domingo, junho 10, 2007

O poder do riso



Porque o riso é contagiante, e ontem quando vi este vídeo, ri-me mais do que alguma vez na vida. Se quisessem, os putos conquistavam o mundo de tão engraçados que são.

quinta-feira, junho 07, 2007

Resposta ao Zica

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Apeteceu-me

MIAU

MIAU

MIAU

MIAU

MIAU

Niilismo

Não gosto quando as pessoas escrevem tudo às "mijinhas", com textos pequeninos apenas com uma frase.

Assim não quero...

Se muitos dizem que os calores dos corpos atraem-se, nesta altura do ano acho que se repelem.

Dor...

Estudar Direito Internacional Privado com uma dor de dentes, é a maior negação à existência do cianeto.

quinta-feira, maio 31, 2007

Melting down the creative fusion...


Conceptualidade.

Para mim a lucidez é um intervalo na vida, onde a loucura não cria lacunas.

Paper skin in the old room.

Das coisas mais estranhas que já fiz na vida foi estudar durante algumas horas no Anfiteatro 1 da Faculdade de Direito de Lisboa, estando este completamente vazio, salvo a companhia de uma só alma.
Ficou uma sensação engraçada, mas esquisita, como da primeira vez que se toma banho nu numa piscina.

segunda-feira, maio 28, 2007

Ferramentas da ironia I

Vou adoptar o conselho que dei ao meu pai nos exames orais deste ano lectivo.
Disse ao meu pai para nas reuniões da empresa quando certas pessoas começam com o afamado bullshit, sacar do bolso do casaco uns óculos do Groucho Marx com o bigodinho e começar a sorrir.
O mesmo queria eu fazer nos exames orais, é o cúmulo do espelho irónico.

Fora do meu controlo.

Quero fugir e quero ficar, vou ou fico, enfim.
Torna-me a vida um pouco mais fácil e leva-me contigo.
Para onde quiseres, escolhe por mim e eu carrego os fardos todos, não é uma troca justa?
Leva-me contigo, não me deixes sem saber, indeciso e perdido à espera de saber em que caminhos estás.
Leva-me contigo, dá-me outra vida fora de um abismo.
Leva-me contigo, só por um bocadinho, depois logo se vê até onde podemos ir, não me deixes ir embora.

Simplicidade.

A diferença entre o amor e o ódio está no modo como as caras se viram.

And so it is...

Posso não ser a única pessoa sem um rumo bem definido para a vida a curto prazo, mas sou sem dúvida o que mais teme por isso.

Tenham a bondade de me auxiliar...

Uns querem paz, outros alguma sapiência, todos procuram iluminação e felicidade, uns um pouco de sorte, outros ainda rezam por paciência e desesperam por um pouco de amor.
Toda a gente quer algo na vida, uma qualidade, uma característica, acesso a tornarem-se alguém melhor, ter alguém melhor, poder fazer dos outros alguém melhor.
Toda a gente procura por algo na vida, toda a gente sonha com algo na vida.
Quanto a mim, apenas pedia um pouco de coragem.

domingo, maio 27, 2007

Another day has come with a cloudy crying sky.

Acordei e senti-me enrolado no vazio que se consolidou durante uma noite em que muito pedi aos céus, escolhi caminhos, tentei alimentar os sonhos que agora vão-me consumindo com a dor que se cria.

Um dia vou conseguir não deixar-me levar pelo teu sorriso, porque agora deixaste-me só.

Poderia ter sido diferente?

E o cansaço por fim, deu cabo de mim, antes que pudesse soltar aquela última lágrima que em tudo é tão tua.

Senti picar...

Meu doce remédio, a minha cura para a salvação é a mesma que o veneno que me mata, a tua essência e a minha inocência.

Calcando o coração

Sentir não é como viver
Não é tentar escolher
Caminhos perdidos,
Ou sonhos esquecidos,
É saber perder para depois tentar
É saber esquecer, para lembrar
Todas as outras coisas que me são
Correr atrás do elo quebrado
Fazer do erro tentação
Escolher saber encontrar o pecado
E deixa-lo guiar-te a mão

Fugi, e não quero voltar aqui
Não sei, que outro rumo tomar
Fugi, e não quero voltar aqui
Não sei, que outro rumo tomar
Mas sei que te vou procurar

Olhei o céu e vi a lua
Caleidoscópio em lágrima nua
Pensava em ti naquele instante
Perdi-me de mim, tornei-me distante
Pedi aos céus para deixar-te ver
Quebrei o medo de te perder
Porque nunca tive sequer lá perto
Foram passos num faustoso deserto
Onde sei, tudo aquilo que passei
Tudo aquilo que encontrei
Na busca do teu doce ser

E então…
Fugi, e não quero voltar aqui
Não sei, que outro rumo tomar
Fugi, e não quero voltar aqui
Não sei, que outro rumo tomar
Mas sei que nunca me vou perdoar

Perdão, trinquei a mão
Não aguentei, ver-te sorrir
Atenção, esse olhar vai ficar
Aqui, sempre dentro comigo
Juro que o vou estimar
E talvez guardar lá no fundo
Com toda a paz e toda a calma
E quem sabe se não consigo
Levar-te a ti, da mente à alma
Onde podes sempre brincar
Onde a minha e a tua palma
Se vão poder tocar

Dá-me a mão, senão vais ver que…
Fugi, e não quero voltar aqui
Não sei, que outro rumo tomar
Fugi, e não quero voltar aqui
Não sei, que outro rumo tomar
Já nem sei o que fazer
Deixar-me levar, ou tentar saber
O que é ficar, e o que é sofrer…

Broken

Para quem a vida em grande parte é mentira, ou vive mais um dia em seguida, ou sonha com outros mundos.

segunda-feira, maio 21, 2007

Não gosto da maneira como brincas.

O jogo das escondidas perde toda a piada quando em vez de se esconderem para serem encontrados, as pessoas deixam-se à vista e tratam-nos com indiferença.