De facto este assunto merece ser explorado, porque além de ser um assunto praticamente infindável, é um assunto que nos toca a todos e de uma maneira autentica.
Neste post é minha intenção denunciar o já tão denunciado comportamento em público das pessoas, incluindo nós próprios, que circulam por esse mundo fora.
O comportamento em público quase que pode ser assimilado como uma prática desportiva, sendo que pode ser praticado no exterior ou em recintos cobertos, nomeadamente na rua ou num ambiente fechado como um centro comercial, onde habitualmente transitamos por várias ordens de razão.
E ainda mais se torna semelhante a uma prática desportiva, pois o comportamento pode ser individual ou coletivo, quer um individuo vagueie sozinho ou acompanhado por amigos ou familiares fazendo parte de um grupo peculiar.
O comportamento em público como qualquer outra prática desportiva é feita de modo contrário a outra equipe ou outros indivíduos, pois alguns apreciam ou não se importam, mas outros rivalizam, além do mais o comportamento em público tem as suas regras, sendo que o juiz que as aplica é a chamada consciência coletiva por maioria de razão.
Como exemplos de comportamentos em público, temos a maneira de comunicar, que abrange modalidades como a linguagem, os gestos, a sonoridade não especifica, o uso de meios de comunicação ou a interação individual ou em grupo com outros participantes, ou até mesmo sozinho (aquelas ocasiões em que ou a pessoa está encharcada de álcool, ou realmente possui perturbações psicológicas).
Temos também como exemplo de comportamento público a motoridade, em que podemos avaliar a maneira de andar, o ritmo da marcha, a orientação e a prova de obstáculos.
Daqui poderia partir por varias categorias de comportamentos em público e dai partir para sub-categorias, mas isso tornava este post um ligeiramente detalhado e maçador.
De facto há comportamentos que nós e os outros temos em público que nunca são do agrado geral de quem nos rodeia. Por exemplo, imaginem-se num cinema ou mesmo até numa loja como a Fnac em que estamos sossegados e concentrados em algo como um livro ou um filme, mas de repente aparece um individuo com uma sonoridade fora do habitual ao telémovel, daqueles que grita com o aparelho em vez de falar para a pessoa do outro lado, esse é um comportamento desagradável para quem está na sua paz a ler ou mesmo dentro do cinema a ver o filme, mas provavelmente a muitos de nós já nos tocou o telémovel ou fomos obrigados a falar ao telémovel em alturas menos impróprias, sem duvida é um mal comum de comportamento em público.
Passando para a categoria da movimentação nos sítios públicos quer este seja “outdoor” ou “indoor”, há certos e determinados comportamentos que conseguem ser particularmente irritantes e ao mesmo tempo são feitos de modo generalizado, quem por exemplo nunca transitou num passeio estreito, em que ao longo desse caminho houvesse dezenas de lojas de pronto a vestir e calçado, e mesmo até de eletrodomésticos, e de repente encontramos mesmo à nossa frente um obstáculo, que normalmente são uma coletividade de pessoas tal e qual como se de uma equipe se trata-se, toda parada a meio do passeio a olhar para as montras, o que torna difícil a nossa circulação e normalmente temos de nos desviar para o meio da estrada para podermos prosseguir, mas quem de nós nunca participou numa dessas “excursões” a uma montra em pleno passeio criando um obstáculo para os outros transeuntes.
Ou por exemplo quando uma pessoa vai acompanhada mas geralmente tem uma marcha mais acelerada do que quem nos acompanha, e de repente ao constatarmos que estamos muito mais adiantados somos obrigados a parar e esperar pela outra pessoa sendo que vamos sendo ultrapassados e somos um obstáculo estático a meio da via pedestreonal, e posteriormente somos também levados a acompanhar a marcha da pessoa mais lenta o que faz com que nos tornemos naqueles empecilhos que vagueiam pelo passeio e que constantemente são tocados no braço acompanhado de um “com licença”, e isto nos dias bons em que não somos abalroados, á semelhança dos pobres idosos de ritmo mais lento que normalmente são vistos como os Renault 4 da via pública infestada por Mercedes.
Mas será que maioria das pessoas já não passou por isto ?
Ou as pobres crianças ainda de tão tenra mente que quando vão andando pelo passeio muito gostam na sua inocência de fazer aqueles joguinhos de ir apenas nas faixas brancas ou apenas nos quadrados pretos, ou saltitar de figura a figura mesmo a meio do passeio apinhado de pessoas a se dirigirem com certa pressa, e depois claro como é apenas uma criança não queremos passar por cima e geralmente tentamos ultrapassá-la mas como a criança ainda tem a sua saúde física completa acabamos por andar aos zigzagues tal como ela. Mas quem nunca passou por isso ou quem nunca foi aquela criança?
Temos muito mais casos como os comportamentos públicos há espera de um serviço automatizado, seja a espera por um elevador ou para pagar o estacionamento numa das máquinas, ou mesmo o uso das escadas rolantes.
Quem nunca passou por situações de rivalidade a ver quem toca primeiro e mais vezes no botão do elevador, como se isso nos atribui-se autoridade para excluir ou escolher quem vai a bordo do suposto “nosso” elevador, quem chega primeiro á maquina de pagamento de serviços, quem demora mais tempo numa caixa de multibanco, ou das pessoas que se recusam a dar um espaço nas escadas rolantes para os outros passarem e normalmente insistem em ocupar um degrau inteiro, argumentando que aquilo não é de ninguém e chegaram lá primeiro.
Mas podemos focar mais casos desde os grupos de adolescentes que em grupo adoram fazer o mais barulho possível, e as coisas mais estúpidas possíveis, como sentar-se a meio da via pública, exibir publicamente e em tom alto os problemas dos colegas, rir ou dizer palavrões num tom mais alto que o normal, fazer simulações de violência gratuita, encavalitarem-se a meio do passeio, andarem aos empurrões, mas quem nunca foi jovem irreverente e estúpido?
Ou o hábito de ouvir as bisbilhotices da mesa do café do lado ou a conversa de quem esta mesmo do nosso lado na paragem de metro ou autocarro,e ainda pior ás vezes após sorrateiramente ouvir a conversa opinar sobre o assunto, e dar conselhos, há quem ache isso normal e um meio de fazer novas amizades, eu numa ideia louca fico-me pela preferência pela privacidade. Porque depois é engraçado como as pessoas ficam a saber de certos assuntos que pensávamos ser pessoal, dai a uns tempos já na Sibéria se sabia que certa pessoa que trabalha nos correios anda metida com o moço das entregas, mas eu não sei de nada.
Para finalizar temos os diferentes, mas já definidos grupos, ou se preferirem equipes, que normalmente teem comportamentos em público estereotipados, como por exemplo o grupo de trabalhadores de construção civil que estão a construir um prédio relativamente perto a um sitio onde circula muita gente, principalmente jovem e do sexo feminino, e nesse caso já temos o tradicional coro de assobiadelas treinadas, e palavras ou frases pirosas já estipuladas pela associação recreativa dos trabalhadores de construção civil, como por exemplo “Oh Jóiazinha não queres dar aqui um beijinho ao teu ourives?”, temos também a equipe que é a família versão king-size, que decide ir tudo ao mesmo tempo para o shopping, e que tem como características comportamentos como o falar alto, correr atrás dos putos todos, ralhar com a mãe com a mulher e com o filho ao mesmo tempo, e uma grande dificuldade quer para desembarcar e embarcar os passageiros do pequeno carro citadino.
Mas estes são os males de muita gente, são males que são um marco da nossa sociedade moderna, e sempre em constante evolução, com o aparecimento de novos casos, mas o certo é que há coisas que nunca mudam e atingem muita gente.
terça-feira, setembro 30, 2003
quinta-feira, setembro 25, 2003
Aproveitando a deixa.
Após ler o post anterior escrito pelo Master_Zica, posso dizer que sim a ideia agradou, e sim é possível concretizá-la, e por fim por acaso já tinha pensado em algo semelhante a essa da TDMC, Teoria Dos Males Comuns.
È uma boa ideia e a partir dessa ideia podemos descortinar uma dúzia de outras teorias ainda a serem levadas a cabo, tal como a teoria de afinfar (expressão utilizada como sinónimo de impingir ou enfiar) um pastel de nata após um bom cozido confeccionado e consumido no restaurante Painel de Alcântara, ou a teoria de como a escolha de um telémovel pode ser influenciada pelas teclas, a teoria que prova a sensação de alivio das pessoas ao chegarem à saída do Aeroporto da Portela, ou teorias sobre o uso excessivo da buzina por parte dos taxistas, ou teoria de encher um texto de palha tentando torná-lo maior e pouco mais interessante, mas nada como a Teoria Dos Males Comuns.
Ao explorar essa ideia lanço uma teoria já um pouco conhecida, mas ainda não tratada e divulgada, a teoria do ser Português é igual a ser mal dizente.
Durante um almoço surgiu a discussão sobre o hábito do português falar mal de todos e uns dos outros. È verdade que é um mal geral desta nossa sociedade portuguesa, mas e não é de todas as sociedades? Podia levar a cabo um estudo sociológico, recolher através de uma amostra dados a analisar e interpretar através de cuidadosos trabalhos de pesquisa e interrogação, mas não é preciso porque naquela mesa onde decorria a discussão já as pessoas provavam e dotavam a teoria de veracidade, pois de facto conseguiam falar negativamente sobre o que é ser português, a capacidade de concordar e não concordar ao mesmo tempo, a capacidade de ser do contra apenas com o objectivo de ser diferente ou de lançar uma discussão ou apenas por provocação. Mas porque raio isso é apenas português?
Não será esse um mal do ser humano em geral seja ele de que nacionalidade ou cultura for? É obvio que o português enquanto ser humano é assim, mal dizente (passando a expressão), mas não acho que seja típico do povo português, acho que é um pouco parte de sermos seres humanos dotados de opinião, e se em muita coisa concordamos uns com os outros em muita coisa discordamos. Mas claro que podem dizer que o português condena o estilo de vida de Portugal, culpa mais o governo do que grita com o cão, que diz que em Portugal nada funciona tudo está mal, mas eu pergunto e nos outros paises não será assim?
Não será a insatisfação por não ter mais do que se tem, ou a ambição de ter mais e melhor, o egoísmo de ter o que mais ninguém tem, não será essa uma característica da mentalidade humana? Não digo que concordo, porque até não posso concordar nem discordar, porque normalmente essa pratica de dizer mal de algo é quase como involuntária hoje em dia, tal como ninguém conseguir ter um dia perfeito por muito mais que queira é a sociedade de hoje em dia, mas não é a sociedade portuguesa, é a sociedade universal.
As teorias são mais que muitas, e muitas mais são as opiniões divergentes ou convergentes sobre todos os assuntos, e tudo o que aqui escrevo pode ser contrariado com mais ou menos razão com outros argumentos, mas tudo é valido enquanto pensamento, enquanto pensamento quer interiorizado ou exteriorizado, pode não ser valido em acção, mas enquanto ideologia, enquanto teoria tudo pode ser aceite quer por uns ou refutado por outros, mas não deixa de existir, tal e qual como qualquer outra crença, ou como qualquer aura em que alguém ainda tenha uma réstia de fé.
Tanto é possível fazer teorias de males comuns como teorias de bens comuns e se formos ver o que pra um é mal para outro pode ser bem, mas a mim essa teoria não me interessa, ou até pode interessar, continuo a achar que tudo se faz um pouco do momento, se calhar sou mais actualista do que historicista, e se me perguntarem a mim o que penso agora sobre determinado assunto, dou a minha opinião, mas sem certeza, sem razão fundamentada, porque de um momento para o outro posso vir a discordar de mim mesmo, pois as ideias são feitas numa dada altura especifica, e mesmo que perdurem no tempo, e se transmitam de geração para geração, o que conta mesmo é a sua aplicação no momento, na actualidade.
Para mim, mesmo com duvidas, mas muito poucas, os males podem ser de um podem ser de todos, mas o mal de agir de acordo com o modo como a mente humana foi designada a funcionar é um mal geral da sociedade, da sociedade universal, talvez ate nem seja da sociedade, mas sim da mentalidade universal, talvez os males ainda sejam mais do que comuns, mas tudo é feito de vocábulos como talvez, a incerteza que reside em cada palavra, em cada ideia, em cada tentativa de expressão, fica sempre uma réstia de duvida e incerteza quanto ao modo da sua aplicação e quanto ao estar ou não correcto. Por isso digo que a vida é mais regida por instintos do que pela razão, ou se calhar pelo instinto da razão, porque certezas irrefutáveis não tenho, apenas tenho opinião de como acho que são ou devem ser as coisas, apenas sei que nada sei, mesmo quando sei que agi do melhor modo que pude.
È uma boa ideia e a partir dessa ideia podemos descortinar uma dúzia de outras teorias ainda a serem levadas a cabo, tal como a teoria de afinfar (expressão utilizada como sinónimo de impingir ou enfiar) um pastel de nata após um bom cozido confeccionado e consumido no restaurante Painel de Alcântara, ou a teoria de como a escolha de um telémovel pode ser influenciada pelas teclas, a teoria que prova a sensação de alivio das pessoas ao chegarem à saída do Aeroporto da Portela, ou teorias sobre o uso excessivo da buzina por parte dos taxistas, ou teoria de encher um texto de palha tentando torná-lo maior e pouco mais interessante, mas nada como a Teoria Dos Males Comuns.
Ao explorar essa ideia lanço uma teoria já um pouco conhecida, mas ainda não tratada e divulgada, a teoria do ser Português é igual a ser mal dizente.
Durante um almoço surgiu a discussão sobre o hábito do português falar mal de todos e uns dos outros. È verdade que é um mal geral desta nossa sociedade portuguesa, mas e não é de todas as sociedades? Podia levar a cabo um estudo sociológico, recolher através de uma amostra dados a analisar e interpretar através de cuidadosos trabalhos de pesquisa e interrogação, mas não é preciso porque naquela mesa onde decorria a discussão já as pessoas provavam e dotavam a teoria de veracidade, pois de facto conseguiam falar negativamente sobre o que é ser português, a capacidade de concordar e não concordar ao mesmo tempo, a capacidade de ser do contra apenas com o objectivo de ser diferente ou de lançar uma discussão ou apenas por provocação. Mas porque raio isso é apenas português?
Não será esse um mal do ser humano em geral seja ele de que nacionalidade ou cultura for? É obvio que o português enquanto ser humano é assim, mal dizente (passando a expressão), mas não acho que seja típico do povo português, acho que é um pouco parte de sermos seres humanos dotados de opinião, e se em muita coisa concordamos uns com os outros em muita coisa discordamos. Mas claro que podem dizer que o português condena o estilo de vida de Portugal, culpa mais o governo do que grita com o cão, que diz que em Portugal nada funciona tudo está mal, mas eu pergunto e nos outros paises não será assim?
Não será a insatisfação por não ter mais do que se tem, ou a ambição de ter mais e melhor, o egoísmo de ter o que mais ninguém tem, não será essa uma característica da mentalidade humana? Não digo que concordo, porque até não posso concordar nem discordar, porque normalmente essa pratica de dizer mal de algo é quase como involuntária hoje em dia, tal como ninguém conseguir ter um dia perfeito por muito mais que queira é a sociedade de hoje em dia, mas não é a sociedade portuguesa, é a sociedade universal.
As teorias são mais que muitas, e muitas mais são as opiniões divergentes ou convergentes sobre todos os assuntos, e tudo o que aqui escrevo pode ser contrariado com mais ou menos razão com outros argumentos, mas tudo é valido enquanto pensamento, enquanto pensamento quer interiorizado ou exteriorizado, pode não ser valido em acção, mas enquanto ideologia, enquanto teoria tudo pode ser aceite quer por uns ou refutado por outros, mas não deixa de existir, tal e qual como qualquer outra crença, ou como qualquer aura em que alguém ainda tenha uma réstia de fé.
Tanto é possível fazer teorias de males comuns como teorias de bens comuns e se formos ver o que pra um é mal para outro pode ser bem, mas a mim essa teoria não me interessa, ou até pode interessar, continuo a achar que tudo se faz um pouco do momento, se calhar sou mais actualista do que historicista, e se me perguntarem a mim o que penso agora sobre determinado assunto, dou a minha opinião, mas sem certeza, sem razão fundamentada, porque de um momento para o outro posso vir a discordar de mim mesmo, pois as ideias são feitas numa dada altura especifica, e mesmo que perdurem no tempo, e se transmitam de geração para geração, o que conta mesmo é a sua aplicação no momento, na actualidade.
Para mim, mesmo com duvidas, mas muito poucas, os males podem ser de um podem ser de todos, mas o mal de agir de acordo com o modo como a mente humana foi designada a funcionar é um mal geral da sociedade, da sociedade universal, talvez ate nem seja da sociedade, mas sim da mentalidade universal, talvez os males ainda sejam mais do que comuns, mas tudo é feito de vocábulos como talvez, a incerteza que reside em cada palavra, em cada ideia, em cada tentativa de expressão, fica sempre uma réstia de duvida e incerteza quanto ao modo da sua aplicação e quanto ao estar ou não correcto. Por isso digo que a vida é mais regida por instintos do que pela razão, ou se calhar pelo instinto da razão, porque certezas irrefutáveis não tenho, apenas tenho opinião de como acho que são ou devem ser as coisas, apenas sei que nada sei, mesmo quando sei que agi do melhor modo que pude.
sexta-feira, setembro 19, 2003
Isto é que não queria mesmo ouvir!!!
Nas últimas 72 horas passei por momentos muito agradáveis, momentos muito bons, de calma e descontração, aliás neste momento está o Jorge Palma a dez metros da minha varanda a dar um excelente concerto ao vivo. Infelizmente nestas 72 horas bem passadas de modo generalizado, onde descobri vários valores como a amizade, o carinho pela família, o gosto pela vida, a paciência como virtude, houve uma coisa que me abalou o bom estado de espírito. Soube que na FDL, Faculdade de Direito de Lisboa sediada na Cidade Universitária fazendo parte da Universidade de Lisboa, foram afixados papeis com o novo valor das propinas para o ano de 2003/2004, sendo que o valor das propinas é de 852 euros nada mais nada menos que 170 mil escudos, ou seja praticamente 3 vezes o ordenado mínimo nacional. A FDL apenas tem um curso, que é o curso de Direito, um curso que para os alunos tem alguns gastos como o preço dos livros e a quantidade de livros, chegando um aluno num ano a gastar praticamente 500 euros em livros e material escolar, fotocópias e outros recursos.
A FDL sendo uma faculdade de Direito e com apenas esse curso, não tem maneira de ser um curso em que seja preciso um laboratório, um curso onde seja utilizada maquinaria pesada, um curso em que sejam utilizados instrumentos de grande valor, pois é um curso de direito e não de engenharia ou de biologia, de ciências ou de medicina, é um curso de Direito.
Não vejo como se justifica o gasto das propinas, pois não há muito por onde gastar, as propinas anteriores davam perfeitamente para os gastos, analisando as contas de outros weblogs, a faculdade de direito recebe em média cerca de 600 alunos por ano, isso devido a ser um curso de 5 anos, dá cerca de 3000/3100 alunos, 600x5 mais a margem de cálculo de 100 alunos, se cada aluno pagar os 852 euros de propinas o total de propinas pagas á faculdade é de 2.641.200 de Euros, cerca de mais de meio milhão de contos por volta dos 527.000.000 de escudos. Segundo contas do ano passado a receita foi de 217.000.000 de escudos, ou seja 1.085.000 euros. No fundo há um aumento por volta dos 58% nas propinas e nas receitas da faculdade, para pagar o que a mais do que pagavam o ano passado, esse dinheiro, esse aumento de 58% serve para que gastos que possa ter a faculdade?
Se realmente a faculdade for abrir uma nova vertente que envolva equipamento de alta tecnologia eu não fazia ideia.
É de facto um motivo para mal estar, pois de certo que não serão dadas explicações plausíveis, e de certo tudo ficará no mesmo e o peso vai para o bolso de quem já não pode mais, o remédio é desistir, que bela alternativa que nos dão os responsáveis pelo nosso bem estar, os responsáveis pela nossa educação, que alternativa nos dá o governo senão sentirmos vergonha de sermos regidos por quem somos.
A FDL sendo uma faculdade de Direito e com apenas esse curso, não tem maneira de ser um curso em que seja preciso um laboratório, um curso onde seja utilizada maquinaria pesada, um curso em que sejam utilizados instrumentos de grande valor, pois é um curso de direito e não de engenharia ou de biologia, de ciências ou de medicina, é um curso de Direito.
Não vejo como se justifica o gasto das propinas, pois não há muito por onde gastar, as propinas anteriores davam perfeitamente para os gastos, analisando as contas de outros weblogs, a faculdade de direito recebe em média cerca de 600 alunos por ano, isso devido a ser um curso de 5 anos, dá cerca de 3000/3100 alunos, 600x5 mais a margem de cálculo de 100 alunos, se cada aluno pagar os 852 euros de propinas o total de propinas pagas á faculdade é de 2.641.200 de Euros, cerca de mais de meio milhão de contos por volta dos 527.000.000 de escudos. Segundo contas do ano passado a receita foi de 217.000.000 de escudos, ou seja 1.085.000 euros. No fundo há um aumento por volta dos 58% nas propinas e nas receitas da faculdade, para pagar o que a mais do que pagavam o ano passado, esse dinheiro, esse aumento de 58% serve para que gastos que possa ter a faculdade?
Se realmente a faculdade for abrir uma nova vertente que envolva equipamento de alta tecnologia eu não fazia ideia.
É de facto um motivo para mal estar, pois de certo que não serão dadas explicações plausíveis, e de certo tudo ficará no mesmo e o peso vai para o bolso de quem já não pode mais, o remédio é desistir, que bela alternativa que nos dão os responsáveis pelo nosso bem estar, os responsáveis pela nossa educação, que alternativa nos dá o governo senão sentirmos vergonha de sermos regidos por quem somos.
quinta-feira, setembro 18, 2003
Sugestão Musical! Nostalgia no seu melhor som...
Cliquem para o som do Whole Lotta Love ( recomendamos o uso do Real Player )
Deixo ficar esta bela sugestão para um pouco daquele sentimento nostalgico que cria um sorriso...
quarta-feira, setembro 10, 2003
Vinte coisas que podes fazer no elevador para passar o tempo:
1. Assoa-te e oferece-te para mostrar o conteúdo do lenço aos outros passageiros.
2. Com uma expressão de dor, dá palmadas na testa e vai murmurando:
"Calem-se, todos vocês! Calem-se!"
3. Assobia continuamente as primeiras oito notas do "Assejere" sem parar.
4. Abre uma nesga da tua mala ou carteira e, enquanto espreitas lá para
dentro, pergunta "Têm ar suficiente aí dentro?"
5. Oferece etiquetas com nomes a quem entrar no elevador. Usa a tua
virada de pernas para o ar.
6. Mantém-te quieto e em silêncio no canto do elevador, virado para a parede, sem sair em nenhum andar.
7. Ao chegar ao teu andar, tenta abrir as portas com as mãos, rangendo os
dentes e gemendo com o esforço, e de seguida age embaraçado quando elas se abrirem sozinhas.
8. Inclina-te para os outros passageiros e sussura: "Aí vem a patrulha dos macacos!"
9. Cumprimenta toda a gente que entrar no elevador com um caloroso aperto
de mão e pede-lhes para te tratarem por Almirante.
10. No piso mais alto, mantém a porta do elevador aberta e exige para que permaneça assim
até tu ouvires a moeda que deixaste cair pelo poço do elevador bater no chão.
11. Olha fixamente os outros passageiros com um sorriso de orelha a orelha
e depois anuncia: "Tenho meias novas!"
12. Quando pelo menos oito pessoas tiverem entrado no elevador, geme lá de trás
"Oh não, raio de altura para ficar enjoado!"
13. Mia ocasionalmente.
14. Grita "Cá vamos nós!" sempre que o elevador descer.
15. Leva contigo uma caixa térmica com um autocolante a dizer "Cabeça Humana".
16. Diz "Ding!" em cada andar que o elevador parar.
17. Usa um fantoche na tua mão e fala com os outros passageiros "através" dele.
18. Faz barulhos de explosões sempre que alguém carregar num botão.
19. Usa óculos de Raios-X e olha sugestivamente para os outros passageiros.
20. Diz numa voz demoníaca: "preciso de encontrar um corpo mais apropriado."
2. Com uma expressão de dor, dá palmadas na testa e vai murmurando:
"Calem-se, todos vocês! Calem-se!"
3. Assobia continuamente as primeiras oito notas do "Assejere" sem parar.
4. Abre uma nesga da tua mala ou carteira e, enquanto espreitas lá para
dentro, pergunta "Têm ar suficiente aí dentro?"
5. Oferece etiquetas com nomes a quem entrar no elevador. Usa a tua
virada de pernas para o ar.
6. Mantém-te quieto e em silêncio no canto do elevador, virado para a parede, sem sair em nenhum andar.
7. Ao chegar ao teu andar, tenta abrir as portas com as mãos, rangendo os
dentes e gemendo com o esforço, e de seguida age embaraçado quando elas se abrirem sozinhas.
8. Inclina-te para os outros passageiros e sussura: "Aí vem a patrulha dos macacos!"
9. Cumprimenta toda a gente que entrar no elevador com um caloroso aperto
de mão e pede-lhes para te tratarem por Almirante.
10. No piso mais alto, mantém a porta do elevador aberta e exige para que permaneça assim
até tu ouvires a moeda que deixaste cair pelo poço do elevador bater no chão.
11. Olha fixamente os outros passageiros com um sorriso de orelha a orelha
e depois anuncia: "Tenho meias novas!"
12. Quando pelo menos oito pessoas tiverem entrado no elevador, geme lá de trás
"Oh não, raio de altura para ficar enjoado!"
13. Mia ocasionalmente.
14. Grita "Cá vamos nós!" sempre que o elevador descer.
15. Leva contigo uma caixa térmica com um autocolante a dizer "Cabeça Humana".
16. Diz "Ding!" em cada andar que o elevador parar.
17. Usa um fantoche na tua mão e fala com os outros passageiros "através" dele.
18. Faz barulhos de explosões sempre que alguém carregar num botão.
19. Usa óculos de Raios-X e olha sugestivamente para os outros passageiros.
20. Diz numa voz demoníaca: "preciso de encontrar um corpo mais apropriado."
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