segunda-feira, julho 26, 2010
I've been in a room that smell sex and candy.
I've been in a room with the smell of sex and candy
With a woman that thought i was cute and dandy
quinta-feira, julho 22, 2010
Não consigo ignorar esta desinteressante insatisfação.
Nunca fui muito um homem de fé, principalmente sem fé nos homens.
Sou um crítico da humanidade, do modo como se apresenta e consome, da maneira como se agrupa, se regula, e das ideologias com que se conforma.
Não sou pessoa de acreditar muito, a não ser quando mo pedem, quando convencem-me valer a pena tão pequeno esforço, mas que a mim tanto me custa.
Não sou simplesmente um céptico, sou selectivo no grau da minha descrença, sou meticuloso na maneira como franzo o sobrolho, preciso no olhar de lado, capaz de desconfiar sem ser notado.
O sarcasmo e ironia bem aplicados são armas poderosas para um descrente.
Hoje, como em grande parte da minha vida, acho a política uma ferramenta utópica de regulação de sociedades, de aproximação de classes, de estabilizador de igualdades.
Não acredito no sistema político, na sua engrenagem de oposições e alternativas ideológicas Acho mesmo que a política tem de ser demagógica, ou caso contrário em vez de política, teriamos medidas e soluções.
Não há quem se governe, muito menos quem governe os outros, tão pouco existe a esperança que metam quem ordena na ordem.
Estamos entregues aos jeitos dos primórdios, mas muito mais atabalhoados. O “uga buga laka laka” soava bem melhor que alguns discursos que se podem ouvir hoje em dia.
Sim eu sou um daqueles entes, desiludidos com o Pedro Passos Coelho. Pior, sou um dos entes que pensou por mero vislumbre de oportunidade, que fosse uma alternativa de mudança.
Posto isto volto a não acreditar na política e concentrar-me no amor ao próximo em versão mono ideológica.
Sou um crítico da humanidade, do modo como se apresenta e consome, da maneira como se agrupa, se regula, e das ideologias com que se conforma.
Não sou pessoa de acreditar muito, a não ser quando mo pedem, quando convencem-me valer a pena tão pequeno esforço, mas que a mim tanto me custa.
Não sou simplesmente um céptico, sou selectivo no grau da minha descrença, sou meticuloso na maneira como franzo o sobrolho, preciso no olhar de lado, capaz de desconfiar sem ser notado.
O sarcasmo e ironia bem aplicados são armas poderosas para um descrente.
Hoje, como em grande parte da minha vida, acho a política uma ferramenta utópica de regulação de sociedades, de aproximação de classes, de estabilizador de igualdades.
Não acredito no sistema político, na sua engrenagem de oposições e alternativas ideológicas Acho mesmo que a política tem de ser demagógica, ou caso contrário em vez de política, teriamos medidas e soluções.
Não há quem se governe, muito menos quem governe os outros, tão pouco existe a esperança que metam quem ordena na ordem.
Estamos entregues aos jeitos dos primórdios, mas muito mais atabalhoados. O “uga buga laka laka” soava bem melhor que alguns discursos que se podem ouvir hoje em dia.
Sim eu sou um daqueles entes, desiludidos com o Pedro Passos Coelho. Pior, sou um dos entes que pensou por mero vislumbre de oportunidade, que fosse uma alternativa de mudança.
Posto isto volto a não acreditar na política e concentrar-me no amor ao próximo em versão mono ideológica.
domingo, julho 18, 2010
Things only i can see.
domingo, julho 11, 2010
Ti ho trovato già.
Voglio condividere il resto della mia vita con te, tu ed io, proprio come accettare l'altro come siamo. ;)
sábado, julho 10, 2010
Por vezes a realidade já não é o que era...
Não vai chorar não?
Se a vida fosse um anime a ironia do destino encarregava-se de me mandar ao chão, naqueles momentos mesmo embaraçosos em que até temos vergonha do personagem. A sério. Quando penso que já me conheço minimamente, algo acontece e tira-me as manias.
Note-se que, isto vindo de um tipo que ganha a vida a falar pelos outros é preocupante: quase bocejei quando juntaram insultos, pancadaria e espingardas a uma mesa de negociações, mas deixem-me falar da minha triste e vil existência e não me faço rogado.
É aquele tipo de gajo: O LAMECHAS? sim, esse mesmo. Não gosto nada disso, soa a falso, soa a queixinhas. Mais importante ainda, todos o fazem hoje em dia... Mas eu sou especial mãezinha! ou não... és só um bocadinho burro de vez em quando.
Veja-se isto! É uma queixa! Não vale, não pode!
Olha agora... se soubesse tinha ficado calado. E vocês? O que vos parece quando estão a falar com alguém interessante e de repente o tipo (a) sai-se com um recalcamento de telenovela mexicana?
Note-se que, isto vindo de um tipo que ganha a vida a falar pelos outros é preocupante: quase bocejei quando juntaram insultos, pancadaria e espingardas a uma mesa de negociações, mas deixem-me falar da minha triste e vil existência e não me faço rogado.
É aquele tipo de gajo: O LAMECHAS? sim, esse mesmo. Não gosto nada disso, soa a falso, soa a queixinhas. Mais importante ainda, todos o fazem hoje em dia... Mas eu sou especial mãezinha! ou não... és só um bocadinho burro de vez em quando.
Veja-se isto! É uma queixa! Não vale, não pode!
Olha agora... se soubesse tinha ficado calado. E vocês? O que vos parece quando estão a falar com alguém interessante e de repente o tipo (a) sai-se com um recalcamento de telenovela mexicana?
sexta-feira, julho 09, 2010
Similitude.
Deixe dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer !
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.
Tem dolencia de veludo caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer !
Mas, meu Amor, eu não te digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz !
Amo-te tanto ! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz.
Florbela Espanca
Que a minha boca tem pra te dizer !
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.
Tem dolencia de veludo caros,
São como sedas pálidas a arder...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer !
Mas, meu Amor, eu não te digo ainda...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz !
Amo-te tanto ! E nunca te beijei...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz.
Florbela Espanca
quinta-feira, julho 08, 2010
Tudo o que me dás.
Talvez não tenhas bem noção, porque não me lês como eu te leio, da felicidade com que fiquei ao constatar a tua felicidade, o teu passo para uma nova aventura e independência. Gostava de te acompanhar agora, neste momento. Não podendo, para já faze-lo, quero que tenhas plena consciência do orgulho que sinto por ti.
Admiro-te, cada vez mais te entranho, cada vez mais reconheço o teu enorme valor.
A tua felicidade faz mais que alimentar a minha, faz sonhar.
Obrigado por tudo =)*
Admiro-te, cada vez mais te entranho, cada vez mais reconheço o teu enorme valor.
A tua felicidade faz mais que alimentar a minha, faz sonhar.
Obrigado por tudo =)*
Só boas noticias.
Rebentei o joelho esquerdo todo. Espero confirmação médica para além do resultado dos exames.
Pelo que entendi, vou ser operado, meter ferros no joelho, mais uma data de merdas, recuperação a rondar um ano. Além de que algumas mazelas são permanentes.
Bye bye joelho esquerdo, bem vindo joelho esquerdo com sucata.
Pelo que entendi, vou ser operado, meter ferros no joelho, mais uma data de merdas, recuperação a rondar um ano. Além de que algumas mazelas são permanentes.
Bye bye joelho esquerdo, bem vindo joelho esquerdo com sucata.
quarta-feira, julho 07, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
Why?
Can i just cry for a single night, not changing a bit what i felt yesterday, or even today?
Can i be sad without knowing why, just because you don't know it too, can i cry this night?
Is it okay for me to hold the words i said, and make a pillow with them, can i sleep and gently weep, on the promises i made to you?
I'll just cry tonight, feel the pain you left, and tomorrow i'll be okay, i'll smile again, right back to you.
Can i feel hurt with you tonight without compromising what i felt yesterday and today, or what i'll feel back again tomorrow?
Just let me cry tonight for the things that were done.
Can i be sad without knowing why, just because you don't know it too, can i cry this night?
Is it okay for me to hold the words i said, and make a pillow with them, can i sleep and gently weep, on the promises i made to you?
I'll just cry tonight, feel the pain you left, and tomorrow i'll be okay, i'll smile again, right back to you.
Can i feel hurt with you tonight without compromising what i felt yesterday and today, or what i'll feel back again tomorrow?
Just let me cry tonight for the things that were done.
Ouvir a Besta
Um comentário ou não sempre dá para nos congratularmos... por termos arrancado com esta ideia, por não sabermos nada disto e irmos lá tentar e porque, independentemente se alguém queira ou não ouvir as nossas conversas, eu gosto de vos ouvir falar. Como não me canso de pegar em música fica aqui para o Pedro:
E para o Zica:
E para o Zica:
domingo, julho 04, 2010
You're my guilty pleasure.
Sim acho que és bonita, e sim és o meu guilty pleasure. E claro que esta música me faz lembrar de ti.
Take it or tell me to shut up. ;)
Gostaria de estar errado muitas vezes.
sábado, julho 03, 2010
Música das, e para as saudosas mix tapes.
Eu ainda sou do tempo em que podia gravar uma mix tape para uma rapariga, e dar-lhe que ela ia gostar. Hoje em dia, as mulheres simplesmente não acham piada a isso, e ou lhes damos um ipod da Hello Kitty, ou está tudo estragado. Já as consigo ouvir, "Um Cd? que queres que faça com isto? Para me maquilhar? Para pendurar nas orelhas? Pelo amor de deus Pedro..."
Pois eu digo uma coisa, se tivesse lata (tenho) e soubesse que não era trucidado por faze-lo gravava já uma mix tape (cd muito provavelmente) para dar a alguém.
A abrir, quase de certeza, esta grande música.
Pois eu digo uma coisa, se tivesse lata (tenho) e soubesse que não era trucidado por faze-lo gravava já uma mix tape (cd muito provavelmente) para dar a alguém.
A abrir, quase de certeza, esta grande música.
O meu ser romântico não é destes tempos.
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