quinta-feira, novembro 11, 2010

Sessão Dupla

Nem vou arriscar chamar isto uma rubrica nova, mas vá apeteceu-me... anda por aí a febre do Grindhouse e deu-me para o revivalismo dos tempos em que acabava de jantar e fazia uma noite de filmes B. Alguns acabavam por surpreender e passava um bom bocado. Ficam então para os fãs dos "filmes de cowboys com gajos muita feios" (leia-se Terror) duas sugestões bem leves. Venha pipoca e luzes apagadas.

Night of Demons é uma palhaçada completa... no bom sentido. Este remake é feito para divertir e deixar o cérebro à porta, sendo extremamente bem sucedido por aí. Já tinha saudades daquele filme de terror que fazia troça do género, não se leva nem a ele nem aos outros a sério. Harmless Fun ideal para começar a descontrair e dar umas gargalhadas tenebrosas. Bem esgalhado!


All The Boys Love Mandy Lane é um slasher simpático, filmado com filtros a fazer lembrar os 70s e 80s tipo Texas Chainsaw Massacre. Honesto, barato e eficaz não pretende ser mais nem menos e consegue estar à altura: Bem filmado, diálogo básico, mas fresco e o belo do twist mais do previsível no fim, tudo com gusto  e medida certa. Um filme que vale por si só e acaba uma noite de cinema bem passada.

domingo, outubro 31, 2010

Polaroids

Há quem veja o mundo e há quem o faça assim...
Foram tiradas daqui por aqui.

quarta-feira, setembro 29, 2010

E no fim ainda sou mimado pela namorada.

Posso não estar a ter as férias de sonho, a descansar e sem nada para fazer a não ser preguiçar, mas digo já que estas férias apesar de diferentes são recompensadoras.

Farto-me de andar de um lado para o outro, mas todos os caminhos têm sentido, todos têm um objectivo que eu consigo com maior ou menor esforço alcançar.

Gosto das tarefas domésticas por saber que poupo imenso trabalho à minha cara metade, e logo dá-me prazer fazer o que for preciso para vê-la mais descansada. A bem dizer, já não me lembrava desde os tempos da faculdade, que não custa assim tanto efectuar umas tarefas domésticas básicas, e acabo sempre por me rir a pensar que vou demorar uma hora a fazer algo que faço bem e devagar em quinze minutos. Dá uma sensação de ser capaz de abrandar o tempo.

Nunca passei tantas horas em lojas de ferramentas e bricolage como nesta semana, mas hoje já sei uma data de coisas sobre ferramentas, cortes de madeiras, e coisas básicas de construção que não sabia antes.

Apercebi-me que se não for em hora de ponta, gosto bastante de andar de autocarro, e que um dia tenho de me meter num autocarro sem destino traçado, e tirar muitas fotos durante a viagem, em todas as paragens, às pessoas que entram, às que saem, aos que ficam.

Fiquei convencido que Lisboa tem uma boa rede de transportes, e que não funciona tão mal como muita gente me fez crer durante os tempos de faculdade.

Descobri que não sei andar devagar e sem pressa, por muito que queira ou mesmo que me estale um joelho, tenho um ritmo de andar sempre acelerado, por muito tempo que tenha, não abrando.

É verdade que não são as férias de descanso que esperava, mas foram enriquecedoras a vários níveis, descobri que é bom ser independente, descobri que consigo fazer muito mais do que pensava que não sou assim tão atadinho. Sinto-me mais vivo com tarefas tão pequenas, sinto-me mais capaz. Falo de forma mais confiante com as pessoas, tornei-me num consumidor mais exigente, tornei-me mais simpático com quem em trata com simpatia, e mais frio para quem me trata de modo rude.

Pensando bem, esta semana ainda vai a meio, e já aprendi tanto sobre mim e sobre o mundo que me acolhe.

Vale bem a pena.

sexta-feira, setembro 24, 2010

Imagens em Disco #24

Porque hoje finalmente começo a gozar as minhas..



GoGo's - Vacation


Finalmente o merecido descanso em excelente companhia, a partir do final do dia de hoje.

quinta-feira, setembro 23, 2010

O pequeno-almoço.

Geralmente sou eu que acordo cedo entre as 06h30 e as 07h00 para tomar banho e vestir-me prontinho para o dia de trabalho. Ora antes das 07h30 estou despachado e tenho de esperar pelo menos meia hora para que o meu pai também se consiga despachar e irmos para o trabalho.

Hoje não fiquei eu à espera, hoje foi trocado o sentido e a ordem de quem se despacha primeiro. Fiquei eu pedrado de sono na cama a dormir mais um pouco e o meu pai já preparado e à espera.

Ora eu nos outros dias sento-me ou deito-me no sofá enquanto espero e fico ali no limbo entre o volta a dormir profundamente e o estado de alerta para sair assim que possível.

Desta vez foi o meu pai que esperou. E quando cheguei à cozinha tinha o pequeno-almoço preparado. Ora eu que me lembre nunca fiz isto para o meu pai.

Conclusão, não é que eu seja um mau filho, conheço melhores e conheço filhos bem piores, mas sem dúvida o meu pai é um bom pai.

Não lhe fui capaz de agradecer, comi a correr e enquanto bebia o copo de leite fiz um ok com o polegar, nada mais. Infelizmente não sou muito bom a expressar emoções, principalmente de afecto.

Seja como for, cheguei a um perfazimento, só espero um dia ser tão bom pai como o é o meu. Só espero um dia poder ter tanto jeito como ele tem para ser pai, mesmo que tanto eu como ele, não sejamos muito bons na transparência emocional.

Obrigado Pai, o pequeno-almoço matou-me a fome, não só física, mas como emocional.

quarta-feira, setembro 22, 2010

Imagens em Disco #23

Crise? Qual Crise?

Supertramp - Crisis What Crisis

Put up with myself.

Sou um animal de hábitos.

Não tenho culpa, e a desculpa, é que não pretendo ser perfeito.

terça-feira, setembro 21, 2010

Soul digger.



Sometimes a scream is nothing more than a gravedigger, for those that keep things inside of them.

Sometimes you think you can share, but you discover that sharing hurts other people or makes them feel some discomfort. That's why you should avoid sharing. But when you reach that point that you're full, so full, full of secrets, full of other people bullshit, full of your own bullshit that you make up to seem fine with the bullshit of others. It's a cycle really. It's human nature working. Some weird way of emotional digestive system.

Today i needed to scream, because talking wasn't an option when it failed at the very start of the first attempt.

At that point, you scream, and the gravedigger inside of you, digs another grave where you can dig deeper and shovel all your problems inside, making some kind of fermentation for the big explosion where everything comes out.

My conclusion, i have a great gravedigger inside of my soul, and my conscience is probably a crow.

A velhice.

A caminho do trabalho, e sendo que nestes dias se procede ao regresso às aulas, pelo caminho apanho uma data de miudagem, e outras não tão miúdos assim.
Algumas coisas são diferentes do meu tempo, mesmo a nível de roupa, e comportamentos sociais, mas de resto jovens serão jovens ao longo da vida.

Lembro-me quando estava naquela posição, naqueles tempos, se visse as raparigas como vi umas hoje, ficava com um ar meio embasbacado. Algumas raparigas não se coíbem de apresentar todas as mercês presenteadas por Nosso Senhor.
Se calhar vi hoje decotes que nunca imaginei existirem, e calças descaídas, embora apertadas [algo que me faz confusão, se estão apertadas, como ficam a descair, milagres da costura moderna], em que se mostra mais carne pele que resguardo, e onde a timidez parece ter apenas lugar nos olhares, visto serem os óculos de sol a peça de vestuário/acessório de maior vulto em toda a indumentária.

Resumindo as raparigas iam praticamente nuas.

De repente a sensação que me deu ao olhar para aquele belo espectáculo digno de uma feira de variedades, não foi a que me daria noutros tempos, não fiquei embasbacado, não olhei com deleite ou prazer, não me rebarbei, e o sentimento foi totalmente oposto.

O meu primeiro pensamento foi, “Não quero que a minha filha ande nestes modos.” , não me importo que ande na moda, que use uma saia curta, um top ao seu gosto, mas sinceramente quando tiver uma filha, não a quero ver sair de casa naquele estado, em que deixa de ser nudez parcial para ser um aprumo parcial.

Sim, atingi essa fase em tão jovem idade. Hoje em dia vejo uma rapariga praticamente despida e penso que não quero o mesmo para a minha filha. Contam uma anedota sobre criancinhas a arder, e penso como seria horrível que algo de mal acontecesse aos meus filhos, quando vejo o mundo a sucumbir passo a passo enquanto o tempo avança, penso em que mundo vão viver os meus filhos, se é este mundo o melhor que temos para lhes dar.

Sim, estou a tornar-me velho, mas no entanto, não tão debilitado como o mundo em que vivemos.

segunda-feira, setembro 20, 2010

Imagens em Disco #22

One more night, the stars are in sight but tonight I’m as lonesome as can be,
Oh, the moon is shinin’ bright, Lighting ev’rything in sight,
But tonight no light will shine on me...
Bob Dylan - Nashville Skyline

Perdições.

Como a minha pequenina vem sempre em primeiro, a segunda melhor coisa que nos deram os franceses, foi sem dúvida uma das minhas perdições...

Não sei porque raio, mas adoro isto:



Com chocolate, com doce de ovos, com creme de amendoa, com queijo, com fiambre, misto, sem nada, com tudo.

Absolutamente delicioso.

sábado, setembro 18, 2010

Coração frio.

Consigo ser dono e senhor de um humor negro e mórbido. Em toda e qualquer situação.

Sei lidar sem grandes entraves ou complicações, com o sentido obscuro que as pessoas tendem a dar às calamidades da vida, e delas fazer uma gargalhada.

Não me agita nem incomoda. Não me causa espanto, impressão, não me faz coçar, chorar, ou cria qualquer emoção ou reacção em particular.

Penso que sei lidar com a desgraça que não me está perto, não me diz muito, sei lidar com a tristeza distante, com as penitências dos outros. Não me incomoda que brinquem com o assunto x ou y, não me importa que crucifiquem, não me causa estranheza a badalhoquice de certos temas.

Sou tão pouco impressionável, completamente desligado, e muitas emoções desse género para mim têm um botão on e off, e quase sempre o botão está encravado no off.

Posto tudo isto, existe algo no meu padrão de comportamentos que consegue impressionar-me, mesmo que não esteja directamente relacionado.

Consigo ver, brincar, agir, reagir, lutar com, lutar pela, "miséria". Levo-a a sério ou a brincar, sem ser pior ou melhor pessoa.

Contudo, e isto é que me fascina, não sei como reagir a alguém que desata a chorar.

Seja pessoa amiga, conhecida, desconhecida, família, o que for...não sei consolar, não sei prestar o meu apoio. Se alguém começa a chorar ao meu lado, eu simplesmente deixo-me ficar imóvel ou vou chamar alguém para resolver a situação.

Não fico com medo, não fico nervoso, não me afecta sobremaneira, simplesmente não sei como lidar com aquele momento e acho que a pessoa em causa pode necessitar de algum apoio e reconfortamento.

Mais uma vez confirmo, sem grande abalo, sem saber se é bom ou mau, que não sou mesmo uma pessoa de pessoas.

I could use a guitar sometimes.

I’ve cried for you
So many times
I’ve cried for you
Daughter of Eve
Will you forgive?
Will you forgive?
For all those times
I’ve failed you
And cried for you x3

One step behind
One hand beyond
I sense you’ve gone
And now I’m alone
My heart is pain
Makes me insane
I can’t breathe x2
For holding this need

The need to know why
The dream met an end
It wasn’t just a friend
It wasn’t just the passion
It was a chemical reaction
It was his young love
That raised all above
The values of his life

But she was decided
And walked into the light
She gave up the fight
To find peace inside

I’ve cried for you
So many times
I’ve cried for you
Daughter of Eve
Will you forgive?
Will you forgive?
For all those times
I’ve failed you
And cried for you x3

I didn’t hold your hand
On the very end
I couldn’t let you go
I didn’t whisper hope
Or throw you a rope
To save you from the edge
But now I’ll pledge
To my heart, soul and mind
I promise I will find
Your bed in heaven

sexta-feira, setembro 17, 2010

Imagens em disco #21

Para descobrir no fim-de-semana...

Deluge Grander - August In The Urals

You're my Cure, my love song.



whenever I'm alone with you you make me feel
like i am home again whenever i'm alone with
you you make me feel like i am whole again

whenever i'm alone with you you make me feel
like i am young again whenever i'm alone with
you you make me feel like i am fun again

however far away i will always love you however
long i stay i will always love you whatever
words i say i will always love you i will always
love you


whenever i'm alone with you you make me feel
like i am free again whenever i'm alone with
you you make me feel like i am clean again

however far away i will always love you however
long i stay i will always love you whatever
words i say i will always love you i will always
love you

quinta-feira, setembro 16, 2010

PANDAS ARE GAY



This is Jack and Bill. They are having sex with each other. Therefore it concludes my theory...Pandas are gay.

quarta-feira, setembro 15, 2010

Imagens em Disco #19

Hard rock?... Tough to roll lol

The Clash - London Calling

terça-feira, setembro 14, 2010

Imagens em Disco #18

Crossing the Bridge...

Alter Bridge - One Day Remains

sexta-feira, setembro 10, 2010

Imagens em Disco #17

Uma das minhas bandas e discos favoritos... hoje poderão estar no início do fim.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Imagens em Disco #16

Cabeças em fogo... há dias assim...

Janes's Addiction - Nothing Shocking

Psicologia laboral

Aprecio sobejamente a seguinte técnica motivacional utilizada no meu local de trabalho:

“Quando é que tiras férias?”

Eu só no fim do mês inicio de Outubro.

“Então num ano e tal de trabalho tu no fundo tiraste 5 dias de férias Pedro?”

Sim foi uma semana em Junho, mas que vim mais cansado do que fui.

“Estás mesmo com ar de quem precisa de férias.”

Sem dúvida já não estou a render tanto como devia.

“Pois é. Isso é chato quando acontece.”

Mas já faltam apenas umas semanas para as férias, vai correr tudo bem.

“Olha já que estás aqui vais ficar com mais trabalho da tua colega X porque a rapariga acabou de vir de férias, não está ainda com ritmo, e isto precisa de ser feito.”

Só para ver se entendo o que me estás a pedir. Eu estou cansado e a precisar de férias e vais dar-me mais trabalho porque a gaja que acabou de voltar de férias está sem ritmo?

“Sim a mim faz toda a lógica.”

Manda-me um email com isso por escrito se fizeres o favor, e quais os dossiers em questão.


No fim a moral disto tudo é a seguinte - o mundo em si, precisa desesperadamente de férias, e eu tenho mais trabalho para fazer até ao fim do mês.

quarta-feira, setembro 08, 2010

If i could whisper in your ear.

If i had a voice like yours, i would lullaby you a song every night before you went to sleep, i would catch your last smile, and it would be mine to keep.

What a magical being you are, what a straight heart unfinished perfection, my true love, owner of my affection.

Imagens em Disco #15



Depeche Mode - New Life (inspirado numa pintura do Salvador Dali)

terça-feira, setembro 07, 2010

Imagens em Disco #14

Pela estrada fora... vem comigo...

Pearl Jam - Yield

segunda-feira, setembro 06, 2010

Imagens em Disco #13

Malta infeliz vamos lá a agarrar o arco-irís...

Rainbow - Rising

sábado, setembro 04, 2010

Against my needs.

Ter relógios biológicos é uma bela merda quando não vêm com um botão de snooze incorporado.

Como é possível que ao Sábado continue a acordar por volta das 07h00, como se fosse um dia normal de trabalho.

Pior o meu subconsciente sabe que é Sábado, mas tende a espicaçar o meu corpo a levantar-se com provocações básicas. Por exemplo, fui capaz de constatar que raramente nos dias de semana, acordo com a bexiga a bombar e um valente tesão do mijo. Durante a semana por volta das 07h00 raramente tenho grande vontade de mijar. Agora como é Sábado o meu subconsciente sabe que é Sábado, eu acordo e de imediato penso que posso voltar a dormir mais umas horas, mas a minha bexiga dispara, e sou forçado a levantar para ir mijar. Ora só esta pequena viagem, faz com que acorde obrigatoriamente.

Se não soubesse melhor, diria que estou sempre contra mim mesmo.

E que raio posso eu fazer a estas horas a um Sábado de manhã?

Pelos vistos escrever esta porcaria num blog.

Olha que bela vida ein...

sexta-feira, setembro 03, 2010

Imagens em Disco #11

Dispensa apresentações...

Vejo-te sempre com um brilho nos olhos.

O quão amargas podem ser as coisas doces? Como pode ser o nascer do sol tão cinzento?
Como é possível retirar prazer da dor? Como é por vezes tão bonito um dia cinzento com a chuva a cair? Porque é que as contradições nos afectam tanto, mas os paradoxos por vezes nos agradam?

Existem pessoas assim. Complexamente contraditórias. Mas tu meu amor. Tu não és um misto de contradições. Na tua forma de ser, vejo apenas um conjunto de harmonias.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Imagens em Disco #10

Buena Vista Social Club... vamos?

quarta-feira, setembro 01, 2010

Imagens em Disco #9

Faith No More - Angel Dust... beleza na natureza :p

Não é elitismo musical, é bom senso.

Apesar da minha área de actividade ser a do direito, eu por vezes tenho dificuldades em avaliar o que é justo e injusto, o que deve ser punido e de que forma deve ser punido, ou passar incólume.

Tenho um sentido de justiça mediano, a chamada noção do homem médio, a comum noção de qualquer pessoa normal com noção do bem e do mal, do certo e do errado.

Quando estou a ouvir Pink Floyd e alguma alminha diz, "baixa ai o barulho que assim não consigo ouvir o Eminem"....

E que fazer? Que justiça aplicar? Qual foi o verdadeiro crime? Foi chamar Pink Floyd de barulho? Foi pedir para baixar o som quando está a dar Pink Floyd? Foi estar a ouvir Eminem? Foi preferir Eminem a Pink Floyd?

Pelo acumular de crimes graves é de excluir o uso da forca? É que acho que a pessoa em questão foi escuteira, se calhar podia fazer o jeito de dar um nó jeitoso para a sua própria forca...

terça-feira, agosto 31, 2010

Imagens em Disco #8

Semana de trabalho... Pink Floyd com Animals.

E um cafézinho não ajuda?

Sentado à minha secretária no trabalho, tive por momentos dificuldade em efectuar a destrinça entre o que é sono, e o que é uma experiência espiritual fora do nosso corpo.

Algo me diz que tenho de dormir mais horas. E isto no dia em que dormi mais horas que o habitual.

Bem vou para a sala do arquivo dormir meia horinha.

segunda-feira, agosto 30, 2010

Imagens em Disco #7

Depois do fim-de-semana há que começar ao de leve. Sun Kil Moon com April.

domingo, agosto 29, 2010

Palavras ocas para orelhas moucas.

Estava a passar quando reparei que a minha mãe estava a ver um filme.

Espreitei a ver se deslindava de que filme se tratava. Levei algum tempo a entender, e entretanto perguntei à minha mãe, que estava completamente fixada no filme, com uma cara, de um sentimento que nem agora consigo descrever. Repulsa, nojo, revolta, ódio, injustiçada, tristeza, desilusão.

Sentei-me ao lado dela, e em poucos segundos entendi o porquê daquele ar, entendi que filme era, e imediatamente fiquei com a mesma expressão e o mesmo sentimento.

Comecei a reflectir no assunto inerente aquele filme.

The Stoning of Soraya M., um filme sobre o apedrejamento de mulheres no Irão e em outros países de cultura Muçulmana.

Não me cabe distinguir as atrocidades da religião, do fanatismo religioso, todas as religiões estão manchadas de sangue, desde o seu inicio até ao fim, a violência é retratada como uma condição humana, a crença cega na voz de quem se diz representante de algo maior, ganha a força pouco natural de ser verdade incontestável.

Poderia até expressar o meu ponto de vista sobre as religiões, mas não é a crença e fé cega dos homens que me dá repulsa, quanto muito uma pena condescendente, não é o conservadorismo da cultura da fé que me chuta o estômago com violência e espezinha a razão do intelecto.

Acima de qualquer criação do homem, está o homem em si. Os seus condicionamentos, e as suas capacidades básicas. O homem por si, e o homem enquanto membro de grupo.

A distinção entre o bem e o mal, é uma característica que nos une a todos, depois podemos discutir se todos temos a mesma percepção das consequências, se todos temos capacidade de medir meios e resultados, de ser equilibrados e justos.

Mas todos, desde pequeninos, sabemos distinguir o certo do errado, o bem do mal, mesmo que ignoremos as consequências que dai podem surgir, e independentemente do caminho que seguimos, todos sabemos fazer a simples e lógica distinção entre o bem e o mal, a vida e a morte.

Por vezes posso achar que o mal se justifica, que o bem não é produtivo, que o mal vem por bem, ou que é um bem maldoso. São valorações posteriores de meio e resultado, objectivação dos mesmos.

Apedrejar uma mulher até morrer, como pene pelo adultério, obrigado a que os filhos da mesma participem, parece-me a mim, um mal. Algo que está mal, que está errado.

Agora explico porquê. Primeiro a pena de morte, só por si, não é lógico. Uma pena pressupõem o cumprimento de uma penitência, uma acção ou omissão que cause um efeito desagradável de modo a fazer com que o infractor entenda que cometeu um erro, que entenda que as acções têm consequências, e que o facto de causar dano a alguém, de prejudicar alguém, provoca nessa pessoa, um mal estar, um dano, que é desagradável, desconfortável, doloroso. A intenção de cumprir uma pena, é "educar" e recuperar o individuo, levando-o a entender o mal da sua acção, e recupera-lo para a sociedade como alguém consciente entre as consequências do bem e do mal. Ou seja por lógica, isto leva algum tempo. A pena de morte faz com que seja impossível, "educar", reabilitar alguém. E que espécie de "castigo" é tirar a vida a alguém?

Para mais, se a morte por apedrejamento fosse aplicável ao adultério do homem, na mesma não compreenderia o seu sentido, mas poderia dizer que haveria um sentido de justiça e igualdade macabra. Que na verdade não existe.

O que revolta é que desde 1990 altura em que o livro foi lançado, até hoje pouco mudou nestas culturas.

Eu sou um homem de costumes, dou muito valor a certas tradições, e até sou conservador em muitas coisas, mas o melhor que conservo da minha história, da história da humanidade, é a sua evolução.

O que mais estimo nos costumes das gentes, é a liberdade que temos de evoluir, de partilhar ideias, de progredir para algo melhor.

É discutível se caminhamos para o sitio certo em tudo, é discutível se o liberalismo não deve ter trela, se o conservadorismo não deve ser solto, é questionável se estamos melhor nos extremos ou no equilibro do centralizado.

O que não é questionável, ou não deveria ser hoje em dia, é a igualdade entre raças, sexo, crenças. A igualdade é pedra basilar para uma sociedade de direitos, uma igualdade de direitos e de obrigações, de oportunidades e de oportunismos, uma igualdade de tratamento, uma igualdade.

É inconcebível o que se vive em algumas sociedades islâmicas. É desumano, bárbaro, intolerável. E na nossa sociedade Ocidental e moderna? Na nossa sociedade cheia de aparelhinhos e tecnologia, no avançado liberalismo da mente, no proxenetismo económico que eu próprio não seria capaz de viver sem...teremos melhor noção de igualdade?

Por vezes gostaria de achar que sim, e muitas vezes a sociedade leva-me a acreditar que não. É assim tão complicado aplicar a mais crua e simples igualdade entre as pessoas? Compreendo que alguns sejam especiais, não compreendo é que outros sejam tratados como não tendo direito de ser especial para alguém.

A igualdade de tratamento básico, de condições e de oportunidades, é do mais elementar que existe na fundamentação de uma sociedade.

Será que alguma vez deixaremos de ser rebanhos para ser aquilo que ambicionamos?

É a igualdade utopia? E sendo uma utopia, devo deixar de almeja-la? De tentar aplica-la aos casos concretos onde seja eu senhor daquele destino?

sexta-feira, agosto 27, 2010

Imagens em Disco #6

Por sugestão do Pedro...

...um pouco de blues à sexta.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Imagens em Disco #5

Esta capa fascina-me... e o álbum é uma pérola sub-apreciada na discografia da banda...

Que estranho.

Eu sei que tenho de escrever, eu sei que apetece-me escrever, eu sei que tenho ideias e palavras para galgar os muros da monotonia, eu sei que não estou com uma secura mental, que não me permita escrever qualquer coisa.

Sei que não é bem por falta de tempo, por vezes são cinco minutos, não é o repúdio da obrigação, não é por preguiça, por esquecimento, não se prende com falta de interesse, tudo paira na mente e a palavra está quente, pronta a ser debitada para este espaço.

Não sai nada, mas não é bloqueio, não desprende, mas não é a mente agrilhoada, simplesmente,


não aconteceu.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Imagens em Disco #4

O artwork completo do Leviathan pelos Mastodon. É verdade... os álbuns de metal tem covers mais fixes lol

terça-feira, agosto 24, 2010

Imagens em Disco #3

E claro que tinham de estar aqui... o primeiro e o mais icónico.

segunda-feira, agosto 23, 2010

Imagens em Disco #2

Um dos clássicos: 1984

domingo, agosto 22, 2010

Imagens em disco #1

Pensei em aventurar-nos numa rubrica nova. A ideia é todos os dias postarmos uma capa ou artwork de um álbum. Sempre mantém o blog activo e, para além de ser bonito pode apelar ao ouvido e divulgação musical. Fica a primeira, uma curiosidade bastante audível...

segunda-feira, agosto 16, 2010

Frases feitas

"There are only two tragedies in life: one is not getting what one wants, and the other is getting it" - Oscar Wilde


"There are two tragedies in life: one is to lose your heart's desire, the other is to gain it." - George Bernard Shaw

 

Digo que sim. As pessoas vivem insatisfeitas, às vezes mais com as suas escolhas, do que com as dos outros. Nunca nada está bem.

Vejo-me na minha imaturidade, e na de muitos outros, como maníacos do controlo. Tudo é pensado e repensado até à exaustão numa infinita equação lógico-matemática. Quantas vezes demos por nós a trabalhar o mais ínfimo detalhe antes de sair de casa (para uma entrevista de emprego, para um café com ela, etc.)?

E na maior parte das vezes a solução, o desejado, está fora do nosso controlo. Num "nós depois ligamos-lhe" ou na bola que faz um efeito estranho e foge fora de alcance, independentemente de que lado do campo estamos. Entretanto, como indivíduos estagnamos, não aprendemos nada. Essa é a grande tragédia, filha dessas duas.

Somos consumidos por algo exterior, por uma ideia que se torna tão real e no fim como a tristesse, se torna irrelevante na melhor das hipóteses. Quando não deixa um sabor amargo na boca por excesso ou defeito do doce sempre tão apetecível, no fim já não sabe a nada; ou se calhar nunca provamos nem o vamos fazer.

Claro, que podia ser apedrejado pelo que acabei de dizer: muita gente persegue efusivamente os caprichos, chamando-lhes sonhos. Ainda outros, muitos poucos talvez, que preferem viver vazios, sem objectivos nem rumo.

Dito isto, concordem, discordem, concluam ou elaborem... 

quarta-feira, agosto 11, 2010

Não o devia ter feito.

Curioso.

Aquele ar de comiseração, e simpático, como quem diz "aguenta ai forte, eu sei o que isso é".

Nunca fui fã que me fizessem esse olhar.

Nem nas lojas de roupa quando esperava que uma rapariga qualquer fosse exprimentar tudo o que era top numa loja, e lá estava o namorado ou amigo de uma qualquer outra moça, com o olhar de comiseração como quem diz "hang in there".

Ou quando perdi o autocarro por uma nesga, e a senhora que estava à espera de outro olho para mim com aquela cara, "é lixado eu sei meu rapaz".

Quando um gajo está a comer e acidentalmente suja a camisa, logo vem alguém com aquele olhar e encolher de ombros como quem diz "been there, done that, hang in tight buddy".

Por exemplo, entrar numa repartição de finanças todo molhado da chuva porque estava sol de manhã e porque odeio carregar um guarda chuva, e as pessoas olham com aquele ar de "acontece, não tinhas como adivinhar".

Pronto acho que já me fiz entender. Aquele arzinho de pena e solidariedade. Não o aprecio. Sinceramente.

Hoje, infelizmente hoje, dei por mim a fazer o mesmo ao desgraçado do senhor que pisou uma grande bosta de cão.

Lamento meu senhor, mas raspar o sapato na soleira da porta de alguém não resolve por completo o seu problema, e se calhar devia pedir a alguém para lhe fazer a bainha das calças porque ai vai ter de limpar com papel.

Lamento muito, mas é melhor olhar para o chão naquela rua em vez de olhar para o rabo da senhora do Banco.

terça-feira, agosto 10, 2010

Tv Shopping dos pobrezinhos.



Comprei há coisa de um mês um destes negócios ali na loja dos Indianos, com a intenção de matar todos os mosquitos irritantes que no Verão tomam por iniciativa incomodar-me o sono.

Verdade das verdades, nunca levei a raquete para casa, ficou no escritório, e tem provocado um verdadeiro Auschwitz de mosquitada.

Em trinta segundos uma colega minha grelhou quatro mosquitos com o gentil soar da raquete, que tal Pete Sampras.

É verdade que sempre achei piada a tudo o que seja quinquilharia dos Chineses ou dos Indianos, todas aquelas coisas inuteis, mas que funcionam.

Temo seriamente tornar-me um daqueles velhotes que colecciona coisas compradas nas lojas dos chineses. Agora que penso... quantos relógios despertadores consigo guardar num armário?

segunda-feira, agosto 09, 2010

This song makes me playful..



Oh it makes me wonder baby, it makes me wonder.

domingo, agosto 01, 2010

Crónicas de uma viagem de comboio.

O homem que dizia a verdade.

Era uma vez um rapaz, que se havia de tornar num homem, e que ao fechar o fecho da sua mala, mesmo antes de entrar naquele comboio e partir, virou-se para a sua amada e disse:

"Posso dizer que vejo em ti todas as coisas que gosto de ver na vida.

Sei por puro e simples sentimento, que não há distância, nem há tempo que me faça esquecer ou por um segundo não lembrar tudo aquilo que me és.

Porque não sendo tu perfeita, és toda a perfeição que o meu coração aguenta, e não poderia querer mais ninguém senão a ti.

O meu amor por ti vibra como o comboio nestes carris, e percorre distâncias infindáveis por um destino, tal qual como ele, é tão forte como o ferro e aço de que são feitos, é indestrutível este meu amor por ti."

Beijando-lhe a palma da mão, com um piscar de olho e um sorriso de quem sempre voltará para os braços dela, o rapaz tornou-se homem, pois encontrou um propósito para a sua vida. Que melhor propósito, senão o de amar alguém.

Friendly Sex



I'll never fight back in what concerns being raped by my girlfriend.

sábado, julho 31, 2010

Missing you



Without you, I
Can't think right
Can't get a sight
No pictures in my camera
No new panorama

Without you here
no thought is clear
all about you dear
can't write
there's no sight
not without you near

Without you here with me
There's no us, not even a we
No magic at all, just co-misery
All poems, phrases or a song
Everything seems so wrong
without you

Missing you
Can't speak, just listen
Listening to the void
Getting paranoid
Missing
Those smiles, that kissing
Missing
That voice, the laughter
Missing
The so sweeter after

Without you
No smile,
For a while

Without you
No moon,
Is bright.

And I'm alone.

quinta-feira, julho 29, 2010

Pulso firme.

É este fim de semana que venho cá escrever.

Não é promessa, é imposição.

segunda-feira, julho 26, 2010

I've been in a room that smell sex and candy.




I've been in a room with the smell of sex and candy
With a woman that thought i was cute and dandy

Para que saibas.

Tudo...

é o que tu me és.

quinta-feira, julho 22, 2010

Não consigo ignorar esta desinteressante insatisfação.

Nunca fui muito um homem de fé, principalmente sem fé nos homens.

Sou um crítico da humanidade, do modo como se apresenta e consome, da maneira como se agrupa, se regula, e das ideologias com que se conforma.

Não sou pessoa de acreditar muito, a não ser quando mo pedem, quando convencem-me valer a pena tão pequeno esforço, mas que a mim tanto me custa.

Não sou simplesmente um céptico, sou selectivo no grau da minha descrença, sou meticuloso na maneira como franzo o sobrolho, preciso no olhar de lado, capaz de desconfiar sem ser notado.

O sarcasmo e ironia bem aplicados são armas poderosas para um descrente.

Hoje, como em grande parte da minha vida, acho a política uma ferramenta utópica de regulação de sociedades, de aproximação de classes, de estabilizador de igualdades.

Não acredito no sistema político, na sua engrenagem de oposições e alternativas ideológicas Acho mesmo que a política tem de ser demagógica, ou caso contrário em vez de política, teriamos medidas e soluções.

Não há quem se governe, muito menos quem governe os outros, tão pouco existe a esperança que metam quem ordena na ordem.

Estamos entregues aos jeitos dos primórdios, mas muito mais atabalhoados. O “uga buga laka laka” soava bem melhor que alguns discursos que se podem ouvir hoje em dia.

Sim eu sou um daqueles entes, desiludidos com o Pedro Passos Coelho. Pior, sou um dos entes que pensou por mero vislumbre de oportunidade, que fosse uma alternativa de mudança.

Posto isto volto a não acreditar na política e concentrar-me no amor ao próximo em versão mono ideológica.

domingo, julho 18, 2010

Things only i can see.



The girl name could be Summer, and Summer is clearly a childish season, because it's clearly a girl, this sweet summer.

domingo, julho 11, 2010

Ti ho trovato già.



Voglio condividere il resto della mia vita con te, tu ed io, proprio come accettare l'altro come siamo. ;)

sábado, julho 10, 2010

Por vezes a realidade já não é o que era...



Everyday Sims... Because sometimes we are more toys and dolls than capable human beings with freedom to feel.

Curiosidade.

Gostava de saber quantas pessoas ouviram o nosso podcast....

Manifestem-se. Já...

Smiles...



Das coisas que mais gosto. Sorrisos.

Não vai chorar não?

Se a vida fosse um anime a ironia do destino encarregava-se de me mandar ao chão, naqueles momentos mesmo embaraçosos em que até temos vergonha do personagem. A sério. Quando penso que já me conheço minimamente, algo acontece e tira-me as manias.

Note-se que, isto vindo de um tipo que ganha a vida a falar pelos outros é preocupante: quase bocejei quando juntaram insultos, pancadaria e espingardas a uma mesa de negociações, mas deixem-me falar da minha triste e vil existência e não me faço rogado.

É aquele tipo de gajo: O LAMECHAS? sim, esse mesmo. Não gosto nada disso, soa a falso, soa a queixinhas. Mais importante ainda, todos o fazem hoje em dia... Mas eu sou especial mãezinha! ou não... és só um bocadinho burro de vez em quando.

Veja-se isto! É uma queixa! Não vale, não pode!

Olha agora... se soubesse tinha ficado calado. E vocês? O que vos parece quando estão a falar com alguém interessante e de repente o tipo (a) sai-se com um recalcamento de telenovela mexicana?

You make my soul jazz a smooth shy smile.



Hold my hand and dance a little bit with me.

sexta-feira, julho 09, 2010

Similitude.

Deixe dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer !
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.

Tem dolencia de veludo caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer !

Mas, meu Amor, eu não te digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz !

Amo-te tanto ! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz.

Florbela Espanca

quinta-feira, julho 08, 2010

Tudo o que me dás.

Talvez não tenhas bem noção, porque não me lês como eu te leio, da felicidade com que fiquei ao constatar a tua felicidade, o teu passo para uma nova aventura e independência. Gostava de te acompanhar agora, neste momento. Não podendo, para já faze-lo, quero que tenhas plena consciência do orgulho que sinto por ti.
Admiro-te, cada vez mais te entranho, cada vez mais reconheço o teu enorme valor.
A tua felicidade faz mais que alimentar a minha, faz sonhar.
Obrigado por tudo =)*

Só boas noticias.

Rebentei o joelho esquerdo todo. Espero confirmação médica para além do resultado dos exames.

Pelo que entendi, vou ser operado, meter ferros no joelho, mais uma data de merdas, recuperação a rondar um ano. Além de que algumas mazelas são permanentes.

Bye bye joelho esquerdo, bem vindo joelho esquerdo com sucata.

quarta-feira, julho 07, 2010

Nunca lutei por nada com tanta vontade como ontem. Aconteça o que acontecer, serviu para saber que tipo de pessoa sou.

I wont give up, wont let down.

terça-feira, julho 06, 2010

Why?

Can i just cry for a single night, not changing a bit what i felt yesterday, or even today?

Can i be sad without knowing why, just because you don't know it too, can i cry this night?

Is it okay for me to hold the words i said, and make a pillow with them, can i sleep and gently weep, on the promises i made to you?

I'll just cry tonight, feel the pain you left, and tomorrow i'll be okay, i'll smile again, right back to you.

Can i feel hurt with you tonight without compromising what i felt yesterday and today, or what i'll feel back again tomorrow?

Just let me cry tonight for the things that were done.

Ouvir a Besta

Um comentário ou não sempre dá para nos congratularmos... por termos arrancado com esta ideia, por não sabermos nada disto e irmos lá tentar e porque, independentemente se alguém queira ou não ouvir as nossas conversas, eu gosto de vos ouvir falar. Como não me canso de pegar em música fica aqui para o Pedro:



E para o Zica:

domingo, julho 04, 2010

You're my guilty pleasure.



Sim acho que és bonita, e sim és o meu guilty pleasure. E claro que esta música me faz lembrar de ti.

Take it or tell me to shut up. ;)

Gostaria de estar errado muitas vezes.



A foto remotamente parece o meu modo de te encarar na vida, aquele aspecto sonhador.

Triste conclusão é que o fim do meu filme, não será muito provavelmente idêntico.

sábado, julho 03, 2010

Música das, e para as saudosas mix tapes.

Eu ainda sou do tempo em que podia gravar uma mix tape para uma rapariga, e dar-lhe que ela ia gostar. Hoje em dia, as mulheres simplesmente não acham piada a isso, e ou lhes damos um ipod da Hello Kitty, ou está tudo estragado. Já as consigo ouvir, "Um Cd? que queres que faça com isto? Para me maquilhar? Para pendurar nas orelhas? Pelo amor de deus Pedro..."

Pois eu digo uma coisa, se tivesse lata (tenho) e soubesse que não era trucidado por faze-lo gravava já uma mix tape (cd muito provavelmente) para dar a alguém.

A abrir, quase de certeza, esta grande música.

O meu ser romântico não é destes tempos.



Imagino-me num sítio assim a cozinhar para alguém de quem goste enquanto oiço uma música deste estilo.



O sol, o mar, o vinho, os teus cabelos soltos, o teu vestido de verão, os risos soltos, a conversa que embala, um sonho de verão.

Porque em parte sou feito de poesia.



Dá-me a tua mão,
Deixa que a minha solidão
prolongue mais a tua
- para aqui os dois de mãos dadas
nas noites estreladas,
a ver os fantasmas a dançar na lua.

Dá-me a tua mão, companheira,
atá o Abismo da Ternura Derradeira.

José Gomes Ferreira

Something to ask you...



One day no matter what, no matter where or how we stand, will you take me to this place?

sexta-feira, julho 02, 2010

Como pudeste achar o contrário?



Gostava de te ter aqui. Queria partilhar contigo esta vista da minha varanda, o céu estrelado e todos os outros clichés piegas a que tivesse direito.
Queria estar debruçado sobre a laje da varanda a olhar o mar, sentir-lhe o som. Ombro a ombro contigo mãos pousadas no corrimão.
Tentar timidamente e ao mesmo tempo de forma descaradamente ansiosa o contacto entre os nossos dedos.
Gostava de ser criança, de ter aquele gostar de criança, aquela timidez embriagante.
Claro que te queria aqui comigo, debaixo deste céu estrelado. Apontar para as estrelas e inventar-lhes nomes, como se te tentasse impressionar, ser apanhado nessa tosca brincadeira, fazer-te rir e ouvir o ecoar desse riso pelas escarpas até ao mar.
Sentar-me contigo no chão a olhar o céu à beira da piscina, enquanto os teus dedos brincavam com a água, eu falava de uma música qualquer, e assim que dissesse uma das minhas características tolices, molhavas-me a cara num misto de represália e provocação embrulhados no teu riso característico que me derrete.
Não se questiona o facto de te querer aqui, fosse o fim ou o começo do mundo, fosse um "date" ou simplesmente uma conversa, não tenho dúvidas que te queria aqui, a ouvir-te falar em quatro línguas, a cantar na tua voz, a cometer o doce crime da infantilidade contigo apenas pelos risos.
Achas mesmo que não te queria aqui comigo?
Não poderia escolher melhor e mais viciante companhia, hoje ou em qualquer outro dia, só queria mesmo, que estivesses aqui.

quinta-feira, julho 01, 2010

Pardon my french...but i think it goes like this...



Une femme parfaite à nos yeux,
nos yeux tant amoureux,
on était à la recherche d'amour,
et enfin elle est là chaque jour ...

Nothing personal, it's just words.

E é isto que tão depressa se cria, como tão depressa podemos ver fugir.



É saudável, este vicio de ti,
Não é um vicio cego e desmedido
É vicio natural e contido
Cresce controlado, em passo cuidado
Não constitui perigo para ti
Nem dependência para mim
É apenas um simples vicio de ti.

In my tombstone...

I'm such an idiot.

quarta-feira, junho 30, 2010

From me to you with ...some fuzzy feeling.



THIS IS ALL I HAVE TO SAY TO YOU AND YOUR SANDWICH APPETITES....

Pedro since the 80's educating people.



Agora ficas a conhecer a expressão minha croma.

terça-feira, junho 29, 2010

Doce ilusória realidade da vida, quanto me dás para depois tirares.

Imaginem aquele vosso guilty pleasure em termos de cromice.

Imaginem que gostam de coleccionar selos, ou adoram entomologia, sempre foram fãs de mitologia, e devoravam livros sobre algum interesse menos comum.

Vamos supor que têm um desses secretos prazeres, que são difíceis de partilhar com alguém porque normalmente não vos levam a sério se disserem que uma das vossas paixões é a mitologia, ou o estudo profundo da geologia do vosso jardim.

Isso já acontece em prazeres tão mais mundanos, como escrever, ou gostar de fotografia, ou devorar discos de jazz. Por vezes olham para nós com um ar tão incompreensivo como se fosse um ser estranho por gostar de algo bom como jazz, por gostar de filmes italianos, ou por ter como uma das maiores paixões a literatura, tanto de ler como de escrever.

O mundo não compreende, nem nunca vai compreender a minha paixão por literatura do leste europeu, ou o meu vício em Kerouac e Bukowski.

E durante anos vivemos sozinhos esses pequenos prazeres em segredo, sem termos com quem os partilhar, com quem os saber apreciar.

Agora imaginem que do nada, do modo mais inesperado e quase cruel, aparece alguém, que partilha os gostos da vossa vida como se fosse uma cópia exacta, que vos impressiona de tal modo que se sentem rendidos e fascinados.

Imagina tu Luís que encontras alguém que gosta de Ophet ou Porcupine Tree tanto como tu, que venera os filmes Grindhouse, que toca guitarra baixo lindamente, e partilha tantos outros gostos como tu?

Imagine quem quer que leia este post, que no meio do nada da vossa vida aparece alguém que nunca pensaram existir, alguém que vos impressiona de tal maneira, aquela outra parte que faltava, aquela pessoa com quem posso ser eu, e que posso partilhar as minhas paixões da vida.

Que sentimentos estamos autorizados a sentir nesse momento?

Quanta liberdade nos podemos dar de querer a companhia daquela pessoa?

Neste momento vou apenas em estupefacção e medo, puro receio.

Receio porque muito provavelmente será mais alguém que saberei com toda a mestria afastar e afugentar da minha vida, naquele jeito que me caracteriza, de quem não tem ou quer ter direito às coisas boas da vida.

Partes de mim.

Por vezes o inesperado acontece, abate-se sobre nós uma gélida verdade, e é revelada a essência da nossa vida.
Não fui feito para felicidade, e no meu aspecto mais duro e inacessível, tenho mais do que não se espera do que se quer.
Sou uma antítese de mim mesmo, o meu pior inimigo sou eu quando tento ser meu amigo, odeio acreditar, embora viva de sonhos e possibilidades remotamente encostadas a um canto da minha mente.
Não sou derrotista, e tanto padeço de um optimismo doido, uma crença e esperança que queima a ponta dos dedos, de tanta a vontade em alcançar algo, como sou pessimista por medo.
Quero a felicidade, é o que mais quero, e na procura por tal felicidade, acabo por esquecer quem sou, o que valho.
Quando na vida, algo de demasiado bom apresenta-se perante mim, desconfio, sinto medo, e embora não ignore tento desviar o olhar. Quando algo demasiado bom para ser verdade aparece, resigno-me a pensar que não é para mim, e embora saiba que mereça, sei que não sou capaz de aproveitar, é demasiado para mim, para este eu pequenino que sou.
Não tenho nada para oferecer a alguém que me intimide ao ponto de me sentir insignificante por comparação.
Gostava de um dia saber cativar alguém assim para mim, alguém em tanto especial, sem ter de me sentir tão pequeno e insignificante perante o que aquela pessoa representa para mim.
Até lá, tão doce e poeticamente só, tão não merecedor de pessoas como tu.
Vale o que valem estas palavras, desabafos murmurados com o sol na cara, tenho dias que nem sou assim.

segunda-feira, junho 28, 2010

In my life, everything is strange.



Because i like it...

Don't pick on me today..

Estou de mau humor.

De manhã começou mal o dia, tive de servir de bombeiro para os vários problemas e asneirada de muita gente, o trabalho foi surgindo em catadupa e tudo prometia ser um dia de massacre. De repente uma simples conversa mundana acalmou-me o espírito, pude aparvalhar um pouco, e até depois do almoço estive animado a conversar aos soluços, mas a conversar. Estava feliz e bem disposto.

Nada fazia esperar o restante dia. Prazos em cima de prazos, gritos, discussões e muito stress acumulado.

Para acabar o meu joelho piorou, e cada vez mais convenço-me que vou ter de ser operado.

Desanimei, e sinto-me só.

domingo, junho 27, 2010

O quanto suspiro com isto.



Música para acomodar o meu espírito de final de domingo...

A partir das 22h00 de domingo, começo a deprimir.

Amanhã é segunda, e um dia cheio de trabalho como tem sido costume.

Odeio as segundas-feiras. E por esta altura começo a ficar "deprimido" com tal constatação.

Ando cansado, não consigo dormir, e sou forçado a dar mais de mim, muito mais para conseguir aguentar certos ritmos.

Tenho dores de cabeça e estou com dores no pescoço que matam-me bocadinho a bocadinho.

Precisava de uma massagem e uma semana de férias num sitio paradisíaco.

Lower Expectations.

Acordei cedo a pensar em limpar a piscina, e dar um mergulho e de repente o tempo dá-me uma valente bofarda e ameaça chover...

Bem o que vale é que às 15h00 dá Inglaterra Alemanha e às 19h00 Argentina México...

Viva el Futbol ...

Sou amigo de algumas personalidades.

Agora é que te lixo, embora não seja uma pessoa vingativa, sou um sacaninha quando quero.

Pois é. Eis algo que nem toda a gente sabe sobre mim. No liceu conheci um rapaz enquanto andava a perceber se teria jeito para o basquetebol ou nem por isso.

Esse moço de seu nome Roberto, foi de imediato um dos meus bons amigos paralelos ao liceu.

Apesar de não estarmos na mesma escola, lá nos dávamos e socializávamos entre grupos de amigos.

O Roberto sempre teve o sonho de seguir engenharia, e não fosse a sua preguiça intensa teria conseguido. Invés, o famoso boi de carga e poço de força chamado Roberto decidiu ingressar no mundo da construção civil, e com algum sucesso se podemos dizer.

Foi nesse momento, nesse mágico momento, em que eu e muitos outros amigos pudemos com orgulho dizer, que éramos amigos e convivíamos com o BOB O CONSTRUTOR.

É verdade eu sou amigo do BOB o CONSTRUTOR.

Tivesse o André seguido para taxista e também era amigo do Noddy.

Roberto esta é para ti. Abraço.

sábado, junho 26, 2010

A olhar o mar, sinto a música nos meus lábios.



Gosto de ouvir esta música a olhar para o mar, e sei que não sou só eu que te posso ajudar, mas gostava que me deixasses ajudar.

Só para o Luigi saber...

Juntamente com a tosta bebi sumo de maçã.

Jantarinho soube mesmo bem e não foi salada ou sopinha. Nice.

Tosta de frango em pão integral com tomate, manjericão e mostarda.

No one can beat that one...

Para tudo aquilo que for preciso.



Principalmente para não mais mentir a mim mesmo, para não mais me enganar, para não mais sentir, que não sou o melhor que podia ser.

As coisas que eu descubro.

Eu insisto até ao ponto em que sou obrigado a deixar de insistir.

Sou daquelas pessoas péssimas para serem testadas. Quando me dizem não, sim, ou o que for, assumo que seja essa a resposta definitiva, logo não insisto mais, mesmo que tenha pena de não ser esse o meu desejo, não ser a resposta que esperava.

Agora não assumam que o meu não ou sim é definitivo, eu não funciono da mesma forma.

Seja qual for o rumo a dar às coisas na minha vida, desde a coisa mais simples e mundana, eu não esqueço ou largo no preciso momento.

Se gosto de um sabor, de um cheiro, de um som, de qualquer coisa na minha vida, não sou capaz de deixar de gostar de um momento para o outro.

Eu agarro-me ao que me dá prazer, ao que me faz sorrir, ao que me faz sentir bem. Seja um livro, uma música, uma conversa. Valorizo tudo, e acho que tudo merece ser estimado.

Quando me retiram as coisas, ou colocam um travão, eu respeito, aceito, mas não quer dizer que apague o que quer que seja em mim.

Não tenho botão de on e off.

Da saudade à constatação desiludida em segundos.

Depois da experiência ontem à noite, fiquei mesmo com saudades dos tempos de radialista.

Rádio, música, comunicação, são artes mágicas do ser humano na difusão de ideias, gostos e posturas para com a vida.

Viva a rádio. Quero voltar a fazer rádio.

Não vou voltar a fazer rádio.

Fiquei triste agora.

A publicidade é algo que comigo não resulta.

Eu funciono muito por sugestões. São poucas as que passam, ou caso contrário suspeito que estaria muito melhor na vida.

No fundo o que quero dizer, é que apesar de não ser demasiado influenciável, dou ouvidos a algumas sugestões que me fazem.

Por exemplo, se uma das raparigas mais giras que conheço, diz-me "Ficas muito mais giro de cabelo mais curto, não gosto de te ver com esse cabelo todo, e essa barba, ficas com ar de bruto.", eu acabo por ouvir, assimilar e pensar. Gosto do meu cabelo assim? Não desgosto, mas faz-me assim tanta falta? É verão. E realmente este cabelo assim fica meio betinho.

Logo daqui a meia hora vou cortar o cabelo.

Outro exemplo. Ainda estes dias mudei de perfume. Voltei ao tempo em que tinha 5 ou 6 diferentes e variava consoante o dia. Vou num elevador, e oiço o seguinte "Não cheiras a ti. Gostava mais do outro perfume. Dava vontade de trincar."

Sugestão estranha, e que me causou estranheza, visto que não queria ser trincado, nem entendi porque razão aquela moça poderia querer trincar-me, mas na verdade, voltei a usar o meu perfume habitual, algo que mereceu o elogio de mais uma ou duas pessoas, que acham que devo ter um cheiro característico. Não sei porque razão, visto que centenas ou milhares de homens usam aquele perfume, é que aquele aroma há de me caracterizar.

Como exemplo final do poder que a sugestão tem em mim, e de modo a localizar a situação, estando à beira da piscina, a apanhar um belo sol, oiço o seguinte comentário "Este sol está a saber mesmo bem, mas já me sinto muito quente. Eras um querido se me desses protector solar nas costas, está ai na minha mala, e já agora podias dar uma massagem a ver se eu relaxava um bocadinho mais, e tu pareces ter jeito para essas tarefas.", ao que eu respondi, a tua mala está muito longe, eu estou com sono, e tu tens mãozinhas, e tens mais gente a quem pedir favores.

Não fui suave, e por vezes sou um pouco bruto eu sei, mas estava no chamado limbo, entre o mundo acordado, e o mundo a dormir, não gosto que me incomodem nessas alturas. Neste caso o poder da sugestão falhou redondamente.

Isto serve para explicar o seguinte. Eu aceito sugestões, não ignoro o conselho das pessoas, mas a maioria das vezes, simplesmente deixo que passem ao lado. Não é por maldade, é simplesmente uma questão de escolha.

Eu gosto muito de ser eu mesmo a fazer a minha vida, sem indicações ou instruções de outras pessoas.

I hope you get the message.



Tudo o que tenho a dizer a uma mulher, mas cantado com uma melhor voz que a minha.

De repente deu-me para esta...

sexta-feira, junho 25, 2010

O que é o amor?

Hoje foi dia de jogo grande... muita bola, pouco jogo, muita bebida e pouco juízo... devia ter sido ainda menos. Os mais escuros recantos da memória iluminam-se nestas alturas. Só queria esquecer, começar tudo de novo e deixar para trás a memória: do mal que fiz, do bem que podia ter feito... e porque não? do Pauleta, do vinho, do Código não sabem vocês das quantas e de tudo o que resta deste ébrio lamento.

Devia estar calado, devia dizer: temos de mudar, vai mas é emagrecer... já vi esta história e comi dessa gamela. Tragam o bem bom, deixem ver o dinheiro e enquanto estamos nisto avisem o coveiro...

Pode não parecer, mas estou-me a rir: laughing out loud and while we're at it, why not roll on the floor. Inapropriado?! dizes tu!! cá eu falo que me desunho e da minha justiça faço lei! MORRE CÃO! VIVE HOMEM! Acorda para vida moça! que eu não duro sempre!

Este chorrilho de disparates não significa nada. Talvez, só queira falar ou então não... se calhar vai-te quilhar, tu e mais a tua atitude de vedeta!... sei lá... a mim sempre me chamaram doido... vá-se lá saber porquê... podia ter sido uma borbulha a falar da puberdade ou um imberbe a queixar-me dos pelos da venta: olha não é má vontade, mas vai-te lixar que o ácido só bate daqui a 10 minutos... se bem que a coca já não sei... achas que ganho para esse tipo de despesas?!! PORCA!! Não me faltas ao respeito!! TÁS OuvINDo?!!


Tragam-me um iogurte amigos. O computador está cheio de VirUs...

Ao menos não há erros ortográficos. Olhem leiam segunda vez e depois digam qualquer coisa.

PS: este é o BAMBAS! Pshiiuuuuu....

When will i just zipp it...

Por vezes simplesmente falo demais. Por vezes sou demasiado genuino. Por vezes sei quais são os erros que cometo, mas não abdico da minha maneira de ser, para passar a ser algo que me traga mais proveito.

Falei demais, por querer falar mais contigo. Continuo a falar demasiado, mas como não sei jogar, não entro nestes jogos entre sexos, exponho aquilo que sou e penso.

Torno-me desinteressante, por mostrar que acho as outras pessoas interessantes.

Maybe i'm too eager, needy, craving for company or attention, maybe i just want to share the magnificent person i am. That inverts the table. From a poor needy bastard, with a desire for attention and conversation, i start to seem a narcissistic prick that thinks he's an hot shot.

Seriously i just like talking to you, and wanted to do it more often.

Guilty.

Não são feitios, são estados de alma.



Desde pequenas, quando estão nesta disposição de humor, back off.

Bet i can make her smile in 10 seconds. =p

Não liguem ao facto de andar com a mania de poliglota.

No trabalho, as raparigas chegam ao ponto de se insurgirem com o facto de eu beber Red Bull, porque faz mal, e porque acham que o faço apenas para aguentar as poucas horas de sono, e trabalhar o mais que puder. (Wrong...)

Tenho uma mãe em casa, e outras tantas no trabalho.

Não é só com o Red Bull, ou com o facto de carregar no café. Por vezes chegam a criticar o facto de só comer comida saudável, por comer sopa e salada todos os dias. Como se fosse uma coisa má? Não sei porque razão, mas por vezes as raparigas comigo têm a tendência de fazer o papel de mãe comigo...

Why? Do i seem to be retarded? Am i that cute? Or it's just your controling freak nature?

Eu sei que sou inocente e ingénuo, acho piada que as minhas irmãs e amigas, sempre que me envolvo numa relação com alguma rapariga, parece que travam a respiração e ficam-me a ver avançar nessa relação como se fosse a dar passinhos de bébé.

Eu sei que sou sonhador, sei que gosto de acreditar, que gosto de lutar, que insisto e não dou parte de fraco, mas eu sou auto-suficiente graças a deus.

Gosto do carinho, gosto da preocupação, não gosto que me repitam as coisas ao ouvido, e que tentem ganhar a razão por força de conseguirem ser mais chatas que eu ser paciente.

I take risks, and i can take a punch (or several i guess).

quinta-feira, junho 24, 2010

Expoente da exposição indecente.

Coisas a saber do Pedro.

Não gosta de coisas complicadas, mas aprecia tudo o que seja complexo. Embora por vezes complique determinadas coisas, tenta sempre que possível simplificar o mais possível através do diálogo.

Não possui uma auto estima por ai além, mas reconhece em si mesmo muitas e boas virtudes.

Gosta de tudo o que lhe apele intelectualmente, mas não é nerd, simplesmente é um mauzão mental.

Tende a ser um bom comunicador, adora falar e conversar, embora apenas seja capaz de o fazer com sucesso no meio de um grupo em que se sinta à vontade. Individualmente é mais introvertido e tímido, por isso quando encontra alguém com quem consiga conversar e ter interesse na conversa, fica fascinado.

A companhia e partilha de interesses é o que mais valoriza no mundo. Adora partilhar os seus gostos, e adora que lhe ensinem coisas novas.

Passa muitas horas sozinho, mas prefere passar horas sozinho enquanto acompanhado.

É criativo, imaginativo, inventivo, e tem sempre a cabeça a mil à hora.

Tem um bom sentido de humor, gosta de fazer as pessoas rir, e tem prazer em arrancar um sorriso a alguém.

Maior prazer que arrancar um sorriso, é conseguir soltar o olhar de alguém e deixar-se perder nele.

É romântico, talvez em demasia, é ingénuo e inocente, promete a si mesmo que se tornará alguém mais frio e calculista, mas não consegue ir contra a sua natureza.

É dedicado a quem gosta, sente realização nesse facto.

É impulsivo e pensativo ao mesmo tempo, choca um bocado em termos de intenções, por exemplo, acha graça em sentir saudades de conversar com alguém que não conhece, mas que no entanto durante duas noites conversou um pouco, e ficou com vontade de falar mais...pára e começa a pensar, e chega à conclusão que tal coisa é ridícula, mas não deixa de sentir saudades e procurar falar com essa pessoa.

Não tem jogo nenhum de engate, atrapalhasse todo, passa por cima de si mesmo, tenta ser engraçado quando não deve, por exemplo num momento em que tudo está encaminhado, decide dizer uma piada, por puro nervosismo.

É seguro de si, inspira confiança e estabilidade, mas no interior em certas situações é um miúdo autentico.

Apesar da sua maturidade, e postura sapiente, gosta muito de ter as suas garotices, e de se comportar de maneira infantil, principalmente quando está a asneiras, e mesmo passado tantos anos, ainda não consegue disfarçar ou mentir para se escapar, e é sempre apanhado.

Teimoso, já foi mais, hoje é mais paciente, e compreensivo.

Apaixonado, pelo que gosta, pelo que acredita, e defende com violência tudo o que lhe diz algo.

Adora escrever, tocar e ouvir música, fotografia, e tudo o que possa envolver um processo criativo.

É envergonhado, tímido, e rapidamente arrepende-se de ser tão frontal e sincero, tal como muito em breve, irá arrepender-se de ter escrito isto.

I wish someone could hold my hands.



Foto enquanto esperava, em vão.

quarta-feira, junho 23, 2010

Red ball is watching you.



Nas pausas da advocacia, o disparate é muito.

A mensagem que passa.



Que mensagem passa esta foto?

Sinto-me um criminoso a escrever um post enquanto estou no trabalho.

Ontem fiquei à espera do 102, e entretanto adormeci tarde e a más horas.

Agora estou cheio de sono e a tomar Red Bull à maluca. Distraido ainda fui capaz de tomar Red Bull ao almoço, e de seguida aceitar um convite de uma das colegas para ir beber café.

Durante uma hora não me calei. Agora voltei a ter sono.

O que salva é estar embrenhado no mundo do contencioso comercial, enquanto oiço jazz de grande qualidade.

Hoje o dia vai ser bonito vai.

Entretanto recebi um convite para jantar, disse que sim, de seguida recebi um convite para jantar da minha mãe e também disse que sim.

Who win? Mom... she gave me birth and irons my shirts.