"The story how i met you
By looking into the starts"
I wanna be a spaceman
And walk over the moon
See you sleeping in the stars
And soon
I wanna see the sun on your face
While I walk you throughout space
See you smiling like a star
And then
Take you down to the milky way
Sing you a lovely lullaby
Asking you to stay
And just watch me fly
I wanna be a spaceman
And be wondering around
Without setting on the ground
And somehow
I wanna be your safe place
And contemplate your eyes
Worship your own grace
And cry
Just want to be happy
And bring it to you
With a goofy smile
I want you happy too
I wanna be held on the night
Taking you dancing on the sky
See how great and might
Could be your love
sexta-feira, dezembro 12, 2008
domingo, dezembro 07, 2008
KO contra o chico espertismo.
Show-off Gets Knocked the F*ck Out
Pondo de lado o facto de ser um vídeo violento, este mesmo ilustra perfeitamente o que acontece aos gabarolas chico-espertos.
Podem julgar-me como quiserem, mas o vídeo dá alguma satisfação se no lugar do exibicionista colocarmos mentalmente a cara de todos aqueles que no dia a dia se armam em bons, e depois se ferram.
No mínimo podem tirar um apontamento filosófico deste exemplo.
Pondo de lado o facto de ser um vídeo violento, este mesmo ilustra perfeitamente o que acontece aos gabarolas chico-espertos.
Podem julgar-me como quiserem, mas o vídeo dá alguma satisfação se no lugar do exibicionista colocarmos mentalmente a cara de todos aqueles que no dia a dia se armam em bons, e depois se ferram.
No mínimo podem tirar um apontamento filosófico deste exemplo.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Infected Mushroom para aqueles já ouviram falar de Prodigy
Para aqueles que gostavam de Prodigy ou de Scooter, e todas as bandas semelhantes por ali à volta, estes dias fiquei a saber que Infected Mushroom vai lançar um novo álbum agora em Janeiro, sendo que parte do disco explora uma nova faceta da banda, mais virada para o rock e abandonando um pouco aquele ritmo entre o trance e o dance music.
Para quem não conhecia os Infected Mushroom, muitos não vão gostar de certeza, se não eram bons fãs de Prodigy ou de Scooter. Se não sabem quem são os Prodigy ou Scooter, então nem vale a pena tentar acho eu.
segunda-feira, dezembro 01, 2008
De mim para vocês um pouco da minha insanidade.
Todos temos um lado criativo. Faz parte do seccionamento do nosso cérebro, da nossa condição enquanto humanos, ou por vezes apenas como animais racionais, embora muitos anormais, todos têm essa capacidade de criar, inventar, imaginar qualquer coisa.
Muita gente diz que eu tenho um lado criativo bastante activo, dinâmico e com qualidade, em gíria de tunning potente como o caraças. Outros dizem que tenho um bom cabelo.
Seja como for, eu tenho a plena noção que a minha criatividade tem várias faces, diria mesmo rostos humanos com expressões diferentes, como se uma disforme bola de espelhos estivesse pejada de bocas, olhos, narizes, maçãs do rosto, e esqueçam as orelhas porque não ficavam muito apresentável numa bola de espelhos.
Cada rosto, cada face, exemplifica um estado de espírito, um colorido da alma, um lado puro e branco, um lado negro, um lado vermelho apaixonado, um lado azul sonhador, por ai fora. Neste blog por exemplo, a minha criatividade expressa uma face laranja, de sorriso sereno e cara normal, o que representa o meu lado mundano. Não diria que o que mostro aqui sou eu mesmo, até diria que neste blog mostro muitas faces, mas ultimamente tem sido um lado mais natural de quem sou.
Com a imposição vem a necessidade, e como outros lados da minha criatividade e personalidade por vezes se impõem em estar presentes, ou fazem birra até, decidi juntamente com uma amiga criar um blog. Sim um outro blog, mais um, e desta vez acabo mesmo por escrever nele.
Se tiverem curiosidade de observar um lado mais negro da minha criatividade, passem pelo Memórias Boémias e espreitem, deixem um comentário, até podem dizer "Eh ca freak".
É um convite que vos faço, um bocado de mim que vos ofereço.
Muita gente diz que eu tenho um lado criativo bastante activo, dinâmico e com qualidade, em gíria de tunning potente como o caraças. Outros dizem que tenho um bom cabelo.
Seja como for, eu tenho a plena noção que a minha criatividade tem várias faces, diria mesmo rostos humanos com expressões diferentes, como se uma disforme bola de espelhos estivesse pejada de bocas, olhos, narizes, maçãs do rosto, e esqueçam as orelhas porque não ficavam muito apresentável numa bola de espelhos.
Cada rosto, cada face, exemplifica um estado de espírito, um colorido da alma, um lado puro e branco, um lado negro, um lado vermelho apaixonado, um lado azul sonhador, por ai fora. Neste blog por exemplo, a minha criatividade expressa uma face laranja, de sorriso sereno e cara normal, o que representa o meu lado mundano. Não diria que o que mostro aqui sou eu mesmo, até diria que neste blog mostro muitas faces, mas ultimamente tem sido um lado mais natural de quem sou.
Com a imposição vem a necessidade, e como outros lados da minha criatividade e personalidade por vezes se impõem em estar presentes, ou fazem birra até, decidi juntamente com uma amiga criar um blog. Sim um outro blog, mais um, e desta vez acabo mesmo por escrever nele.
Se tiverem curiosidade de observar um lado mais negro da minha criatividade, passem pelo Memórias Boémias e espreitem, deixem um comentário, até podem dizer "Eh ca freak".
É um convite que vos faço, um bocado de mim que vos ofereço.
De um pé para outro, de pensamento para divagação.
Eu devo andar a perder um monte de coisas. Sinais, gestos, percepções simples, equações humanas que se dispersam da minha atenção.
Acho que ando alheio do mundo, adormecido por dentro, mesmo quando ando lá fora.
Quando nos deixamos perder em sonhos, pensamentos distantes, verdades aldrabadas num embalar constante para enganar o pobre senso, aquele mais vulgar que todos temos, ficamos presos numa teia pardacenta, com cheiro bafiento e sabor acre.
Tenho saudades de pensar que um dia poderia fazer um programa de rádio com os meus amigos, ou que poderia tirar fotos em Brisbane. Hoje em dia sonho com coisas bem mais simples, quase como um objectivo atingível. Será que o meu corpo desenvolveu alguma técnica auto-imune em relação a desilusões?
Acho que ando alheio do mundo, adormecido por dentro, mesmo quando ando lá fora.
Quando nos deixamos perder em sonhos, pensamentos distantes, verdades aldrabadas num embalar constante para enganar o pobre senso, aquele mais vulgar que todos temos, ficamos presos numa teia pardacenta, com cheiro bafiento e sabor acre.
Tenho saudades de pensar que um dia poderia fazer um programa de rádio com os meus amigos, ou que poderia tirar fotos em Brisbane. Hoje em dia sonho com coisas bem mais simples, quase como um objectivo atingível. Será que o meu corpo desenvolveu alguma técnica auto-imune em relação a desilusões?
domingo, novembro 30, 2008
Reformulando.
Existe sequer algum espírito por aqui? Porque viva alma posso garantir que não dei conta. E depois ainda dizem que costumam ler. Simpatia forçada.
sábado, novembro 29, 2008
Já existe alguém com espírito natalício?
Juro que não consigo sentir o espírito natalício antes dos dias 20 e qualquer coisa de Dezembro. Não consigo sentir o espírito natalício sem estar com a família, mas mesmo assim, acho que é de mim mesmo, nunca fui muito amigo do Natal, sempre fui um fã da família, seja com Natal ou sem Natal.
Este ano quero dar uma volta para ver as luzes e tirar fotos.
Este ano quero dar uma volta para ver as luzes e tirar fotos.
quinta-feira, novembro 27, 2008
Jorge Tadeu o Clooney de outros tempos.
Não sei se alguém se lembra disto nos nossos tempos de miúdos. O grande Jorge Tadeu e a sua mija que fazia crescer a árvore e que saciava o desejo das mulheres. Pois é já lá vai tanto tempo.
terça-feira, novembro 25, 2008
Carta para o Pai Natal.
Ficam aqui as minhas dicas para prendas de Natal. Paizinho presta atenção.
Asus G71V-7T032G
Clevo M570Tu 9800 GTX
Alienware CrossFire X-Enabled M17
Asus M50VN-AS024C
LG S510-X.CP20P
Para a consulta de alguns dos modelos mencionados.
http://webservinfor.com/php/index.php
São só ideias, ou para ser mais sincero, são só pequenos sonhos, afinal de contas estamos em tempo de crise.
Para facilitar deixo ainda em aberto qualquer opção com um processador acima dos 2,0Ghz, Memória Ram por volta dos 3GB, e placa gráfica razoável por volta dos 512Mb vídeo DDR3.
Asus G71V-7T032G
Clevo M570Tu 9800 GTX
Alienware CrossFire X-Enabled M17
Asus M50VN-AS024C
LG S510-X.CP20P
Para a consulta de alguns dos modelos mencionados.
http://webservinfor.com/php/index.php
São só ideias, ou para ser mais sincero, são só pequenos sonhos, afinal de contas estamos em tempo de crise.
Para facilitar deixo ainda em aberto qualquer opção com um processador acima dos 2,0Ghz, Memória Ram por volta dos 3GB, e placa gráfica razoável por volta dos 512Mb vídeo DDR3.
Coisas Simples
Acho que só os loucos não se esforçam intelectualmente para criar, parece algo inato, simples e muitas das vezes belo.
segunda-feira, novembro 17, 2008
Primeiro review da minha vida a uma Telenovela.
Pela primeira vez na vida, estive atento ao primeiro episódio de uma telenovela, o mais fantástico é que de todas as novelas e séries do género, a primeira novela que vejo o episódio de estreia, calhou de ser portuguesa.
De nome Flor do Mar, esta novela da TVI, pois além de ser produção portuguesa, é da TVI, tem como pano de fundo uma história passada na Ilha da Madeira, e sendo eu natural de tal cantinho do paraíso, fiquei com curiosidade para ver algumas das paisagens e locais que tão bem conheço, e sítios onde já estive ou por onde costumo andar.
Pelo que vi até agora na novela, a Madeira é um local que parece saido do mundo do fantástico, cheio de coisas lindas, outras estranhas, e muitos fenómenos, mais do que se tinha conhecimento, e isto é importante, que além do Cristiano Ronaldo e este vosso escriba, a Ilha da Madeira é um sítio recheado de fenómenos interessantes.
Em primeiro lugar, para aqueles que estiveram a visionar a telenovela, quero deixar claro que a parte do assalto ao supermercado era passado na África do Sul, não fossem pensar que na Madeira só se falava inglês por todo o lado, além de que o inglês na Madeira é muito melhor.
Depois na parte em que morre o casal que vivia numa casinha de santana no meio das bananeiras, enquanto ocorria uma grande festarola em São Vicente, por meio de um incêndio com uma explosão, é preciso esclarecer umas coisinhas. Primeiro a lenha a arder não era das bananeiras, porque as bananeiras não ardem assim, mas essa foi a única falha, porque de resto estava impecável. A casa começa a arder e depois explode e começa a disparar foguetes para todo o lado. Quero deixar bem claro que é de lei, e não só tradição, ter um paiol debaixo da cama. Eu na minha casa tenho um paiol e uma fábrica de tanques, assim como duas unidades industriais farmacêuticas e mesmo ao canto uma fábrica de molas para a roupa. Como é muito claro isto é de lei, não ter um paiol debaixo da cama cheio de pólvora e foguetes para rebentar quando mandam um tronco contra a casa. Depois quando se dá a explosão, também é típico da ilha, dar aquele voo à Matrix com o impacto da onde de choque provocado pela explosão. O nosso corpo voa em fast forward e os nossos braços vão no ar como quem tivesse a nadar os 200 bruços em 4 segundos. Até aqui tudo feito ao pormenor.
Outro ponto giro foi o facto de dar a imagem que na Madeira é normal as pessoas terem terras de cultivo, como se fossem extensas porções de terreno ao estilo dos ranchos brasileiros, mas Deus nos livre de cultivar outra porcaria que não bananas, quem olha para aquela novela fica com a ideia que além de sermos senhores feudais com extensas terras no nosso domínio, só se planta bananeira desde a serra até ao mar. Ficou de apontar que muitas das vezes as bananeiras plantadas mesmo quase dentro do mar, em vez de dar banana, dá camarão após abrir a casca.
Outro ritual mais que comum é confrontos tensos e pessoais no meio das bananeiras, sendo que a indumentária mais comum o traje todo preto. O que ninguém sabe é que normalmente de noite, no meio das bananeiras com tudo escuro e todos vestidos de preto, é um mau local para encontros, mas se forem tímidos é perfeito, se for para andar ao murro é um bocado foleiro. Depois nessa cena um dos protagonistas apanha um tiro do nada, sem carro a chiar, o que indica que não foi drive by, algo complicado de fazer no meio de um vasto bananal, não se viu mais ninguém por ali, nem som, nem preocupação com mais nada, e a polícia chegou na hora, que isto com a segurança não se brinca e a polícia está mesmo ali na esquina mesmo que seja em propriedades agrícolas isoladas como o caraças, mal se ouve um tiro, aparece a polícia, e eles sabem bem distinguir quando é fogo de artifício ou uns tiros para o ar, de quando é um tiro a sério para aleijar. Apesar de todo o aparato com a segurança, rápida e eficiente, lamento informar que sendo o tiro dado de parte incerta, no meio de nenhures, o mais provável é ter sido bala perdida. Pois é temos a polícia com a resposta mais rápida em todo o mundo mas ao mesmo tempo temos balas perdidas, e em zonas agrícolas, nem é problema urbano, imaginem como é no meio das cidades.
Depois não fui capaz de prestar muita atenção ao resto da novela, e julgo que acabou por ali.
No fim, resultado positivo para o retrato de uma Madeira moderna, com problemas modernos, mas um retrato fidedigno dos nossos costumes e hábitos, os maneirismos de um povo que tanto gosta de forrobodó como também gosta de boas tragédias e acontecimentos assim para o fantástico.
De nome Flor do Mar, esta novela da TVI, pois além de ser produção portuguesa, é da TVI, tem como pano de fundo uma história passada na Ilha da Madeira, e sendo eu natural de tal cantinho do paraíso, fiquei com curiosidade para ver algumas das paisagens e locais que tão bem conheço, e sítios onde já estive ou por onde costumo andar.
Pelo que vi até agora na novela, a Madeira é um local que parece saido do mundo do fantástico, cheio de coisas lindas, outras estranhas, e muitos fenómenos, mais do que se tinha conhecimento, e isto é importante, que além do Cristiano Ronaldo e este vosso escriba, a Ilha da Madeira é um sítio recheado de fenómenos interessantes.
Em primeiro lugar, para aqueles que estiveram a visionar a telenovela, quero deixar claro que a parte do assalto ao supermercado era passado na África do Sul, não fossem pensar que na Madeira só se falava inglês por todo o lado, além de que o inglês na Madeira é muito melhor.
Depois na parte em que morre o casal que vivia numa casinha de santana no meio das bananeiras, enquanto ocorria uma grande festarola em São Vicente, por meio de um incêndio com uma explosão, é preciso esclarecer umas coisinhas. Primeiro a lenha a arder não era das bananeiras, porque as bananeiras não ardem assim, mas essa foi a única falha, porque de resto estava impecável. A casa começa a arder e depois explode e começa a disparar foguetes para todo o lado. Quero deixar bem claro que é de lei, e não só tradição, ter um paiol debaixo da cama. Eu na minha casa tenho um paiol e uma fábrica de tanques, assim como duas unidades industriais farmacêuticas e mesmo ao canto uma fábrica de molas para a roupa. Como é muito claro isto é de lei, não ter um paiol debaixo da cama cheio de pólvora e foguetes para rebentar quando mandam um tronco contra a casa. Depois quando se dá a explosão, também é típico da ilha, dar aquele voo à Matrix com o impacto da onde de choque provocado pela explosão. O nosso corpo voa em fast forward e os nossos braços vão no ar como quem tivesse a nadar os 200 bruços em 4 segundos. Até aqui tudo feito ao pormenor.
Outro ponto giro foi o facto de dar a imagem que na Madeira é normal as pessoas terem terras de cultivo, como se fossem extensas porções de terreno ao estilo dos ranchos brasileiros, mas Deus nos livre de cultivar outra porcaria que não bananas, quem olha para aquela novela fica com a ideia que além de sermos senhores feudais com extensas terras no nosso domínio, só se planta bananeira desde a serra até ao mar. Ficou de apontar que muitas das vezes as bananeiras plantadas mesmo quase dentro do mar, em vez de dar banana, dá camarão após abrir a casca.
Outro ritual mais que comum é confrontos tensos e pessoais no meio das bananeiras, sendo que a indumentária mais comum o traje todo preto. O que ninguém sabe é que normalmente de noite, no meio das bananeiras com tudo escuro e todos vestidos de preto, é um mau local para encontros, mas se forem tímidos é perfeito, se for para andar ao murro é um bocado foleiro. Depois nessa cena um dos protagonistas apanha um tiro do nada, sem carro a chiar, o que indica que não foi drive by, algo complicado de fazer no meio de um vasto bananal, não se viu mais ninguém por ali, nem som, nem preocupação com mais nada, e a polícia chegou na hora, que isto com a segurança não se brinca e a polícia está mesmo ali na esquina mesmo que seja em propriedades agrícolas isoladas como o caraças, mal se ouve um tiro, aparece a polícia, e eles sabem bem distinguir quando é fogo de artifício ou uns tiros para o ar, de quando é um tiro a sério para aleijar. Apesar de todo o aparato com a segurança, rápida e eficiente, lamento informar que sendo o tiro dado de parte incerta, no meio de nenhures, o mais provável é ter sido bala perdida. Pois é temos a polícia com a resposta mais rápida em todo o mundo mas ao mesmo tempo temos balas perdidas, e em zonas agrícolas, nem é problema urbano, imaginem como é no meio das cidades.
Depois não fui capaz de prestar muita atenção ao resto da novela, e julgo que acabou por ali.
No fim, resultado positivo para o retrato de uma Madeira moderna, com problemas modernos, mas um retrato fidedigno dos nossos costumes e hábitos, os maneirismos de um povo que tanto gosta de forrobodó como também gosta de boas tragédias e acontecimentos assim para o fantástico.
terça-feira, novembro 11, 2008
Tenham vergonha na cara...
Vai curto e grosso porque sinceramente é uma daquelas coisas que me deixam piurso, o Manuel Alegre e um Zé da Véstia, que começa a sentir fernicoques sempre que é para falar mal do próprio partido. Uma coisa é oposição interna, outra coisa é guerrilha geriátrica mesmo só para aparecer e dizer peidorra qualquer, porque ultimamente sempre que abre a boca parece que está a dar de corpo e a mandar mais trampa cá para fora.
Esta conversa toda sobre os professores e os alunos, santa paciência. Tudo a mandar porrada no pobre diabo da Ministra da Educação que também tem aquele ar de pavio apagado, mas qual deles o mais infeliz no meio disto tudo.
Os alunos podem ir todos lamber sabão, mandar ovos contra a Ministra é daqueles actos propícios de uma cambada de alforges mandriões, só se queixam, e as manifestações são é boas para vadiar mais um bocado. Eu tenho ideia que os estudantes são cada vez mais vadios, eu no meu tempo já era o que era, comparado com a Universidade, o ensino secundário era um passeio, e eu nesse tempo tinha nove disciplinas, enquanto que o irmão do Miguel em 2006 ou 2007 tinha 3 ou 4 disciplinas no 12º ano. Os exames nacionais são mais fáceis, é tudo mais fácil, e mesmo assim ainda berram.
Agora quem dá uma bela imagem de vadiagem são os pobres professores, em que muitos deles fazem pouco e queixam-se muito. Primeiro não me venham com merdas, eu conheço muitos professores, e muitos deles admitem que não têm grandes maçadas por ai além em preparar o ano escolar, muitas das vezes é sempre igual e o trabalho está feito. Conheço muitos professores com tempo para fazer o que bem entendem, inclusive ir para a praia em dia de trabalho. Dou o desconto visto que não é seguramente a única profissão que funciona assim, normalmente os membros da função pública caem na tendência de se sentirem seguros e dar ao luxo de fazerem o que bem entendem, visto que não são avaliados pelo seu trabalho como é o caso dos trabalhadores do sector privado. Os professores trabalham 16 ou 17 horas por semana, a dar aulas. O resto do tempo andam a partir pedra? Podem dizer que têm outras actividades, ou de preparar as aulas do dia seguinte, a sério? É com essa treta que querem convencer as pessoas?
Não sei do que se queixam tanto os professores. Quanto às colocações e isso, ainda compreendo, agora por vezes simplesmente não têm razões para miar tanto.
Chegam a ser quase tão ridículos como os sindicalistas que querem reduzir a carga horária de trabalho para 7 horas diárias, e ao mesmo tempo um aumento de 4% ou 5%, em tempo de crise. Assumindo que não têm capacidades para sequer saber do plano Marshall, duvido que tenham fidedignas intenções de ajudar, mais do que têm vontade de destabilizar.
Esta conversa toda sobre os professores e os alunos, santa paciência. Tudo a mandar porrada no pobre diabo da Ministra da Educação que também tem aquele ar de pavio apagado, mas qual deles o mais infeliz no meio disto tudo.
Os alunos podem ir todos lamber sabão, mandar ovos contra a Ministra é daqueles actos propícios de uma cambada de alforges mandriões, só se queixam, e as manifestações são é boas para vadiar mais um bocado. Eu tenho ideia que os estudantes são cada vez mais vadios, eu no meu tempo já era o que era, comparado com a Universidade, o ensino secundário era um passeio, e eu nesse tempo tinha nove disciplinas, enquanto que o irmão do Miguel em 2006 ou 2007 tinha 3 ou 4 disciplinas no 12º ano. Os exames nacionais são mais fáceis, é tudo mais fácil, e mesmo assim ainda berram.
Agora quem dá uma bela imagem de vadiagem são os pobres professores, em que muitos deles fazem pouco e queixam-se muito. Primeiro não me venham com merdas, eu conheço muitos professores, e muitos deles admitem que não têm grandes maçadas por ai além em preparar o ano escolar, muitas das vezes é sempre igual e o trabalho está feito. Conheço muitos professores com tempo para fazer o que bem entendem, inclusive ir para a praia em dia de trabalho. Dou o desconto visto que não é seguramente a única profissão que funciona assim, normalmente os membros da função pública caem na tendência de se sentirem seguros e dar ao luxo de fazerem o que bem entendem, visto que não são avaliados pelo seu trabalho como é o caso dos trabalhadores do sector privado. Os professores trabalham 16 ou 17 horas por semana, a dar aulas. O resto do tempo andam a partir pedra? Podem dizer que têm outras actividades, ou de preparar as aulas do dia seguinte, a sério? É com essa treta que querem convencer as pessoas?
Não sei do que se queixam tanto os professores. Quanto às colocações e isso, ainda compreendo, agora por vezes simplesmente não têm razões para miar tanto.
Chegam a ser quase tão ridículos como os sindicalistas que querem reduzir a carga horária de trabalho para 7 horas diárias, e ao mesmo tempo um aumento de 4% ou 5%, em tempo de crise. Assumindo que não têm capacidades para sequer saber do plano Marshall, duvido que tenham fidedignas intenções de ajudar, mais do que têm vontade de destabilizar.
quarta-feira, novembro 05, 2008
Batalha das Músicas I
Decidi começar no Não Querem Ouvir uma nova rubrica, a batalha das músicas. Todas as semanas escolher duas músicas para batalharem uma contra a outra através da escolha popular.
Para iniciar tão avassaladora rubrica decidi colocar em votação duas músicas, da qual pedia para escolherem uma para ser usada pelo Zica num vídeo caseiro em que teria de dançar essa música.
Primeiro desafio os leitores a escolher uma das duas músicas possíveis, e depois desafio o Zica a filmar um vídeo caseiro em que faça um vídeo clip com uma delas.
Primeira :
Segunda :
Para iniciar tão avassaladora rubrica decidi colocar em votação duas músicas, da qual pedia para escolherem uma para ser usada pelo Zica num vídeo caseiro em que teria de dançar essa música.
Primeiro desafio os leitores a escolher uma das duas músicas possíveis, e depois desafio o Zica a filmar um vídeo caseiro em que faça um vídeo clip com uma delas.
Primeira :
Segunda :
O novo "Messias"...
quarta-feira, outubro 29, 2008
segunda-feira, outubro 27, 2008
É deprimente para caraças.
Hoje em dia vivemos todos em alarmismo, hipocondríacos, especulativos, calculistas, doentes receosos, amedrontados e desgostosos.
De cautelosos a maníaco depressivos é um pequeno passo, uma mosca que já é o mosquito da dengue, uma gripe que passou a ser tuberculose, um chuviscos que já são cataclismos, e o cosmos que nos vai consumir vivos por não sermos mais lacaios das religiões pejadas de exageros e medos.
Um sim é um não, um talvez é um nunca, um logo se vê é um tiro na nuca de qualquer tipo de expectativas, o derrotismo é lei, impera o negativismo, e é nesta sociedade que hoje vivemos que ficamos conhecidos como os criadores da seguinte teoria, antigamente diziam os nossos antepassados que para lá do chão não se passa, hoje em dia alem da queda ser mais longa e cheia de escarpas que nos dilaceram aos bocados, quando batemos no fundo, temos a mania que ainda se pode cavar um buraco para sofrer mais um bocado.
Hoje em dia somos todos vitimas, pobres diabos, coitados, e ainda somos auto-condescendentes e auto-paternalistas porque a vida está difícil e já desconfiamos que alguém o seja por nós. Só hoje em dia é que se houve falar de emos, de terapia da dor, porque eu quando me aleijo fico puto da vida, digo uns palavrões, acabo a amaldiçoar o acontecimento e ainda dou uma chapada se tiver alguém a rir, mas hoje em dia muita da criançada é emo, e a dor é amiga, é boa, faz esquecer os problemas graves como o facto do preto não ser cor da moda, o Ipod ter avariado, e o MSN estar indisponível duas horas seguidas, sendo este último motivo, justificativo suficiente para o suicido, ou pior, meter um cd dos Tokio Hotel a tocar.
Esta nossa sociedade anda um bocado à nora não anda? Está tudo um bocado taralhouco, e perdido nas andanças da vida.
Anda tudo tão mal que acho que fiz um corte de papel no dedo ao usar o teclado.
De cautelosos a maníaco depressivos é um pequeno passo, uma mosca que já é o mosquito da dengue, uma gripe que passou a ser tuberculose, um chuviscos que já são cataclismos, e o cosmos que nos vai consumir vivos por não sermos mais lacaios das religiões pejadas de exageros e medos.
Um sim é um não, um talvez é um nunca, um logo se vê é um tiro na nuca de qualquer tipo de expectativas, o derrotismo é lei, impera o negativismo, e é nesta sociedade que hoje vivemos que ficamos conhecidos como os criadores da seguinte teoria, antigamente diziam os nossos antepassados que para lá do chão não se passa, hoje em dia alem da queda ser mais longa e cheia de escarpas que nos dilaceram aos bocados, quando batemos no fundo, temos a mania que ainda se pode cavar um buraco para sofrer mais um bocado.
Hoje em dia somos todos vitimas, pobres diabos, coitados, e ainda somos auto-condescendentes e auto-paternalistas porque a vida está difícil e já desconfiamos que alguém o seja por nós. Só hoje em dia é que se houve falar de emos, de terapia da dor, porque eu quando me aleijo fico puto da vida, digo uns palavrões, acabo a amaldiçoar o acontecimento e ainda dou uma chapada se tiver alguém a rir, mas hoje em dia muita da criançada é emo, e a dor é amiga, é boa, faz esquecer os problemas graves como o facto do preto não ser cor da moda, o Ipod ter avariado, e o MSN estar indisponível duas horas seguidas, sendo este último motivo, justificativo suficiente para o suicido, ou pior, meter um cd dos Tokio Hotel a tocar.
Esta nossa sociedade anda um bocado à nora não anda? Está tudo um bocado taralhouco, e perdido nas andanças da vida.
Anda tudo tão mal que acho que fiz um corte de papel no dedo ao usar o teclado.
I saw you again
I've been seeing you lately
Smelling your hair and skin
So real inside my stupid mind
Because i wake up, and you're not there
I've been thinking about you
Dreaming and screaming too
I try to act like i don't care
With the empty seat, next to my chair
We don't speak in ages
But the words are still in my chest
Written in hundreds of pages
The reasons for love, and all the rest
So if you see me crying
Call me tonight
I really need to ear your voice
I really need to ear your voice
So if you see me dying
Save me tonight
I really need to be in your arms
I really need you tonight
Don't waste no time,
Hold my hand,
like if we were partners in crime
another dynamic duo
something clueless
and save me from my mind
save me from my mind.
The time is running,
Into an end
So tell me where to find
My broken dreams, and muted screams
Give me the address to send
All my hope and foolish faith
That we could be together
I don't say forever,
but maybe one more time.
Smelling your hair and skin
So real inside my stupid mind
Because i wake up, and you're not there
I've been thinking about you
Dreaming and screaming too
I try to act like i don't care
With the empty seat, next to my chair
We don't speak in ages
But the words are still in my chest
Written in hundreds of pages
The reasons for love, and all the rest
So if you see me crying
Call me tonight
I really need to ear your voice
I really need to ear your voice
So if you see me dying
Save me tonight
I really need to be in your arms
I really need you tonight
Don't waste no time,
Hold my hand,
like if we were partners in crime
another dynamic duo
something clueless
and save me from my mind
save me from my mind.
The time is running,
Into an end
So tell me where to find
My broken dreams, and muted screams
Give me the address to send
All my hope and foolish faith
That we could be together
I don't say forever,
but maybe one more time.
quarta-feira, outubro 08, 2008
Fotos do Menino.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Ao mudar de roupa...
Ainda estes dias descobri que as paixões são as mesmas, e os defeitos os do costume.
A minha personalidade conformou-se com a personagem, mas eu de maneira alguma me consigo conformar com tal conformismo.
A minha personalidade conformou-se com a personagem, mas eu de maneira alguma me consigo conformar com tal conformismo.
+ e -
E se em cada passo dado ocorrer uma queda?
E se em cada segredo desvendado, for descoberta uma verdade?
Em cada palpitação do coração morrer e nascer um novo amor?
Uma brisa para um arrepio.
Um raio de sol para um sorriso.
Se tudo for destinado para ser ou ter par, se tudo for feito num segundo?
Uma lágrima a mover o mundo, um sorriso a matar alguém.
Se a tudo corresponder uma resposta, uma razão ou motivo.
Num segundo, de acordo com um efeito em cadeia, o mundo, noutro segundo o vazio.
Se aparentemente tudo tem dois pólos, dois lados, um começo e um fim, nada é infinito, nada é desprovido de oposto. Se aparentemente for tudo assim como se descreve, não deveria o balanço ser mais firme, claro e presente?
Claramente, a nossa existência é o que de mais defeituoso se conhece.
E se em cada segredo desvendado, for descoberta uma verdade?
Em cada palpitação do coração morrer e nascer um novo amor?
Uma brisa para um arrepio.
Um raio de sol para um sorriso.
Se tudo for destinado para ser ou ter par, se tudo for feito num segundo?
Uma lágrima a mover o mundo, um sorriso a matar alguém.
Se a tudo corresponder uma resposta, uma razão ou motivo.
Num segundo, de acordo com um efeito em cadeia, o mundo, noutro segundo o vazio.
Se aparentemente tudo tem dois pólos, dois lados, um começo e um fim, nada é infinito, nada é desprovido de oposto. Se aparentemente for tudo assim como se descreve, não deveria o balanço ser mais firme, claro e presente?
Claramente, a nossa existência é o que de mais defeituoso se conhece.
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