para sem motivos aparentes formar um relaxante tampão mental.
Já nem tento escrever sobre sentimentos, porque já sei o que é sentir e ao mesmo tempo perdi o tacto de o reconhecer da forma mais simples, já não sei descrever o amor, nem caracterizar um sorriso, nem mesmo conceber uma breve citação do que representa um olhar, mas talvez nunca em outro momento como o que vivo agora soube verdadeiramente o que é o amor.
Questiono incessantemente as minhas capacidades como ser pensante, critico e devasto indubitavelmente as minhas capacidades como comunicador, só estimo verdadeiramente o meu incrível poder de questionar as qualidades que mais suscitam algum afecto em mim, apenas admiro o meu poder de observação ao constatar o facto de que sou cego de percepção.
A cada respirar questiono se conseguirei viver constantemente a duvidar das minhas qualidades, permanentemente a odiar o meu intelecto, e a contrariar-me a cada instante que da minha mente brota um pensamento tão moldável que chega a ser mais frágil que o cristal.
Não consigo contorcer mais o espírito de modo a faze-lo caber na mais conturbada criação de mundo que o meu cérebro concebeu, não sei se sou capaz de acreditar na minha capacidade para ignorar as mais pequenas e irritantes questões a pairar sobre uma inabalável fé nos sonhos com o futuro, em que faculto a mim mesmo possibilidades infinitas que não posso desejar, tornando a certeza em algo garantido ao limitar todas as hipóteses a um ridículo estado de delírio passageiro, vivo com a mente no futuro que quero, mas que foi-me imposto pelo meu desejo, não formulando alternativas com medo de vaguear pela minha mente fétida com tanta incerteza.
Sou capaz de passar a vida a odiar o presente estimando-o como se fosse tudo, traçando um único destino no horizonte e sonhando com o futuro, constantemente insatisfeito vou banqueteando-me num festim de satisfação em forma bruta, só vivo para o futuro que escolhi para mim, usando o presente como uma fase de deleite onde nunca vou conseguir saciar a minha vontade que querer, fustigando a esperança a concentrar-se num futuro distante e envolto em bruma, mas no entanto pleno de certezas.
domingo, janeiro 09, 2005
Pela tinta fazem-se grandes borradas.
Se calhar é hoje e ainda não sei, mas algo desperta em mim fortes suspeitas de que finalmente chegou o dia em que irei escrever o tão desejado, e já afamada promessa e objectivo, mini post, ou post de tamanho reduzido. Por vezes temos de ser comedidos na quantidade de disparates que conseguimos dizer ou escrever, sem pestanejar.
Este post é feito em estilo de pedido, e ao mesmo tempo de conselho, para quem quer que seja, acho que todos precisamos por vezes de recordar certas opções de ida, principalmente maneiras de agir e atingir objectivos.
É um conselho principalmente para quem estabelece relações pessoais muito próximas, e quer fazer um upgrade, serve para qualquer relação, amorosa, familiar, de amizade, ou mesmo de simples cortesia, e é um conselho bastante simples por acaso, só que difícil de seguir maioria das vezes.
Muitas vezes, senão maioria delas, o homem suplanta a qualidade que garbosamente expõem para se vangloriar da notória superioridade que tem no reino animal, uma característica que distingue o ser humano de qualquer outra espécie, a racionalidade, e suplanta, relega esse dom, em detrimento de sentimentos ou características igualmente nobres, mas com maior handicap, e muito menos fiáveis.
Razão e paixão por curiosidade rimam, mas indubitavelmente não, combinam. É por esse motivo em particular, que nós seres humanos temos, nas nossas relações com outros seres humanos, de ter em conta importantes e imprescindíveis aspectos, saber que nem todos partilhamos a mesma linguagem, e não me refiro a nível cultural, mas sim sentimental, não existe uma linguagem universal para os sentimentos, infelizmente a palavra amar não é dotada de consenso entre os seres que têm oportunidade de partilhar emoções entre si, temos de medir e fazer um esforço para conseguir compreender como funciona a mente do outro lado, como é que interpreta algo que para nós parece tão claro.
Para facilitar um pouco, e prevenir alguns dissabores, a todos aconselho, é dotado de extremo bom senso o acto de medir as palavras, e não me refiro metricamente, mas sim a nível da sua consequência, causalidade, e enorme poder, pois inúmeros foram os sábios que golpearam mais homens, e venceram mais batalhas, com uma caneta do que com uma espada, nunca menosprezem o valor da palavra, e pensem que se com elas podemos fazer rir, reflectir, divertir, emocionar, tocar, felicitar, alguém, também podemos errar e magoar, falhar o objectivo que delineamos.
Embora mais reduzido, acho que ainda não foi desta vez que fiz um post ao estilo do Zica... eu bem tento mestre.
Este post é feito em estilo de pedido, e ao mesmo tempo de conselho, para quem quer que seja, acho que todos precisamos por vezes de recordar certas opções de ida, principalmente maneiras de agir e atingir objectivos.
É um conselho principalmente para quem estabelece relações pessoais muito próximas, e quer fazer um upgrade, serve para qualquer relação, amorosa, familiar, de amizade, ou mesmo de simples cortesia, e é um conselho bastante simples por acaso, só que difícil de seguir maioria das vezes.
Muitas vezes, senão maioria delas, o homem suplanta a qualidade que garbosamente expõem para se vangloriar da notória superioridade que tem no reino animal, uma característica que distingue o ser humano de qualquer outra espécie, a racionalidade, e suplanta, relega esse dom, em detrimento de sentimentos ou características igualmente nobres, mas com maior handicap, e muito menos fiáveis.
Razão e paixão por curiosidade rimam, mas indubitavelmente não, combinam. É por esse motivo em particular, que nós seres humanos temos, nas nossas relações com outros seres humanos, de ter em conta importantes e imprescindíveis aspectos, saber que nem todos partilhamos a mesma linguagem, e não me refiro a nível cultural, mas sim sentimental, não existe uma linguagem universal para os sentimentos, infelizmente a palavra amar não é dotada de consenso entre os seres que têm oportunidade de partilhar emoções entre si, temos de medir e fazer um esforço para conseguir compreender como funciona a mente do outro lado, como é que interpreta algo que para nós parece tão claro.
Para facilitar um pouco, e prevenir alguns dissabores, a todos aconselho, é dotado de extremo bom senso o acto de medir as palavras, e não me refiro metricamente, mas sim a nível da sua consequência, causalidade, e enorme poder, pois inúmeros foram os sábios que golpearam mais homens, e venceram mais batalhas, com uma caneta do que com uma espada, nunca menosprezem o valor da palavra, e pensem que se com elas podemos fazer rir, reflectir, divertir, emocionar, tocar, felicitar, alguém, também podemos errar e magoar, falhar o objectivo que delineamos.
Embora mais reduzido, acho que ainda não foi desta vez que fiz um post ao estilo do Zica... eu bem tento mestre.
segunda-feira, janeiro 03, 2005
Mais um Post enfadonho é recomendado não ler...
Já que andam todos muito sentimentalistas, e parece que apenas eu não falo de sentimentos fundamentais para saber viver, decidi dedicar umas breves linhas sérias a um assunto importante, invés dos fartos e maçadores textos onde tento satirizar sem graça.
Para mim um dos assuntos mais importantes para sobreviver neste mundo é a responsabilidade.
A responsabilidade além de um sentimento é também um dever e um direito.
Ao longo da vida no processo de amadurecimento mental e espiritual vamos encarando a responsabilidade de variadas formas. Quando somos menos maduros e geralmente mais novos, temos sempre a ideia de que a responsabilidade é algo incomodativo, algo privativo de impulsos e desejo de certos actos, pensamos que é algo aborrecido que nos causa barreiras para apreciar a vida.
Ao atingirmos um pouco mais de maturidade, vemos a responsabilidade como algo que temos de obedecer, custe o que custar, é algo fundamental, e temos uma ideia muito rígida de responsabilidade, achamos que é algo obrigatório e não fundamental, mas preferimos encarar a responsabilidade como algo que dá muito trabalho a desobstruir ou pôr de lado, por isso o melhor é viver com ela como ela se apresentar, a ideia de que ela nos é imposta.
Quando nos deixamos de preocupar se somos maduros ou não e vivemos pelo simples sabor da vida, aprendemos a aceitar os problemas e obstáculos que a vida nos impõem, o que não quer dizer que os deseje ou os queira, tentamos ultrupassa-los com os meios que a vida nos fornece e da maneira mais prática que a nossa mente consegue apresentar a solução para o problema. É depois da fase da vida acabada de descrever que conseguimos encarar a responsabilidade como algo necessário, algo necessáriamente presente em qualquer altura, mas já não se nos apresenta como uma obrigação, mas como já disse como uma necessidade, como um facto inalieanável para a sobrevivência em sociedade na relação com os outros.
Qualquer pessoa tem uma relação com outra pelo simples conhecimento mutuo da existência entre elas, é um grau de relacionamento com vários niveis, posso apenas conhecer a pessoa, posso ter uma relação de amizade, amorosa, etc, mas essa relação comporta sempre algo de que temos vindo a falar, a responsabilidade.
Sempre que temos o poder para alterar ou provocar sentimentos, situações e momentos que tenham reflexões no estado de espirito ou mental de outra pessoa, podendo fazer alguem feliz ou magoar alguem, com essa capacidade vem sempre adestrita algumas consequências pelo qual temos de ser responsáveis.
Como diria o homem aranha com grande poder vem grande responsabilidade, é algo que não podemos afastar se queremos ter alguma segurança das nossas acções, para sermos sucedidos com as nossas acções ou tirar algo de positivo das acções dos outros, temos sempre de contar com a responsabilidade e a segurança que nela podemos encontrar.
Se nesta vida queremos alguma coisa que nos satisfaça as necessidades básicas como a felicidade, temos de as tentar alcançar através de acções que apesar de muitas vezes irracionais, devem ser sempre administradas de responsabilidade,nem que seja após consumada a acção, não vale a pena lamentar os erros cometidos, o que temos a fazer é assumi-los e sermos responsáveis por esses erros, sem nunca nos arrependermos de os ter cometido, e sem medo de os voltar a cometer, não vale a pena calcular todos os passos a dar no caminho da vida, se depois não sabemos assumir os falhanços e os erros, ficando com medo de voltar a falhar ou a errar.
Numa vida onde o egoismo para atingir a felicidade não deve ser recriminadae onde partilhar a felicidade alcançada com os outros deve ser louvada, todos nós somos egoistas em busca da nossa felicidade, e sem saber estamos a partilhar o nosso bem estar com os outros contribuindo assim para o bem geral, se queremos alguma coisa temos de alcança-la a todo o custo, e no fim partilha-la com os demais.
Não vale a pena ambicionar a felicidade se não tentarmos atingi-la, temos é de ser responsáveis pelos meios que utilizamos, sem medo das consequências, pois nesta vida não há almoços grátis.
Para mim um dos assuntos mais importantes para sobreviver neste mundo é a responsabilidade.
A responsabilidade além de um sentimento é também um dever e um direito.
Ao longo da vida no processo de amadurecimento mental e espiritual vamos encarando a responsabilidade de variadas formas. Quando somos menos maduros e geralmente mais novos, temos sempre a ideia de que a responsabilidade é algo incomodativo, algo privativo de impulsos e desejo de certos actos, pensamos que é algo aborrecido que nos causa barreiras para apreciar a vida.
Ao atingirmos um pouco mais de maturidade, vemos a responsabilidade como algo que temos de obedecer, custe o que custar, é algo fundamental, e temos uma ideia muito rígida de responsabilidade, achamos que é algo obrigatório e não fundamental, mas preferimos encarar a responsabilidade como algo que dá muito trabalho a desobstruir ou pôr de lado, por isso o melhor é viver com ela como ela se apresentar, a ideia de que ela nos é imposta.
Quando nos deixamos de preocupar se somos maduros ou não e vivemos pelo simples sabor da vida, aprendemos a aceitar os problemas e obstáculos que a vida nos impõem, o que não quer dizer que os deseje ou os queira, tentamos ultrupassa-los com os meios que a vida nos fornece e da maneira mais prática que a nossa mente consegue apresentar a solução para o problema. É depois da fase da vida acabada de descrever que conseguimos encarar a responsabilidade como algo necessário, algo necessáriamente presente em qualquer altura, mas já não se nos apresenta como uma obrigação, mas como já disse como uma necessidade, como um facto inalieanável para a sobrevivência em sociedade na relação com os outros.
Qualquer pessoa tem uma relação com outra pelo simples conhecimento mutuo da existência entre elas, é um grau de relacionamento com vários niveis, posso apenas conhecer a pessoa, posso ter uma relação de amizade, amorosa, etc, mas essa relação comporta sempre algo de que temos vindo a falar, a responsabilidade.
Sempre que temos o poder para alterar ou provocar sentimentos, situações e momentos que tenham reflexões no estado de espirito ou mental de outra pessoa, podendo fazer alguem feliz ou magoar alguem, com essa capacidade vem sempre adestrita algumas consequências pelo qual temos de ser responsáveis.
Como diria o homem aranha com grande poder vem grande responsabilidade, é algo que não podemos afastar se queremos ter alguma segurança das nossas acções, para sermos sucedidos com as nossas acções ou tirar algo de positivo das acções dos outros, temos sempre de contar com a responsabilidade e a segurança que nela podemos encontrar.
Se nesta vida queremos alguma coisa que nos satisfaça as necessidades básicas como a felicidade, temos de as tentar alcançar através de acções que apesar de muitas vezes irracionais, devem ser sempre administradas de responsabilidade,nem que seja após consumada a acção, não vale a pena lamentar os erros cometidos, o que temos a fazer é assumi-los e sermos responsáveis por esses erros, sem nunca nos arrependermos de os ter cometido, e sem medo de os voltar a cometer, não vale a pena calcular todos os passos a dar no caminho da vida, se depois não sabemos assumir os falhanços e os erros, ficando com medo de voltar a falhar ou a errar.
Numa vida onde o egoismo para atingir a felicidade não deve ser recriminadae onde partilhar a felicidade alcançada com os outros deve ser louvada, todos nós somos egoistas em busca da nossa felicidade, e sem saber estamos a partilhar o nosso bem estar com os outros contribuindo assim para o bem geral, se queremos alguma coisa temos de alcança-la a todo o custo, e no fim partilha-la com os demais.
Não vale a pena ambicionar a felicidade se não tentarmos atingi-la, temos é de ser responsáveis pelos meios que utilizamos, sem medo das consequências, pois nesta vida não há almoços grátis.
domingo, janeiro 02, 2005
Vai mas é xingar a tua mãe ó brazuca filho da puta.
Para que não me acusem de xenófobo ou racista, que fique bem claro que não tenho absolutamente nada contra qualquer raça ou qualquer credo, apenas existem cabrões com quem simpatizo mais ou menos, por exemplo, não gosto particularmente de espanhóis, mas sou capaz de conviver com eles, não sou grande amigo do povo berbere ou o norte africanos muçulmanos, mas vou lá passar férias e até falei de futebol com eles, os brasileiros é que me deixam intrigado, gosto e não gosto deles, aliás acho que existem bons e maus brasileiros como em qualquer cultura, religião ou povo, agora o brasileiro quando é estúpido chega a ser indesejado seja onde for, até mesmo no Brasil.
Na caixa de comentários do post anterior escrevinhado pelo meu amigo Zica, surge um primeiro comentário feito pelo intitulado Rei dos Brasileiros, o que num país federal, constituído por vários estados federais, é difícil que exista um Rei, existe sim um presidente, de seu nome Lula da Silva, logo o nosso amigo que se intitula de Rei dos Brasileiros, ou não sabe onde vive ou então foi abençoado com uma ignorância fora do comum talvez provocado pelo excesso de chupeta no cu e de várias cacetadas de verga que apanhou na massa encefálica deixando-a com estragos consideráveis.
Como dizia anteriormente, o povo brasileiro é composto por boa gente, e por filhos da puta. Quando fui ao Brasil fiquei feliz por encontrar só boa gente, mas fico triste por saber que no Brasil existem muitos filhos da puta com complexos de inferioridade em relação aos portugueses, a quem tratam de povo irmão, mas depois teem uma necessidade de gozar devido ao seu enorme complexo.
De modo a eliminar qualquer complexo faço a seguinte comparação de factos e a explicação de alguns factos já conhecidos. O Brasil foi descoberto pelos portugueses em 1500 por um moço chamado Pedro Alvares Cabral, se foi lá bater por acidente, realmente foi pena e que arda no inferno que ninguém o manda ser estúpido, se foi lá por interesse não fez muito boa escolha que arda do mesmo modo.
O Brasil era constituído por muita flora e fauna, e como todos sabem por alguns indígenas, mas actualmente 90% do povo brasileiro provém de uma simples mistura de sangue português com sangue africano dos escravos que os colonos portugueses levaram para o Brasil, visto que o povo originário do Brasil era estúpido demais para domesticar. No fundo quase todos os brasileiros teem sangue português e africano, mas agora pergunto a que sangue foram buscar a estupidez e a filha da putice, a nenhum dos dois, essa é uma característica que conseguiram sozinhos, e foi das poucas coisas que conseguiram, senão vejamos.
A moeda corrente em Portugal é o euro, além de ser a mais forte moeda neste momento a nível mundial vale três vezes mais que a merda do real brasileiro, ou seja se os brasileiros teem dinheiro para comprar um pão, os portugueses podem comprar três.
A nível de emigração, para o Brasil emigram muitos portugueses com dinheiro que chegam ao Brasil e fazem fortuna com a vantagem que teem de possuírem mais riqueza e inteligência, explorando o infeliz do brasileiro e criando riqueza para si e para mandar para Portugal onde estudam os filhos para fazerem um dia o mesmo que os pais.
Como é sabido muitos brasileiros emigram para Portugal, procurando riqueza, mas chegam sem poder económico e não são muito inteligentes, logo os únicos empregos que arranjam é a servir os portugueses, e muitas vezes mal, e é por isso que o SEF os chateia tanto, dai ficarem apenas as brasileiras que maioritariamente vão para a prostituição com a desculpa de querer ganhar dinheiro, quando no fundo apenas o fazem porque no Brasil não há homens decentes para as satisfazer, dai as prostitutas brasileiras cobrarem tão pouco, é apenas um valor irrisório quando no fundo o que elas querem é finalmente conhecer um homem a sério. Alguns portugueses recorrem a essas brasileiras porque devem ter apanhado porrada na cabeça, ou então são brasileiros naturalizados portugueses, porque nenhum português a sério ia meter o seu caralho num ser tão empertigado de doenças, antes foder uma mula, quer dizer vai bater quase ao mesmo.
Os brasileiros orgulham-se do futebol, os portugueses também, mas se os brasileiros são tão bons porque raio querem vir para a Europa e naturalizarem-se nos países onde jogam, pois se calhar alguns deles com bom senso quiseram melhorar enquanto seres humanos e tornarem-se mais civilizados.
Porque raio é que os portugueses foram embora do Brasil, talvez pelo surto de estupidez que assolava aquele território, visto que nos anos seguintes ainda lá ficaram alguns portugueses a encher o bandulho o mais quanto podiam, e logo a seguir os brasileiros começaram ás turras uns com os outros.
Isto de os chamar estúpido não é grande exagero, que raio de povo vai adoptar uma língua que nunca vai conseguir reproduzir de maneira correcta, a dificuldade em conjugar, etc, é estúpido, e então quando tentam falar inglês...dá pena..
E é por causa de termos pena dos brasileiros que mandamos vir umas novelas de lá por uns trocados, mas pelo simples prazer de poder gozar o vosso modo de vida que tentam espelhar nas novelas, em qualquer delas são protagonizados como europeus wannabe.
Admito que maioria do que escrevi é verdade, mas é uma verdade que prefiro ignorar, porque sei que maioria do povo brasileiro não é como o descrevi, mas de vez em quando lá aparece um mama narsos brasileiro que, no intervalo de fazer broches com o cu para ganhar uns trocados para anti-inflamatórios, decide dizer mal dos portugueses apenas por puro complexo de inferioridade.
Não quero que fiquem com a ideia que não gosto de brasileiros, até tenho bons amigos brasileiros, só não gosto desses filhos da puta com manias, já dos espanhóis não gosto mesmo.
Só não entendo uma coisa que raio de gajo é que vai insultar os seus ascendentes, um gajo que chama o pai de corno e bate na mãe e comete incesto com a irmã só merece ser abatido, até porque não foi essa a educação que os portugueses lhes deram, tenham mais respeito pelas origens e vergonha pelo que se tornaram, é questão de dizer, WHO’S YOU’RE DADDY YOU FREAKING BITCH FAG... I PIMP SLAP YOU.
Na caixa de comentários do post anterior escrevinhado pelo meu amigo Zica, surge um primeiro comentário feito pelo intitulado Rei dos Brasileiros, o que num país federal, constituído por vários estados federais, é difícil que exista um Rei, existe sim um presidente, de seu nome Lula da Silva, logo o nosso amigo que se intitula de Rei dos Brasileiros, ou não sabe onde vive ou então foi abençoado com uma ignorância fora do comum talvez provocado pelo excesso de chupeta no cu e de várias cacetadas de verga que apanhou na massa encefálica deixando-a com estragos consideráveis.
Como dizia anteriormente, o povo brasileiro é composto por boa gente, e por filhos da puta. Quando fui ao Brasil fiquei feliz por encontrar só boa gente, mas fico triste por saber que no Brasil existem muitos filhos da puta com complexos de inferioridade em relação aos portugueses, a quem tratam de povo irmão, mas depois teem uma necessidade de gozar devido ao seu enorme complexo.
De modo a eliminar qualquer complexo faço a seguinte comparação de factos e a explicação de alguns factos já conhecidos. O Brasil foi descoberto pelos portugueses em 1500 por um moço chamado Pedro Alvares Cabral, se foi lá bater por acidente, realmente foi pena e que arda no inferno que ninguém o manda ser estúpido, se foi lá por interesse não fez muito boa escolha que arda do mesmo modo.
O Brasil era constituído por muita flora e fauna, e como todos sabem por alguns indígenas, mas actualmente 90% do povo brasileiro provém de uma simples mistura de sangue português com sangue africano dos escravos que os colonos portugueses levaram para o Brasil, visto que o povo originário do Brasil era estúpido demais para domesticar. No fundo quase todos os brasileiros teem sangue português e africano, mas agora pergunto a que sangue foram buscar a estupidez e a filha da putice, a nenhum dos dois, essa é uma característica que conseguiram sozinhos, e foi das poucas coisas que conseguiram, senão vejamos.
A moeda corrente em Portugal é o euro, além de ser a mais forte moeda neste momento a nível mundial vale três vezes mais que a merda do real brasileiro, ou seja se os brasileiros teem dinheiro para comprar um pão, os portugueses podem comprar três.
A nível de emigração, para o Brasil emigram muitos portugueses com dinheiro que chegam ao Brasil e fazem fortuna com a vantagem que teem de possuírem mais riqueza e inteligência, explorando o infeliz do brasileiro e criando riqueza para si e para mandar para Portugal onde estudam os filhos para fazerem um dia o mesmo que os pais.
Como é sabido muitos brasileiros emigram para Portugal, procurando riqueza, mas chegam sem poder económico e não são muito inteligentes, logo os únicos empregos que arranjam é a servir os portugueses, e muitas vezes mal, e é por isso que o SEF os chateia tanto, dai ficarem apenas as brasileiras que maioritariamente vão para a prostituição com a desculpa de querer ganhar dinheiro, quando no fundo apenas o fazem porque no Brasil não há homens decentes para as satisfazer, dai as prostitutas brasileiras cobrarem tão pouco, é apenas um valor irrisório quando no fundo o que elas querem é finalmente conhecer um homem a sério. Alguns portugueses recorrem a essas brasileiras porque devem ter apanhado porrada na cabeça, ou então são brasileiros naturalizados portugueses, porque nenhum português a sério ia meter o seu caralho num ser tão empertigado de doenças, antes foder uma mula, quer dizer vai bater quase ao mesmo.
Os brasileiros orgulham-se do futebol, os portugueses também, mas se os brasileiros são tão bons porque raio querem vir para a Europa e naturalizarem-se nos países onde jogam, pois se calhar alguns deles com bom senso quiseram melhorar enquanto seres humanos e tornarem-se mais civilizados.
Porque raio é que os portugueses foram embora do Brasil, talvez pelo surto de estupidez que assolava aquele território, visto que nos anos seguintes ainda lá ficaram alguns portugueses a encher o bandulho o mais quanto podiam, e logo a seguir os brasileiros começaram ás turras uns com os outros.
Isto de os chamar estúpido não é grande exagero, que raio de povo vai adoptar uma língua que nunca vai conseguir reproduzir de maneira correcta, a dificuldade em conjugar, etc, é estúpido, e então quando tentam falar inglês...dá pena..
E é por causa de termos pena dos brasileiros que mandamos vir umas novelas de lá por uns trocados, mas pelo simples prazer de poder gozar o vosso modo de vida que tentam espelhar nas novelas, em qualquer delas são protagonizados como europeus wannabe.
Admito que maioria do que escrevi é verdade, mas é uma verdade que prefiro ignorar, porque sei que maioria do povo brasileiro não é como o descrevi, mas de vez em quando lá aparece um mama narsos brasileiro que, no intervalo de fazer broches com o cu para ganhar uns trocados para anti-inflamatórios, decide dizer mal dos portugueses apenas por puro complexo de inferioridade.
Não quero que fiquem com a ideia que não gosto de brasileiros, até tenho bons amigos brasileiros, só não gosto desses filhos da puta com manias, já dos espanhóis não gosto mesmo.
Só não entendo uma coisa que raio de gajo é que vai insultar os seus ascendentes, um gajo que chama o pai de corno e bate na mãe e comete incesto com a irmã só merece ser abatido, até porque não foi essa a educação que os portugueses lhes deram, tenham mais respeito pelas origens e vergonha pelo que se tornaram, é questão de dizer, WHO’S YOU’RE DADDY YOU FREAKING BITCH FAG... I PIMP SLAP YOU.
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