sexta-feira, junho 25, 2010

Não liguem ao facto de andar com a mania de poliglota.

No trabalho, as raparigas chegam ao ponto de se insurgirem com o facto de eu beber Red Bull, porque faz mal, e porque acham que o faço apenas para aguentar as poucas horas de sono, e trabalhar o mais que puder. (Wrong...)

Tenho uma mãe em casa, e outras tantas no trabalho.

Não é só com o Red Bull, ou com o facto de carregar no café. Por vezes chegam a criticar o facto de só comer comida saudável, por comer sopa e salada todos os dias. Como se fosse uma coisa má? Não sei porque razão, mas por vezes as raparigas comigo têm a tendência de fazer o papel de mãe comigo...

Why? Do i seem to be retarded? Am i that cute? Or it's just your controling freak nature?

Eu sei que sou inocente e ingénuo, acho piada que as minhas irmãs e amigas, sempre que me envolvo numa relação com alguma rapariga, parece que travam a respiração e ficam-me a ver avançar nessa relação como se fosse a dar passinhos de bébé.

Eu sei que sou sonhador, sei que gosto de acreditar, que gosto de lutar, que insisto e não dou parte de fraco, mas eu sou auto-suficiente graças a deus.

Gosto do carinho, gosto da preocupação, não gosto que me repitam as coisas ao ouvido, e que tentem ganhar a razão por força de conseguirem ser mais chatas que eu ser paciente.

I take risks, and i can take a punch (or several i guess).

quinta-feira, junho 24, 2010

Expoente da exposição indecente.

Coisas a saber do Pedro.

Não gosta de coisas complicadas, mas aprecia tudo o que seja complexo. Embora por vezes complique determinadas coisas, tenta sempre que possível simplificar o mais possível através do diálogo.

Não possui uma auto estima por ai além, mas reconhece em si mesmo muitas e boas virtudes.

Gosta de tudo o que lhe apele intelectualmente, mas não é nerd, simplesmente é um mauzão mental.

Tende a ser um bom comunicador, adora falar e conversar, embora apenas seja capaz de o fazer com sucesso no meio de um grupo em que se sinta à vontade. Individualmente é mais introvertido e tímido, por isso quando encontra alguém com quem consiga conversar e ter interesse na conversa, fica fascinado.

A companhia e partilha de interesses é o que mais valoriza no mundo. Adora partilhar os seus gostos, e adora que lhe ensinem coisas novas.

Passa muitas horas sozinho, mas prefere passar horas sozinho enquanto acompanhado.

É criativo, imaginativo, inventivo, e tem sempre a cabeça a mil à hora.

Tem um bom sentido de humor, gosta de fazer as pessoas rir, e tem prazer em arrancar um sorriso a alguém.

Maior prazer que arrancar um sorriso, é conseguir soltar o olhar de alguém e deixar-se perder nele.

É romântico, talvez em demasia, é ingénuo e inocente, promete a si mesmo que se tornará alguém mais frio e calculista, mas não consegue ir contra a sua natureza.

É dedicado a quem gosta, sente realização nesse facto.

É impulsivo e pensativo ao mesmo tempo, choca um bocado em termos de intenções, por exemplo, acha graça em sentir saudades de conversar com alguém que não conhece, mas que no entanto durante duas noites conversou um pouco, e ficou com vontade de falar mais...pára e começa a pensar, e chega à conclusão que tal coisa é ridícula, mas não deixa de sentir saudades e procurar falar com essa pessoa.

Não tem jogo nenhum de engate, atrapalhasse todo, passa por cima de si mesmo, tenta ser engraçado quando não deve, por exemplo num momento em que tudo está encaminhado, decide dizer uma piada, por puro nervosismo.

É seguro de si, inspira confiança e estabilidade, mas no interior em certas situações é um miúdo autentico.

Apesar da sua maturidade, e postura sapiente, gosta muito de ter as suas garotices, e de se comportar de maneira infantil, principalmente quando está a asneiras, e mesmo passado tantos anos, ainda não consegue disfarçar ou mentir para se escapar, e é sempre apanhado.

Teimoso, já foi mais, hoje é mais paciente, e compreensivo.

Apaixonado, pelo que gosta, pelo que acredita, e defende com violência tudo o que lhe diz algo.

Adora escrever, tocar e ouvir música, fotografia, e tudo o que possa envolver um processo criativo.

É envergonhado, tímido, e rapidamente arrepende-se de ser tão frontal e sincero, tal como muito em breve, irá arrepender-se de ter escrito isto.

I wish someone could hold my hands.



Foto enquanto esperava, em vão.

quarta-feira, junho 23, 2010

Red ball is watching you.



Nas pausas da advocacia, o disparate é muito.

A mensagem que passa.



Que mensagem passa esta foto?

Sinto-me um criminoso a escrever um post enquanto estou no trabalho.

Ontem fiquei à espera do 102, e entretanto adormeci tarde e a más horas.

Agora estou cheio de sono e a tomar Red Bull à maluca. Distraido ainda fui capaz de tomar Red Bull ao almoço, e de seguida aceitar um convite de uma das colegas para ir beber café.

Durante uma hora não me calei. Agora voltei a ter sono.

O que salva é estar embrenhado no mundo do contencioso comercial, enquanto oiço jazz de grande qualidade.

Hoje o dia vai ser bonito vai.

Entretanto recebi um convite para jantar, disse que sim, de seguida recebi um convite para jantar da minha mãe e também disse que sim.

Who win? Mom... she gave me birth and irons my shirts.

A face da convicção com o Snoopy por perto.



O pequenote de ar convicto.

terça-feira, junho 22, 2010

What can i say about girls that lick?




Foto no Funchal, alguém decidiu parar para comer gelados.

What's wrong with you? I guess nothing much.

Uma rapariga bem gira requisitou os meus serviços no campo da fotografia, e piscou o olho.

Eu não hesitei, não gaguejei, nem fiquei com ar de quem estranha, limitei-me a dizer "não sei, logo se vê se tiver tempo para isso".

Estarei a ficar imune aos flirts ou simplesmente desinteressado?

Ao som dos Bush - Letting the Cables Sleep.

Encarna-me na carne dos teus lábios. O fascínio que tenho por eles. São de um rubor vivo na palidez da tua face meiga.
Fecho os olhos e imagino os meus dedos suavemente dedilhando a silhueta dos teus lábios, que parecem desenhados ao pormenor, num estilo muito próprio e desconcertante.
Toca-me com a tua mão na minha face, encosta a tua testa ao meu rosto, passa o teu nariz pelos meus lábios, promete que os meus lábios encontram os teus a meio caminho.
Sinto-os a chegar. Deixo a boca entreaberta, um pouco na expectativa, outro tanto para poder absorver ar que me acalme o fogo que sinto.
Sinto os teus dedos nos meus olhos, não queres que te veja a beijar-me. Acho-te tola por isso. Não é um momento que me possas impedir de visualizar. Na minha mente tenho rotas traçadas, gestos definidos, momentos e imagens gravadas, antecipadas pelo desejo bruto da mente.
Sinto os teus lábios a palmilhar terreno, estão tão perto dos meus. Suspendo a respiração por senti-los tão perto. Pensas tu que aguardo o momento em que selamos os lábios, como uma implosão de expectativas, um turbilhão de desejos materializados na carne palpitante das nossas bocas. E o quanto te enganas. Não foi apenas mais um beijo. Foi um realizar de um desejo, sim admito isso, mas não criei expectativas, não empolguei o momento, apenas decidi vive-lo. Vivi aquele beijo, o teu beijo. Comi da paixão incerta dos teus lábios, agrilhoei aquele suspiro selvagem, que podia denunciar as minhas intenções de repetir aquele momento em que nos beijamos, vezes sem conta.
Sinto os nossos dedos a entrelaçar, no mesmo momento que os lábios se descolam. Um acto que se arrasta, como se fossem tiras de velcro a serem afastadas. Em parte porque não queremos que acabe, outra porque assim dita a química dos nossos corpos, e a pele que se apega, na humidade de um beijo.
E à medida que afastas os teus lábios dos meus, os nossos olhos reencontram-se. Volto a vislumbrar a expressão do teu rosto, tu com um sorriso tímido, e um olhar que pede por mais. Eu supostamente com um sorriso infantil, deliciado e sedento por muito mais.
É isto que me ponho a fazer quando não te tenho aqui mais perto, quando não oiço a tua voz ou sinto o calor do teu carinho. Ponho-me a a imaginar sozinho. E mesmo sozinho estou sempre bem acompanhado. Nem que seja por uma doce ilusão.



Acho que um dia fui capaz de dizer tudo isto a alguém. Disse pouco talvez, mas o facto de o ter dito, significa que não posso calar a palavra que me mordeu a alma.

Hoje, passo muito mais tempo calado...por precaução.

segunda-feira, junho 21, 2010

Nos primórdios do tempo.

Near that calm sacred path,
I found a man laid on his back,
without a care on his mind,
like problems were nowhere to find.
Cloud by cloud shadows would come,
but he kept there, nothing could be done.
A little bird started to stare,
to a perfect nature love affair,
a man that made a pact with time,
he was granted with the ability of rewind.
Every simple move, every single step,
blink by blink, breath by breath.
Odd times that we now live,
prisoners of time that wont forgive,
except if you have some joy to give,
and you're not too fond of the forbidden fruit.

Ainda me lembro de ter escrito este texto. Na altura achei que não tinha ficado muito mal.

Onde raio foi aquela fome de escrever?

Esta música transcreve-me o espírito em notas e cadências.



Uma das minhas músicas favoritas, de uma das minhas bandas favoritas.

My kind of soul.

domingo, junho 20, 2010

Não costumo pedir muita coisa, nem no Natal e muito menos no Corpo de Deus...

Aquele troço da MEO que bloqueia o som das Vuvuzelas, não tem um sistema portátil? É que existem ai uns malandros que andam a bufar naquele negócio dia e noite na rua. Já não tenho tijolos nem pedras para lhes atirar.

Senhores da MEO, por favor contratem ninjas para dar cabo do pessoal que usa esse pérfido instrumento onde mandam umas bombadas de ar e incomodo, ou então criem um sistema portátil.

Já agora, se não for muito incómodo gostaria de vos fornecer uma lista com sons irritantes para bloquear, passo a enumerar:

- Birra de crianças e mulheres;
- Choro de crianças e de algumas mulheres;
- Guinchos das mulheres e da maioria das crianças;
- Vozes irritantes de qualquer idade e sexo;
- Saltos altos às 07h00 num Domingo, porque ninguém vai a lado algum de saltos altos a essas horas, nem uma prostituta a fazer banco;
- Grande parte do Jornalismo em Portugal;
- Gatas com o cio, e demais animais que emitem sons semelhantes a um veado a parir golfinhos;
- As ocasionais vozes na minha cabeça que eu tanto esforço faço por ignorar visto que não tenho paciência para matar as primeiras 30 pessoas que apanhar naquela determinada manhã, além de que não gosto de sujeira;
- E demais sons que possam ser irritantes, mas não quero estar a lançar aqui nomes de pessoas...

Se pudesse ser senhores da MEO, agradecia-lhes de sobremaneira.

Ass.

Um dos utentes da vida neste planeta.

O sobrenatural

Há dias estranhos. Bons ou maus, tem dias saídos do livro de macumbas de uma daquelas senhoras zarolhas, com voz de bagaço, fumadoras de charutos ou novas, mas vestem à velha. Veja-se: acordo numa casa onde não devia estar, com o frigorífico recém-apetrechado de guilty pleasures (e presunto de porco preto também conta). Logo aí vi que os ventos andavam a soprar do avesso... tipo um suborno divino. Então vamos lá a ver isto: alguém dá alguma coisa a alguém?! Como é que aquilo apareceu?! (até há uma boa explicação, mas na altura não sabia).

Depois, pela primeira vez que me lembro, vou de transportes para Lisboa e chego a horas (vá, com 15 min de atraso, MAS aparecemos todos ao mesmo tempo huuuhhh)... aqui já era claramente um sinal. Algo nos queria ali... (e não estamos a falar de um agente de cobranças da urgência médica).

Vai-se a ver e ao almoço servem corações de galinha... e servem mesmo! Sei o que estão a pensar: Holy Kalimah Batman!!! (olhem, é só pena aquilo espremer uma espécie de molhanga, fora isso até se come bem).

Ao que se seguiu uma conversa sobre mau-olhado, mais concretamente, a discussão e apologia dos benefícios terapêuticos do sexo oral contra essa maleita metafísica (segue a mesma lógica de chupar veneno da ferida, ainda que preferencialmente deva ser executado por profissionais "erxupistas"). Ok, até caímos num tema bastante vulgar e mundano, mas o mau-olhado estava lá... coincidência?

Já na viagem de regresso em plena Avenida de Ceuta, como se ainda não tivéssemos apanhado a dica, atravessa-se à frente do carro um homem de braços abertos, tremendo e revirando os olhos como se o menino Jesus lhe tivesse feito um clister. Nisto passa um carro de polícia e ficam os dois parados no semáforo... Que cenário Dantesco... regras de trânsito básicas a serem cumpridas em Lisboa...

Ainda em choque, decidimos fazer a mais óbvia e única coisa que podíamos fazer: reactivar o Não Querem Ouvir e pagar à urgência médica.  

Pablo Neruda.

AQUI TE AMO.

NOS SOMBRIOS PINHEIROS DESENREDA-SE O VENTO.

A LUA FOSFORECESOBRE AS ÁGUAS ERRANTES.

ANDAM DIAS IGUAIS A PERSEGUIR-SE.



DESPERTA-SE A NÉVOA EM DANÇANTES FIGURAS.

UMA GAIVOTA DE PRATA DESPRENDE-SE DO OCASO.

ÁS VEZES UMA VELA.ALTAS,ALTAS ESTRELAS.

OU A CRUZ NEGRA DE UM BARCO.

SÓZINHO.



ÁS VEZES AMANHEÇO.E ATÉ A ALMA ESTÁ HÚMIDA.

SOA,RESSOA O MAR AO LONGE.

ESTE É UM PORTO.

AQUI TE AMO.

Sim é com certo pesar que volto a vestir o fatinho, e volto a incorporar a profissão.

Acabaram-se as férias, amanhã estou de volta ao trabalho.

Será que alguma vez queixei-me do Secundário?

Se um dia me tornar num detective privado, levo isto atrás.




O que a minha alma ouve ao fim do dia.

sábado, junho 19, 2010

Comprimidos "Querida Cheguei!"

Está mesmo, mesmo para breve...

Já nem sei o que é escrever nisto, mas ficava mal não vir aqui mandar o bitaite... Olha agora que falamos nisto... quem é este gajo?!! E que raios faz aqui?!!

TODA A VERDADE! JÁ A SEGUIR.
(depois do intervalo publicitário, porra!)

Está para breve...