sexta-feira, setembro 30, 2005

Depois de ti mais nada...

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Uma paixão antiga, já de há muito muito tempo ainda era eu uma criança...quem não gosta da beleza natural do ser humano, são pequenas dádivas destas que nos fazem acreditar em muita coisa.

quarta-feira, setembro 28, 2005

É pena que este seja o meu primeiro post no novo formato.

Aos poucos vou anulando a minha existência...

quarta-feira, setembro 21, 2005

Pensamento do Dia...quero ver-te a fazer isto Zica.

"A verdadeira bravura está em chegar em casa bêbado
de madrugada, ser recebido pela mulher com uma vassoura
na mão e ainda ter peito pra perguntar:

Vais varrer ou vais voar?"

domingo, setembro 18, 2005

Post especial para os Nanni que andam ai...

Como faz a vaquinha do Fernando?
O primeiro a responder ganha um jantar com o Senhor Tobias...
Sabiam que isto não tem interesse absolutamente nenhum? Espero que sim, a verdade é que ainda vieste ler isto não foi... para veres isto maior tens de ir ao menu Ver na barra superior da janela e escolher o tamanho do texto, é só um conselho, mas tu é que sabes.

sábado, setembro 17, 2005

Não tentem entender...a sério

Miau!

Segundo post para encher chouriços...Part II Hardcore sausage filler

E bom cá estamos não é...ora bem...vidas...está um tempo agradável não está...pois é...lá vamos andando...e basta que sim.




Como seria se eu escrevesse um post só a dizer Miau! ... ?!?

Post para encher chouriços

Um amigo meu disse-me ontem que tinha sonhado que eu morria de forma absurda.
Ora bem se ainda fossem amigas minhas a sonhar comigo, tudo bem, ok sim senhor e tal, amigos já admito que não me agrada tanto, e espero que o morrer de maneira absurda não envolva qualquer tipo de trespassar de alguma zona do corpo, púdicidades vá lá.
Agora se eu morri de maneira absurda e a minha vida é vivida de maneira absurda, quer dizer que Lili Caneças não tinha razão e estar vivo não é o contrário de estar morto, é tudo simplesmente absurdo, o que por acaso acaba por soar um bocado absurdo.
A verdadeira diferença entre a vida e a morto está na base da rigidez corporal e no comportamento dos outros para com esse facto.
Estou vivo e tenho parte do corpo rigida, eventualmente sou importunado para algum tipo de acção maçuda como a procriação ou apenas jogos sexualmente intelectuais, agora se eu estou morto e tenho o corpo totalmente rigido, já ningúem me chateia, ora a difrença está no facto de a morte representar a paz dos tesos.
Seja como for não era nada disto que queria escrever, mas como não me lembrei de mais nada para escrever em 3 min disse cá para mim, ora bolas e porque não a porra de um trocadilho foleiro e uma piadinha à conguito...hummm?!? Porque não pá? Boa? Topam?!?...
Ok agora devem tar a pensar porque é que só morres em sonhos... pois também digo...

sexta-feira, setembro 16, 2005

"A mulher gosta de ser compreendida até ao ponto de não se sentir exposta."

A mente feminina é sem dúvida das mais brilhantes autodefesa criadas pela natureza.
Num mundo cada vez mais das mulheres, muitas continuam a usar o velho síndrome da fragilidade do ser atacado, como meio para controlar o meio que as rodeia.

Sinceramente é de admirar a destreza feminina para lidar com as situações, não conheço uma mulher incapaz de enganar um homem, e conheço homens que mentem muito mal, mulheres ... até hoje nenhuma.
São verdades, as mulheres foram feitas para o drama, dai a ideia preconcebida, e um pouco machista, de que os dramas cinematográficos são mais do gosto feminino, e na verdade são, a pura das verdades é que são mesmo, o romance é mais feminino que masculino, a ideia da delicadeza, subtileza, os pormenores, maioria dos homens não são assim, elas quase todas são.

Tudo o que for passível de argumentação é de imediato um drama.

Nem é preciso alguma vez ter tido uma relação amorosa para entender do que eu estou a falar, o melhor exemplo são as mães, todos ou a maioria das pessoas teve uma, e lidou com ela em certos períodos da vida, quem nunca reparou na subtileza de uma mãe, no gosto pelo pormenor e no detalhe, quem nunca foi abordado pela sua mãe em conversas do tipo, "Agora estava a reparar e a tua roupa não combina lá muito bem, tens de ter mais atenção nisso", em primeiro lugar a transmissão da culpa para quem usa a roupa, a tua roupa, quando muito provavelmente só tivemos aquela roupa com o aval da nossa mãe, o cuidado, a subtileza de dizer para termos atenção, quando o vocábulo pretendido empregar seria desleixo. As mães reparam em tudo, e dizem tudo de uma forma ao princípio subtil e depois de maneira autoritária ou mais altiva.

Na minha concepção passível de ser ridicularizada e até desmentida, a mulher é o ser mais fascinante que existe, não sei como o homem pretende habitar a lua se ainda nem se conhece a si mesmo, nem nunca há de conhecer, nunca ninguém vai compreender a mulher pelo seu todo e de forma completa, tudo o resto que o homem desenvolve é meramente para passar o tempo e para se distrair, pois não compreender as mulheres pode ser frustrante, não fazer por compreender seria além de frustrante, uma grande idiotice.

Na verdade, e a verdade para mim pode ser dúbia para os demais, a mulher gosta de ser compreendida até ao ponto de não se sentir exposta, porque tenho ideia que a mulher sempre considerou a vulnerabilidade um problema com que não conseguem lidar.

Libertar a minha mente de certezas ingratas.

Sinto que estou a pagar um castigo demasiado pesado para os crimes que cometi.

Sei que em mim reina um clima de inconformismo com o que vivo, sei que poderia viver melhor e como o poderia fazer, mas estou enclausurado no tempo que irá ditar a minha fortuna.
Tenho tanta coisa para dizer, tanta outra para mostrar, hoje em dia tudo é tão simples na minha cabeça, não sei como te dizer, não sei se vale a pena, é tudo um dilema que eu não deveria ser obrigado a viver.

Quero paz, não quero paz comigo mesmo, isso sinto que atingi um pouco, quero paz de alma, quero deixar de ter percepção do mundo que me rodeia, quero ser ignorante, quero mergulhar na brutidão do desconhecido, quero ser evasivo à verdade, quero ser mais do que ocultado, quero passar em branco até ao dia em que tudo faça sentido.

Quero fugir e não ser capaz de olhar para trás, esconder-me num sitio sombrio à espera do primeiro raio de sol que aqueça o meu lado gélido da alma, porque o meu lado quente da alma já não provoca uma chama, em vez disso apenas consome, consome toda a minha percepção de vida, todos os meus ideais sobre como viver se somos obrigados a isso, sinto-me tentado a anular-me a mim mesmo através do despotismo acidental da mente.

Na verdade, apenas sinto que me encontrei perdido algures num lugar desconhecido onde já estive muitas vezes sem saber para onde ir, caminhando por caminhos familiares na dor que acompanha-me em passo lento e no infortúnio que se arrasta sobre mim.

Eu não sou derrotista, sou um altruísta do pessimismo, vivo um neo-sofrimento pois tenho noção da minha dor, absorvo essa dor que me alimenta durante o tempo até dias melhores.

Despertar das penitências

Foi uma pausa forçada no trabalho, subitamente tive uma enorme vontade de escrever, como se um surto prosaico se apoderasse de mim.

Não sei bem sobre o que escrever, nem faço ideia do que me impeliu a tal, apenas sei que tenho tanta coisa para dizer e não sei como, nem quando, nem mesmo a quem.
Queria procurar conforto nas minhas palavras porque sinto-me desprotegido nas acções dos outros, já há muito que não sinto segurança nas palavras dos outros, sinto-me vazio e sem propósito de ser, mas ao mesmo tempo sinto que tenho algo a fazer, só não sei por onde começar.

Sinto que nos últimos tempos mudei, algumas coisas para melhor outras para pior, sinto que estou mais agressivo, mais frio e calculista, mais vulnerável ao que me rodeia, mais impaciente, tudo isto numa primeira visão introspectiva, mas sei que ao mesmo tempo lá no fundo estou melhor comigo mesmo, estou mais consciente de mim mesmo, das minhas necessidades, dos meus pontos fortes e dos meus defeitos, hoje em dia tenho noção do que preciso para ser feliz, sei como o fazer, infelizmente a oportunidade não me é presenteada pelo feliz acaso do destino.

Nem era disto que queria falar, não era de mim que queria falar, nem de ti, nem de um nós, queria apenas dizer-te que eu agora sei, embora tarde, sei o rumo que quero e devo tomar, sei a conduta a adoptar, sei ser feliz, apenas não me deixam.

Não quero falar do passado nem do futuro, e faço o possível para esquecer o presente, não quero falar do que senti ou do que sinto, e magoa-me o facto de imaginar o que poderia sentir apenas se pudesse mesmo, tenho o puzzle completo e falta-me apenas uma peça, que ingratidão mundana, que desperdício de sobriedade, a minha fase de esclarecimento é a fase do dúbio perecimento da vontade de ser algo ou alguém.

Nunca na minha vida encontrei-me tanto no meio do nada, nunca senti tanta clarividência das minhas vontades como agora onde me encontro despojado de movimentos, é como se tivesse tomado gosto em voar, tivesse entendido o seu propósito, mas cortaram-me as asas, aprendi a saborear a vida sem palato e tudo parece muito mais insonso quando se prova.

Neste momento falta algo em mim, a peça que faz com que tudo se encaixe, que mova a engrenagem que vai despoletar um sorriso eterno, pelo simples facto de ter entendido o propósito da vida.

Na verdade acordei tarde de um sonho em que a realidade me esbofeteava com vontade.

segunda-feira, setembro 12, 2005

Goodbye...

Don't say goodbye unless you want to, don't say it's over unless you mean it... so goodbye i'll see you around.