Espera, não dês esse passo agora já tão cedo. Tem calma e aguarda a tua vez, os sacrificados tendem a ser pacientes.
Senta-te! Não vais ficar a aguardar de pé a atribuição do teu caminho.
Muitos anos levam alguns a trilhar um caminho para a vida, e por muitas vezes procuram atalhos e perdem-se, sê paciente e espera um bocadinho. Tens fome?
Alimenta-te da tua alma enquanto esperas, vais precisar de força para pegares em ti mesmo após as muitas quedas que vais dando.
Não olhes assim para mim, já devias saber que a vida é dura e o chão é rijo, e por vezes tem pedras aguçadas, ou espinhos à espera de cravar profundo na carne.
Não procures olhar o céu, não é ele que tem as respostas, e também não sabes voar.
Quando caminhares olha para o chão e vê onde pisas, no céu só se colam os olhos dos sonhadores, e depois o tombo é tão grande que dele nunca ficou memória de castelos feitos nas nuvens.
Deixa-te disso rapaz. Sonhar é para aqueles que não sabem ser objectivos, queres viver a vida com sabor, prova-a enquanto cru.
Não acredites no sussurrar da brisa, também o vento mente, e depois assobia desentendido.
Não penses que consegues tocar na lua, pelo menos a olha-la desse jeito aqui de onde estás sentado, nem tudo é possível de alcançar na vida meu rapaz. Pega antes nessa pedra e desenha o teu percurso e começa a memoriza-lo.
Porque raio estás a fazer desenhos com criaturas imaginárias, assusta-te assim tanto a realidade?
Tu realmente tens umas escolhas esquisitas.
Já te levantaste porquê? Onde vais? Estás assim com tanta pressa em escolher o caminho errado e depois lutar incessantemente para poder voltar atrás? Aviso-te já que é muito complicado voltar atrás, por isso escolhe bem o caminho meu caro amigo.
Olha lá, antes de deixares-me aqui e seguires essa estrada, diz-me lá o teu nome e explica-me porque raio tens assim tanta pressa?
- O meu nome é Destino, e enquanto aqui esperei nunca tive problema em fazer as minhas escolhas, mesmo sabendo que o meu caminho já estava escolhido.
terça-feira, maio 15, 2007
Dá-lhe sentido...
Muitas vezes sei que o que foi dito não quer dizer que tenha sido sentido por quem o disse, mas a verdade é que o que foi dito, dito está.
sábado, maio 12, 2007
Não vou parar de te olhar...
Eu sei, tudo pode acontecer
Eu sei, nosso amor não vai morrer
Vou pedir aos céus, você aqui comigo
Vou jogar no mar, flores pra te encontrar
Não sei porque você disse adeus
Guardei o beijo que você me deu
Vou pedir aos céus, você aqui comigo
Vou jogar no mar, flores pra te encontrar
You say goodbye, and I say hello
Papas da Língua - Eu Sei
Eu sei, nosso amor não vai morrer
Vou pedir aos céus, você aqui comigo
Vou jogar no mar, flores pra te encontrar
Não sei porque você disse adeus
Guardei o beijo que você me deu
Vou pedir aos céus, você aqui comigo
Vou jogar no mar, flores pra te encontrar
You say goodbye, and I say hello
Papas da Língua - Eu Sei
quinta-feira, maio 10, 2007
WATER FOR LIFE
Aconselho a todos os que gostem de arte, boa música e um excelente espectáculo visual, a não perder na RTP2 dia 12 de Maio, este Sábado, às 11h15 o concerto de Jean Michel Jarre dado em Marrocos com o título "Water for Life" uma iniciativa da UNESCO.
Um espectáculo único a não perder, aconselho a todos que o vejam pois vale a pena.
Passem a mensagem se quiserem por aqueles a quem vos aprouver.
Um espectáculo único a não perder, aconselho a todos que o vejam pois vale a pena.
Passem a mensagem se quiserem por aqueles a quem vos aprouver.
terça-feira, maio 08, 2007
Deixem de ser chatas pah... mais logo...
Por muito jeitosas e interessantes que fossem três cachopas de roupinha sensual na minha sala a produzir um som irritante como "Triiimmm, Triiimmm", se eu estivesse mesmo a dormir o mais provável era haver sova das antigas.
Do meu ponto de vista as moçoilas não são suficientemente interessantes para ofuscar o irritante que conseguem ter impregnado em si.
Do meu ponto de vista as moçoilas não são suficientemente interessantes para ofuscar o irritante que conseguem ter impregnado em si.
segunda-feira, maio 07, 2007
Shhh...estejam calados se faz o favor..
Sou o único a achar que no caso Joana, os orgãos de informação acabaram por comprometer mais as investigações do que dar passos largos para ajudar na resolução do caso?
É que a insistência em especular dos média no caso da pequena Madeleine McCann, é bem provável de levar tudo ao mesmo resultado.
Cada vez penso mais que segredo de justiça, ou o segredo na investigação policial, é meramente especulativo quanto à sua real existência.
Adoro que a TVI neste mesmo momento esteja a dar as várias hipóteses de fuga para o raptor através das nossas fronteiras, dão os horários e o roteiro completo, só faltava mesmo um menu para a pausa durante o rapto. Bem dito sejam os meios de comunicação.
No fim de tudo só faltava o raptor mandar uma nota de agradecimento a todos os meios de comunicação em Portugal. Aguardo com curiosidade para ver se daqui a uns minutos dão um programa sobre como torturar as vitimas de rapto.
Vamos mesmo fazer figas para que os raptores não vejam televisão, oiçam rádio, ou leiam jornais.
E devo também ser só eu a pensar que os pais fizeram asneira, porque eu nunca na minha vida deixava os meus filhos com menos de 3 anos de idade sozinhos num quarto.
É que a insistência em especular dos média no caso da pequena Madeleine McCann, é bem provável de levar tudo ao mesmo resultado.
Cada vez penso mais que segredo de justiça, ou o segredo na investigação policial, é meramente especulativo quanto à sua real existência.
Adoro que a TVI neste mesmo momento esteja a dar as várias hipóteses de fuga para o raptor através das nossas fronteiras, dão os horários e o roteiro completo, só faltava mesmo um menu para a pausa durante o rapto. Bem dito sejam os meios de comunicação.
No fim de tudo só faltava o raptor mandar uma nota de agradecimento a todos os meios de comunicação em Portugal. Aguardo com curiosidade para ver se daqui a uns minutos dão um programa sobre como torturar as vitimas de rapto.
Vamos mesmo fazer figas para que os raptores não vejam televisão, oiçam rádio, ou leiam jornais.
E devo também ser só eu a pensar que os pais fizeram asneira, porque eu nunca na minha vida deixava os meus filhos com menos de 3 anos de idade sozinhos num quarto.
Lá calha...
Ninguém me convence que ao chauvinismo francês não foi parte importante na derrota da Ségolène Royal.
Ninguém me convence que não foi a sorte que deu o título ao Velho, o Rapaz e o Burro na Premier League Inglesa.
Ninguém me convence que o PND é alguma coisa para se levar a sério.
Ninguém me convence que eu sou uma pessoa que maioria das vezes não sabe o que diz, e ao fim ao cabo, lá se deixa convencer de algumas coisas.
Ninguém me convence que não foi a sorte que deu o título ao Velho, o Rapaz e o Burro na Premier League Inglesa.
Ninguém me convence que o PND é alguma coisa para se levar a sério.
Ninguém me convence que eu sou uma pessoa que maioria das vezes não sabe o que diz, e ao fim ao cabo, lá se deixa convencer de algumas coisas.
Enfim...
Lá ganhou o Sarkozy, lá ganhou o Alberto João Jardim, e o mundo parece que roda sempre para o mesmo lado.
Ando cansado é isso...
Hoje dois pombos fizeram-me um voo rasante, e é sabido que eu como a maioria das pessoas normais, não gosto muito de pombos.
Não é que os bichos metam medo, e nem é apenas por serem sujos e portadores de doenças, uns verdadeiros ratos com asas, simplesmente acho que são animais estúpidos.
No fundo estúpido fiquei eu quando após os dois pombos terem ameaçado abalroar-me eu ter dito "Put* das gaivotas são estúpidas como a m*rda".
Naquele momento consegui ser mais estúpido que a estupidez personificada naquele pobre animal de si símbolo marcante da estupidez.
A todos os pombos com quem já me cruzei, peço desculpa, eu por vezes sou mais estúpido que vocês.
Não é que os bichos metam medo, e nem é apenas por serem sujos e portadores de doenças, uns verdadeiros ratos com asas, simplesmente acho que são animais estúpidos.
No fundo estúpido fiquei eu quando após os dois pombos terem ameaçado abalroar-me eu ter dito "Put* das gaivotas são estúpidas como a m*rda".
Naquele momento consegui ser mais estúpido que a estupidez personificada naquele pobre animal de si símbolo marcante da estupidez.
A todos os pombos com quem já me cruzei, peço desculpa, eu por vezes sou mais estúpido que vocês.
domingo, maio 06, 2007
Compra do mês.
Em pleno Algarve, perdi o amor a 3€ e avancei para a compra da revista FHM deste mês.
Valeu a pena todos os cêntimos, uma edição memorável.
Valeu a pena todos os cêntimos, uma edição memorável.
quarta-feira, maio 02, 2007
Psicologia ilusória...
"As ilusões não são prejudiciais em si mesmas, só causam danos quando uma pessoa acredita nelas sozinha, quando não encontramos um ambiente no qual elas possam ser viabilizadas."
Alain de Botton -" Ensaios sobre o amor " (1997)
Alain de Botton -" Ensaios sobre o amor " (1997)
Arquitectura emocional...
Terrivél é quando para sair de uma determinada situação, não basta o abrir e fechar de uma porta.
Trauma de guerra computorizada.
Aprecebo-me que ando a jogar muito Medal of Honor, a partir do momento que estou sentado ao pé da janela e qualquer pessoa a dobrar uma esquina, a sair por uma porta, ou mesmo que apareça à janela torna-se um alvo para os meus olhos, e a minha atenção salta como uma mola.
Que ninguém se lembre de me dar uma Mauser K98k ou uma mais moderna Prickskyttegevär 90.
Que ninguém se lembre de me dar uma Mauser K98k ou uma mais moderna Prickskyttegevär 90.
quinta-feira, abril 26, 2007
Backpacker love.
Sentindo a chuva a cair nos ombros, sentado naquela paragem, marcado por três destinos, caminhos opostos vá por onde for.
Decidi não seguir viagem, sem saber em que fim de linha brilha o sol.
Ficarei nesta paragem, encharcado ao frio e vento, num melancólico desalento com apenas com um bilhete na mão.
Porque hei de vaguear sem destino, bater em portas que sei estarem fechadas, prefiro ser doido e contar que chovam chaves, que um raio de sol indique um porto de abrigo.
Todos os caminhos são feitos de terra, em todos eles pedras gastas marcam o trilho de quem se perdeu em busca de uma saída para alguma terra prometida.
Talvez mais dois passos e caio por terra, de cara aberta entre o sol e o chão, pergunto à vida se brincar à guerra, é a melhor maneira, se é solução.
Levanto a cabeça a questionar o céu, e as lágrimas misturam-se com a chuva, cocktail lírico num momento empírico sem qualquer razão.
Não estou triste, estou sozinho, não sou o único a vaguear, perdido num cruzamento não marquei o caminho, agora não tenho por onde voltar.
Só queria um mapa bem demarcado, a rota mágica das sensações, um troço de estrada com um rio ao seu largo, para mergulhar as frustrações.
Daqui a ti é só meia hora, e com vontade menos ficava, mas no entanto foi sem saber onde o teu sentido mora, que ano após ano a vontade passava.
Acho que está na hora de ir embora, deixar a chuva e a magoa para trás, viver passo a passo o caminho incerto, mesmo que seja para sofrer o abrasivo do deserto, em miragem da viagem vou encontrar o oásis certo.
Rasgo o bilhete que tenho na mão, não acho certo ter de ser eu a encontrar solução, deixo em aberto toda a viagem, e não ponho a boleia fora de questão.
Decidi não seguir viagem, sem saber em que fim de linha brilha o sol.
Ficarei nesta paragem, encharcado ao frio e vento, num melancólico desalento com apenas com um bilhete na mão.
Porque hei de vaguear sem destino, bater em portas que sei estarem fechadas, prefiro ser doido e contar que chovam chaves, que um raio de sol indique um porto de abrigo.
Todos os caminhos são feitos de terra, em todos eles pedras gastas marcam o trilho de quem se perdeu em busca de uma saída para alguma terra prometida.
Talvez mais dois passos e caio por terra, de cara aberta entre o sol e o chão, pergunto à vida se brincar à guerra, é a melhor maneira, se é solução.
Levanto a cabeça a questionar o céu, e as lágrimas misturam-se com a chuva, cocktail lírico num momento empírico sem qualquer razão.
Não estou triste, estou sozinho, não sou o único a vaguear, perdido num cruzamento não marquei o caminho, agora não tenho por onde voltar.
Só queria um mapa bem demarcado, a rota mágica das sensações, um troço de estrada com um rio ao seu largo, para mergulhar as frustrações.
Daqui a ti é só meia hora, e com vontade menos ficava, mas no entanto foi sem saber onde o teu sentido mora, que ano após ano a vontade passava.
Acho que está na hora de ir embora, deixar a chuva e a magoa para trás, viver passo a passo o caminho incerto, mesmo que seja para sofrer o abrasivo do deserto, em miragem da viagem vou encontrar o oásis certo.
Rasgo o bilhete que tenho na mão, não acho certo ter de ser eu a encontrar solução, deixo em aberto toda a viagem, e não ponho a boleia fora de questão.
Não foi preciso café nem perguntas.
Não posso dizer que me sinto enganado, não me deves nada, e mais depressa deixei-me ser levado. Não pediste para acreditar, eu próprio abri a porta e deixei-me entrar, sentei-me a sorrir para ti confiante no que me dizias, e enquanto lia o manifesto ficava confuso sem saber a quem querias.
Não te perguntei para quem eram as mensagens naquele bloco prostrado em cima da mesa, se calhar não sendo para mim não as devia ter lido. Erro meu em toma-las como minhas, pequenas mentirinhas de gosto tão raiado.
Não tinham dono, eram desejos soltos à espera de encontrar remetente, e eu tão ingenuamente meti selo e dei morada, para sentimentos que a meu respeito não diziam nada.
Tu não escrevias para mim, tu não escrevias sobre mim, nunca foi intenção ou plano que eu lê-se o que dizias, o que sentias, o que querias tornar realidade no ressuscitar das palavras.
Aquela mensagem não era para mim, nenhuma delas, todas tinham dono, ele era a tua vida, foi ele que a marcou, e ela tinha toda a razão quando dizia que eu era sombra onde só ele era luz.
Falamos por falar, pelo menos tu, e eu já sem certezas do que disse. Nem perto ou ao longe se consigo dominar o que sinto, nem delapidando emoções.
Tenho medo de te mandar pedrinhas ao pensamento, como quem pede para abrir a janela, e eu com medo de entrar por ela, apenas para sair logo pela porta.
Nem me preocupa se entendi tudo mal, entendi o que reparei, percebi o que consegui ver, as palavras não eram para mim, as verdades não eram minhas, e os sentimentos eram todos teus, para teu uso pessoal.
Só te peço uma coisa, quando fizeres a tua casa, mete tabuleta à porta a dizer quem deve entrar, não me quero enganar de novo e pensar que estou a mais em equações de outros lados numa linguagem que só vocês falam.
Adivinha quem voltou ao covil do anjo.
Não te perguntei para quem eram as mensagens naquele bloco prostrado em cima da mesa, se calhar não sendo para mim não as devia ter lido. Erro meu em toma-las como minhas, pequenas mentirinhas de gosto tão raiado.
Não tinham dono, eram desejos soltos à espera de encontrar remetente, e eu tão ingenuamente meti selo e dei morada, para sentimentos que a meu respeito não diziam nada.
Tu não escrevias para mim, tu não escrevias sobre mim, nunca foi intenção ou plano que eu lê-se o que dizias, o que sentias, o que querias tornar realidade no ressuscitar das palavras.
Aquela mensagem não era para mim, nenhuma delas, todas tinham dono, ele era a tua vida, foi ele que a marcou, e ela tinha toda a razão quando dizia que eu era sombra onde só ele era luz.
Falamos por falar, pelo menos tu, e eu já sem certezas do que disse. Nem perto ou ao longe se consigo dominar o que sinto, nem delapidando emoções.
Tenho medo de te mandar pedrinhas ao pensamento, como quem pede para abrir a janela, e eu com medo de entrar por ela, apenas para sair logo pela porta.
Nem me preocupa se entendi tudo mal, entendi o que reparei, percebi o que consegui ver, as palavras não eram para mim, as verdades não eram minhas, e os sentimentos eram todos teus, para teu uso pessoal.
Só te peço uma coisa, quando fizeres a tua casa, mete tabuleta à porta a dizer quem deve entrar, não me quero enganar de novo e pensar que estou a mais em equações de outros lados numa linguagem que só vocês falam.
Adivinha quem voltou ao covil do anjo.
segunda-feira, abril 23, 2007
Desvios mentais...call me Private Mother...
Este tempo faz-me pensar numa cama de bambu com uma ventoinha de pás por cima, uma prostituta vietnamita, uma rifle m-18, um maço de cigarros e bourbon barato.
Mais vale pegar no comando da PS2 e ficar calado.
Mais vale pegar no comando da PS2 e ficar calado.
Pêndulo de Venus.
Procurei com esforço, quando muitos reclamam a criação de um manual para compreender as mulheres, e nem uma etiqueta com instruções de manutenção encontrei por todo o corpo.
O mistério da vida é o castigo dos que ainda tentam perceber. O meu conselho, vivam-nas simplesmente, custa na mesma, mas custa menos.
O mistério da vida é o castigo dos que ainda tentam perceber. O meu conselho, vivam-nas simplesmente, custa na mesma, mas custa menos.
Serás...
Foste e serás sempre a mesma pessoa comigo. Não te perdes cá por dentro, sabes onde mexes e como mexer, envolves-me a mente com doçura e tocas-me a alma com um sorriso malandro de quem domina a arte de me saber levar.
Sinto-me estúpido por esperar sempre por ti, por não te resistir, por ficar alterado com a tua presença, por ficar extasiado com o teu sorriso, e sempre enternecido com o teu olá.
Sou uma pessoa simples, que te quer pouco a pouco muito, que deseja sentir em ti a minha parte da alegria no teu olhar.
Sinto-me estúpido por esperar sempre por ti, por não te resistir, por ficar alterado com a tua presença, por ficar extasiado com o teu sorriso, e sempre enternecido com o teu olá.
Sou uma pessoa simples, que te quer pouco a pouco muito, que deseja sentir em ti a minha parte da alegria no teu olhar.
terça-feira, abril 17, 2007
Já tentaram levar-me com piropos de maior classe.
Dão-se alvíssaras a quem conseguir explicar o que significa "tenho um certo gosto por ti".
Agora andam a tentar engatar na secção dos frutos secos?
Agora andam a tentar engatar na secção dos frutos secos?
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