quarta-feira, junho 30, 2010

From me to you with ...some fuzzy feeling.



THIS IS ALL I HAVE TO SAY TO YOU AND YOUR SANDWICH APPETITES....

Pedro since the 80's educating people.



Agora ficas a conhecer a expressão minha croma.

terça-feira, junho 29, 2010

Doce ilusória realidade da vida, quanto me dás para depois tirares.

Imaginem aquele vosso guilty pleasure em termos de cromice.

Imaginem que gostam de coleccionar selos, ou adoram entomologia, sempre foram fãs de mitologia, e devoravam livros sobre algum interesse menos comum.

Vamos supor que têm um desses secretos prazeres, que são difíceis de partilhar com alguém porque normalmente não vos levam a sério se disserem que uma das vossas paixões é a mitologia, ou o estudo profundo da geologia do vosso jardim.

Isso já acontece em prazeres tão mais mundanos, como escrever, ou gostar de fotografia, ou devorar discos de jazz. Por vezes olham para nós com um ar tão incompreensivo como se fosse um ser estranho por gostar de algo bom como jazz, por gostar de filmes italianos, ou por ter como uma das maiores paixões a literatura, tanto de ler como de escrever.

O mundo não compreende, nem nunca vai compreender a minha paixão por literatura do leste europeu, ou o meu vício em Kerouac e Bukowski.

E durante anos vivemos sozinhos esses pequenos prazeres em segredo, sem termos com quem os partilhar, com quem os saber apreciar.

Agora imaginem que do nada, do modo mais inesperado e quase cruel, aparece alguém, que partilha os gostos da vossa vida como se fosse uma cópia exacta, que vos impressiona de tal modo que se sentem rendidos e fascinados.

Imagina tu Luís que encontras alguém que gosta de Ophet ou Porcupine Tree tanto como tu, que venera os filmes Grindhouse, que toca guitarra baixo lindamente, e partilha tantos outros gostos como tu?

Imagine quem quer que leia este post, que no meio do nada da vossa vida aparece alguém que nunca pensaram existir, alguém que vos impressiona de tal maneira, aquela outra parte que faltava, aquela pessoa com quem posso ser eu, e que posso partilhar as minhas paixões da vida.

Que sentimentos estamos autorizados a sentir nesse momento?

Quanta liberdade nos podemos dar de querer a companhia daquela pessoa?

Neste momento vou apenas em estupefacção e medo, puro receio.

Receio porque muito provavelmente será mais alguém que saberei com toda a mestria afastar e afugentar da minha vida, naquele jeito que me caracteriza, de quem não tem ou quer ter direito às coisas boas da vida.

Partes de mim.

Por vezes o inesperado acontece, abate-se sobre nós uma gélida verdade, e é revelada a essência da nossa vida.
Não fui feito para felicidade, e no meu aspecto mais duro e inacessível, tenho mais do que não se espera do que se quer.
Sou uma antítese de mim mesmo, o meu pior inimigo sou eu quando tento ser meu amigo, odeio acreditar, embora viva de sonhos e possibilidades remotamente encostadas a um canto da minha mente.
Não sou derrotista, e tanto padeço de um optimismo doido, uma crença e esperança que queima a ponta dos dedos, de tanta a vontade em alcançar algo, como sou pessimista por medo.
Quero a felicidade, é o que mais quero, e na procura por tal felicidade, acabo por esquecer quem sou, o que valho.
Quando na vida, algo de demasiado bom apresenta-se perante mim, desconfio, sinto medo, e embora não ignore tento desviar o olhar. Quando algo demasiado bom para ser verdade aparece, resigno-me a pensar que não é para mim, e embora saiba que mereça, sei que não sou capaz de aproveitar, é demasiado para mim, para este eu pequenino que sou.
Não tenho nada para oferecer a alguém que me intimide ao ponto de me sentir insignificante por comparação.
Gostava de um dia saber cativar alguém assim para mim, alguém em tanto especial, sem ter de me sentir tão pequeno e insignificante perante o que aquela pessoa representa para mim.
Até lá, tão doce e poeticamente só, tão não merecedor de pessoas como tu.
Vale o que valem estas palavras, desabafos murmurados com o sol na cara, tenho dias que nem sou assim.

segunda-feira, junho 28, 2010

In my life, everything is strange.



Because i like it...

Don't pick on me today..

Estou de mau humor.

De manhã começou mal o dia, tive de servir de bombeiro para os vários problemas e asneirada de muita gente, o trabalho foi surgindo em catadupa e tudo prometia ser um dia de massacre. De repente uma simples conversa mundana acalmou-me o espírito, pude aparvalhar um pouco, e até depois do almoço estive animado a conversar aos soluços, mas a conversar. Estava feliz e bem disposto.

Nada fazia esperar o restante dia. Prazos em cima de prazos, gritos, discussões e muito stress acumulado.

Para acabar o meu joelho piorou, e cada vez mais convenço-me que vou ter de ser operado.

Desanimei, e sinto-me só.

domingo, junho 27, 2010

O quanto suspiro com isto.



Música para acomodar o meu espírito de final de domingo...

A partir das 22h00 de domingo, começo a deprimir.

Amanhã é segunda, e um dia cheio de trabalho como tem sido costume.

Odeio as segundas-feiras. E por esta altura começo a ficar "deprimido" com tal constatação.

Ando cansado, não consigo dormir, e sou forçado a dar mais de mim, muito mais para conseguir aguentar certos ritmos.

Tenho dores de cabeça e estou com dores no pescoço que matam-me bocadinho a bocadinho.

Precisava de uma massagem e uma semana de férias num sitio paradisíaco.

Lower Expectations.

Acordei cedo a pensar em limpar a piscina, e dar um mergulho e de repente o tempo dá-me uma valente bofarda e ameaça chover...

Bem o que vale é que às 15h00 dá Inglaterra Alemanha e às 19h00 Argentina México...

Viva el Futbol ...

Sou amigo de algumas personalidades.

Agora é que te lixo, embora não seja uma pessoa vingativa, sou um sacaninha quando quero.

Pois é. Eis algo que nem toda a gente sabe sobre mim. No liceu conheci um rapaz enquanto andava a perceber se teria jeito para o basquetebol ou nem por isso.

Esse moço de seu nome Roberto, foi de imediato um dos meus bons amigos paralelos ao liceu.

Apesar de não estarmos na mesma escola, lá nos dávamos e socializávamos entre grupos de amigos.

O Roberto sempre teve o sonho de seguir engenharia, e não fosse a sua preguiça intensa teria conseguido. Invés, o famoso boi de carga e poço de força chamado Roberto decidiu ingressar no mundo da construção civil, e com algum sucesso se podemos dizer.

Foi nesse momento, nesse mágico momento, em que eu e muitos outros amigos pudemos com orgulho dizer, que éramos amigos e convivíamos com o BOB O CONSTRUTOR.

É verdade eu sou amigo do BOB o CONSTRUTOR.

Tivesse o André seguido para taxista e também era amigo do Noddy.

Roberto esta é para ti. Abraço.

sábado, junho 26, 2010

A olhar o mar, sinto a música nos meus lábios.



Gosto de ouvir esta música a olhar para o mar, e sei que não sou só eu que te posso ajudar, mas gostava que me deixasses ajudar.

Só para o Luigi saber...

Juntamente com a tosta bebi sumo de maçã.

Jantarinho soube mesmo bem e não foi salada ou sopinha. Nice.

Tosta de frango em pão integral com tomate, manjericão e mostarda.

No one can beat that one...

Para tudo aquilo que for preciso.



Principalmente para não mais mentir a mim mesmo, para não mais me enganar, para não mais sentir, que não sou o melhor que podia ser.

As coisas que eu descubro.

Eu insisto até ao ponto em que sou obrigado a deixar de insistir.

Sou daquelas pessoas péssimas para serem testadas. Quando me dizem não, sim, ou o que for, assumo que seja essa a resposta definitiva, logo não insisto mais, mesmo que tenha pena de não ser esse o meu desejo, não ser a resposta que esperava.

Agora não assumam que o meu não ou sim é definitivo, eu não funciono da mesma forma.

Seja qual for o rumo a dar às coisas na minha vida, desde a coisa mais simples e mundana, eu não esqueço ou largo no preciso momento.

Se gosto de um sabor, de um cheiro, de um som, de qualquer coisa na minha vida, não sou capaz de deixar de gostar de um momento para o outro.

Eu agarro-me ao que me dá prazer, ao que me faz sorrir, ao que me faz sentir bem. Seja um livro, uma música, uma conversa. Valorizo tudo, e acho que tudo merece ser estimado.

Quando me retiram as coisas, ou colocam um travão, eu respeito, aceito, mas não quer dizer que apague o que quer que seja em mim.

Não tenho botão de on e off.

Da saudade à constatação desiludida em segundos.

Depois da experiência ontem à noite, fiquei mesmo com saudades dos tempos de radialista.

Rádio, música, comunicação, são artes mágicas do ser humano na difusão de ideias, gostos e posturas para com a vida.

Viva a rádio. Quero voltar a fazer rádio.

Não vou voltar a fazer rádio.

Fiquei triste agora.

A publicidade é algo que comigo não resulta.

Eu funciono muito por sugestões. São poucas as que passam, ou caso contrário suspeito que estaria muito melhor na vida.

No fundo o que quero dizer, é que apesar de não ser demasiado influenciável, dou ouvidos a algumas sugestões que me fazem.

Por exemplo, se uma das raparigas mais giras que conheço, diz-me "Ficas muito mais giro de cabelo mais curto, não gosto de te ver com esse cabelo todo, e essa barba, ficas com ar de bruto.", eu acabo por ouvir, assimilar e pensar. Gosto do meu cabelo assim? Não desgosto, mas faz-me assim tanta falta? É verão. E realmente este cabelo assim fica meio betinho.

Logo daqui a meia hora vou cortar o cabelo.

Outro exemplo. Ainda estes dias mudei de perfume. Voltei ao tempo em que tinha 5 ou 6 diferentes e variava consoante o dia. Vou num elevador, e oiço o seguinte "Não cheiras a ti. Gostava mais do outro perfume. Dava vontade de trincar."

Sugestão estranha, e que me causou estranheza, visto que não queria ser trincado, nem entendi porque razão aquela moça poderia querer trincar-me, mas na verdade, voltei a usar o meu perfume habitual, algo que mereceu o elogio de mais uma ou duas pessoas, que acham que devo ter um cheiro característico. Não sei porque razão, visto que centenas ou milhares de homens usam aquele perfume, é que aquele aroma há de me caracterizar.

Como exemplo final do poder que a sugestão tem em mim, e de modo a localizar a situação, estando à beira da piscina, a apanhar um belo sol, oiço o seguinte comentário "Este sol está a saber mesmo bem, mas já me sinto muito quente. Eras um querido se me desses protector solar nas costas, está ai na minha mala, e já agora podias dar uma massagem a ver se eu relaxava um bocadinho mais, e tu pareces ter jeito para essas tarefas.", ao que eu respondi, a tua mala está muito longe, eu estou com sono, e tu tens mãozinhas, e tens mais gente a quem pedir favores.

Não fui suave, e por vezes sou um pouco bruto eu sei, mas estava no chamado limbo, entre o mundo acordado, e o mundo a dormir, não gosto que me incomodem nessas alturas. Neste caso o poder da sugestão falhou redondamente.

Isto serve para explicar o seguinte. Eu aceito sugestões, não ignoro o conselho das pessoas, mas a maioria das vezes, simplesmente deixo que passem ao lado. Não é por maldade, é simplesmente uma questão de escolha.

Eu gosto muito de ser eu mesmo a fazer a minha vida, sem indicações ou instruções de outras pessoas.

I hope you get the message.



Tudo o que tenho a dizer a uma mulher, mas cantado com uma melhor voz que a minha.

De repente deu-me para esta...

sexta-feira, junho 25, 2010

O que é o amor?

Hoje foi dia de jogo grande... muita bola, pouco jogo, muita bebida e pouco juízo... devia ter sido ainda menos. Os mais escuros recantos da memória iluminam-se nestas alturas. Só queria esquecer, começar tudo de novo e deixar para trás a memória: do mal que fiz, do bem que podia ter feito... e porque não? do Pauleta, do vinho, do Código não sabem vocês das quantas e de tudo o que resta deste ébrio lamento.

Devia estar calado, devia dizer: temos de mudar, vai mas é emagrecer... já vi esta história e comi dessa gamela. Tragam o bem bom, deixem ver o dinheiro e enquanto estamos nisto avisem o coveiro...

Pode não parecer, mas estou-me a rir: laughing out loud and while we're at it, why not roll on the floor. Inapropriado?! dizes tu!! cá eu falo que me desunho e da minha justiça faço lei! MORRE CÃO! VIVE HOMEM! Acorda para vida moça! que eu não duro sempre!

Este chorrilho de disparates não significa nada. Talvez, só queira falar ou então não... se calhar vai-te quilhar, tu e mais a tua atitude de vedeta!... sei lá... a mim sempre me chamaram doido... vá-se lá saber porquê... podia ter sido uma borbulha a falar da puberdade ou um imberbe a queixar-me dos pelos da venta: olha não é má vontade, mas vai-te lixar que o ácido só bate daqui a 10 minutos... se bem que a coca já não sei... achas que ganho para esse tipo de despesas?!! PORCA!! Não me faltas ao respeito!! TÁS OuvINDo?!!


Tragam-me um iogurte amigos. O computador está cheio de VirUs...

Ao menos não há erros ortográficos. Olhem leiam segunda vez e depois digam qualquer coisa.

PS: este é o BAMBAS! Pshiiuuuuu....

When will i just zipp it...

Por vezes simplesmente falo demais. Por vezes sou demasiado genuino. Por vezes sei quais são os erros que cometo, mas não abdico da minha maneira de ser, para passar a ser algo que me traga mais proveito.

Falei demais, por querer falar mais contigo. Continuo a falar demasiado, mas como não sei jogar, não entro nestes jogos entre sexos, exponho aquilo que sou e penso.

Torno-me desinteressante, por mostrar que acho as outras pessoas interessantes.

Maybe i'm too eager, needy, craving for company or attention, maybe i just want to share the magnificent person i am. That inverts the table. From a poor needy bastard, with a desire for attention and conversation, i start to seem a narcissistic prick that thinks he's an hot shot.

Seriously i just like talking to you, and wanted to do it more often.

Guilty.

Não são feitios, são estados de alma.



Desde pequenas, quando estão nesta disposição de humor, back off.

Bet i can make her smile in 10 seconds. =p

Não liguem ao facto de andar com a mania de poliglota.

No trabalho, as raparigas chegam ao ponto de se insurgirem com o facto de eu beber Red Bull, porque faz mal, e porque acham que o faço apenas para aguentar as poucas horas de sono, e trabalhar o mais que puder. (Wrong...)

Tenho uma mãe em casa, e outras tantas no trabalho.

Não é só com o Red Bull, ou com o facto de carregar no café. Por vezes chegam a criticar o facto de só comer comida saudável, por comer sopa e salada todos os dias. Como se fosse uma coisa má? Não sei porque razão, mas por vezes as raparigas comigo têm a tendência de fazer o papel de mãe comigo...

Why? Do i seem to be retarded? Am i that cute? Or it's just your controling freak nature?

Eu sei que sou inocente e ingénuo, acho piada que as minhas irmãs e amigas, sempre que me envolvo numa relação com alguma rapariga, parece que travam a respiração e ficam-me a ver avançar nessa relação como se fosse a dar passinhos de bébé.

Eu sei que sou sonhador, sei que gosto de acreditar, que gosto de lutar, que insisto e não dou parte de fraco, mas eu sou auto-suficiente graças a deus.

Gosto do carinho, gosto da preocupação, não gosto que me repitam as coisas ao ouvido, e que tentem ganhar a razão por força de conseguirem ser mais chatas que eu ser paciente.

I take risks, and i can take a punch (or several i guess).

quinta-feira, junho 24, 2010

Expoente da exposição indecente.

Coisas a saber do Pedro.

Não gosta de coisas complicadas, mas aprecia tudo o que seja complexo. Embora por vezes complique determinadas coisas, tenta sempre que possível simplificar o mais possível através do diálogo.

Não possui uma auto estima por ai além, mas reconhece em si mesmo muitas e boas virtudes.

Gosta de tudo o que lhe apele intelectualmente, mas não é nerd, simplesmente é um mauzão mental.

Tende a ser um bom comunicador, adora falar e conversar, embora apenas seja capaz de o fazer com sucesso no meio de um grupo em que se sinta à vontade. Individualmente é mais introvertido e tímido, por isso quando encontra alguém com quem consiga conversar e ter interesse na conversa, fica fascinado.

A companhia e partilha de interesses é o que mais valoriza no mundo. Adora partilhar os seus gostos, e adora que lhe ensinem coisas novas.

Passa muitas horas sozinho, mas prefere passar horas sozinho enquanto acompanhado.

É criativo, imaginativo, inventivo, e tem sempre a cabeça a mil à hora.

Tem um bom sentido de humor, gosta de fazer as pessoas rir, e tem prazer em arrancar um sorriso a alguém.

Maior prazer que arrancar um sorriso, é conseguir soltar o olhar de alguém e deixar-se perder nele.

É romântico, talvez em demasia, é ingénuo e inocente, promete a si mesmo que se tornará alguém mais frio e calculista, mas não consegue ir contra a sua natureza.

É dedicado a quem gosta, sente realização nesse facto.

É impulsivo e pensativo ao mesmo tempo, choca um bocado em termos de intenções, por exemplo, acha graça em sentir saudades de conversar com alguém que não conhece, mas que no entanto durante duas noites conversou um pouco, e ficou com vontade de falar mais...pára e começa a pensar, e chega à conclusão que tal coisa é ridícula, mas não deixa de sentir saudades e procurar falar com essa pessoa.

Não tem jogo nenhum de engate, atrapalhasse todo, passa por cima de si mesmo, tenta ser engraçado quando não deve, por exemplo num momento em que tudo está encaminhado, decide dizer uma piada, por puro nervosismo.

É seguro de si, inspira confiança e estabilidade, mas no interior em certas situações é um miúdo autentico.

Apesar da sua maturidade, e postura sapiente, gosta muito de ter as suas garotices, e de se comportar de maneira infantil, principalmente quando está a asneiras, e mesmo passado tantos anos, ainda não consegue disfarçar ou mentir para se escapar, e é sempre apanhado.

Teimoso, já foi mais, hoje é mais paciente, e compreensivo.

Apaixonado, pelo que gosta, pelo que acredita, e defende com violência tudo o que lhe diz algo.

Adora escrever, tocar e ouvir música, fotografia, e tudo o que possa envolver um processo criativo.

É envergonhado, tímido, e rapidamente arrepende-se de ser tão frontal e sincero, tal como muito em breve, irá arrepender-se de ter escrito isto.

I wish someone could hold my hands.



Foto enquanto esperava, em vão.

quarta-feira, junho 23, 2010

Red ball is watching you.



Nas pausas da advocacia, o disparate é muito.

A mensagem que passa.



Que mensagem passa esta foto?

Sinto-me um criminoso a escrever um post enquanto estou no trabalho.

Ontem fiquei à espera do 102, e entretanto adormeci tarde e a más horas.

Agora estou cheio de sono e a tomar Red Bull à maluca. Distraido ainda fui capaz de tomar Red Bull ao almoço, e de seguida aceitar um convite de uma das colegas para ir beber café.

Durante uma hora não me calei. Agora voltei a ter sono.

O que salva é estar embrenhado no mundo do contencioso comercial, enquanto oiço jazz de grande qualidade.

Hoje o dia vai ser bonito vai.

Entretanto recebi um convite para jantar, disse que sim, de seguida recebi um convite para jantar da minha mãe e também disse que sim.

Who win? Mom... she gave me birth and irons my shirts.

A face da convicção com o Snoopy por perto.



O pequenote de ar convicto.

terça-feira, junho 22, 2010

What can i say about girls that lick?




Foto no Funchal, alguém decidiu parar para comer gelados.

What's wrong with you? I guess nothing much.

Uma rapariga bem gira requisitou os meus serviços no campo da fotografia, e piscou o olho.

Eu não hesitei, não gaguejei, nem fiquei com ar de quem estranha, limitei-me a dizer "não sei, logo se vê se tiver tempo para isso".

Estarei a ficar imune aos flirts ou simplesmente desinteressado?

Ao som dos Bush - Letting the Cables Sleep.

Encarna-me na carne dos teus lábios. O fascínio que tenho por eles. São de um rubor vivo na palidez da tua face meiga.
Fecho os olhos e imagino os meus dedos suavemente dedilhando a silhueta dos teus lábios, que parecem desenhados ao pormenor, num estilo muito próprio e desconcertante.
Toca-me com a tua mão na minha face, encosta a tua testa ao meu rosto, passa o teu nariz pelos meus lábios, promete que os meus lábios encontram os teus a meio caminho.
Sinto-os a chegar. Deixo a boca entreaberta, um pouco na expectativa, outro tanto para poder absorver ar que me acalme o fogo que sinto.
Sinto os teus dedos nos meus olhos, não queres que te veja a beijar-me. Acho-te tola por isso. Não é um momento que me possas impedir de visualizar. Na minha mente tenho rotas traçadas, gestos definidos, momentos e imagens gravadas, antecipadas pelo desejo bruto da mente.
Sinto os teus lábios a palmilhar terreno, estão tão perto dos meus. Suspendo a respiração por senti-los tão perto. Pensas tu que aguardo o momento em que selamos os lábios, como uma implosão de expectativas, um turbilhão de desejos materializados na carne palpitante das nossas bocas. E o quanto te enganas. Não foi apenas mais um beijo. Foi um realizar de um desejo, sim admito isso, mas não criei expectativas, não empolguei o momento, apenas decidi vive-lo. Vivi aquele beijo, o teu beijo. Comi da paixão incerta dos teus lábios, agrilhoei aquele suspiro selvagem, que podia denunciar as minhas intenções de repetir aquele momento em que nos beijamos, vezes sem conta.
Sinto os nossos dedos a entrelaçar, no mesmo momento que os lábios se descolam. Um acto que se arrasta, como se fossem tiras de velcro a serem afastadas. Em parte porque não queremos que acabe, outra porque assim dita a química dos nossos corpos, e a pele que se apega, na humidade de um beijo.
E à medida que afastas os teus lábios dos meus, os nossos olhos reencontram-se. Volto a vislumbrar a expressão do teu rosto, tu com um sorriso tímido, e um olhar que pede por mais. Eu supostamente com um sorriso infantil, deliciado e sedento por muito mais.
É isto que me ponho a fazer quando não te tenho aqui mais perto, quando não oiço a tua voz ou sinto o calor do teu carinho. Ponho-me a a imaginar sozinho. E mesmo sozinho estou sempre bem acompanhado. Nem que seja por uma doce ilusão.



Acho que um dia fui capaz de dizer tudo isto a alguém. Disse pouco talvez, mas o facto de o ter dito, significa que não posso calar a palavra que me mordeu a alma.

Hoje, passo muito mais tempo calado...por precaução.

segunda-feira, junho 21, 2010

Nos primórdios do tempo.

Near that calm sacred path,
I found a man laid on his back,
without a care on his mind,
like problems were nowhere to find.
Cloud by cloud shadows would come,
but he kept there, nothing could be done.
A little bird started to stare,
to a perfect nature love affair,
a man that made a pact with time,
he was granted with the ability of rewind.
Every simple move, every single step,
blink by blink, breath by breath.
Odd times that we now live,
prisoners of time that wont forgive,
except if you have some joy to give,
and you're not too fond of the forbidden fruit.

Ainda me lembro de ter escrito este texto. Na altura achei que não tinha ficado muito mal.

Onde raio foi aquela fome de escrever?

Esta música transcreve-me o espírito em notas e cadências.



Uma das minhas músicas favoritas, de uma das minhas bandas favoritas.

My kind of soul.

domingo, junho 20, 2010

Não costumo pedir muita coisa, nem no Natal e muito menos no Corpo de Deus...

Aquele troço da MEO que bloqueia o som das Vuvuzelas, não tem um sistema portátil? É que existem ai uns malandros que andam a bufar naquele negócio dia e noite na rua. Já não tenho tijolos nem pedras para lhes atirar.

Senhores da MEO, por favor contratem ninjas para dar cabo do pessoal que usa esse pérfido instrumento onde mandam umas bombadas de ar e incomodo, ou então criem um sistema portátil.

Já agora, se não for muito incómodo gostaria de vos fornecer uma lista com sons irritantes para bloquear, passo a enumerar:

- Birra de crianças e mulheres;
- Choro de crianças e de algumas mulheres;
- Guinchos das mulheres e da maioria das crianças;
- Vozes irritantes de qualquer idade e sexo;
- Saltos altos às 07h00 num Domingo, porque ninguém vai a lado algum de saltos altos a essas horas, nem uma prostituta a fazer banco;
- Grande parte do Jornalismo em Portugal;
- Gatas com o cio, e demais animais que emitem sons semelhantes a um veado a parir golfinhos;
- As ocasionais vozes na minha cabeça que eu tanto esforço faço por ignorar visto que não tenho paciência para matar as primeiras 30 pessoas que apanhar naquela determinada manhã, além de que não gosto de sujeira;
- E demais sons que possam ser irritantes, mas não quero estar a lançar aqui nomes de pessoas...

Se pudesse ser senhores da MEO, agradecia-lhes de sobremaneira.

Ass.

Um dos utentes da vida neste planeta.

O sobrenatural

Há dias estranhos. Bons ou maus, tem dias saídos do livro de macumbas de uma daquelas senhoras zarolhas, com voz de bagaço, fumadoras de charutos ou novas, mas vestem à velha. Veja-se: acordo numa casa onde não devia estar, com o frigorífico recém-apetrechado de guilty pleasures (e presunto de porco preto também conta). Logo aí vi que os ventos andavam a soprar do avesso... tipo um suborno divino. Então vamos lá a ver isto: alguém dá alguma coisa a alguém?! Como é que aquilo apareceu?! (até há uma boa explicação, mas na altura não sabia).

Depois, pela primeira vez que me lembro, vou de transportes para Lisboa e chego a horas (vá, com 15 min de atraso, MAS aparecemos todos ao mesmo tempo huuuhhh)... aqui já era claramente um sinal. Algo nos queria ali... (e não estamos a falar de um agente de cobranças da urgência médica).

Vai-se a ver e ao almoço servem corações de galinha... e servem mesmo! Sei o que estão a pensar: Holy Kalimah Batman!!! (olhem, é só pena aquilo espremer uma espécie de molhanga, fora isso até se come bem).

Ao que se seguiu uma conversa sobre mau-olhado, mais concretamente, a discussão e apologia dos benefícios terapêuticos do sexo oral contra essa maleita metafísica (segue a mesma lógica de chupar veneno da ferida, ainda que preferencialmente deva ser executado por profissionais "erxupistas"). Ok, até caímos num tema bastante vulgar e mundano, mas o mau-olhado estava lá... coincidência?

Já na viagem de regresso em plena Avenida de Ceuta, como se ainda não tivéssemos apanhado a dica, atravessa-se à frente do carro um homem de braços abertos, tremendo e revirando os olhos como se o menino Jesus lhe tivesse feito um clister. Nisto passa um carro de polícia e ficam os dois parados no semáforo... Que cenário Dantesco... regras de trânsito básicas a serem cumpridas em Lisboa...

Ainda em choque, decidimos fazer a mais óbvia e única coisa que podíamos fazer: reactivar o Não Querem Ouvir e pagar à urgência médica.  

Pablo Neruda.

AQUI TE AMO.

NOS SOMBRIOS PINHEIROS DESENREDA-SE O VENTO.

A LUA FOSFORECESOBRE AS ÁGUAS ERRANTES.

ANDAM DIAS IGUAIS A PERSEGUIR-SE.



DESPERTA-SE A NÉVOA EM DANÇANTES FIGURAS.

UMA GAIVOTA DE PRATA DESPRENDE-SE DO OCASO.

ÁS VEZES UMA VELA.ALTAS,ALTAS ESTRELAS.

OU A CRUZ NEGRA DE UM BARCO.

SÓZINHO.



ÁS VEZES AMANHEÇO.E ATÉ A ALMA ESTÁ HÚMIDA.

SOA,RESSOA O MAR AO LONGE.

ESTE É UM PORTO.

AQUI TE AMO.

Sim é com certo pesar que volto a vestir o fatinho, e volto a incorporar a profissão.

Acabaram-se as férias, amanhã estou de volta ao trabalho.

Será que alguma vez queixei-me do Secundário?

Se um dia me tornar num detective privado, levo isto atrás.




O que a minha alma ouve ao fim do dia.

sábado, junho 19, 2010

Comprimidos "Querida Cheguei!"

Está mesmo, mesmo para breve...

Já nem sei o que é escrever nisto, mas ficava mal não vir aqui mandar o bitaite... Olha agora que falamos nisto... quem é este gajo?!! E que raios faz aqui?!!

TODA A VERDADE! JÁ A SEGUIR.
(depois do intervalo publicitário, porra!)

Está para breve...