É na ternura doida de um beijo e no teu medo em acreditar nele, que ganho toda a minha coragem, e vontade de conquista.
Tens medo que te puxem o chão debaixo dos teus pés, de ser arrebatada, de descobrir que o que parece uma ilusão é uma intensa paixão vivida por quem te quer bem.
Não vou abdicar do teu sorriso, não quero largar as tuas mãos, quero fingir que toco piano nos teus dedos, que mato a sede nos teus lábios, que procuro abrigo no teu regaço, de sorrir de espaço a espaço, vivendo aquela alegria quase de criança que brota dentro de mim.
Gosto de te acordar todos os dias com um beijo, de ouvir o teu sorriso rasgar por mimalhice, adoro todos os sons que tu emites quando a meiguice é compactada num momento de carinho.
Quero-te para mim, para que me alegres o dia, para sentir o teu mimo, a tua força, a tua fé em mim. Quero-te para arquitectar os meus planos, para viver longos anos, ver a vida avançar e nem dar conta com a vista obstruída pela felicidade de algo a dois.
Mas quero-te demais, e para mais do que rir e ser feliz. Quero que me ampares quando estou triste, que me lambas as feridas, que me confortes e ensines a levantar de novo, quero que me aconselhes, quero aprender contigo, viver-te e saber-te tão bem.
Quero falar contigo horas e parecer que foram segundos, cheirar-te o cabelo enquanto dormes, passar os dedos pelas costas enquanto danças, e dizer o quanto me encantas com o teu jeito de ser.
Quero adormecer embalado no sussurrar da tua voz, nos teus braços, entregue pacificamente a um sentimento superior, e sentir ao de leve, que a vida se compõem à nossa volta, que nos carrega para melhor sorte, melhores dias, e talvez conforte, saber que somos unicamente feitos um para o outro.
segunda-feira, abril 20, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
Não me aticem com ferros de marcar gado.
Eu ando a ficar muito desinteressante. Desinteressante e vago, ou vazio, tanto faz.
Vago e vazio como este post.
Vão-se lá embora e deixem o moribundo em paz.
Vago e vazio como este post.
Vão-se lá embora e deixem o moribundo em paz.
terça-feira, abril 14, 2009
Não sei o que fazer
Acho incrível que a frase de engate do vestia-te um pijaminha de cuspo, ainda não tenha tido bom resultado por nenhuma vez. Agora fico a pensar se é pelo sotaque, ou se mando perdigotos quando tento.
Tic Tac the world is coming to an end.
Ando preocupado com o Miguel, vejo mais queixume que o normal. =p
Nem imagino se o FM for com os porcos, e eu sem o bunker acabado.
Próximo fim de semana tenho de ir acabar o bunker pelo sim pelo não, porque ando a prever calamidade para algum lado e eu sou menino para fugir, os bravos e valentes que se quilhem.
Noutra nota a luz do meu quarto foi ao ar, e não consigo arranjar aquilo. Quem quiser cá vir que traga velas, porque de outra maneira fica complicado. Já agora e só por acaso se houver ai uma electricista toda jeitosa, faça o favor de contactar, e venha só de macacão.
Nem imagino se o FM for com os porcos, e eu sem o bunker acabado.
Próximo fim de semana tenho de ir acabar o bunker pelo sim pelo não, porque ando a prever calamidade para algum lado e eu sou menino para fugir, os bravos e valentes que se quilhem.
Noutra nota a luz do meu quarto foi ao ar, e não consigo arranjar aquilo. Quem quiser cá vir que traga velas, porque de outra maneira fica complicado. Já agora e só por acaso se houver ai uma electricista toda jeitosa, faça o favor de contactar, e venha só de macacão.
Respeito conquistado a pilosidade.
Eu não me importo que me chamem de senhor, tudo bem, compreendo, se calhar já está na altura, mas não gosto que façam de mim velhadas.
Estou na fila para pagar o almoço e o rapaz que estava à minha frente também teve o mesmo problema que eu, não levantou dinheiro e queria pagar com cartão.
O rapaz devia ter os seus 20 anos, ou por ai, ou seja sou pouco mais velho, no entanto o tratamento foi abismal. Quando o senhor da caixa passou o cartão do rapaz, deu erro de comunicação, mais uma tentativa e o mesmo volta a acontecer, nem passados 10 segundos da segunda tentativa o homem da caixa manda logo a boquinha ao rapaz, "Pois andou a gastar o dinheiro todo em roupa agora não consegue pagar o jantar. Estes miúdos são sempre a mesma coisa.". O rapaz ficou prontamente ofendido e disse que o problema seria da máquina e que tinha o cartão atestado com euritos, num tom já um bocado irritado. Eu na minha paz ali à espera para pagar com cartão também fui envolvido ao barulho. O homem da caixa pediu-me o meu cartão e disse "Este senhor parece gente séria, por isso se o cartão não funcionar é da máquina se funcionar é do seu cartão."
Com medo de passar vergonha, meti logo os outros cartões de multibanco à mão, não fosse não ter dinheiro naquele e deixar de ser alguém que aparenta ser gente séria, podia assim redimir a falha do primeiro cartão mostrando que tinha mais que uma conta bancária e era pessoa de bem, ou na realidade uma pessoa que penhorou a alma com a banca.
O meu cartão também não funcionou, e antes que o senhor da caixa pudesse dizer qualquer coisa, ou despromover-me a bandido, disse logo para testar na outra maquina ao lado. No fim o problema era mesmo da máquina eu paguei a minha refeição primeira para que os outros pudessem ficar a discutir. Conclusão continuei a ser um senhor com aparência de gente séria, não fui despromovido a gandulo como tenho ideia que por vezes possa ser visto, e aposto que a minha barba cuidada e bem aparada acabo por me dar ar de gente séria, com mais idade, em vez de parecer um desleixado.
Sei que muita gente não me gosta de ver de barba, outros gostam de me ver com barba, e eu é como me der na cabeça.
Estou na fila para pagar o almoço e o rapaz que estava à minha frente também teve o mesmo problema que eu, não levantou dinheiro e queria pagar com cartão.
O rapaz devia ter os seus 20 anos, ou por ai, ou seja sou pouco mais velho, no entanto o tratamento foi abismal. Quando o senhor da caixa passou o cartão do rapaz, deu erro de comunicação, mais uma tentativa e o mesmo volta a acontecer, nem passados 10 segundos da segunda tentativa o homem da caixa manda logo a boquinha ao rapaz, "Pois andou a gastar o dinheiro todo em roupa agora não consegue pagar o jantar. Estes miúdos são sempre a mesma coisa.". O rapaz ficou prontamente ofendido e disse que o problema seria da máquina e que tinha o cartão atestado com euritos, num tom já um bocado irritado. Eu na minha paz ali à espera para pagar com cartão também fui envolvido ao barulho. O homem da caixa pediu-me o meu cartão e disse "Este senhor parece gente séria, por isso se o cartão não funcionar é da máquina se funcionar é do seu cartão."
Com medo de passar vergonha, meti logo os outros cartões de multibanco à mão, não fosse não ter dinheiro naquele e deixar de ser alguém que aparenta ser gente séria, podia assim redimir a falha do primeiro cartão mostrando que tinha mais que uma conta bancária e era pessoa de bem, ou na realidade uma pessoa que penhorou a alma com a banca.
O meu cartão também não funcionou, e antes que o senhor da caixa pudesse dizer qualquer coisa, ou despromover-me a bandido, disse logo para testar na outra maquina ao lado. No fim o problema era mesmo da máquina eu paguei a minha refeição primeira para que os outros pudessem ficar a discutir. Conclusão continuei a ser um senhor com aparência de gente séria, não fui despromovido a gandulo como tenho ideia que por vezes possa ser visto, e aposto que a minha barba cuidada e bem aparada acabo por me dar ar de gente séria, com mais idade, em vez de parecer um desleixado.
Sei que muita gente não me gosta de ver de barba, outros gostam de me ver com barba, e eu é como me der na cabeça.
segunda-feira, abril 13, 2009
Advogados são bicho esquisito.
Diz a Susana e bem que, onde há dois advogados há logo três opiniões. Eu diria que onde há dois advogados há logo três opiniões um batelão de sub-hipóteses, e um punhado de supostas soluções e até que se prove o contrário, nada de concreto em cima da mesa.
Mostrar despeito ao tempo.
Batem as horas no relógio, seja noite, dia ou madrugada, oiço o tempo abruptamente a passar por mim, e a cada passo do relógio continuo longe de tudo aquilo que quero tocar, ter, e acabo apenas por sonhar.
Quero romper a bruma que encobre o meu mundo de anseios, quero despejar os meus desejos em rajadas de metralhadora, atingir vários alvos, muitos sonhos, tudo com a mais afogueada vontade.
Gostava de bater a uma porta que me fosse aberta, cair em braços que reconfortem, comer de um sorriso que me aqueça e prometa tudo o mais que eu não me lembrei de pedir.
Quero a subserviência de uma paixão inegável, o beijo que diga "no matter what" que se imponha como carimbo que aprova aquilo que peço tão crente e nutrido por uma esperança farta.
Se chegar ao ponto de ficar entre a espada e a parede, que Deus me ajude, porque puxo a espada contra o meu corpo e fico encostado naquela parede trespassado pela espada, imóvel e sorridente, porque entre escolher uma ou outra, tomei a liberdade de embarcar nas duas e criar um impasse, como que se tivesse insultado o tempo que a partir dai deixaria de passar.
Quero romper a bruma que encobre o meu mundo de anseios, quero despejar os meus desejos em rajadas de metralhadora, atingir vários alvos, muitos sonhos, tudo com a mais afogueada vontade.
Gostava de bater a uma porta que me fosse aberta, cair em braços que reconfortem, comer de um sorriso que me aqueça e prometa tudo o mais que eu não me lembrei de pedir.
Quero a subserviência de uma paixão inegável, o beijo que diga "no matter what" que se imponha como carimbo que aprova aquilo que peço tão crente e nutrido por uma esperança farta.
Se chegar ao ponto de ficar entre a espada e a parede, que Deus me ajude, porque puxo a espada contra o meu corpo e fico encostado naquela parede trespassado pela espada, imóvel e sorridente, porque entre escolher uma ou outra, tomei a liberdade de embarcar nas duas e criar um impasse, como que se tivesse insultado o tempo que a partir dai deixaria de passar.
domingo, abril 12, 2009
Partilhando barreiras.
Sentir a luz do teu rosto através do timbre perfumado da tua voz, soube melhor do que poderia imaginar.
Foi sentir atentamente ao teu toque na minha face, ao gesto meigo do teu olhar que me amarrava ao teu regaço, e por lá sonhar. Tão simplesmente sonhar, como quem corre pelos largos campos da possibilidade, seguindo a trilha demarcada da esperança.
Eu acredito que possa um dia sentir a tua voz a embater contra os meus olhos fechados, enquanto prometes um beijo ou navegas a minha cara com a ponta dos teus dedos.
Quero sentir a tua boca a esbater com a minha, lábio com lábio num mordiscar depenicando um beijo aqui um beijo ali, um sorriso malandro jogando o charme à rua, deixando no ar uma ideia geral dos prazeres que se aproximam em pensamentos de passo largo e apressado.
Vejo-te ali de frente para mim sentada ao meu colo debruçada sobre mim, imaginando o teu próximo passo, acreditando que tanto serias capaz de pousar a cabeça no meu ombro e renegar do teu pensamento os males do mundo, e ficar em paz no meu abraço carinhoso, como também serias capaz de arrancar-me a timidez com jogo de língua e mão sorrateiras, provocando a carne e intimidando a mente, pedindo algo mais intenso e fugaz.
Imagino isto tudo, porque não te tenho, nem imagino que possa ter, não do modo em que fomos colocados no mundo, como peões num tabuleiro em lados opostos, e destinados ao sacrifício de nunca nos encontrarmos em jogo, sem nunca nos comermos, ou sermos comidos com vontade.
Não sei quem és, mas espero que existas, e mesmo que nunca te tenha, tive-te em desejo contido, nas penumbras do pensamento, foste minha e quis-te tanto que até pareceu verdadeira a ideia que não serias mero fruto da minha imaginação.
Foi sentir atentamente ao teu toque na minha face, ao gesto meigo do teu olhar que me amarrava ao teu regaço, e por lá sonhar. Tão simplesmente sonhar, como quem corre pelos largos campos da possibilidade, seguindo a trilha demarcada da esperança.
Eu acredito que possa um dia sentir a tua voz a embater contra os meus olhos fechados, enquanto prometes um beijo ou navegas a minha cara com a ponta dos teus dedos.
Quero sentir a tua boca a esbater com a minha, lábio com lábio num mordiscar depenicando um beijo aqui um beijo ali, um sorriso malandro jogando o charme à rua, deixando no ar uma ideia geral dos prazeres que se aproximam em pensamentos de passo largo e apressado.
Vejo-te ali de frente para mim sentada ao meu colo debruçada sobre mim, imaginando o teu próximo passo, acreditando que tanto serias capaz de pousar a cabeça no meu ombro e renegar do teu pensamento os males do mundo, e ficar em paz no meu abraço carinhoso, como também serias capaz de arrancar-me a timidez com jogo de língua e mão sorrateiras, provocando a carne e intimidando a mente, pedindo algo mais intenso e fugaz.
Imagino isto tudo, porque não te tenho, nem imagino que possa ter, não do modo em que fomos colocados no mundo, como peões num tabuleiro em lados opostos, e destinados ao sacrifício de nunca nos encontrarmos em jogo, sem nunca nos comermos, ou sermos comidos com vontade.
Não sei quem és, mas espero que existas, e mesmo que nunca te tenha, tive-te em desejo contido, nas penumbras do pensamento, foste minha e quis-te tanto que até pareceu verdadeira a ideia que não serias mero fruto da minha imaginação.
quinta-feira, abril 09, 2009
Quando te vejo
Estava sentado no café, quieto, mortiço, como se tivesse perdido mais um dia. Batia com os dedos na mesa como se estivesse a tocar bateria, a tentar marcar o compasso da batida do meu animo esmorecido por não te ter encontrado nem perdido.
Simplesmente não sei quem serás, ou por onde andas, não reconheço a tua cara, as tuas mãos, a tua voz, não sei nada de ti, se já nasceste ou não, estou absolutamente alheio ao meu destino.
Sei que existe alguém para mim, espero que exista, já nem sei.
No momento em que pegava no casaco para me ir embora senti os dedos frios, como se estivessem gelados do metal de uma caixa de multibanco, a passarem-me na nuca, a avançar pelo meu cabelo a dentro e um suave sopro na orelha.
Fechei os olhos e imaginei quem seria, se poderias ser tu. Imaginei que me virava e puxava-te para mim, sentava-te ao meu colo, segurava-te a cara com as mãos, passava os polegares no teu rosto e beijava-te o pescoço, os lábios, o queixo.
Queria ver o teu sorriso aberto, a promessa cumprida de um momento suspenso nas nossas almas juntas. Perdi o jeito de te dizer o que queria, engasguei-me, atropelei as palavras, perdi-me em ti. A timidez, o nervosismo de te ter nos meus braços, criaram uma dormência na minha percepção do espaço e tempo que rodeia, da mecânica simples da felicidade. Rapaz feliz = sorriso - peso do mundo sob a sua fragilidade.
Foram uns segundos de imaginação infértil, porque apesar da boa vontade, do sentimento e saudade que tinha, de viver tudo aquilo, mesmo que fosse apenas na minha cabeça, não foi o suficiente. Desejar com muita força só quebra a patega esperança.
Olhei para trás e onde tinha imaginado um começo, apenas constatei que o vento naquela manhã estava mais frio, tão frio que pareciam as tuas mãos geladas depois de tocar na caixa multibanco, mais vivo porque a brisa parecia o teu riso a ser soprado perto da minha orelha, e a mexer no meu cabelo.
Peguei no casaco e vesti-o, porque o vento já me tinha gelado todas as esperanças, todos os sonhos, e agora precisava de me aquecer para sonhar outra vez.
Simplesmente não sei quem serás, ou por onde andas, não reconheço a tua cara, as tuas mãos, a tua voz, não sei nada de ti, se já nasceste ou não, estou absolutamente alheio ao meu destino.
Sei que existe alguém para mim, espero que exista, já nem sei.
No momento em que pegava no casaco para me ir embora senti os dedos frios, como se estivessem gelados do metal de uma caixa de multibanco, a passarem-me na nuca, a avançar pelo meu cabelo a dentro e um suave sopro na orelha.
Fechei os olhos e imaginei quem seria, se poderias ser tu. Imaginei que me virava e puxava-te para mim, sentava-te ao meu colo, segurava-te a cara com as mãos, passava os polegares no teu rosto e beijava-te o pescoço, os lábios, o queixo.
Queria ver o teu sorriso aberto, a promessa cumprida de um momento suspenso nas nossas almas juntas. Perdi o jeito de te dizer o que queria, engasguei-me, atropelei as palavras, perdi-me em ti. A timidez, o nervosismo de te ter nos meus braços, criaram uma dormência na minha percepção do espaço e tempo que rodeia, da mecânica simples da felicidade. Rapaz feliz = sorriso - peso do mundo sob a sua fragilidade.
Foram uns segundos de imaginação infértil, porque apesar da boa vontade, do sentimento e saudade que tinha, de viver tudo aquilo, mesmo que fosse apenas na minha cabeça, não foi o suficiente. Desejar com muita força só quebra a patega esperança.
Olhei para trás e onde tinha imaginado um começo, apenas constatei que o vento naquela manhã estava mais frio, tão frio que pareciam as tuas mãos geladas depois de tocar na caixa multibanco, mais vivo porque a brisa parecia o teu riso a ser soprado perto da minha orelha, e a mexer no meu cabelo.
Peguei no casaco e vesti-o, porque o vento já me tinha gelado todas as esperanças, todos os sonhos, e agora precisava de me aquecer para sonhar outra vez.
quarta-feira, abril 08, 2009
Olha para este lado da mão.
Porque faz-me muito feliz, e fico contente por agora poder contar com esta grande música no meu computador, telemóvel, e tudo o mais onde a possa ouvir tocar.
Juro aqui que se um dia fizerem algo de tão descabido que me leve a dar-vos uma valente bofetada ao ponto de vos virar do avesso, prometo que logo de seguida meto esta música a tocar.
Calamidade, o que me faz lembrar calamares.
Declaro o estado de emergência na minha mesa de cabeceira. Ao tentar ligar o candeeiro ocorreu um desabamento de livros, que por sua vez foram embater noutros livros, aonde ainda constava uma pilha de livros dos tempos da faculdade.
Do primeiro balanço constam como vítimas o meu mp3, um telemóvel, caixa de pastilhas elásticas de melancia, lenços de papel, um isqueiro, e uma bola anti-stress.
Do primeiro balanço constam como vítimas o meu mp3, um telemóvel, caixa de pastilhas elásticas de melancia, lenços de papel, um isqueiro, e uma bola anti-stress.
segunda-feira, abril 06, 2009
Time Warp
Acho piada em ver certas coisas em câmara lenta. Algumas vezes a vida bem podia ser assim.
Modernices
Nesta era da comunicação, o meu irmão lá decidiu fazer um site, com um blog e tudo o mais, sobre o seu casamento daqui a uns meses. Uns podem dizer, ai que giro, outros achar um exagero, eu acho muito bem. Até digo mais, haver uma cerimónia virtual para os não presentes, é que era a cereja no topo do bolo.
sexta-feira, abril 03, 2009
O que sou e o que faço.
Ando por onde não te encontro e sou geograficamente infeliz.
Beijo quem tu não és e sou socialmente infeliz.
Oiço músicas que não me fazem lembrar de ti e sou musicalmente infeliz.
Durmo numa cama que não a tua e sou totalmente infeliz.
O mundo não gira à tua volta, mas parte do que sou só se completa pela tua presença, e por quem és.
Não te conheço, e sei-te tão bem. Vi-te ao longe naquelas ruas de Praga, capturei a essência do teu rosto, a expressão do teu intelecto e o suave andar da tua alma.
Escrevo para quem não lê e sou completamente feliz.
Beijo quem tu não és e sou socialmente infeliz.
Oiço músicas que não me fazem lembrar de ti e sou musicalmente infeliz.
Durmo numa cama que não a tua e sou totalmente infeliz.
O mundo não gira à tua volta, mas parte do que sou só se completa pela tua presença, e por quem és.
Não te conheço, e sei-te tão bem. Vi-te ao longe naquelas ruas de Praga, capturei a essência do teu rosto, a expressão do teu intelecto e o suave andar da tua alma.
Escrevo para quem não lê e sou completamente feliz.
I'm not the man i wanted to be.
You're not my Judas, and i wouldn't consider a betrayal, you just pushed me when i was unbalanced so you could watch me fail.
I fell into a reality, not so alternative but with another perspective. Those who we see as crutches can also be the stones on our path, or the wind that knock us down, the solid hand that shove us. We can call them friends, family, or lovers, someone that supports us but at the same time, we need to keep conscience that they are the ones best positioned to makes us go down.
Between casting a stone or a thought, the stone hurts less, since the stone intends to hurt, the thought about you is set to destroy a self acknowledge reality of what you are.
I don't mind to see the perspectives that other people might have of me, i don't mind to be another thing i think i'm not, i just mind when people are unfair, and unbalance that needed stability between telling the truth or trying to hurt with it.
Love hurts, truth hurts, losing hurts, so many things can hurt in this life, but the thing that hurts me the most is that need from someone that is close to us, to make us feel bad, hurt, ashamed of ourselves. I hate when people say what they think without thinking in nothing else but their intended achievement, to hurt somebody.
If i were smart, i would expect that from those closer to me, but since i'm a believer, i receive the strike and walk away. No point is gain if we become the thing we hate.
If i'm lucky i ill learn something from these experiences, change, hopefully to become a better person.
I fell into a reality, not so alternative but with another perspective. Those who we see as crutches can also be the stones on our path, or the wind that knock us down, the solid hand that shove us. We can call them friends, family, or lovers, someone that supports us but at the same time, we need to keep conscience that they are the ones best positioned to makes us go down.
Between casting a stone or a thought, the stone hurts less, since the stone intends to hurt, the thought about you is set to destroy a self acknowledge reality of what you are.
I don't mind to see the perspectives that other people might have of me, i don't mind to be another thing i think i'm not, i just mind when people are unfair, and unbalance that needed stability between telling the truth or trying to hurt with it.
Love hurts, truth hurts, losing hurts, so many things can hurt in this life, but the thing that hurts me the most is that need from someone that is close to us, to make us feel bad, hurt, ashamed of ourselves. I hate when people say what they think without thinking in nothing else but their intended achievement, to hurt somebody.
If i were smart, i would expect that from those closer to me, but since i'm a believer, i receive the strike and walk away. No point is gain if we become the thing we hate.
If i'm lucky i ill learn something from these experiences, change, hopefully to become a better person.
quinta-feira, abril 02, 2009
Coisas que eu quero mesmo.
Essências.
Toca-me nos lábios, sente-os ofegantes, quentes e delirantes, agarra-me no pescoço e morde-me o queixo, como quem desesperadamente pede para que algo aconteça.
Deixa-me cheirar os teus cabelos, trincar os teus ombros, percorrer as tuas costas com os meus dedos levemente enquanto sussurro leves suspiros de vontade.
Quero sentir o teu perfume na minha carne, misturar cadências de gemidos, apertos sentidos, torturar-te ao negar-te um beijo e de seguida implorar por outro.
Beijar-te as mãos que acaraciaram a minha cara, entrelaçar os meus olhos com os teus, mergulhar bem fundo em todos os espasmos que indicam um desejo tão perdidamente descontrolado. Quero sentir a tua língua, quero sentir os teus dedos no meu cabelo, as minhas mãos nas tuas coxas, quero que tudo se solte numa intensa explosão de querer, de querer ter, de mexer, de saber, sentir e sorrir. Sorrir com um ar malandro, sentir a arrogância do beijo e o apertar confiante dos corpos, quero ter-te como se fosse o teu dono, quero que me tenhas como se tivesses a plena certeza que me dominas.
É esse domínio mutuo, essa luta de desejos, a intensidade do querer a sobrepor-se ao outro, numa simbiose egoísta em busca de satisfazer apenas os seus sentidos, que dá sabor ao choque de vontades que acabam por ser a mesma.
O sexo será tão bom quanto o prazer que procuramos, e não digo que não seja atencioso procurar o prazer dos outros, mas pensem no sexo como a mão invisível de cada um a explorar o corpo do outro, e quanto mais nos dedicamos em busca de obter o nosso prazer, mais prazer damos ao outro.
O amor pode ser muita coisa e de várias formas, não existe formula para o amor, nem tão pouco para o sexo, mas mesmo assim será legitimo dizer que o sexo será melhor quanto mais crus forem os sentidos, quanto mais secos os gemidos, e mais claras as vontades.
Deixa-me cheirar os teus cabelos, trincar os teus ombros, percorrer as tuas costas com os meus dedos levemente enquanto sussurro leves suspiros de vontade.
Quero sentir o teu perfume na minha carne, misturar cadências de gemidos, apertos sentidos, torturar-te ao negar-te um beijo e de seguida implorar por outro.
Beijar-te as mãos que acaraciaram a minha cara, entrelaçar os meus olhos com os teus, mergulhar bem fundo em todos os espasmos que indicam um desejo tão perdidamente descontrolado. Quero sentir a tua língua, quero sentir os teus dedos no meu cabelo, as minhas mãos nas tuas coxas, quero que tudo se solte numa intensa explosão de querer, de querer ter, de mexer, de saber, sentir e sorrir. Sorrir com um ar malandro, sentir a arrogância do beijo e o apertar confiante dos corpos, quero ter-te como se fosse o teu dono, quero que me tenhas como se tivesses a plena certeza que me dominas.
É esse domínio mutuo, essa luta de desejos, a intensidade do querer a sobrepor-se ao outro, numa simbiose egoísta em busca de satisfazer apenas os seus sentidos, que dá sabor ao choque de vontades que acabam por ser a mesma.
O sexo será tão bom quanto o prazer que procuramos, e não digo que não seja atencioso procurar o prazer dos outros, mas pensem no sexo como a mão invisível de cada um a explorar o corpo do outro, e quanto mais nos dedicamos em busca de obter o nosso prazer, mais prazer damos ao outro.
O amor pode ser muita coisa e de várias formas, não existe formula para o amor, nem tão pouco para o sexo, mas mesmo assim será legitimo dizer que o sexo será melhor quanto mais crus forem os sentidos, quanto mais secos os gemidos, e mais claras as vontades.
quarta-feira, abril 01, 2009
Dance and smile..go wild
É uma versão mais animada e mixada por Fatboy Slim desta grande música dos Cornershop.
Acaba por espelhar o meu estado de espírito de hoje, e se puder contagiar outras pessoas, ainda melhor.
Construir um bunker para o computador.
Não acho piada nenhuma às histórias de vírus que por ai andam, já na semana passada tinham-me avisado que havia novos vírus a serem enviados por e-mail, e agora um enviado pela própria actualização do Windows ou coisa que o valha.
Nunca fui muito hipocondríaco, mas hoje em dia da maneira como trato o meu novo portátil, melhor do que a um filho quase (embora não tenha filhos, e eu disse quase), definitivamente tornei-me um hipocondríaco cibernético.
Quem me mandar vírus eu vou-lhes ao focinho pá.
A verdade é que na última semana com a ajuda de um amigo informático, meti aqui no computador três bons anti vírus a trabalhar em simultâneo e sem se atropelarem, assim como programas de diagnóstico, de limpeza, e ainda um programa que monitoriza o desempenho e a mínima alteração. Hei de construir um bunker à volta do meu computador, mas aqui não entra vírus.
Nunca fui muito hipocondríaco, mas hoje em dia da maneira como trato o meu novo portátil, melhor do que a um filho quase (embora não tenha filhos, e eu disse quase), definitivamente tornei-me um hipocondríaco cibernético.
Quem me mandar vírus eu vou-lhes ao focinho pá.
A verdade é que na última semana com a ajuda de um amigo informático, meti aqui no computador três bons anti vírus a trabalhar em simultâneo e sem se atropelarem, assim como programas de diagnóstico, de limpeza, e ainda um programa que monitoriza o desempenho e a mínima alteração. Hei de construir um bunker à volta do meu computador, mas aqui não entra vírus.
Dos e-mails mais épicos já recebidos.
Sei que isto é no Twitter, e é tudo relativo, mas abrir o mail e dar de caras com dois mails, um a dizer que Barney Stinson is now following you on twitter, e outra a dizer que recebi uma mensagem privada do Barney Stinson, é uma daquelas coisas que me fez rir, de felicidade, mas hoje também duvido que alguma coisa me possa tirar o sorriso da cara, embora pense numas quantas coisas que podiam aumentar esse sorriso.
É de mencionar também que recebi uma mensagem do comediante Rob Corddry sobre uma piada que ele tinha feito no twitter e eu respondi com uma contra piada, ao que na mensagem privada dizia, "So you think you can be a funny guy. No really it was funny."
Esta aventura pelo twitter ainda vai acabar por ser engraçada.
É de mencionar também que recebi uma mensagem do comediante Rob Corddry sobre uma piada que ele tinha feito no twitter e eu respondi com uma contra piada, ao que na mensagem privada dizia, "So you think you can be a funny guy. No really it was funny."
Esta aventura pelo twitter ainda vai acabar por ser engraçada.
Subscrever:
Mensagens (Atom)