quarta-feira, janeiro 30, 2008
One Republic - Come Home (livre de Timbalands)
[Verse 1]
Hello, world, hope you're listening
Forgive me if I`m young or speaking out of turn
But there`s someone that I`ve been missin'
And I think that they could be the better half of me
They`re in the wrong place, tryin' to make it right
And I`m tired of justifying, so I say to you...
[Chorus]
"Come home, come home
'Cause I`ve been waiting for ya, for so long, for so long
And right now there's a war between the vanities
But all I see is you and me
The fight for you is all I`ve ever known
So come home"
[Verse 2]
I get lost in the beauty
Of everything I see, the world ain`t half as bad as they paint it to be
If all the sons, all the daughters, stop to take it in
Hopefully, the hate subsides, and the love can begin
It might start now, or maybe I`m just dreamin' out loud, but until then
[Chorus]
"Come home, come home
'Cause I`ve been waiting for ya, for so long, for so long
And right now there's a war between the vanities
But all I see is you and me
The fight for you is all I`ve ever known (ever known)
So come home"
[Interlude]
Everything I can`t be, is everything you should be
And that`s why I need you here
Everything i can`t be, is everything you should be
And that`s why I need you here
So hear this now
[Chorus]
"Come home, come home
'Cause I`ve been waiting for ya, for so long, for so long
And right now there's a war between the vanities
But all I see is you and me
The fight for you is all I`ve ever known (ever known)
So come home
Come Home"
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Viagens de sonho.
Numa típica conversa deste estilo, acabam sempre por nos perguntar quais os nossos sonhos, quais os nossos gostos, qual o melhor filme que já vimos, qual o melhor livro que já lemos, qual a melhor música de todas, etc, e como é normal de todas as vezes que me questionam nestes modo, respondo sempre com um top 7, de quase tudo faço um top 7.
Recentemente perguntaram-me quais os países deste mundo que gostaria de visitar. Por mim diria quase todos, alguns não faço muita questão, outros adorava e seriam um sonho realizado.
Mais uma vez peguei no meu top 7 de países que gostava de visitar e experimentar a sua cultura, ou seja implica pelo menos uns meses de estadia, e assim desvendei o meu top 7 de países que gostaria de visitar, viver, fotografar, e escrever sobre.
Todos estes países têm culturas que admiro, e com que sonho um dia poder experimentar nem que seja só um pequeno travo.
De modo aleatório passo a designar os 7 países e uma imagem das muitas que tenho sobre cada um deles.




terça-feira, janeiro 15, 2008
Velhas fotos novas palavras.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Beleza perdida na rua das putas.
Tundra do silêncio entre gentes que se perdem e jamais se encontram apenas no olhar de quem procura.
Noite de breu onde o frio recorta silhuetas sem sombras, onde o brilho se faz pelos olhos felinos dos amantes espalhados nessa rua batida por passos sem rumo.
Mãos que desapertam a roupa enquanto outras apertam a carne de quem desejam, o beijo no corpo e o entrelaçar das línguas, o ofegante riso de quem espera prazer muito em breve.
Paredes caiadas de gente encostada ao cimento e tijolo onde se apoiam os desejos carnais de toda aquela gente que se envolve em brutos embates.
Sem beijos ou afagos, matam-se as fomes de anseio por um gozo barato, mas não gratuito. Perna alçada e calça no chão, sem suspiros ou sinais de paixão, é acalmado o sedento sentido de deleito carnal.
Gemidos ao de leve não irrompem o forte silêncio de uma clandestinidade descoberta, num ar que se desperta carregado de cheiro a tabaco e álcool que afoga a necessidade de calar a consciência.
Lábios que percorrem o corpo e nunca se tocam, olhares que não se cruzam quando os corpos se penetram, mãos frias que agarram sem carinho.
Não é lugar para a paixão, é um sítio onde se satisfazem as vontades básicas sem delícia, um amor comercial como tudo mais o que os acompanha.
Começa a chover levemente, não é o suficiente para lavar a rua dos seus pecados, e os pecados daquelas gentes que se consomem em fogo no meio da calçada da libido.
Não se trocam conversas, bocas cheias embora mudas, sem nada que dizer. Parcos gemidos e suaves esbaforidos de prazer, o roçar dos corpos e demais toques, a chuva que cai, de resto tudo o mais era silêncio.
No meio de todo aquele ambiente onde as almas burlescamente eram símbolos mórbidos e ausentes, debaixo de uma das únicas luzes que funcionavam naquela rua estava sozinha uma rapariga com ar de anjo perdido nos gritos e suplícios de almas perdidas em dor.
A chuva que lhe cai no rosto não deixa perceber se ali se agregavam lágrimas, naquele lindo rosto triste e distante, dava a entender que não pertencia aquele lugar.
De pele morena e lábios ruborizados por um fogo que lhe vem da alma, ao contrário das outras não tinha um olhar vazio, tinha um olhar perdido, totalmente confiante que não deveria fazer parte daquele meio.
A tremer ligeiramente com o frio, procurava qualquer coisa na sua bolsa, talvez cigarros ou o isqueiro. Tirou de lá um espelho, mas talvez já muito fustigada pelo cansaço daquela vida e pelos tremores deixou-o cair no chão, e levou as mãos ao rosto.
Quando se preparava para o levantar do chão molhado e frio, viu uma mão a apanhar o espelho.
Apanhei aquele espelho e dei-lho com um sorriso tímido e gesto brando.
O seu rosto não mudou como esperava, não vislumbrava o mais ténue sorriso, só denotei espanto num rosto ainda mais apreensivo, e da sua boca nem um sopro quanto mais uma palavra.
Voltei a sorrir-lhe e com um leve aceno de cabeça virei costas e voltei a apresar o meu rumo.
Por algum motivo parei, devolvi ao passado os dois ou três passos que tinha dado, voltei-me para a rapariga e disse-lhe.
- Não procures o teu reflexo no espelho, porque não o têm os anjos. Nem tão mais precisam de admirar a sua beleza que dentro do seu ser é tão certa de existir.
- Se te aflige a dúvida de onde é o teu lugar neste mundo, uma coisa tens por certa, não é definitivamente nesta rua.
Acabado o que por impulso tinha de dizer, sorri e voltei a seguir o meu caminho.
- Obrigado. - disse ela.
E num ligeiro olhar por cima do ombro vi que lhe tinha arrancado um sorriso, um dos únicos que tinham sido dados e sentidos naquela rua, onde tinha sempre andado esquecida a mais singela amostra de felicidade.
No dia seguinte como rotina mansa de regresso a casa e por obrigação geográfica, tornei a passar naquela rua. Mais uma vez, e como era costume, avançava a passo célere e a fitar o chão, e num relance oculto tentava dar pela presença da rapariga da outra noite.
Não a vi por lá, nem por ali perto. Não naquela noite nem nas muitas outras que se seguiram.
Assim compreendi que algo no mundo mudou não porque eu falei, mas porque alguém me ouviu.
A story about you.
Step by step gently awakening the spirits of her heart, she walked towards the door trying to eavesdrop a whisper from the other room.
A scream, the cold wind blowing, a tumbling tear of blood, all in the fog of a dark night in a mysterious room.
She opens the door and rush into the other room. There's nothing in that room.
No woman screaming, the windows are closed, the only noise is the one coming from the screeching floor.
Was it just imagination? Maybe it was her wish for adventure that laid a trick on the mind.
It's the emptiness of the house that frightens her. She misses the screaming, the smell of blood, the cold shivers on her neck every time someone was killed in that room she never stepped on.
That was her father workplace, but now the war is over, there's no more pain to be delivered, no more names to be forgotten, no more screams begging God for help.
There’s an absolute silence, a forced solitude, all because she drags the name of her father and all the hate carried with it.
She’s the last victim of her father’s atrocities, all of the guilt comes upon her fragile being, all the fingers are pointed to her, and she will never be able to scrub away the acts of that monster. She loved him. She loved him no matter what. She’s proud of him, of his efforts in war, in the name of a proud nation no more to be.
There’s no heritage in remorse, she has no shame on the events of the past, and the guilty ones didn’t lived in that house.
She gagged her mouth and screamed all night, auto-inflicting pain in her flesh.
The addiction in pain could be found in an impressive number of everyday actions.
Even the most sacred and beautiful earthly emotions and actions, like love for example, could be a delightful feast for the pain to feed on.
No man could judge her. Everyone is entitled to suffer, to experience pain. Usually no one wants to suffer, but those that will savour agony, have the right to do it so.
Let a poor man suffer if that’s his wish, but if it’s not a wish, just a mere life imposing due to the way our world works, help that man. Help him on the simplest means you can, even a smile can be a treasure for the ones that seek a less troubled kingdom.
sábado, dezembro 22, 2007
De mim para vós.
Claro que se houver por alguma altura escassez como no tempo da Lei Seca nos EUA, temos sempre o bar na cave, e as infinitas reservas.
Para quem me lê quero deixar claro que isto não é uma casa de ébrios degenerados, que passam o Natal cada um agarrado ao seu copo numa mão e garrafa na outra. Para pura verdade maioria bebe como verdadeiros monges, só para provar e de modo recreativo, talvez só eu e mais alguma companhia, é que tornamos o álcool num elixir de boa disposição, eliminando o stress e dando largas à boa disposição e à piadinha rápida e rasteira que consegue deixar todos bem dispostos.
A partir de amanhã venho cá deixar pequenos relatos do que se vai passando no dia a dia cá em casa, existe sempre algum momento engraçado para contar, e todos vós gosta um pouco de vida alheia. Misturem uma escrita em que se junte a narrativa de um Sexo e a Cidade, com um pouco da mestria de um Homero e de certeza que encontram algo que vos interesse. No mínimo que achem graça, e sempre é algo diferente, uma novidade, expor-vos a vós agraciados leitores com o meu lado mais pessoal, com o meu dia a dia, com a louca viagem que é viver na época natalícia, numa casa cheia de gente.
Mais novidades e surpresas aguardam-se, e não deixem de passar por aqui e escrever nos comentários as vossas experiências e partilhar os vossos momentos do dia a dia.
Um Feliz e Santo Natal para todos vós, não deixem de experimentar os licores e ganhar novos humores.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Previsão do tempo em Lisboa para os próximos dias.
Durante o resto da semana até domingo dia 9, teremos uma ligeira subida da temperatura máxima até aos 19ºc acompanhada de uma descida durante a próxima semana da temperatura mínima a rondar os 11ºc. Teremos nestes próximos dias o céu nublado, com a humidade sempre na casa dos 90%, não estando prevista a ocorrência de aguaceiros.
Durante a próxima semana deverão manter-se as temperaturas entre os 18ºc de máxima e os 11ºc de mínima. Teremos uma humidade sempre por volta dos 90%, com a neblina a alternar entre as manhãs e as tardes, voltando a partir de quarta-feira dia 12 ao céu nublado e encoberto, embora sem grande previsibilidade de aguaceiros.
Tornei a fazê-lo.
Frases cortadas a meio, palavras desencontradas, desencaixados os termos, os sentidos, o sujeito o predicado e o verbo. Um conjunto de palavras debitadas num código Morse incapacitado, de difícil compreensão, e com uma lógica coberta em mistério, ou talvez nem existente.
Acusei a outra pessoa de ser como eu. E com este post consegui outra vez repetir uma existência sem sentido.
Sem motivo para tal.
Pareço porque talvez seja essa a minha vida.
Deixei crescer a barba por completo, para variar, ou por comodidade, ou por estar farto de meios termos, talvez tenha sido isso. Sinceramente não sei, nem interessa muito, ou talvez interesse tanto como um poema em que o poeta descreve a articulação da sua mão que labuta na escrita frenética e descontrolada massacrando o papel.
Nem sei porque motivo é que mencionei a minha barba. Talvez a devesse ter feito hoje, mas achei que merecia mais uns dias, até ao extremo ponto de sentir necessidade de a fazer, de mudar, de iniciar um novo rumo capilar.
Por vezes a vida é tão chata, com coisas tão aborrecidas e maçadoras, e embora seja de um desinteresse incomensurável, quase todos os pequenos momentos de tempo e espaço que temos na vida, podem ser narrados.
Ironia para quem escreve, e para quem lê, tanto ou mais para quem vive sem saber o quê.
Sequioso...
segunda-feira, dezembro 03, 2007
O vazio da ansiedade.
Mais do que um sentimento, a ansiedade é um estado físico/psicológico, e muito raramente com algum contorno benéfico. Pelo menos tenho a ideia que toda a ansiedade é má, é dispensável, e no entanto constante nos dias de hoje, aliada ao stress, à necessidade de resultados e satisfações pessoais, assim como sociais.
Voltando aos 12 anos, e às primeiras vezes que senti o que era a ansiedade, lembro-me que por essa altura, o expoente máximo da ansiedade era quase sempre relacionada com a vinda dos meus irmãos a casa enquanto estudavam na faculdade. Depois de meses sem os ver, saber que chegavam naquele dia, a que horas, será que os ia buscar ao aeroporto? E quando haviam atrasos dos aviões ficava sempre chateado por estarem a adiar um momento que para mim era importante, principalmente na época natalícia.
Hoje em dia experimento o outro lado, fico ansioso por voltar a casa, poder estar com a minha família, e que saudades de viver o Natal com a casa cheia de gente.
Apesar de ser uma pessoa relativamente solitária, não no sentido em que se presume que tenha ocorrido um fracasso a nível social, sou uma pessoa que passa muito tempo sozinha apenas por feitio próprio, desde criança tenho os meus momentos de imaginação e criação numa constante necessidade de viver esses momentos, sou completamente dependente da minha família e amigos.
Este ano talvez mais que os anos passados, também por ter menos tempo com os amigos, sinto uma grande ansiedade de ir a casa e desfrutar do Natal em família, de encontrar um sítio onde esteja confortável, onde me sinta mais completo.
Tenho muitas saudades dos meus amigos, do convívio mais permanente e constante, eram eles que me faziam ganhar o dia. Hoje em dia andamos todos mais ocupados, mais distantes, talvez por isso esta vontade tão grande de voltar a casa para a família.
Gosto deste sentimento, de quem volta a viver o Natal como uma criança. A ansiedade aperta, desta vez não pelas prendas, mas pelos convívios na cozinha enquanto a mãe cozinha, pelas brincadeiras com os sobrinhos, pelas palhaçadas e risos que se trocam constantemente dentro daquela casa, pelo carinho e afecto que se sente a toda a hora. É saber que existe uma atenção constante entre as pessoas, uma preocupação latente com a felicidade e bem estar de todos.
O meu irmão põem música a tocar, o meu irmão mais velho e a minha irmã ajudam na cozinha, o meu pai trata de requintar a mesa e servir aperitivos a toda a gente, a minha avó e irmã mais nova olham pelos meus sobrinhos, é um pouco de tudo isso. Uma película cinematográfica repetida todos os anos, um ano com mais protagonistas, outro com menos, mas sempre aquela eterna magia, a magia daqueles sorrisos, dos pequenos gestos, a felicidade de nos completarmos todos uns aos outros.
A parte má de tudo isto é a ansiedade, é o tempo que passa devagar, é o tempo que me afasta de toda esta felicidade. É o facto de ficar triste com a espera, ser consumido pelo tempo e de logo cuspido para a realidade, para as tarefas rotineiras, para os dias sem sentido.
quarta-feira, novembro 28, 2007
Viagra feminino? Melhor amigo? Sem dúvida mais barato que diamantes.
Por outro lado, dou-me muito bem com pessoas que são grandes apreciadoras de chocolate, até diria que alguns não vivem sem um chocolate por dia. Pessoas que fazem de um chocolate um lanche, um pequeno almoço, uma refeição se for preciso. Quando digo de um chocolate, podem ser dois ou três, ou mesmo de chocolates de dimensões maiores.
Fico fascinado com o gosto das pessoas por tal petisco, não conheço uma mulher que nunca tenha tido um chocolate dentro da carteira, e dou por mim a desconhecer muitos dos chocolates que as pessoas consomem, alguns nem sabia existir.
Tenho de confessar que apesar de não apreciar chocolates, existe um ou outro a quais eu não resisto, mas o meu favorito é sem duvida os Maltesers, aos quais não resisto.
Digam-me lá vocês quais são os vossos chocolates favoritos.
O coração sofre.
É uma pena realmente, e para mais é difícil combater o hábito, quando estamos habituados a ter mais participação no blog, temos uma certa rede de segurança, sabemos que alguém irá escrever alguma coisa. Tenho achado penosa esta tarefa para o espírito, esta caminhada sozinho.
Seja como for hoje decidi escrever, talvez não a coisa mais interessante, mas algo que senti necessidade de desabafar.
O resultado do Benfica versus Milan, foi completamente injusto, o Benfica dominou o jogo, jogou melhor, e fez um jogo à Benfica como já não via à muito tempo. No fim do jogo senti-me imensamente desiludido e injustiçado com um jogo de futebol algo que já não sentia, curiosamente desde ontem quando o Manchester United ganhou ao Sporting.
É verdade, senti injustiça com uma derrota do Sporting. Pondo as baboseiras do ser português vou apoiar equipas portuguesas, algo que concordo plenamente, sempre gostei de ver o Sporting jogar para as competições europeias, é um Sporting que sofre uma metamorfose e pratica um futebol mais bonito e agradável. Por isso mesmo, não só por serem portugueses, e é claro que vou apoiar tudo o que for português, ontem estava a torcer pelo Sporting porque merecia levar dali pelo menos um ponto.
Fora a injustiça, gostaria de fazer um reparo. Um verdadeiro adepto do futebol é um gajo que aprecia o futebol independentemente do clube por quem sofre. É o caso do Zica, um sportinguista, que a meio do jogo do Benfica mandou uma mensagem de incentivo a um benfiquista.
Outra atitude é um portista na mesma mesa de 5 em 5 minutos a dizer que o benfica vai perder.
Ou um portista que não aceita que eu esteja a torcer pela vitória do FCP, só porque sou do Benfica.
Isto é a infantilidade de quem não entende o que é o futebol, não sabe o quão bonito pode ser este desporto, e a importância que tem, como coisa singela na nossa vida, a paixão por um clube, o viver um jogo de futebol, como uma regalia que nos dá a vida.
Em nota de despedida, fica o meu agradecimento ao Zica pelo apoio, mas infelizmente não chegou, e injustamente, na minha opinião, o Benfica não ganhou.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Mensagem para o Telmo, o brigadeiro/tremocinho da Arruda.
Foi a segunda pessoa que conheci na faculdade, conheci no dia em que me inscrevi.
Uma verdadeira personagem no melhor e mais terno dos sentidos, porque personagens são os elementos fulcrais de toda uma história, são quem marcam os momentos pois são eles que os constroem.
Se perguntar às pessoas qual o maior órgão do Telmo, alguns diriam que é o estômago ou o fígado, porque come bem e bebe ainda melhor, as meninas diriam provavelmente a língua, porque este rapaz é de dar à língua que se farta, é um comunicador nato, e um verdadeiro galanteador com as raparigas.
Todos iriam enganar-se, pelo menos todos aqueles que não dissessem que era o coração.
O Telmo tem um coração enorme, nasceu com gosto em fazer todos felizes, vive para os outros, dá o melhor de si e pouco ou nada pede em troca, sempre disposto em ajudar e tornar a vida dos outros melhor, um excelente anfitrião, um excelente amigo e conselheiro.
O Telmo tem jeito para quase tudo aquilo que se dedica, é um rapaz esforçado e com a verdadeira capacidade de cumprir os objectivos que traça para o seu caminho.
O Telmo é um bom comunicador, bom amigo, excelente vizinho, filho, irmão, pessoa, trabalhador, aluno. O Telmo tem inúmeras e enormes qualidades, mas a que mais admiro é ser ele mesmo, a sua personalidade única e distinta, quase que um filósofo em bibelot, agarrado à sua fé e convicções, sabe viver consigo e com o mundo sempre com um sorriso.
Digo com toda a certeza que é daquelas pessoas que nunca quero esquecer, e no que depender de mim quero conservar perto de mim para toda a vida. Perdoem-me todos os meus amigos, mas sempre que tiver uma grande confidência a fazer, o Telmo é a pessoa a quem recorro.
Podem pensar que é por causa da sua pendência para a doutrina religiosa, mas digo já que é simplesmente pela sua calma racionalidade, pelo seu bom senso e inteligência.
Num grupo o Telmo é o elo apaziguador, racional, o mais calmo possível, e sempre com uma solução adequada.
Por muito que fale do Telmo e descreva todas as suas qualidades, só é possível resumir tudo dizendo que o Telmo é um grande homem, um dos meus melhores amigos, uma pessoa em quem confio a vida, os sentimentos e a minha alma ( isto mais porque tem lá a suas ligações com o divino).
Um grande homem, um grande amigo, diria até se ele mo permitir, um grande irmão.
Agora todos perguntam, mas será que o Pedro está maluco ou quê, agora esse machalhão, esse garanhão das estepes atlânticas deu para vangloriar homens?
É simples, tudo isto serve para homenagear o meu grande amigo Telmo que faz anos, muitos parabéns Telmo, um feliz aniversário, tão feliz como toda a tua vida, é tudo o que te desejo.
PS. O gajo é um bocado rabetinha com os telemóveis, passei a tarde toda a tentar ligar e nunca dava nada, por isso achei que merecia um post só para ele.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Que deseja beber?
Queria aqui deixar uma pergunta aos distintos leitores, que embora sejam pessoas extremamente ocupadas, afinal de contas o que é que normalmente bebem, ou gostam de beber quando saem à noite?
Tenho vindo a constatar que a sangria voltou a pegar de moda, inclusive sendo por vezes mais apreciada em jantares do que a tradicional cerveja. Apenas de frisar que muito raramente vejo alguém a consumir sangria depois do jantar.
Outro facto interessante é que apesar da tradicional vodka laranja ou whisky cola, hoje em dia voltou a ser usual o consumo do martini, um resgate retro a uma bebida agradável.
Gin Tónico, bebida com um pendor de classe ou uma mariquice de bebida que sabe mal?
Deve a caipirinha ser uma bebida sazonal?
Porque motivo o daiquiri parece um granizado muito rasca?
Que bebida é que não seriam capazes de consumir? E qual é que vos deixaria a tremer se houvesse escassez?
Tenho a certeza que o álcool, como habitual, será capaz de os por a falar, por isso deixem as vossas opiniões.
Comunicado oficial.
Venho por este meio comprometer-me com este blog até 2010 com possibilidade de renovação.
Recuso-me a baixar os braços, activo ou inactivo, não me apanharam distante de um projecto que jurei levar o mais longe possível.
Quero viver uma utopia bloguistica, quero ser livre, quero poder comunicar mesmo que ninguém oiça, não vou ficar calado, mesmo que por muitas vezes seja de maior valor o silêncio.
Prometo muito disparate, com grande sentimentalismo, disparate cómico e dramático, quem sabe algum disparate com um toque de filme snuff.
Não me quero isolar, quero que saibam o que comi ao pequeno almoço, mesmo que raramente tome o pequeno almoço, quero que saibam o que ando a ler, quero que se sintam tentados a ir ao cinema ver os mesmos filmes que eu, quero partilhar o que vivo, pelo menos a parte que for possível partilhar.
Por mim este blog viverá, eu não desisto.
segunda-feira, outubro 22, 2007
Muitos Parabéns Baluzinho
Não sei que te diga, a não ser aquilo que já te venho dizendo ao longo dos anos.
Se não ficares satisfeito, aconselho-te a pegares na tua capa de finalista e a ler a fita que te escrevi.
Muitos Parabéns bro.
domingo, outubro 21, 2007
Alheio do seu destino
- Não tenho para onde ir. - retorquiu ele.
Partilhado
De um para o outro em carreiro
Meio fixo meio solto
Encarreiram-se palavras em segredo
Um pouco a gosto e a medo
Batem ondas no veleiro
O som descola envolto
Enroscando-se num penedo
Um pouco a tosco e cedo
No sol toco eu com o dedo
Deixo a marca digital
E que para lá de ele posto
Fica a ferida principal
Deixa cair leve em vazio
O manchado sentimento
Um espectro roubado ao choro
Renuncia à dor
Abraça a vida confusa
Saltei do abismo incompleto
Para cair num sonho velado
Onde confidenciei só a ti
Como desisti do que vi
E vivo agora o silêncio herdado
Das palavras que trocamos.

