sábado, agosto 21, 2004

Qual é coisa, qual é ela...

Era apenas para dizer olá. De volta para a civilização, sem telemóvel eu estou, mas em breve daqui me vou, apesar do vôo se ter atrasado.
Vou para essa ilha tão amada por Ulisses, embalada pelo mar de todos nós, o mar da civilização, o mar dos povos do Sul da Europa.
Nesse mar balança em melodia essa ilha abençoada, esse lar de ninfetas que tanto a gregos como a troianos apraz.
Ilha tão bela, com Mesquitas onde luz uma vela, tão incandescente como o Sol que paira sobre tão fina areia branca. O mar calmo e límpido, com temperatura de 22º graus celcius, mais parece uma banheira onde repousa o guerreiro alimentado de uvas por belas mulheres da cor do ébano.
Num sistema brilhante de magnificiência tremenda, um sistema de tudo incluido, polén e nectár com tanta fartura que dá para cobrir o magrebe, para cobrir o Djebel, brilhai, brilhai, belas férias, que o repouso do guerreiro te aguarda.
Que lugar paradisiaco em tão glorificante resort, essa ilha mágica dessa terra abençoada.
Para onde vou eu?
Quem adivinhar ganha uma "selada" do Zica.