If i had a voice like yours, i would lullaby you a song every night before you went to sleep, i would catch your last smile, and it would be mine to keep.
What a magical being you are, what a straight heart unfinished perfection, my true love, owner of my affection.
quarta-feira, setembro 08, 2010
terça-feira, setembro 07, 2010
segunda-feira, setembro 06, 2010
sábado, setembro 04, 2010
Against my needs.
Ter relógios biológicos é uma bela merda quando não vêm com um botão de snooze incorporado.
Como é possível que ao Sábado continue a acordar por volta das 07h00, como se fosse um dia normal de trabalho.
Pior o meu subconsciente sabe que é Sábado, mas tende a espicaçar o meu corpo a levantar-se com provocações básicas. Por exemplo, fui capaz de constatar que raramente nos dias de semana, acordo com a bexiga a bombar e um valente tesão do mijo. Durante a semana por volta das 07h00 raramente tenho grande vontade de mijar. Agora como é Sábado o meu subconsciente sabe que é Sábado, eu acordo e de imediato penso que posso voltar a dormir mais umas horas, mas a minha bexiga dispara, e sou forçado a levantar para ir mijar. Ora só esta pequena viagem, faz com que acorde obrigatoriamente.
Se não soubesse melhor, diria que estou sempre contra mim mesmo.
E que raio posso eu fazer a estas horas a um Sábado de manhã?
Pelos vistos escrever esta porcaria num blog.
Olha que bela vida ein...
Como é possível que ao Sábado continue a acordar por volta das 07h00, como se fosse um dia normal de trabalho.
Pior o meu subconsciente sabe que é Sábado, mas tende a espicaçar o meu corpo a levantar-se com provocações básicas. Por exemplo, fui capaz de constatar que raramente nos dias de semana, acordo com a bexiga a bombar e um valente tesão do mijo. Durante a semana por volta das 07h00 raramente tenho grande vontade de mijar. Agora como é Sábado o meu subconsciente sabe que é Sábado, eu acordo e de imediato penso que posso voltar a dormir mais umas horas, mas a minha bexiga dispara, e sou forçado a levantar para ir mijar. Ora só esta pequena viagem, faz com que acorde obrigatoriamente.
Se não soubesse melhor, diria que estou sempre contra mim mesmo.
E que raio posso eu fazer a estas horas a um Sábado de manhã?
Pelos vistos escrever esta porcaria num blog.
Olha que bela vida ein...
sexta-feira, setembro 03, 2010
Vejo-te sempre com um brilho nos olhos.
O quão amargas podem ser as coisas doces? Como pode ser o nascer do sol tão cinzento?
Como é possível retirar prazer da dor? Como é por vezes tão bonito um dia cinzento com a chuva a cair? Porque é que as contradições nos afectam tanto, mas os paradoxos por vezes nos agradam?
Existem pessoas assim. Complexamente contraditórias. Mas tu meu amor. Tu não és um misto de contradições. Na tua forma de ser, vejo apenas um conjunto de harmonias.
Como é possível retirar prazer da dor? Como é por vezes tão bonito um dia cinzento com a chuva a cair? Porque é que as contradições nos afectam tanto, mas os paradoxos por vezes nos agradam?
Existem pessoas assim. Complexamente contraditórias. Mas tu meu amor. Tu não és um misto de contradições. Na tua forma de ser, vejo apenas um conjunto de harmonias.
quinta-feira, setembro 02, 2010
quarta-feira, setembro 01, 2010
Não é elitismo musical, é bom senso.
Apesar da minha área de actividade ser a do direito, eu por vezes tenho dificuldades em avaliar o que é justo e injusto, o que deve ser punido e de que forma deve ser punido, ou passar incólume.
Tenho um sentido de justiça mediano, a chamada noção do homem médio, a comum noção de qualquer pessoa normal com noção do bem e do mal, do certo e do errado.
Quando estou a ouvir Pink Floyd e alguma alminha diz, "baixa ai o barulho que assim não consigo ouvir o Eminem"....
E que fazer? Que justiça aplicar? Qual foi o verdadeiro crime? Foi chamar Pink Floyd de barulho? Foi pedir para baixar o som quando está a dar Pink Floyd? Foi estar a ouvir Eminem? Foi preferir Eminem a Pink Floyd?
Pelo acumular de crimes graves é de excluir o uso da forca? É que acho que a pessoa em questão foi escuteira, se calhar podia fazer o jeito de dar um nó jeitoso para a sua própria forca...
Tenho um sentido de justiça mediano, a chamada noção do homem médio, a comum noção de qualquer pessoa normal com noção do bem e do mal, do certo e do errado.
Quando estou a ouvir Pink Floyd e alguma alminha diz, "baixa ai o barulho que assim não consigo ouvir o Eminem"....
E que fazer? Que justiça aplicar? Qual foi o verdadeiro crime? Foi chamar Pink Floyd de barulho? Foi pedir para baixar o som quando está a dar Pink Floyd? Foi estar a ouvir Eminem? Foi preferir Eminem a Pink Floyd?
Pelo acumular de crimes graves é de excluir o uso da forca? É que acho que a pessoa em questão foi escuteira, se calhar podia fazer o jeito de dar um nó jeitoso para a sua própria forca...
terça-feira, agosto 31, 2010
E um cafézinho não ajuda?
Sentado à minha secretária no trabalho, tive por momentos dificuldade em efectuar a destrinça entre o que é sono, e o que é uma experiência espiritual fora do nosso corpo.
Algo me diz que tenho de dormir mais horas. E isto no dia em que dormi mais horas que o habitual.
Bem vou para a sala do arquivo dormir meia horinha.
Algo me diz que tenho de dormir mais horas. E isto no dia em que dormi mais horas que o habitual.
Bem vou para a sala do arquivo dormir meia horinha.
segunda-feira, agosto 30, 2010
domingo, agosto 29, 2010
Palavras ocas para orelhas moucas.
Estava a passar quando reparei que a minha mãe estava a ver um filme.
Espreitei a ver se deslindava de que filme se tratava. Levei algum tempo a entender, e entretanto perguntei à minha mãe, que estava completamente fixada no filme, com uma cara, de um sentimento que nem agora consigo descrever. Repulsa, nojo, revolta, ódio, injustiçada, tristeza, desilusão.
Sentei-me ao lado dela, e em poucos segundos entendi o porquê daquele ar, entendi que filme era, e imediatamente fiquei com a mesma expressão e o mesmo sentimento.
Comecei a reflectir no assunto inerente aquele filme.
The Stoning of Soraya M., um filme sobre o apedrejamento de mulheres no Irão e em outros países de cultura Muçulmana.
Não me cabe distinguir as atrocidades da religião, do fanatismo religioso, todas as religiões estão manchadas de sangue, desde o seu inicio até ao fim, a violência é retratada como uma condição humana, a crença cega na voz de quem se diz representante de algo maior, ganha a força pouco natural de ser verdade incontestável.
Poderia até expressar o meu ponto de vista sobre as religiões, mas não é a crença e fé cega dos homens que me dá repulsa, quanto muito uma pena condescendente, não é o conservadorismo da cultura da fé que me chuta o estômago com violência e espezinha a razão do intelecto.
Acima de qualquer criação do homem, está o homem em si. Os seus condicionamentos, e as suas capacidades básicas. O homem por si, e o homem enquanto membro de grupo.
A distinção entre o bem e o mal, é uma característica que nos une a todos, depois podemos discutir se todos temos a mesma percepção das consequências, se todos temos capacidade de medir meios e resultados, de ser equilibrados e justos.
Mas todos, desde pequeninos, sabemos distinguir o certo do errado, o bem do mal, mesmo que ignoremos as consequências que dai podem surgir, e independentemente do caminho que seguimos, todos sabemos fazer a simples e lógica distinção entre o bem e o mal, a vida e a morte.
Por vezes posso achar que o mal se justifica, que o bem não é produtivo, que o mal vem por bem, ou que é um bem maldoso. São valorações posteriores de meio e resultado, objectivação dos mesmos.
Apedrejar uma mulher até morrer, como pene pelo adultério, obrigado a que os filhos da mesma participem, parece-me a mim, um mal. Algo que está mal, que está errado.
Agora explico porquê. Primeiro a pena de morte, só por si, não é lógico. Uma pena pressupõem o cumprimento de uma penitência, uma acção ou omissão que cause um efeito desagradável de modo a fazer com que o infractor entenda que cometeu um erro, que entenda que as acções têm consequências, e que o facto de causar dano a alguém, de prejudicar alguém, provoca nessa pessoa, um mal estar, um dano, que é desagradável, desconfortável, doloroso. A intenção de cumprir uma pena, é "educar" e recuperar o individuo, levando-o a entender o mal da sua acção, e recupera-lo para a sociedade como alguém consciente entre as consequências do bem e do mal. Ou seja por lógica, isto leva algum tempo. A pena de morte faz com que seja impossível, "educar", reabilitar alguém. E que espécie de "castigo" é tirar a vida a alguém?
Para mais, se a morte por apedrejamento fosse aplicável ao adultério do homem, na mesma não compreenderia o seu sentido, mas poderia dizer que haveria um sentido de justiça e igualdade macabra. Que na verdade não existe.
O que revolta é que desde 1990 altura em que o livro foi lançado, até hoje pouco mudou nestas culturas.
Eu sou um homem de costumes, dou muito valor a certas tradições, e até sou conservador em muitas coisas, mas o melhor que conservo da minha história, da história da humanidade, é a sua evolução.
O que mais estimo nos costumes das gentes, é a liberdade que temos de evoluir, de partilhar ideias, de progredir para algo melhor.
É discutível se caminhamos para o sitio certo em tudo, é discutível se o liberalismo não deve ter trela, se o conservadorismo não deve ser solto, é questionável se estamos melhor nos extremos ou no equilibro do centralizado.
O que não é questionável, ou não deveria ser hoje em dia, é a igualdade entre raças, sexo, crenças. A igualdade é pedra basilar para uma sociedade de direitos, uma igualdade de direitos e de obrigações, de oportunidades e de oportunismos, uma igualdade de tratamento, uma igualdade.
É inconcebível o que se vive em algumas sociedades islâmicas. É desumano, bárbaro, intolerável. E na nossa sociedade Ocidental e moderna? Na nossa sociedade cheia de aparelhinhos e tecnologia, no avançado liberalismo da mente, no proxenetismo económico que eu próprio não seria capaz de viver sem...teremos melhor noção de igualdade?
Por vezes gostaria de achar que sim, e muitas vezes a sociedade leva-me a acreditar que não. É assim tão complicado aplicar a mais crua e simples igualdade entre as pessoas? Compreendo que alguns sejam especiais, não compreendo é que outros sejam tratados como não tendo direito de ser especial para alguém.
A igualdade de tratamento básico, de condições e de oportunidades, é do mais elementar que existe na fundamentação de uma sociedade.
Será que alguma vez deixaremos de ser rebanhos para ser aquilo que ambicionamos?
É a igualdade utopia? E sendo uma utopia, devo deixar de almeja-la? De tentar aplica-la aos casos concretos onde seja eu senhor daquele destino?
Espreitei a ver se deslindava de que filme se tratava. Levei algum tempo a entender, e entretanto perguntei à minha mãe, que estava completamente fixada no filme, com uma cara, de um sentimento que nem agora consigo descrever. Repulsa, nojo, revolta, ódio, injustiçada, tristeza, desilusão.
Sentei-me ao lado dela, e em poucos segundos entendi o porquê daquele ar, entendi que filme era, e imediatamente fiquei com a mesma expressão e o mesmo sentimento.
Comecei a reflectir no assunto inerente aquele filme.
The Stoning of Soraya M., um filme sobre o apedrejamento de mulheres no Irão e em outros países de cultura Muçulmana.
Não me cabe distinguir as atrocidades da religião, do fanatismo religioso, todas as religiões estão manchadas de sangue, desde o seu inicio até ao fim, a violência é retratada como uma condição humana, a crença cega na voz de quem se diz representante de algo maior, ganha a força pouco natural de ser verdade incontestável.
Poderia até expressar o meu ponto de vista sobre as religiões, mas não é a crença e fé cega dos homens que me dá repulsa, quanto muito uma pena condescendente, não é o conservadorismo da cultura da fé que me chuta o estômago com violência e espezinha a razão do intelecto.
Acima de qualquer criação do homem, está o homem em si. Os seus condicionamentos, e as suas capacidades básicas. O homem por si, e o homem enquanto membro de grupo.
A distinção entre o bem e o mal, é uma característica que nos une a todos, depois podemos discutir se todos temos a mesma percepção das consequências, se todos temos capacidade de medir meios e resultados, de ser equilibrados e justos.
Mas todos, desde pequeninos, sabemos distinguir o certo do errado, o bem do mal, mesmo que ignoremos as consequências que dai podem surgir, e independentemente do caminho que seguimos, todos sabemos fazer a simples e lógica distinção entre o bem e o mal, a vida e a morte.
Por vezes posso achar que o mal se justifica, que o bem não é produtivo, que o mal vem por bem, ou que é um bem maldoso. São valorações posteriores de meio e resultado, objectivação dos mesmos.
Apedrejar uma mulher até morrer, como pene pelo adultério, obrigado a que os filhos da mesma participem, parece-me a mim, um mal. Algo que está mal, que está errado.
Agora explico porquê. Primeiro a pena de morte, só por si, não é lógico. Uma pena pressupõem o cumprimento de uma penitência, uma acção ou omissão que cause um efeito desagradável de modo a fazer com que o infractor entenda que cometeu um erro, que entenda que as acções têm consequências, e que o facto de causar dano a alguém, de prejudicar alguém, provoca nessa pessoa, um mal estar, um dano, que é desagradável, desconfortável, doloroso. A intenção de cumprir uma pena, é "educar" e recuperar o individuo, levando-o a entender o mal da sua acção, e recupera-lo para a sociedade como alguém consciente entre as consequências do bem e do mal. Ou seja por lógica, isto leva algum tempo. A pena de morte faz com que seja impossível, "educar", reabilitar alguém. E que espécie de "castigo" é tirar a vida a alguém?
Para mais, se a morte por apedrejamento fosse aplicável ao adultério do homem, na mesma não compreenderia o seu sentido, mas poderia dizer que haveria um sentido de justiça e igualdade macabra. Que na verdade não existe.
O que revolta é que desde 1990 altura em que o livro foi lançado, até hoje pouco mudou nestas culturas.
Eu sou um homem de costumes, dou muito valor a certas tradições, e até sou conservador em muitas coisas, mas o melhor que conservo da minha história, da história da humanidade, é a sua evolução.
O que mais estimo nos costumes das gentes, é a liberdade que temos de evoluir, de partilhar ideias, de progredir para algo melhor.
É discutível se caminhamos para o sitio certo em tudo, é discutível se o liberalismo não deve ter trela, se o conservadorismo não deve ser solto, é questionável se estamos melhor nos extremos ou no equilibro do centralizado.
O que não é questionável, ou não deveria ser hoje em dia, é a igualdade entre raças, sexo, crenças. A igualdade é pedra basilar para uma sociedade de direitos, uma igualdade de direitos e de obrigações, de oportunidades e de oportunismos, uma igualdade de tratamento, uma igualdade.
É inconcebível o que se vive em algumas sociedades islâmicas. É desumano, bárbaro, intolerável. E na nossa sociedade Ocidental e moderna? Na nossa sociedade cheia de aparelhinhos e tecnologia, no avançado liberalismo da mente, no proxenetismo económico que eu próprio não seria capaz de viver sem...teremos melhor noção de igualdade?
Por vezes gostaria de achar que sim, e muitas vezes a sociedade leva-me a acreditar que não. É assim tão complicado aplicar a mais crua e simples igualdade entre as pessoas? Compreendo que alguns sejam especiais, não compreendo é que outros sejam tratados como não tendo direito de ser especial para alguém.
A igualdade de tratamento básico, de condições e de oportunidades, é do mais elementar que existe na fundamentação de uma sociedade.
Será que alguma vez deixaremos de ser rebanhos para ser aquilo que ambicionamos?
É a igualdade utopia? E sendo uma utopia, devo deixar de almeja-la? De tentar aplica-la aos casos concretos onde seja eu senhor daquele destino?
sexta-feira, agosto 27, 2010
quinta-feira, agosto 26, 2010
Que estranho.
Eu sei que tenho de escrever, eu sei que apetece-me escrever, eu sei que tenho ideias e palavras para galgar os muros da monotonia, eu sei que não estou com uma secura mental, que não me permita escrever qualquer coisa.
Sei que não é bem por falta de tempo, por vezes são cinco minutos, não é o repúdio da obrigação, não é por preguiça, por esquecimento, não se prende com falta de interesse, tudo paira na mente e a palavra está quente, pronta a ser debitada para este espaço.
Não sai nada, mas não é bloqueio, não desprende, mas não é a mente agrilhoada, simplesmente,
não aconteceu.
Sei que não é bem por falta de tempo, por vezes são cinco minutos, não é o repúdio da obrigação, não é por preguiça, por esquecimento, não se prende com falta de interesse, tudo paira na mente e a palavra está quente, pronta a ser debitada para este espaço.
Não sai nada, mas não é bloqueio, não desprende, mas não é a mente agrilhoada, simplesmente,
não aconteceu.
quarta-feira, agosto 25, 2010
Imagens em Disco #4
O artwork completo do Leviathan pelos Mastodon. É verdade... os álbuns de metal tem covers mais fixes lol
terça-feira, agosto 24, 2010
segunda-feira, agosto 23, 2010
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