A minha persistência, a tua irresistivel essência.
Sempre em busca de ti, sinto-te distante, e eu aqui.
Não me vou embora, não vou baixar os braços, deixar de te querer, ou deixar-te de ver como vejo, recuso-me e não o faço.
Quero-te assim, quero-te bem, para mim.
Talvez não faça sentido, talvez seja cansaço, sei que não luto pelo impossível, luto pela felicidade que almejo, que desejo como quem sente o que sabe sentir.
Gosto de ti hoje, gosto de ti amanhã, nada muda, independentemente do que me dás ou do que me negas.
Sinto-te distante, e a afastar-me cada vez mais, e recuso-me a largar o que quero, o que sinto, o que decidi viver por mim.
Talvez seja o cansaço, talvez seja apenas a minha imaginação, mas continua tudo o mesmo para mim, tudo o que te disse, tudo o que te digo, todos os dias.
Não me esqueço de ti, és especial, gosto de ti e estou aqui. Vou cá ficar, sozinho ou como for, mas não vou deixar de sentir o que tenho para sentir, não me vou negar essa liberdade, a liberdade de gostar, venha a dor, venha o medo, ou venha o tempo, não me vou deixar cair nesse tormento.
És a minha música, o meu sorriso, és as mãos que me afagam o rosto, a força do meu pensamento, és musa, és esperança, numa felicidade que também dança, que se prende, cravada no meu peito.
Sei que me fazes feliz, e quero essa felicidade, ou ma dás ou conquisto-a. Não vou a lado nenhum.
(Acho que estas foram as palavras de um homem convicto, num dia de desespero, estando ele a escrever uma carta no café central de Motovun.)
3 bitaites:
convicto ... como o amor!
Parabéns.
Tenho-te lido..
Como sopros de uma alma bonita, as palavras são sentidas.
Por mim!
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