quarta-feira, novembro 05, 2008
Batalha das Músicas I
Para iniciar tão avassaladora rubrica decidi colocar em votação duas músicas, da qual pedia para escolherem uma para ser usada pelo Zica num vídeo caseiro em que teria de dançar essa música.
Primeiro desafio os leitores a escolher uma das duas músicas possíveis, e depois desafio o Zica a filmar um vídeo caseiro em que faça um vídeo clip com uma delas.
Primeira :
Segunda :
O novo "Messias"...
quarta-feira, outubro 29, 2008
segunda-feira, outubro 27, 2008
É deprimente para caraças.
De cautelosos a maníaco depressivos é um pequeno passo, uma mosca que já é o mosquito da dengue, uma gripe que passou a ser tuberculose, um chuviscos que já são cataclismos, e o cosmos que nos vai consumir vivos por não sermos mais lacaios das religiões pejadas de exageros e medos.
Um sim é um não, um talvez é um nunca, um logo se vê é um tiro na nuca de qualquer tipo de expectativas, o derrotismo é lei, impera o negativismo, e é nesta sociedade que hoje vivemos que ficamos conhecidos como os criadores da seguinte teoria, antigamente diziam os nossos antepassados que para lá do chão não se passa, hoje em dia alem da queda ser mais longa e cheia de escarpas que nos dilaceram aos bocados, quando batemos no fundo, temos a mania que ainda se pode cavar um buraco para sofrer mais um bocado.
Hoje em dia somos todos vitimas, pobres diabos, coitados, e ainda somos auto-condescendentes e auto-paternalistas porque a vida está difícil e já desconfiamos que alguém o seja por nós. Só hoje em dia é que se houve falar de emos, de terapia da dor, porque eu quando me aleijo fico puto da vida, digo uns palavrões, acabo a amaldiçoar o acontecimento e ainda dou uma chapada se tiver alguém a rir, mas hoje em dia muita da criançada é emo, e a dor é amiga, é boa, faz esquecer os problemas graves como o facto do preto não ser cor da moda, o Ipod ter avariado, e o MSN estar indisponível duas horas seguidas, sendo este último motivo, justificativo suficiente para o suicido, ou pior, meter um cd dos Tokio Hotel a tocar.
Esta nossa sociedade anda um bocado à nora não anda? Está tudo um bocado taralhouco, e perdido nas andanças da vida.
Anda tudo tão mal que acho que fiz um corte de papel no dedo ao usar o teclado.
I saw you again
Smelling your hair and skin
So real inside my stupid mind
Because i wake up, and you're not there
I've been thinking about you
Dreaming and screaming too
I try to act like i don't care
With the empty seat, next to my chair
We don't speak in ages
But the words are still in my chest
Written in hundreds of pages
The reasons for love, and all the rest
So if you see me crying
Call me tonight
I really need to ear your voice
I really need to ear your voice
So if you see me dying
Save me tonight
I really need to be in your arms
I really need you tonight
Don't waste no time,
Hold my hand,
like if we were partners in crime
another dynamic duo
something clueless
and save me from my mind
save me from my mind.
The time is running,
Into an end
So tell me where to find
My broken dreams, and muted screams
Give me the address to send
All my hope and foolish faith
That we could be together
I don't say forever,
but maybe one more time.
quarta-feira, outubro 08, 2008
Fotos do Menino.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Ao mudar de roupa...
A minha personalidade conformou-se com a personagem, mas eu de maneira alguma me consigo conformar com tal conformismo.
+ e -
E se em cada segredo desvendado, for descoberta uma verdade?
Em cada palpitação do coração morrer e nascer um novo amor?
Uma brisa para um arrepio.
Um raio de sol para um sorriso.
Se tudo for destinado para ser ou ter par, se tudo for feito num segundo?
Uma lágrima a mover o mundo, um sorriso a matar alguém.
Se a tudo corresponder uma resposta, uma razão ou motivo.
Num segundo, de acordo com um efeito em cadeia, o mundo, noutro segundo o vazio.
Se aparentemente tudo tem dois pólos, dois lados, um começo e um fim, nada é infinito, nada é desprovido de oposto. Se aparentemente for tudo assim como se descreve, não deveria o balanço ser mais firme, claro e presente?
Claramente, a nossa existência é o que de mais defeituoso se conhece.
Menos acertivo mas bem comigo mesmo. Poderás dizer o mesmo?
Não perturbo, nem por exacerbado castigo, doença em que me abrigo, ou por ser mesmo assim, não perturbo nem chateio, não caustico por não ser desse tipo de pessoa.
Já deves ter ouvido falar, de ambição, destreza, e saciedade ímpar, tudo arrogância de quem se julga, de quem se toma e vê com um chapéu maior que o dos outros.
É ter a alma vazia de sonhos, mas cheia de gritos medonhos, angustias e insatisfação racional, será isso que te move a ser como és?
Com ponta de lança amolada em língua áspera, vais picando os outros com ocas demonstrações de gente, é assim que ficas contente, numa superioridade bacoca, mais banal e desinteressante do que oca, puramente oval, discutindo quem veio primeiro o ovo ou a galinha.
És esse tipo de gente, que se frustra a demonstrar, eu sou assim, eu sou assado, eu sei isto, eu tenho um passado, planeio um grande futuro, e no entanto estou ausente, do meu presente, onde sou mais gente que morgado amado por pai e mãe.
Que besta bestial em que te transformas de cada vez estalas os dedos e dizes eureka, já sei como os tramar, tirar partido, aprisionar a razão do meu lado como escudo e espada, com que te defendes e esgrimas uma opinião vazia de curiosidade ou reflexão.
Porque tudo é matemático no mundo, tudo é rígido e cientifico, não há margem para iluminismo, humanismo, romantismo, qualquer tipo de movimento que divague um pouco das tuas verdades, ou se calhar das tuas vaidades secretas.
Capaz de afirmar que não é mais que os outros, nem disso tem intenção, não se pretende nobre nem vil, meio termo era o ideal, balanceado nos anais da sua história, desde petiz rapaz envergonhado, nunca superior a ninguém, que altruísmo tão bem dotado. E no entanto, é tanto o esforço que se pode ver, ao tentar alcançar o cume onde se pode exibir com altivez, e gritar em plenos pulmões "louvado seja eu por existir, assim dando significado à vida destes outros infelizes".
Mas que douto ser, mestre da sabedoria, senhor de inigualável sapiência, só é pena que não haja paciência para ouvir tudo e mais alguma coisa que tens para dizer.
Com uma casa cheia de taças e medalhas, símbolos de pequenas batalhas, intelectualmente verbais, ganhas por insistência, por moer até romper a corda dos mais meticulosos, que da persistência fazem sua bondade, numa constante regularidade para com a paciência, aqueles que aturam tudo o que lhes mandas, mas mesmo assim, desesperam por te ouvir calado.
Não fosses tu tão singular indivíduo, mandavam-te passear com falta de modos.
Se calhar não o fazem, por pena, ou por algo mais nobre, talvez amizade ou simpatia, porque pena pode ser considerado um insulto, logo a quem, personagem tão astuto, de magnificência e superioridade sem igual, o homem da palavra transcendental.
Que se faça lei, pois a excelência abriu a boca. Nenhum assunto morre na presença de tal mente, só existe uma solução, toda a razão e certeza a uma só voz, porque este mundo não foi feito com liberdades de interpretação ou pensamento, foi feito para regras e traves mestras erguidas por quem sabe.
Pobre do sonhador, logo abatido se deambular pelos pensamentos, tem de seguir a linha da verdade, única e intolerável, não há espaço para acordar em desacordos, todos pensam igual e acabou.
Bato palmas, ou aplaudo? Qual será a mais formosa forma de apreciar tanta admiração por um ser incomparável.
O mundo foi feito para o sabichão, e eu claramente não pertenço a este mundo.
Não sou crente de tal culto, só quero um canto só meu, onde seja minha a verdade da vontade que me move, sem causar distúrbios ou abalroar alguém. No meu canto quieto, pedra gasta e uma janela, por ela espreito o mundo, feito para todos esses sabichões que vivem a vida como foi descrito. Não é ofensa, não é feio nem bonito, são maneiras de ser. Uns largam, outros brincam, alguns insistem em querer o mundo no seu jeito, de acordo com as regras, com as leis, com as ideias já formadas e conformadas. Não divagues. Eles andam ai.
quarta-feira, outubro 01, 2008
Mais um porreiro ao mundo.
O Diogo é um miúdo cheio de qualidades, o Diogo é meu sobrinho, uma óptima qualidade, o Diogo é algarvio, e eu conheço algarvios muito porreiros. O Diogo faz parte de uma família espectacular, e safou-se de ter outros nomes que nem vou mencionar. É verdade que Diogo não é um nome tão sonante e magnifico como Pedro, mas Diogo é um nome distinto e de viril rapaz.
O Diogo é benfiquista, e muito em breve sócio. O Diogo no fundo é mais um porreiraço que veio ao mundo. Muitos Parabéns Diogo daqui a uns 16 ou 17 anos levo-te a tomar um copo.
Muitos Parabéns aos pais do Diogo, desejo-lhes muitas felicidades e o maior numero possível de noites bem dormidas. Nuno vou já tratar da papelada para o fazer sócio do Glorioso.
Ah já agora aqui fica uma foto do Diogo que nasceu no dia 1 de Outubro (que data mais distinta, temos de convir), com 3.15kg, às 15h e 20 minutos. Reparem na virilidade patente no moço....AH MOÇE!!!
segunda-feira, setembro 22, 2008
Se calhar tens razão, falhei com a minha vida.
Não sei quem sou, nem quer o que seja, quem vou ser é segredo, e tenho medo dessa caixa de pandora. Não revelo os meus segredos, guardo em paz a minha alma podre com pensamentos violentos contra mim próprio. Tenho medo de abrir portas por onde saia e me perca, sem nunca poder voltar atrás.
Fosse tudo tão óbvio, e tão certo, tudo tão claro e fácil, e eu saberia responder o quanto vale esta vida.
Vale o que vale, para quem lhe dê valor, vale o que se sabe e não se teme, vale pela candura e pelo sossego, pela paz de espírito sem revolta, sem ciume de outras vidas, sem estar mergulhado em incertezas sobre as provas de um destino.
Balbuciando é que vou vendo, em choro miudinho e resguardado, o quanto é fácil , quando se pretende, forjar em alguém tal culpa, tal derrota, em que ninguém tem de nos odiar pelo que somos, nós próprios cultivamos o nosso ódio por nós mesmos.
Desilusão biológica, produzido com a terra do nosso corpo, a pobreza do nosso espírito e os arados das palavras duras que nos ferem.
Se não fosse por saber o quanto custa, o quanto doí e o sofrimento que causa, já tinha desistido faz muito tempo, de plantar esperanças para um futuro, e tinha optado pela cobardia que parecem querer plantar em mim.
Magoa.
sexta-feira, setembro 05, 2008
Coisas que também podem irritar o Dexter.
Eu gosto de falar e escrever em inglês, mas repetir tal tarefa como se tivesse crescido nessa realidade torna-se assustador.
Certas vezes tenho uma sensação estranha, até pode ser embaraçoso admiti-lo, uma sensação de quem se quer perder pelas palavras da nossa língua, dar a volta por todo o vocabulário possível e cuspir dois ou três caroços dessa nossa língua.
Gosto muito da maneira tradicional de certas coisas, não me oponho a mudanças, não sou um saudosista como muitos que ocupam os nossos jardins mentais dando opiniões pelos media ou bradando nas ruas. Sou conservador no que penso que me convêm, mas também no que penso que me dá gosto em manter.
Quando falo com uma data de pessoas em inglês por vezes sinto, e de facto tenho, algumas dificuldades em expressões, não falo apenas de regionalismos, mas a malta nova têm tendência em inventar palavras, expressões e maneiras de falar. Estes dias mandaram-me um e-mail a reclamar de qualquer coisa a respeito do meu cargo num fórum, e vinha escrito no que vim depois a descobrir que é o lolz catz, uma linguagem atribuída a fotos de gatinhos a fazerem palhaçadas naturalmente, como a saltar em pleno ar, etc.
Mais uma que foram inventar, não os recrimino, em Portugal aconteceu o mesmo com os sms, com o escrever como as pitas, com a linguagem usada nos irc's e internet. Não os recrimino. São modas, tendências, mesmo uma verdadeira epidemia.
Sou conservador quanto à linguagem, e apesar de não recriminar quem a altera, sofro e tenho pena pela nossa língua. Não os recrimino, mas admito que não gosto deles. Não gosto do bué, do tasse, do bacano, do achandra ai, do dá uma beca, bué da nice bué da baril, do brotha, do chavalo, do baita, etc. Não gosto. Não gosto porque não me convêm, sou capaz de usar um pah admito, mas não aprecio a falta de suavidade de um "yo tasse bacano".
Para ser sincero em certas alturas já me apeteceu esmurrar esses assassinos, esses pulhas que andam sempre a causticar a nossa língua, abomino interjeições inventadas, vocábulos ordenhados em saliva de boçais gentes, bandidos.
Mas não são os piores, pobres diabos, falam como lhes convêm, nisso não os recrimino, e a mentalidade "sem esforço sabe melhor", não admiro mas aplaudo tal destreza de pensamento. Porque raio haviam de fazer um caminho longo quando se tem atalhos. Sim senhor. A esses pobres diabos que se sentem alumiados pelo facilitismo, não lhes desejo nenhum mal.
Agora aqueles que se intitulam de conhecedores, de sábios, intelectuais nobres, anciãs da sociedade moderna. O guru da aldeia no tempo das altas tecnologias, o que sabe mais que os outros, que aponta e ri. A essa gente que recrimina a boçalidade dos pobres diabos, jovens e inconscientes na maioria das vezes, e de repente arremessa uma jarda com uma catrefada de asneirada, de palavras amassadas e pisadas pela plebe, a essa corja de sabichões, não recrimino, mas desejo-lhes boa sorte na sua busca por uma personalidade sem hipocrisia.
Direito a dizer baboseirinha e protegido legalmente.
Apesar de não concordar com isto, eu devo ser uma das pessoas com mais direitos de autor sobre baboseirinhas escritas. Sei que é assustador mas é assim que funciona.
Como funcionam as coisas.
Passar bem e boa noite.
Para os que apontam e ficam quietos
Passar bem e boa noite.
Para os que riem e nunca choram
Passar bem e boa noite.
Para os que pedem e nunca dão
Passar bem e boa noite.
Para os que se esqueceram de quem são
Passar bem e boa noite.
Para os que tentam mudar tudo isto
Boas sorte este mundo não é o teu.
domingo, julho 27, 2008
Just let it go.
Someone just lied to you
And said something it isn’t true
Just to see you cry
Someone got over you
That time bomb already blew
It’s time to say goodbye
I can see your shattered dreams
Impressed in the look of your eyes
Like in big panoramic screens
Full of hate and hurting lies
So let it go
Don’t keep it in you
Just let it flow
There’s nothing you can do
Just let it go
Not worth to chase it
So let it flow
Just mourn and sit
Like thunders in a mountain
Roaring inside your deep soul
Tears flush like a fountain
And your hope is a piece of coal
You’re screaming and shaking
All your faith is for taking
The highest bid is from your own
No point in make things harder
When she has already gone
So let it go
Don’t hide it any more
Just let it go
You’ll open another door
Would you let it go?
Pick yourself up from the floor
Please let it go
Swim back to the safest shore
Drifting in your own mind
Thinking you could maybe find
Someone else to take your place
Pain could be deaf and dumb
But for sure she isn’t blind
She will know your face
So let your body go numb
Keep biting your own thumb
But let it all go
There’s nothing you could show
And nothing you could do
Time won’t come back for you
So please just let it go
Please just let it go
Just let it go
Let it go
Let go…..
domingo, julho 20, 2008
É a vida pá.
A expressão pá, não só é a mais polivalente interjeição da nossa língua, pois serve quase para expressar qualquer emoção, como também pode ser um vulgar substantivo.
Vamos ser sinceros pá, a expressão pá é como que uma espécie de muletas para o apoio de outras palavras ou para a formação de frases, sendo o alicerce de todo um raciocínio que ficaria incompleto e coxo sem a palavra pá. A frase "não faças isso, não estás a ver que ainda afogas o puto" é neste momento uma frase nua, despojada de sentido, sem qualquer apelação, e com uma grande dose de insucesso. Colocada deste modo, é mais do que óbvio que o puto acabou por se afogar, porque a pessoa que estava a exercer a brincadeira inconsequente, não prestou devida atenção aos avisos quanto à normal reacção do corpo humano a uma situação adversa à sua fisionomia, porque como é óbvio maioria de nós não possui guelras.
Se tivesse sido inserido o pá ali naquela frase de modo a ficar algo como, "não faças isso pá, não estás a ver que afogas o puto pá", de certo não teria acontecido esta tragédia com o João Vítor na praia da Lomba em Gondomar.
Verdade seja dita que o vocábulo pá é de importância fundamental, impõem-se em qualquer situação, é chamativo, e constitui um fundamental apoio a qualquer conversa. Temos de convir que quando usamos a expressão pá, as pessoas começam logo a levar-nos a sério. Denota o vigor, a seriedade da situação, é imponente e intemporal. Desde dos tempos do D. Afonso Henriques que se usa tal brochura da nossa linguística, "Vamos dar porrada aos Mouros pá", "A minha mãe anda-me a moer os cornos pá", "Que merda é essa pá? Algarve?", não sabia ele que seria uma das melhores zonas do nosso Portugal.
Isto vem a propósito por ter reparado num destes dias que os advogados têm uma reacção diversa à expressão pá, é quase como uma vulgaridade, certamente porque não tem tradução para o latim e acaba por ser demasiado agressivo para os meios pacifistas praticados por tal horde de profissionais. Posso sinceramente dizer que notei um certo ar de asco na cara do advogado quando o cliente usava e abusava da expressão linguística pá.
Desafio um qualquer advogado a ir à lota de Leixões falar com um homenzinho do povo que use a palavra pá a torto e a direito, e no meio da conversa repita vezes sem conta a expressão quid pro quo.
Algo me diz que o cheiro a atum não sai com facilidade do colarinho.
terça-feira, julho 01, 2008
A pequena sereia devia fazer uma mamoplastia.
Aos poucos que ainda são capazes de sorrir por voltarem a ver um post meu neste espaço, aviso desde já que é qualquer coisa fraquinha só para ganhar de novo o hábito, por isso ponham as esperanças de lado porque não vem ai nenhum texto deslumbrante.
E pronto era mais ou menos isto que ia postar, mas depois pensei que se calhar também era demasiado castrador da vossa esperança em ver aqui uma obra prima...Sinceramente não sei do que estou a falar por isso vou passar logo para o assunto que aqui me trás.
Basicamente venho falar de programas infantis e formosas raparigas.
Quem não se lembra do Buéréré apresentado pela Ana Malhoa? Nessa altura a Ana Malhoa só por si era líder de audiências nas manhãs de sábado, muita da criançada ainda estava a dormir, e já alguns graúdos estavam agarrados à televisão de roupão e substituindo os cereais ou as bolachinhas por uma cervejola e uma sandes de queijo.
Por essa altura a Ana Malhoa ainda que nova, despertava alguns paradigmas sexuais, era uma moça formosa que supostamente devia entreter a criançada. Depois de Ana Malhoa nunca mais se viu tal coisa, jamais houve uma formosa rapariga a apresentar um programa para a miudagem. Hoje em dia Ana Malhoa acaba por ser degradante, não ponho em causa os atributos da senhora, apenas a sua capacidade para me causar a mínima cocega sexual. É que não me diz absolutamente nada. Ainda hoje vi uma sessão de fotos da dita senhora para a promoção do novo álbum chamado Exótica, e nem o menor interesse em olhar fosse para onde fosse, o seu sex appeal perdeu-se no meio de bolas coloridas e crianças a cair de cara numa alcatifa com o Rato Mickey estampado.
A mais recente heroína da criançada, não foi a Carolina Patrocínio, mas sim a Luciana Abreu no papel de Floribela, um papel que lhe valeu variada depreciação da sua aparência, umas perninhas que pareciam dois troncos, o vestuário não ajudava, e resumindo a Floribela era feia como os porcos. A Floribela estava destituída de qualquer chama sexual, sem o mínimo interesse, nem se podia chamar de pãozinho sem sal, aquilo era um punhado de farinha amparo num bocado de carvão do forno a lenha. Hoje depois de a ver no programa especial da Chuva de Estrelas a imitar a J-Lo, vi naquela rapariga uma verdadeira bomba sexual, e não falo apenas no corpinho bem dotado de argumentos, principalmente a sensualidade de movimentos, o sorriso chamativo, a energia e alegria como se mexia, numa suavidade plena e ao mesmo tempo carregada de trovões libidinosos.
Depois pensei cá para mim, na geração em que metiam raparigas sensuais a apresentar programas para a criançada, as crianças eram mais felizes, e os adultos também viam a bonecada, hoje em dia só deixam despontar estas moçoilas depois de as correrem dos programas infantis., hoje em dia somos obrigados a assistir a um tijolo dançante a fingir de bailarina.
Gostava que os senhores das estações televisivas entendessem que os seios não têm exclusivamente importância no crescimento das crianças na fase da amamentação, ao longo do desenvolvimento de qualquer criança, os seios acabam por ter um efeito benéfico para o desenvolvimento de um jovem rapaz. Sendo assim peço que metam mais seios, e fartos, na programação infantil, não só para o bem dos petizes que precisam com eles ter algum contacto enquanto crianças, mas também porque hoje em dia é mais fácil para mim acordar às 8h da manhã para ver uma rapariga formosa na tv a fazer umas macacadas que aguentar acordado até às 3h da manhã para ver uma moça qualquer a atender uns telefones e a falar muito alto para dar uns prémios baseados na palavra ananás.
terça-feira, junho 03, 2008
Don't know you right about now.
I don’t know where to look, keep counting minutes like I was about to die. Every breath I took was more like a smile denied. I saw you walking down that lovely shrine I built for you in my mind, you slash my hope into a little sushi crime, and all sort out lunatic style.
I feel your hand is waving something, I don’t know if you’re friendly, you look like a girl I used to know, but now you seem terribly cute, and I didn’t know you that way.
There you go with that crazy arcade look, like you had to win it all, you kept wining me all night and never claimed the prize, you sound a maniac depressed girl, slept deprived.
Close your eyes, tomorrow you’ll be able to conquer them all.
sexta-feira, maio 09, 2008
Tudo uma palhaçada.
Quem me acusar de não ser patriótico que levante o dedo e o meta na boca enquanto assobia as músicas do 25 de Abril.
