segunda-feira, novembro 27, 2006

Que raio de conversa...

Acho um puro desperdício de tempo quando alguém suspira e bufa à nossa frente, apelando inabalavelmente a que se faça a pergunta, “o que se passa?”, e logo depois responde, “São coisas minhas.”.
Primeiro a frase “são coisas minhas” parece ser coisa dita por um bardo ressabiado com o resto da taberna ao fazerem troça do padrão dos seus collants.
Em segundo lugar é bom que quando suspirem a olhar para mim seja uma forma de dizer, “quem me dera ter-te, mas és bom demais para mim, és mesmo todo tesudo”, caso contrário não suspirem de frente para mim, já me basta um gajo que passa a vida a cheirar os dedos enquanto fala, mais esquisitices não.

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