domingo, novembro 30, 2008
Reformulando.
Existe sequer algum espírito por aqui? Porque viva alma posso garantir que não dei conta. E depois ainda dizem que costumam ler. Simpatia forçada.
sábado, novembro 29, 2008
Já existe alguém com espírito natalício?
Juro que não consigo sentir o espírito natalício antes dos dias 20 e qualquer coisa de Dezembro. Não consigo sentir o espírito natalício sem estar com a família, mas mesmo assim, acho que é de mim mesmo, nunca fui muito amigo do Natal, sempre fui um fã da família, seja com Natal ou sem Natal.
Este ano quero dar uma volta para ver as luzes e tirar fotos.
Este ano quero dar uma volta para ver as luzes e tirar fotos.
quinta-feira, novembro 27, 2008
Jorge Tadeu o Clooney de outros tempos.
Não sei se alguém se lembra disto nos nossos tempos de miúdos. O grande Jorge Tadeu e a sua mija que fazia crescer a árvore e que saciava o desejo das mulheres. Pois é já lá vai tanto tempo.
terça-feira, novembro 25, 2008
Carta para o Pai Natal.
Ficam aqui as minhas dicas para prendas de Natal. Paizinho presta atenção.
Asus G71V-7T032G
Clevo M570Tu 9800 GTX
Alienware CrossFire X-Enabled M17
Asus M50VN-AS024C
LG S510-X.CP20P
Para a consulta de alguns dos modelos mencionados.
http://webservinfor.com/php/index.php
São só ideias, ou para ser mais sincero, são só pequenos sonhos, afinal de contas estamos em tempo de crise.
Para facilitar deixo ainda em aberto qualquer opção com um processador acima dos 2,0Ghz, Memória Ram por volta dos 3GB, e placa gráfica razoável por volta dos 512Mb vídeo DDR3.
Asus G71V-7T032G
Clevo M570Tu 9800 GTX
Alienware CrossFire X-Enabled M17
Asus M50VN-AS024C
LG S510-X.CP20P
Para a consulta de alguns dos modelos mencionados.
http://webservinfor.com/php/index.php
São só ideias, ou para ser mais sincero, são só pequenos sonhos, afinal de contas estamos em tempo de crise.
Para facilitar deixo ainda em aberto qualquer opção com um processador acima dos 2,0Ghz, Memória Ram por volta dos 3GB, e placa gráfica razoável por volta dos 512Mb vídeo DDR3.
Coisas Simples
Acho que só os loucos não se esforçam intelectualmente para criar, parece algo inato, simples e muitas das vezes belo.
segunda-feira, novembro 17, 2008
Primeiro review da minha vida a uma Telenovela.
Pela primeira vez na vida, estive atento ao primeiro episódio de uma telenovela, o mais fantástico é que de todas as novelas e séries do género, a primeira novela que vejo o episódio de estreia, calhou de ser portuguesa.
De nome Flor do Mar, esta novela da TVI, pois além de ser produção portuguesa, é da TVI, tem como pano de fundo uma história passada na Ilha da Madeira, e sendo eu natural de tal cantinho do paraíso, fiquei com curiosidade para ver algumas das paisagens e locais que tão bem conheço, e sítios onde já estive ou por onde costumo andar.
Pelo que vi até agora na novela, a Madeira é um local que parece saido do mundo do fantástico, cheio de coisas lindas, outras estranhas, e muitos fenómenos, mais do que se tinha conhecimento, e isto é importante, que além do Cristiano Ronaldo e este vosso escriba, a Ilha da Madeira é um sítio recheado de fenómenos interessantes.
Em primeiro lugar, para aqueles que estiveram a visionar a telenovela, quero deixar claro que a parte do assalto ao supermercado era passado na África do Sul, não fossem pensar que na Madeira só se falava inglês por todo o lado, além de que o inglês na Madeira é muito melhor.
Depois na parte em que morre o casal que vivia numa casinha de santana no meio das bananeiras, enquanto ocorria uma grande festarola em São Vicente, por meio de um incêndio com uma explosão, é preciso esclarecer umas coisinhas. Primeiro a lenha a arder não era das bananeiras, porque as bananeiras não ardem assim, mas essa foi a única falha, porque de resto estava impecável. A casa começa a arder e depois explode e começa a disparar foguetes para todo o lado. Quero deixar bem claro que é de lei, e não só tradição, ter um paiol debaixo da cama. Eu na minha casa tenho um paiol e uma fábrica de tanques, assim como duas unidades industriais farmacêuticas e mesmo ao canto uma fábrica de molas para a roupa. Como é muito claro isto é de lei, não ter um paiol debaixo da cama cheio de pólvora e foguetes para rebentar quando mandam um tronco contra a casa. Depois quando se dá a explosão, também é típico da ilha, dar aquele voo à Matrix com o impacto da onde de choque provocado pela explosão. O nosso corpo voa em fast forward e os nossos braços vão no ar como quem tivesse a nadar os 200 bruços em 4 segundos. Até aqui tudo feito ao pormenor.
Outro ponto giro foi o facto de dar a imagem que na Madeira é normal as pessoas terem terras de cultivo, como se fossem extensas porções de terreno ao estilo dos ranchos brasileiros, mas Deus nos livre de cultivar outra porcaria que não bananas, quem olha para aquela novela fica com a ideia que além de sermos senhores feudais com extensas terras no nosso domínio, só se planta bananeira desde a serra até ao mar. Ficou de apontar que muitas das vezes as bananeiras plantadas mesmo quase dentro do mar, em vez de dar banana, dá camarão após abrir a casca.
Outro ritual mais que comum é confrontos tensos e pessoais no meio das bananeiras, sendo que a indumentária mais comum o traje todo preto. O que ninguém sabe é que normalmente de noite, no meio das bananeiras com tudo escuro e todos vestidos de preto, é um mau local para encontros, mas se forem tímidos é perfeito, se for para andar ao murro é um bocado foleiro. Depois nessa cena um dos protagonistas apanha um tiro do nada, sem carro a chiar, o que indica que não foi drive by, algo complicado de fazer no meio de um vasto bananal, não se viu mais ninguém por ali, nem som, nem preocupação com mais nada, e a polícia chegou na hora, que isto com a segurança não se brinca e a polícia está mesmo ali na esquina mesmo que seja em propriedades agrícolas isoladas como o caraças, mal se ouve um tiro, aparece a polícia, e eles sabem bem distinguir quando é fogo de artifício ou uns tiros para o ar, de quando é um tiro a sério para aleijar. Apesar de todo o aparato com a segurança, rápida e eficiente, lamento informar que sendo o tiro dado de parte incerta, no meio de nenhures, o mais provável é ter sido bala perdida. Pois é temos a polícia com a resposta mais rápida em todo o mundo mas ao mesmo tempo temos balas perdidas, e em zonas agrícolas, nem é problema urbano, imaginem como é no meio das cidades.
Depois não fui capaz de prestar muita atenção ao resto da novela, e julgo que acabou por ali.
No fim, resultado positivo para o retrato de uma Madeira moderna, com problemas modernos, mas um retrato fidedigno dos nossos costumes e hábitos, os maneirismos de um povo que tanto gosta de forrobodó como também gosta de boas tragédias e acontecimentos assim para o fantástico.
De nome Flor do Mar, esta novela da TVI, pois além de ser produção portuguesa, é da TVI, tem como pano de fundo uma história passada na Ilha da Madeira, e sendo eu natural de tal cantinho do paraíso, fiquei com curiosidade para ver algumas das paisagens e locais que tão bem conheço, e sítios onde já estive ou por onde costumo andar.
Pelo que vi até agora na novela, a Madeira é um local que parece saido do mundo do fantástico, cheio de coisas lindas, outras estranhas, e muitos fenómenos, mais do que se tinha conhecimento, e isto é importante, que além do Cristiano Ronaldo e este vosso escriba, a Ilha da Madeira é um sítio recheado de fenómenos interessantes.
Em primeiro lugar, para aqueles que estiveram a visionar a telenovela, quero deixar claro que a parte do assalto ao supermercado era passado na África do Sul, não fossem pensar que na Madeira só se falava inglês por todo o lado, além de que o inglês na Madeira é muito melhor.
Depois na parte em que morre o casal que vivia numa casinha de santana no meio das bananeiras, enquanto ocorria uma grande festarola em São Vicente, por meio de um incêndio com uma explosão, é preciso esclarecer umas coisinhas. Primeiro a lenha a arder não era das bananeiras, porque as bananeiras não ardem assim, mas essa foi a única falha, porque de resto estava impecável. A casa começa a arder e depois explode e começa a disparar foguetes para todo o lado. Quero deixar bem claro que é de lei, e não só tradição, ter um paiol debaixo da cama. Eu na minha casa tenho um paiol e uma fábrica de tanques, assim como duas unidades industriais farmacêuticas e mesmo ao canto uma fábrica de molas para a roupa. Como é muito claro isto é de lei, não ter um paiol debaixo da cama cheio de pólvora e foguetes para rebentar quando mandam um tronco contra a casa. Depois quando se dá a explosão, também é típico da ilha, dar aquele voo à Matrix com o impacto da onde de choque provocado pela explosão. O nosso corpo voa em fast forward e os nossos braços vão no ar como quem tivesse a nadar os 200 bruços em 4 segundos. Até aqui tudo feito ao pormenor.
Outro ponto giro foi o facto de dar a imagem que na Madeira é normal as pessoas terem terras de cultivo, como se fossem extensas porções de terreno ao estilo dos ranchos brasileiros, mas Deus nos livre de cultivar outra porcaria que não bananas, quem olha para aquela novela fica com a ideia que além de sermos senhores feudais com extensas terras no nosso domínio, só se planta bananeira desde a serra até ao mar. Ficou de apontar que muitas das vezes as bananeiras plantadas mesmo quase dentro do mar, em vez de dar banana, dá camarão após abrir a casca.
Outro ritual mais que comum é confrontos tensos e pessoais no meio das bananeiras, sendo que a indumentária mais comum o traje todo preto. O que ninguém sabe é que normalmente de noite, no meio das bananeiras com tudo escuro e todos vestidos de preto, é um mau local para encontros, mas se forem tímidos é perfeito, se for para andar ao murro é um bocado foleiro. Depois nessa cena um dos protagonistas apanha um tiro do nada, sem carro a chiar, o que indica que não foi drive by, algo complicado de fazer no meio de um vasto bananal, não se viu mais ninguém por ali, nem som, nem preocupação com mais nada, e a polícia chegou na hora, que isto com a segurança não se brinca e a polícia está mesmo ali na esquina mesmo que seja em propriedades agrícolas isoladas como o caraças, mal se ouve um tiro, aparece a polícia, e eles sabem bem distinguir quando é fogo de artifício ou uns tiros para o ar, de quando é um tiro a sério para aleijar. Apesar de todo o aparato com a segurança, rápida e eficiente, lamento informar que sendo o tiro dado de parte incerta, no meio de nenhures, o mais provável é ter sido bala perdida. Pois é temos a polícia com a resposta mais rápida em todo o mundo mas ao mesmo tempo temos balas perdidas, e em zonas agrícolas, nem é problema urbano, imaginem como é no meio das cidades.
Depois não fui capaz de prestar muita atenção ao resto da novela, e julgo que acabou por ali.
No fim, resultado positivo para o retrato de uma Madeira moderna, com problemas modernos, mas um retrato fidedigno dos nossos costumes e hábitos, os maneirismos de um povo que tanto gosta de forrobodó como também gosta de boas tragédias e acontecimentos assim para o fantástico.
terça-feira, novembro 11, 2008
Tenham vergonha na cara...
Vai curto e grosso porque sinceramente é uma daquelas coisas que me deixam piurso, o Manuel Alegre e um Zé da Véstia, que começa a sentir fernicoques sempre que é para falar mal do próprio partido. Uma coisa é oposição interna, outra coisa é guerrilha geriátrica mesmo só para aparecer e dizer peidorra qualquer, porque ultimamente sempre que abre a boca parece que está a dar de corpo e a mandar mais trampa cá para fora.
Esta conversa toda sobre os professores e os alunos, santa paciência. Tudo a mandar porrada no pobre diabo da Ministra da Educação que também tem aquele ar de pavio apagado, mas qual deles o mais infeliz no meio disto tudo.
Os alunos podem ir todos lamber sabão, mandar ovos contra a Ministra é daqueles actos propícios de uma cambada de alforges mandriões, só se queixam, e as manifestações são é boas para vadiar mais um bocado. Eu tenho ideia que os estudantes são cada vez mais vadios, eu no meu tempo já era o que era, comparado com a Universidade, o ensino secundário era um passeio, e eu nesse tempo tinha nove disciplinas, enquanto que o irmão do Miguel em 2006 ou 2007 tinha 3 ou 4 disciplinas no 12º ano. Os exames nacionais são mais fáceis, é tudo mais fácil, e mesmo assim ainda berram.
Agora quem dá uma bela imagem de vadiagem são os pobres professores, em que muitos deles fazem pouco e queixam-se muito. Primeiro não me venham com merdas, eu conheço muitos professores, e muitos deles admitem que não têm grandes maçadas por ai além em preparar o ano escolar, muitas das vezes é sempre igual e o trabalho está feito. Conheço muitos professores com tempo para fazer o que bem entendem, inclusive ir para a praia em dia de trabalho. Dou o desconto visto que não é seguramente a única profissão que funciona assim, normalmente os membros da função pública caem na tendência de se sentirem seguros e dar ao luxo de fazerem o que bem entendem, visto que não são avaliados pelo seu trabalho como é o caso dos trabalhadores do sector privado. Os professores trabalham 16 ou 17 horas por semana, a dar aulas. O resto do tempo andam a partir pedra? Podem dizer que têm outras actividades, ou de preparar as aulas do dia seguinte, a sério? É com essa treta que querem convencer as pessoas?
Não sei do que se queixam tanto os professores. Quanto às colocações e isso, ainda compreendo, agora por vezes simplesmente não têm razões para miar tanto.
Chegam a ser quase tão ridículos como os sindicalistas que querem reduzir a carga horária de trabalho para 7 horas diárias, e ao mesmo tempo um aumento de 4% ou 5%, em tempo de crise. Assumindo que não têm capacidades para sequer saber do plano Marshall, duvido que tenham fidedignas intenções de ajudar, mais do que têm vontade de destabilizar.
Esta conversa toda sobre os professores e os alunos, santa paciência. Tudo a mandar porrada no pobre diabo da Ministra da Educação que também tem aquele ar de pavio apagado, mas qual deles o mais infeliz no meio disto tudo.
Os alunos podem ir todos lamber sabão, mandar ovos contra a Ministra é daqueles actos propícios de uma cambada de alforges mandriões, só se queixam, e as manifestações são é boas para vadiar mais um bocado. Eu tenho ideia que os estudantes são cada vez mais vadios, eu no meu tempo já era o que era, comparado com a Universidade, o ensino secundário era um passeio, e eu nesse tempo tinha nove disciplinas, enquanto que o irmão do Miguel em 2006 ou 2007 tinha 3 ou 4 disciplinas no 12º ano. Os exames nacionais são mais fáceis, é tudo mais fácil, e mesmo assim ainda berram.
Agora quem dá uma bela imagem de vadiagem são os pobres professores, em que muitos deles fazem pouco e queixam-se muito. Primeiro não me venham com merdas, eu conheço muitos professores, e muitos deles admitem que não têm grandes maçadas por ai além em preparar o ano escolar, muitas das vezes é sempre igual e o trabalho está feito. Conheço muitos professores com tempo para fazer o que bem entendem, inclusive ir para a praia em dia de trabalho. Dou o desconto visto que não é seguramente a única profissão que funciona assim, normalmente os membros da função pública caem na tendência de se sentirem seguros e dar ao luxo de fazerem o que bem entendem, visto que não são avaliados pelo seu trabalho como é o caso dos trabalhadores do sector privado. Os professores trabalham 16 ou 17 horas por semana, a dar aulas. O resto do tempo andam a partir pedra? Podem dizer que têm outras actividades, ou de preparar as aulas do dia seguinte, a sério? É com essa treta que querem convencer as pessoas?
Não sei do que se queixam tanto os professores. Quanto às colocações e isso, ainda compreendo, agora por vezes simplesmente não têm razões para miar tanto.
Chegam a ser quase tão ridículos como os sindicalistas que querem reduzir a carga horária de trabalho para 7 horas diárias, e ao mesmo tempo um aumento de 4% ou 5%, em tempo de crise. Assumindo que não têm capacidades para sequer saber do plano Marshall, duvido que tenham fidedignas intenções de ajudar, mais do que têm vontade de destabilizar.
quarta-feira, novembro 05, 2008
Batalha das Músicas I
Decidi começar no Não Querem Ouvir uma nova rubrica, a batalha das músicas. Todas as semanas escolher duas músicas para batalharem uma contra a outra através da escolha popular.
Para iniciar tão avassaladora rubrica decidi colocar em votação duas músicas, da qual pedia para escolherem uma para ser usada pelo Zica num vídeo caseiro em que teria de dançar essa música.
Primeiro desafio os leitores a escolher uma das duas músicas possíveis, e depois desafio o Zica a filmar um vídeo caseiro em que faça um vídeo clip com uma delas.
Primeira :
Segunda :
Para iniciar tão avassaladora rubrica decidi colocar em votação duas músicas, da qual pedia para escolherem uma para ser usada pelo Zica num vídeo caseiro em que teria de dançar essa música.
Primeiro desafio os leitores a escolher uma das duas músicas possíveis, e depois desafio o Zica a filmar um vídeo caseiro em que faça um vídeo clip com uma delas.
Primeira :
Segunda :
O novo "Messias"...
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