Can i just cry for a single night, not changing a bit what i felt yesterday, or even today?
Can i be sad without knowing why, just because you don't know it too, can i cry this night?
Is it okay for me to hold the words i said, and make a pillow with them, can i sleep and gently weep, on the promises i made to you?
I'll just cry tonight, feel the pain you left, and tomorrow i'll be okay, i'll smile again, right back to you.
Can i feel hurt with you tonight without compromising what i felt yesterday and today, or what i'll feel back again tomorrow?
Just let me cry tonight for the things that were done.
terça-feira, julho 06, 2010
Ouvir a Besta
Um comentário ou não sempre dá para nos congratularmos... por termos arrancado com esta ideia, por não sabermos nada disto e irmos lá tentar e porque, independentemente se alguém queira ou não ouvir as nossas conversas, eu gosto de vos ouvir falar. Como não me canso de pegar em música fica aqui para o Pedro:
E para o Zica:
E para o Zica:
domingo, julho 04, 2010
You're my guilty pleasure.
Sim acho que és bonita, e sim és o meu guilty pleasure. E claro que esta música me faz lembrar de ti.
Take it or tell me to shut up. ;)
Gostaria de estar errado muitas vezes.
sábado, julho 03, 2010
Música das, e para as saudosas mix tapes.
Eu ainda sou do tempo em que podia gravar uma mix tape para uma rapariga, e dar-lhe que ela ia gostar. Hoje em dia, as mulheres simplesmente não acham piada a isso, e ou lhes damos um ipod da Hello Kitty, ou está tudo estragado. Já as consigo ouvir, "Um Cd? que queres que faça com isto? Para me maquilhar? Para pendurar nas orelhas? Pelo amor de deus Pedro..."
Pois eu digo uma coisa, se tivesse lata (tenho) e soubesse que não era trucidado por faze-lo gravava já uma mix tape (cd muito provavelmente) para dar a alguém.
A abrir, quase de certeza, esta grande música.
Pois eu digo uma coisa, se tivesse lata (tenho) e soubesse que não era trucidado por faze-lo gravava já uma mix tape (cd muito provavelmente) para dar a alguém.
A abrir, quase de certeza, esta grande música.
O meu ser romântico não é destes tempos.
Porque em parte sou feito de poesia.
sexta-feira, julho 02, 2010
Como pudeste achar o contrário?
Gostava de te ter aqui. Queria partilhar contigo esta vista da minha varanda, o céu estrelado e todos os outros clichés piegas a que tivesse direito.
Queria estar debruçado sobre a laje da varanda a olhar o mar, sentir-lhe o som. Ombro a ombro contigo mãos pousadas no corrimão.
Tentar timidamente e ao mesmo tempo de forma descaradamente ansiosa o contacto entre os nossos dedos.
Gostava de ser criança, de ter aquele gostar de criança, aquela timidez embriagante.
Claro que te queria aqui comigo, debaixo deste céu estrelado. Apontar para as estrelas e inventar-lhes nomes, como se te tentasse impressionar, ser apanhado nessa tosca brincadeira, fazer-te rir e ouvir o ecoar desse riso pelas escarpas até ao mar.
Sentar-me contigo no chão a olhar o céu à beira da piscina, enquanto os teus dedos brincavam com a água, eu falava de uma música qualquer, e assim que dissesse uma das minhas características tolices, molhavas-me a cara num misto de represália e provocação embrulhados no teu riso característico que me derrete.
Não se questiona o facto de te querer aqui, fosse o fim ou o começo do mundo, fosse um "date" ou simplesmente uma conversa, não tenho dúvidas que te queria aqui, a ouvir-te falar em quatro línguas, a cantar na tua voz, a cometer o doce crime da infantilidade contigo apenas pelos risos.
Achas mesmo que não te queria aqui comigo?
Não poderia escolher melhor e mais viciante companhia, hoje ou em qualquer outro dia, só queria mesmo, que estivesses aqui.
quinta-feira, julho 01, 2010
Pardon my french...but i think it goes like this...
E é isto que tão depressa se cria, como tão depressa podemos ver fugir.
É saudável, este vicio de ti,
Não é um vicio cego e desmedido
É vicio natural e contido
Cresce controlado, em passo cuidado
Não constitui perigo para ti
Nem dependência para mim
É apenas um simples vicio de ti.
quarta-feira, junho 30, 2010
terça-feira, junho 29, 2010
Doce ilusória realidade da vida, quanto me dás para depois tirares.
Imaginem aquele vosso guilty pleasure em termos de cromice.
Imaginem que gostam de coleccionar selos, ou adoram entomologia, sempre foram fãs de mitologia, e devoravam livros sobre algum interesse menos comum.
Vamos supor que têm um desses secretos prazeres, que são difíceis de partilhar com alguém porque normalmente não vos levam a sério se disserem que uma das vossas paixões é a mitologia, ou o estudo profundo da geologia do vosso jardim.
Isso já acontece em prazeres tão mais mundanos, como escrever, ou gostar de fotografia, ou devorar discos de jazz. Por vezes olham para nós com um ar tão incompreensivo como se fosse um ser estranho por gostar de algo bom como jazz, por gostar de filmes italianos, ou por ter como uma das maiores paixões a literatura, tanto de ler como de escrever.
O mundo não compreende, nem nunca vai compreender a minha paixão por literatura do leste europeu, ou o meu vício em Kerouac e Bukowski.
E durante anos vivemos sozinhos esses pequenos prazeres em segredo, sem termos com quem os partilhar, com quem os saber apreciar.
Agora imaginem que do nada, do modo mais inesperado e quase cruel, aparece alguém, que partilha os gostos da vossa vida como se fosse uma cópia exacta, que vos impressiona de tal modo que se sentem rendidos e fascinados.
Imagina tu Luís que encontras alguém que gosta de Ophet ou Porcupine Tree tanto como tu, que venera os filmes Grindhouse, que toca guitarra baixo lindamente, e partilha tantos outros gostos como tu?
Imagine quem quer que leia este post, que no meio do nada da vossa vida aparece alguém que nunca pensaram existir, alguém que vos impressiona de tal maneira, aquela outra parte que faltava, aquela pessoa com quem posso ser eu, e que posso partilhar as minhas paixões da vida.
Que sentimentos estamos autorizados a sentir nesse momento?
Quanta liberdade nos podemos dar de querer a companhia daquela pessoa?
Neste momento vou apenas em estupefacção e medo, puro receio.
Receio porque muito provavelmente será mais alguém que saberei com toda a mestria afastar e afugentar da minha vida, naquele jeito que me caracteriza, de quem não tem ou quer ter direito às coisas boas da vida.
Imaginem que gostam de coleccionar selos, ou adoram entomologia, sempre foram fãs de mitologia, e devoravam livros sobre algum interesse menos comum.
Vamos supor que têm um desses secretos prazeres, que são difíceis de partilhar com alguém porque normalmente não vos levam a sério se disserem que uma das vossas paixões é a mitologia, ou o estudo profundo da geologia do vosso jardim.
Isso já acontece em prazeres tão mais mundanos, como escrever, ou gostar de fotografia, ou devorar discos de jazz. Por vezes olham para nós com um ar tão incompreensivo como se fosse um ser estranho por gostar de algo bom como jazz, por gostar de filmes italianos, ou por ter como uma das maiores paixões a literatura, tanto de ler como de escrever.
O mundo não compreende, nem nunca vai compreender a minha paixão por literatura do leste europeu, ou o meu vício em Kerouac e Bukowski.
E durante anos vivemos sozinhos esses pequenos prazeres em segredo, sem termos com quem os partilhar, com quem os saber apreciar.
Agora imaginem que do nada, do modo mais inesperado e quase cruel, aparece alguém, que partilha os gostos da vossa vida como se fosse uma cópia exacta, que vos impressiona de tal modo que se sentem rendidos e fascinados.
Imagina tu Luís que encontras alguém que gosta de Ophet ou Porcupine Tree tanto como tu, que venera os filmes Grindhouse, que toca guitarra baixo lindamente, e partilha tantos outros gostos como tu?
Imagine quem quer que leia este post, que no meio do nada da vossa vida aparece alguém que nunca pensaram existir, alguém que vos impressiona de tal maneira, aquela outra parte que faltava, aquela pessoa com quem posso ser eu, e que posso partilhar as minhas paixões da vida.
Que sentimentos estamos autorizados a sentir nesse momento?
Quanta liberdade nos podemos dar de querer a companhia daquela pessoa?
Neste momento vou apenas em estupefacção e medo, puro receio.
Receio porque muito provavelmente será mais alguém que saberei com toda a mestria afastar e afugentar da minha vida, naquele jeito que me caracteriza, de quem não tem ou quer ter direito às coisas boas da vida.
Partes de mim.
Por vezes o inesperado acontece, abate-se sobre nós uma gélida verdade, e é revelada a essência da nossa vida.
Não fui feito para felicidade, e no meu aspecto mais duro e inacessível, tenho mais do que não se espera do que se quer.
Sou uma antítese de mim mesmo, o meu pior inimigo sou eu quando tento ser meu amigo, odeio acreditar, embora viva de sonhos e possibilidades remotamente encostadas a um canto da minha mente.
Não sou derrotista, e tanto padeço de um optimismo doido, uma crença e esperança que queima a ponta dos dedos, de tanta a vontade em alcançar algo, como sou pessimista por medo.
Quero a felicidade, é o que mais quero, e na procura por tal felicidade, acabo por esquecer quem sou, o que valho.
Quando na vida, algo de demasiado bom apresenta-se perante mim, desconfio, sinto medo, e embora não ignore tento desviar o olhar. Quando algo demasiado bom para ser verdade aparece, resigno-me a pensar que não é para mim, e embora saiba que mereça, sei que não sou capaz de aproveitar, é demasiado para mim, para este eu pequenino que sou.
Não tenho nada para oferecer a alguém que me intimide ao ponto de me sentir insignificante por comparação.
Gostava de um dia saber cativar alguém assim para mim, alguém em tanto especial, sem ter de me sentir tão pequeno e insignificante perante o que aquela pessoa representa para mim.
Até lá, tão doce e poeticamente só, tão não merecedor de pessoas como tu.
Vale o que valem estas palavras, desabafos murmurados com o sol na cara, tenho dias que nem sou assim.
Não fui feito para felicidade, e no meu aspecto mais duro e inacessível, tenho mais do que não se espera do que se quer.
Sou uma antítese de mim mesmo, o meu pior inimigo sou eu quando tento ser meu amigo, odeio acreditar, embora viva de sonhos e possibilidades remotamente encostadas a um canto da minha mente.
Não sou derrotista, e tanto padeço de um optimismo doido, uma crença e esperança que queima a ponta dos dedos, de tanta a vontade em alcançar algo, como sou pessimista por medo.
Quero a felicidade, é o que mais quero, e na procura por tal felicidade, acabo por esquecer quem sou, o que valho.
Quando na vida, algo de demasiado bom apresenta-se perante mim, desconfio, sinto medo, e embora não ignore tento desviar o olhar. Quando algo demasiado bom para ser verdade aparece, resigno-me a pensar que não é para mim, e embora saiba que mereça, sei que não sou capaz de aproveitar, é demasiado para mim, para este eu pequenino que sou.
Não tenho nada para oferecer a alguém que me intimide ao ponto de me sentir insignificante por comparação.
Gostava de um dia saber cativar alguém assim para mim, alguém em tanto especial, sem ter de me sentir tão pequeno e insignificante perante o que aquela pessoa representa para mim.
Até lá, tão doce e poeticamente só, tão não merecedor de pessoas como tu.
Vale o que valem estas palavras, desabafos murmurados com o sol na cara, tenho dias que nem sou assim.
segunda-feira, junho 28, 2010
Don't pick on me today..
Estou de mau humor.
De manhã começou mal o dia, tive de servir de bombeiro para os vários problemas e asneirada de muita gente, o trabalho foi surgindo em catadupa e tudo prometia ser um dia de massacre. De repente uma simples conversa mundana acalmou-me o espírito, pude aparvalhar um pouco, e até depois do almoço estive animado a conversar aos soluços, mas a conversar. Estava feliz e bem disposto.
Nada fazia esperar o restante dia. Prazos em cima de prazos, gritos, discussões e muito stress acumulado.
Para acabar o meu joelho piorou, e cada vez mais convenço-me que vou ter de ser operado.
Desanimei, e sinto-me só.
De manhã começou mal o dia, tive de servir de bombeiro para os vários problemas e asneirada de muita gente, o trabalho foi surgindo em catadupa e tudo prometia ser um dia de massacre. De repente uma simples conversa mundana acalmou-me o espírito, pude aparvalhar um pouco, e até depois do almoço estive animado a conversar aos soluços, mas a conversar. Estava feliz e bem disposto.
Nada fazia esperar o restante dia. Prazos em cima de prazos, gritos, discussões e muito stress acumulado.
Para acabar o meu joelho piorou, e cada vez mais convenço-me que vou ter de ser operado.
Desanimei, e sinto-me só.
domingo, junho 27, 2010
A partir das 22h00 de domingo, começo a deprimir.
Amanhã é segunda, e um dia cheio de trabalho como tem sido costume.
Odeio as segundas-feiras. E por esta altura começo a ficar "deprimido" com tal constatação.
Ando cansado, não consigo dormir, e sou forçado a dar mais de mim, muito mais para conseguir aguentar certos ritmos.
Tenho dores de cabeça e estou com dores no pescoço que matam-me bocadinho a bocadinho.
Precisava de uma massagem e uma semana de férias num sitio paradisíaco.
Odeio as segundas-feiras. E por esta altura começo a ficar "deprimido" com tal constatação.
Ando cansado, não consigo dormir, e sou forçado a dar mais de mim, muito mais para conseguir aguentar certos ritmos.
Tenho dores de cabeça e estou com dores no pescoço que matam-me bocadinho a bocadinho.
Precisava de uma massagem e uma semana de férias num sitio paradisíaco.
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