Para o Direito Penal ser idiota é mais grave que ser imbecil, e ser imbecil é mais grave que ser débil, sendo que no reverso da medalha compensa muito mais ser idiota que imbecil ou débil.
Logo e de acordo com o Direito Penal, de cada vez que me sinto um prefeito idiota e não um simples imbecil, sofro de graves problemas intelectuais, mas ao menos o meu grau de desculpabilidade é exponeciado ao máximo, sendo eu um pobre idiota e não um mero imbecil, muito menos um hábil débil.
Mea Culpa por ser frequentemente abalado pela idiotia.
Fica um conselho para os senhores lentes do Direito Penal, falta acrescentar a pura estupidez, porque não é bonito deixar ninguém de fora, e os estúpidos também relevam para a sociedade, deixando desde já o aviso que qualquer teoria de abranger a estupidez na idiotia é um realojamento forçado de realidades díspares, visto que a idiotia nasce com o indivíduo e a estupidez é trabalhada por este, sendo fruto do seu esforço e empreendimento.
Para aqueles que de maneira atroz e radical querem pela força juntar a parvoíce, fica o anúncio feito que a parvoíce é pejada de uma barreira dicotómica que separa tal arte de todas as outras anomalias intelectuais, pois ser parvo não é o mesmo que ser idiota ou imbecil, ser parvo nem é parente afastado da estupidez, ser parvo é uma arte com um certo estilo e certa margem de manobra para se evidenciar na sociedade actual, pois hoje em dia um indivíduo sem um pouco de parvoíce é culpado de estagnar no tempo.
quarta-feira, maio 31, 2006
Roubaste-me luz.
São cores onde concentro
O meu olhar vagueando
Pelo teu aroma adentro
Vai perturbado saqueando
São flores puras de cristal
É magia fora de hora certa
É sonho e desejo tão material
Que a ansiedade sempre aperta
De mil cores escolhi
Em mil flores bebi
O conhecimento da paixão
Com uma pétala na mão
Não só as rosas têm espinhos
Nem só beijos nos azevinhos
São momentos mais sozinhos
Em que tudo se faz claro
E atentamente disparo
Dois raios de esperança
Numa luz que o sol alcança
Em brilhante tom de amparo
Abraça-me e deixa-me outra vez
Seguir pelos teus caminhos
Porque eu quero andar à chuva.
O meu olhar vagueando
Pelo teu aroma adentro
Vai perturbado saqueando
São flores puras de cristal
É magia fora de hora certa
É sonho e desejo tão material
Que a ansiedade sempre aperta
De mil cores escolhi
Em mil flores bebi
O conhecimento da paixão
Com uma pétala na mão
Não só as rosas têm espinhos
Nem só beijos nos azevinhos
São momentos mais sozinhos
Em que tudo se faz claro
E atentamente disparo
Dois raios de esperança
Numa luz que o sol alcança
Em brilhante tom de amparo
Abraça-me e deixa-me outra vez
Seguir pelos teus caminhos
Porque eu quero andar à chuva.
terça-feira, maio 30, 2006
O regresso do palhaço.
E que seria deste blog sem prendas? E o que seria o mundo das prendas sem as prendas foleiras, como as meias que picam e são feias, como a roupa interior que faz comichão, como as canetas que não escrevem, mas têm o nosso nome gravado com um metal foleiro?
Pois bem o blog fez aninhos recentemente e eu sou a prenda foleira que vem no seguimento.
Poderia dizer que semelhante ao caso Rui Costa no Benfica, eu também volto à casa que viu nascer o meu fraquinho talento para a escrita, com grandes diferença, visto que não tenho talento para estar ausente 12 anos, nem muito menos posso dar-me ao luxo de assinar em branco, porque o blogger vai sempre meter o meu nome no fim do post.
A bem dizer Pedro Costa está de volta, sem 3 mil adeptos para o receber, sem grandes novelas nos jornais, mas sim com muitos apupos e desespero de muita boa gente que começava a ver neste blog um ponto de referência intelectual e de entertenimento, pois comigo de volta lamento descer os padrões de tão ansiado desejo.
Resumindo, sai porque apeteceu, por causa de assuntos alheios ao blog, por assuntos demasiado infantis da minha parte, como forma de fugir a um passado, a um presente e talvez um futuro, quando não existe maneira de escapar pois o cerco da vida aperta em volta no pulso e entretanto somos puxados para a realidade com um nó no pescoço.
Voltei porque precisava de um sítio onde fingir que escrevo, e sob coação o Zica lá me deixou voltar, só porque eu tenho a mania que ainda há quem leia este pedacinho de céu semiótico, onde eu com toda a certeza vou escrever muito disparate e coisas sem interesse nem resquícios de talento.
Bem ajuntem-se meus camelos berbéres e vamos dar cartas à estupidez.
Pois bem o blog fez aninhos recentemente e eu sou a prenda foleira que vem no seguimento.
Poderia dizer que semelhante ao caso Rui Costa no Benfica, eu também volto à casa que viu nascer o meu fraquinho talento para a escrita, com grandes diferença, visto que não tenho talento para estar ausente 12 anos, nem muito menos posso dar-me ao luxo de assinar em branco, porque o blogger vai sempre meter o meu nome no fim do post.
A bem dizer Pedro Costa está de volta, sem 3 mil adeptos para o receber, sem grandes novelas nos jornais, mas sim com muitos apupos e desespero de muita boa gente que começava a ver neste blog um ponto de referência intelectual e de entertenimento, pois comigo de volta lamento descer os padrões de tão ansiado desejo.
Resumindo, sai porque apeteceu, por causa de assuntos alheios ao blog, por assuntos demasiado infantis da minha parte, como forma de fugir a um passado, a um presente e talvez um futuro, quando não existe maneira de escapar pois o cerco da vida aperta em volta no pulso e entretanto somos puxados para a realidade com um nó no pescoço.
Voltei porque precisava de um sítio onde fingir que escrevo, e sob coação o Zica lá me deixou voltar, só porque eu tenho a mania que ainda há quem leia este pedacinho de céu semiótico, onde eu com toda a certeza vou escrever muito disparate e coisas sem interesse nem resquícios de talento.
Bem ajuntem-se meus camelos berbéres e vamos dar cartas à estupidez.
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