Por muito jeitosas e interessantes que fossem três cachopas de roupinha sensual na minha sala a produzir um som irritante como "Triiimmm, Triiimmm", se eu estivesse mesmo a dormir o mais provável era haver sova das antigas.
Do meu ponto de vista as moçoilas não são suficientemente interessantes para ofuscar o irritante que conseguem ter impregnado em si.
terça-feira, maio 08, 2007
segunda-feira, maio 07, 2007
Shhh...estejam calados se faz o favor..
Sou o único a achar que no caso Joana, os orgãos de informação acabaram por comprometer mais as investigações do que dar passos largos para ajudar na resolução do caso?
É que a insistência em especular dos média no caso da pequena Madeleine McCann, é bem provável de levar tudo ao mesmo resultado.
Cada vez penso mais que segredo de justiça, ou o segredo na investigação policial, é meramente especulativo quanto à sua real existência.
Adoro que a TVI neste mesmo momento esteja a dar as várias hipóteses de fuga para o raptor através das nossas fronteiras, dão os horários e o roteiro completo, só faltava mesmo um menu para a pausa durante o rapto. Bem dito sejam os meios de comunicação.
No fim de tudo só faltava o raptor mandar uma nota de agradecimento a todos os meios de comunicação em Portugal. Aguardo com curiosidade para ver se daqui a uns minutos dão um programa sobre como torturar as vitimas de rapto.
Vamos mesmo fazer figas para que os raptores não vejam televisão, oiçam rádio, ou leiam jornais.
E devo também ser só eu a pensar que os pais fizeram asneira, porque eu nunca na minha vida deixava os meus filhos com menos de 3 anos de idade sozinhos num quarto.
É que a insistência em especular dos média no caso da pequena Madeleine McCann, é bem provável de levar tudo ao mesmo resultado.
Cada vez penso mais que segredo de justiça, ou o segredo na investigação policial, é meramente especulativo quanto à sua real existência.
Adoro que a TVI neste mesmo momento esteja a dar as várias hipóteses de fuga para o raptor através das nossas fronteiras, dão os horários e o roteiro completo, só faltava mesmo um menu para a pausa durante o rapto. Bem dito sejam os meios de comunicação.
No fim de tudo só faltava o raptor mandar uma nota de agradecimento a todos os meios de comunicação em Portugal. Aguardo com curiosidade para ver se daqui a uns minutos dão um programa sobre como torturar as vitimas de rapto.
Vamos mesmo fazer figas para que os raptores não vejam televisão, oiçam rádio, ou leiam jornais.
E devo também ser só eu a pensar que os pais fizeram asneira, porque eu nunca na minha vida deixava os meus filhos com menos de 3 anos de idade sozinhos num quarto.
Lá calha...
Ninguém me convence que ao chauvinismo francês não foi parte importante na derrota da Ségolène Royal.
Ninguém me convence que não foi a sorte que deu o título ao Velho, o Rapaz e o Burro na Premier League Inglesa.
Ninguém me convence que o PND é alguma coisa para se levar a sério.
Ninguém me convence que eu sou uma pessoa que maioria das vezes não sabe o que diz, e ao fim ao cabo, lá se deixa convencer de algumas coisas.
Ninguém me convence que não foi a sorte que deu o título ao Velho, o Rapaz e o Burro na Premier League Inglesa.
Ninguém me convence que o PND é alguma coisa para se levar a sério.
Ninguém me convence que eu sou uma pessoa que maioria das vezes não sabe o que diz, e ao fim ao cabo, lá se deixa convencer de algumas coisas.
Enfim...
Lá ganhou o Sarkozy, lá ganhou o Alberto João Jardim, e o mundo parece que roda sempre para o mesmo lado.
Ando cansado é isso...
Hoje dois pombos fizeram-me um voo rasante, e é sabido que eu como a maioria das pessoas normais, não gosto muito de pombos.
Não é que os bichos metam medo, e nem é apenas por serem sujos e portadores de doenças, uns verdadeiros ratos com asas, simplesmente acho que são animais estúpidos.
No fundo estúpido fiquei eu quando após os dois pombos terem ameaçado abalroar-me eu ter dito "Put* das gaivotas são estúpidas como a m*rda".
Naquele momento consegui ser mais estúpido que a estupidez personificada naquele pobre animal de si símbolo marcante da estupidez.
A todos os pombos com quem já me cruzei, peço desculpa, eu por vezes sou mais estúpido que vocês.
Não é que os bichos metam medo, e nem é apenas por serem sujos e portadores de doenças, uns verdadeiros ratos com asas, simplesmente acho que são animais estúpidos.
No fundo estúpido fiquei eu quando após os dois pombos terem ameaçado abalroar-me eu ter dito "Put* das gaivotas são estúpidas como a m*rda".
Naquele momento consegui ser mais estúpido que a estupidez personificada naquele pobre animal de si símbolo marcante da estupidez.
A todos os pombos com quem já me cruzei, peço desculpa, eu por vezes sou mais estúpido que vocês.
domingo, maio 06, 2007
Compra do mês.
Em pleno Algarve, perdi o amor a 3€ e avancei para a compra da revista FHM deste mês.
Valeu a pena todos os cêntimos, uma edição memorável.
Valeu a pena todos os cêntimos, uma edição memorável.
quarta-feira, maio 02, 2007
Psicologia ilusória...
"As ilusões não são prejudiciais em si mesmas, só causam danos quando uma pessoa acredita nelas sozinha, quando não encontramos um ambiente no qual elas possam ser viabilizadas."
Alain de Botton -" Ensaios sobre o amor " (1997)
Alain de Botton -" Ensaios sobre o amor " (1997)
Arquitectura emocional...
Terrivél é quando para sair de uma determinada situação, não basta o abrir e fechar de uma porta.
Trauma de guerra computorizada.
Aprecebo-me que ando a jogar muito Medal of Honor, a partir do momento que estou sentado ao pé da janela e qualquer pessoa a dobrar uma esquina, a sair por uma porta, ou mesmo que apareça à janela torna-se um alvo para os meus olhos, e a minha atenção salta como uma mola.
Que ninguém se lembre de me dar uma Mauser K98k ou uma mais moderna Prickskyttegevär 90.
Que ninguém se lembre de me dar uma Mauser K98k ou uma mais moderna Prickskyttegevär 90.
quinta-feira, abril 26, 2007
Backpacker love.
Sentindo a chuva a cair nos ombros, sentado naquela paragem, marcado por três destinos, caminhos opostos vá por onde for.
Decidi não seguir viagem, sem saber em que fim de linha brilha o sol.
Ficarei nesta paragem, encharcado ao frio e vento, num melancólico desalento com apenas com um bilhete na mão.
Porque hei de vaguear sem destino, bater em portas que sei estarem fechadas, prefiro ser doido e contar que chovam chaves, que um raio de sol indique um porto de abrigo.
Todos os caminhos são feitos de terra, em todos eles pedras gastas marcam o trilho de quem se perdeu em busca de uma saída para alguma terra prometida.
Talvez mais dois passos e caio por terra, de cara aberta entre o sol e o chão, pergunto à vida se brincar à guerra, é a melhor maneira, se é solução.
Levanto a cabeça a questionar o céu, e as lágrimas misturam-se com a chuva, cocktail lírico num momento empírico sem qualquer razão.
Não estou triste, estou sozinho, não sou o único a vaguear, perdido num cruzamento não marquei o caminho, agora não tenho por onde voltar.
Só queria um mapa bem demarcado, a rota mágica das sensações, um troço de estrada com um rio ao seu largo, para mergulhar as frustrações.
Daqui a ti é só meia hora, e com vontade menos ficava, mas no entanto foi sem saber onde o teu sentido mora, que ano após ano a vontade passava.
Acho que está na hora de ir embora, deixar a chuva e a magoa para trás, viver passo a passo o caminho incerto, mesmo que seja para sofrer o abrasivo do deserto, em miragem da viagem vou encontrar o oásis certo.
Rasgo o bilhete que tenho na mão, não acho certo ter de ser eu a encontrar solução, deixo em aberto toda a viagem, e não ponho a boleia fora de questão.
Decidi não seguir viagem, sem saber em que fim de linha brilha o sol.
Ficarei nesta paragem, encharcado ao frio e vento, num melancólico desalento com apenas com um bilhete na mão.
Porque hei de vaguear sem destino, bater em portas que sei estarem fechadas, prefiro ser doido e contar que chovam chaves, que um raio de sol indique um porto de abrigo.
Todos os caminhos são feitos de terra, em todos eles pedras gastas marcam o trilho de quem se perdeu em busca de uma saída para alguma terra prometida.
Talvez mais dois passos e caio por terra, de cara aberta entre o sol e o chão, pergunto à vida se brincar à guerra, é a melhor maneira, se é solução.
Levanto a cabeça a questionar o céu, e as lágrimas misturam-se com a chuva, cocktail lírico num momento empírico sem qualquer razão.
Não estou triste, estou sozinho, não sou o único a vaguear, perdido num cruzamento não marquei o caminho, agora não tenho por onde voltar.
Só queria um mapa bem demarcado, a rota mágica das sensações, um troço de estrada com um rio ao seu largo, para mergulhar as frustrações.
Daqui a ti é só meia hora, e com vontade menos ficava, mas no entanto foi sem saber onde o teu sentido mora, que ano após ano a vontade passava.
Acho que está na hora de ir embora, deixar a chuva e a magoa para trás, viver passo a passo o caminho incerto, mesmo que seja para sofrer o abrasivo do deserto, em miragem da viagem vou encontrar o oásis certo.
Rasgo o bilhete que tenho na mão, não acho certo ter de ser eu a encontrar solução, deixo em aberto toda a viagem, e não ponho a boleia fora de questão.
Não foi preciso café nem perguntas.
Não posso dizer que me sinto enganado, não me deves nada, e mais depressa deixei-me ser levado. Não pediste para acreditar, eu próprio abri a porta e deixei-me entrar, sentei-me a sorrir para ti confiante no que me dizias, e enquanto lia o manifesto ficava confuso sem saber a quem querias.
Não te perguntei para quem eram as mensagens naquele bloco prostrado em cima da mesa, se calhar não sendo para mim não as devia ter lido. Erro meu em toma-las como minhas, pequenas mentirinhas de gosto tão raiado.
Não tinham dono, eram desejos soltos à espera de encontrar remetente, e eu tão ingenuamente meti selo e dei morada, para sentimentos que a meu respeito não diziam nada.
Tu não escrevias para mim, tu não escrevias sobre mim, nunca foi intenção ou plano que eu lê-se o que dizias, o que sentias, o que querias tornar realidade no ressuscitar das palavras.
Aquela mensagem não era para mim, nenhuma delas, todas tinham dono, ele era a tua vida, foi ele que a marcou, e ela tinha toda a razão quando dizia que eu era sombra onde só ele era luz.
Falamos por falar, pelo menos tu, e eu já sem certezas do que disse. Nem perto ou ao longe se consigo dominar o que sinto, nem delapidando emoções.
Tenho medo de te mandar pedrinhas ao pensamento, como quem pede para abrir a janela, e eu com medo de entrar por ela, apenas para sair logo pela porta.
Nem me preocupa se entendi tudo mal, entendi o que reparei, percebi o que consegui ver, as palavras não eram para mim, as verdades não eram minhas, e os sentimentos eram todos teus, para teu uso pessoal.
Só te peço uma coisa, quando fizeres a tua casa, mete tabuleta à porta a dizer quem deve entrar, não me quero enganar de novo e pensar que estou a mais em equações de outros lados numa linguagem que só vocês falam.
Adivinha quem voltou ao covil do anjo.
Não te perguntei para quem eram as mensagens naquele bloco prostrado em cima da mesa, se calhar não sendo para mim não as devia ter lido. Erro meu em toma-las como minhas, pequenas mentirinhas de gosto tão raiado.
Não tinham dono, eram desejos soltos à espera de encontrar remetente, e eu tão ingenuamente meti selo e dei morada, para sentimentos que a meu respeito não diziam nada.
Tu não escrevias para mim, tu não escrevias sobre mim, nunca foi intenção ou plano que eu lê-se o que dizias, o que sentias, o que querias tornar realidade no ressuscitar das palavras.
Aquela mensagem não era para mim, nenhuma delas, todas tinham dono, ele era a tua vida, foi ele que a marcou, e ela tinha toda a razão quando dizia que eu era sombra onde só ele era luz.
Falamos por falar, pelo menos tu, e eu já sem certezas do que disse. Nem perto ou ao longe se consigo dominar o que sinto, nem delapidando emoções.
Tenho medo de te mandar pedrinhas ao pensamento, como quem pede para abrir a janela, e eu com medo de entrar por ela, apenas para sair logo pela porta.
Nem me preocupa se entendi tudo mal, entendi o que reparei, percebi o que consegui ver, as palavras não eram para mim, as verdades não eram minhas, e os sentimentos eram todos teus, para teu uso pessoal.
Só te peço uma coisa, quando fizeres a tua casa, mete tabuleta à porta a dizer quem deve entrar, não me quero enganar de novo e pensar que estou a mais em equações de outros lados numa linguagem que só vocês falam.
Adivinha quem voltou ao covil do anjo.
segunda-feira, abril 23, 2007
Desvios mentais...call me Private Mother...
Este tempo faz-me pensar numa cama de bambu com uma ventoinha de pás por cima, uma prostituta vietnamita, uma rifle m-18, um maço de cigarros e bourbon barato.
Mais vale pegar no comando da PS2 e ficar calado.
Mais vale pegar no comando da PS2 e ficar calado.
Pêndulo de Venus.
Procurei com esforço, quando muitos reclamam a criação de um manual para compreender as mulheres, e nem uma etiqueta com instruções de manutenção encontrei por todo o corpo.
O mistério da vida é o castigo dos que ainda tentam perceber. O meu conselho, vivam-nas simplesmente, custa na mesma, mas custa menos.
O mistério da vida é o castigo dos que ainda tentam perceber. O meu conselho, vivam-nas simplesmente, custa na mesma, mas custa menos.
Serás...
Foste e serás sempre a mesma pessoa comigo. Não te perdes cá por dentro, sabes onde mexes e como mexer, envolves-me a mente com doçura e tocas-me a alma com um sorriso malandro de quem domina a arte de me saber levar.
Sinto-me estúpido por esperar sempre por ti, por não te resistir, por ficar alterado com a tua presença, por ficar extasiado com o teu sorriso, e sempre enternecido com o teu olá.
Sou uma pessoa simples, que te quer pouco a pouco muito, que deseja sentir em ti a minha parte da alegria no teu olhar.
Sinto-me estúpido por esperar sempre por ti, por não te resistir, por ficar alterado com a tua presença, por ficar extasiado com o teu sorriso, e sempre enternecido com o teu olá.
Sou uma pessoa simples, que te quer pouco a pouco muito, que deseja sentir em ti a minha parte da alegria no teu olhar.
terça-feira, abril 17, 2007
Já tentaram levar-me com piropos de maior classe.
Dão-se alvíssaras a quem conseguir explicar o que significa "tenho um certo gosto por ti".
Agora andam a tentar engatar na secção dos frutos secos?
Agora andam a tentar engatar na secção dos frutos secos?
quinta-feira, abril 12, 2007
End of the road.
Que bem que sabe chegar a Portugal, de que gosto e que saudade.
Saudades ficam também para todos os momentos passados nestas férias, em qualquer hora ou minuto, haverá sempre algo para contar e uma memória para partilhar.
Conheci melhor as pessoas que são os pilares na minha vida, conheci melhor amigos que levarei comigo para todo o sempre, para qualquer lado.
Tive muita pena de não ter ido muito mais gente que tanta falta me fez, tenho pena que tenha sido tão rápido mas as saudades de casa já começavam a apertar.
Para todos os meus amigos, os que acompanharam-me na viagem, e todos aqueles que acompanharam-me em espírito e mente, sendo por várias vezes foram homenageados com brindes, sorrisos e algumas lágrimas, a todos vós apenas quero dizer que são o meu sangue, são o meu ar, são com a minha família, o mais importante da minha vida.
Um muito obrigado a todos, ninguém em especifico e a todos em "especial".
Saudades ficam também para todos os momentos passados nestas férias, em qualquer hora ou minuto, haverá sempre algo para contar e uma memória para partilhar.
Conheci melhor as pessoas que são os pilares na minha vida, conheci melhor amigos que levarei comigo para todo o sempre, para qualquer lado.
Tive muita pena de não ter ido muito mais gente que tanta falta me fez, tenho pena que tenha sido tão rápido mas as saudades de casa já começavam a apertar.
Para todos os meus amigos, os que acompanharam-me na viagem, e todos aqueles que acompanharam-me em espírito e mente, sendo por várias vezes foram homenageados com brindes, sorrisos e algumas lágrimas, a todos vós apenas quero dizer que são o meu sangue, são o meu ar, são com a minha família, o mais importante da minha vida.
Um muito obrigado a todos, ninguém em especifico e a todos em "especial".
segunda-feira, abril 02, 2007
Boas Férias para todos.
Nem mesmo no período de férias se existe descanso. Na nossa grande viagem pela Península Ibérica avistamos uma grande produção.
Está para breve a realização do filme Girls Go Wild in Spain.
Talvez não.
Boas férias, boas viagens para todos e até daqui a uns dias e espero que passem muito devagar.
Para bailar la bamba....
Está para breve a realização do filme Girls Go Wild in Spain.
Talvez não.
Boas férias, boas viagens para todos e até daqui a uns dias e espero que passem muito devagar.
Para bailar la bamba....
sexta-feira, março 30, 2007
Não julguem aqueles que se condenam a si mesmos.
Com as mãos gélidas agarradas ao lavatório de uma casa de banho imaculada, sinto os pulsos a prensar a loiça fria, cravo os dedos enquanto sinto o pulsar do sangue.
Sinto-me fraco, sinto-me sem fôlego, no meio de tudo por aquilo que estou a passar ainda tenho preocupações estúpidas.
Olho para várias toalhas espalhadas no chão, tento entender o propósito de estarem por ali jogadas de maneira tão pouco aleatória, mas quem as terá colocado à minha volta.
Não consigo pensar, dói-me o corpo, sinto-me fraco. Sinto os braços hirtos como barras de aço banhadas em raiva.
Parece que o ódio consome mais oxigénio que o normal, é como uma chama voraz e descontrolada a roubar toda a vida no meu corpo.
Eu não sou assim, eu não sou esta pessoa, sinto-me vulnerável, sinto-me exposto a mim mesmo, sou alvo dos meus ataques, alvo do meu ódio.
Estou a destruir-me, é a tristeza que me consome, o que quer dizer que sou eu quem a alimenta.
Consegui trair-me depois de tanto tempo simplesmente a enganar-me, a mim e a todos os outros.
Todos os dias a disfarçar as emoções, a tentar misturar-me no meio das pessoas normais, a sorrir com vontade, a rir com gosto, a dizer as verdades na sua forma mais pura sem sequer saber que no meio de tudo isso apenas mentia, a mim e aos outros.
Sou o logro humano, com a sua alma fraudulenta e todos os seus sentimentos eram mentiras, todos menos aqueles que eram escondidos.
E de maneira ardil evitava que fosse revelado o verdadeiro amor, a verdadeira amizade, a mais pura lágrima, ou o mais quente sorriso, tudo o que tinha de bom em mim guardava-o, distribuía o placebo por todos, vendia baratas as emoções criadas por uma mente afogada em medo.
Já não consigo estar em pé, começo a sentir os espasmos no meu corpo, o que é que se passa comigo, tenho medo.
Começo a ter espaços em branco, a perder a noção das coisas, não consigo pensar direito, tenho flashes do que sou, da minha vida, e do que desejo, mas a única imagem fixa és tu, como se fosses um papel de fundo.
É a primeira vez que me vejo ao espelho desde há muito tempo, é a primeira vez que me atrevo a olhar nos olhos, e apenas vejo um mentiroso, uma falsidade crua, à viva força quero ser cego, quero evitar olhar para mim, odeio descobrir o que sou, não quero ser fraco, não me quero render aos mais baixos desejos humanos.
Vejo uma lágrima a cair pelo meu rosto, percorrendo lentamente a minha face, é fria, deve vir do coração.
Pinga do queixo e cai no lavatório como se fosse uma pedra num tambor, o barulho é indescritível ao simples ouvido humano, mas a mim criatura envolta em tristeza que consome e que me tolda o espírito, é igual ao barulho de um corpo morto a cair em cima de uma mesa, um baque surdo e rápido.
Olho para o sitio onde caiu a minha lágrima, no meio de tanto vermelho espesso, parece tinta atirada a uma tela branca e deixada a escorrer, parecem dois pequenos afluentes de um só rio de dor, um rio que antes fervilhava pelo teu amor, pela tua doce existência.
Apercebi-me que já não tenho muito tempo, o corpo começa a não responder e ainda tenho de marcar todo o cliché com um texto a explicar o porquê das minhas acções, só assim vou poder descrever os meus últimos momentos de vida.
Cambaleando e aos encontrões contra as paredes e portas, lá cheguei ao computador.
Despedidas escritas em papel seria demasiado romantismo, e foi o amor que me trouxe até este estado moribundo de alma seca e coração petrificado.
Como explicar ao mundo cientifico que um coração de pedra consegue bombear sangue que flúi e jorra como o fazem os verdadeiros.
Acho de novo incrível o cuidado que tenho em não querer sujar nada em demasia com o meu sangue, são daquelas preocupações imbecis que vêem com a personalidade, é melhor meter papel por baixo do teclado, não quero deixar a mesa marcada com sangue.
Tudo na minha vida é premeditado, apenas escapa aquela grande parte que não controlo que são as falhas dos meus calculismos. Seria de prever que já tinha o blog aberto e pronto para escrever.
Sinto um enorme formigueiro nas mãos e em volta dos pulsos, fiz algo de mal, está a doer mais do que devia, e a dar-me mais tempo do que eu queria.
A minha incompetência espelha-se em todo o lado, só é incrível como por vezes vem a calhar. Foi por um erro de cálculo que consegui ter tempo para escrever tudo isto, e se calhar ter ainda tempo para ler.
Achei por bem descrever os últimos minutos da minha vida.
Nunca pensei ser capaz de chegar a este ponto apenas por não te ter comigo, é assim tão grande o meu desejo e a minha vontade de te ter? Ou será maior o meu desespero por saber que tudo não passa de um sonho impossível?
Nem quando estou prestes a fechar os olhos pela última vez sou capaz de dar uma resposta a uma vida cheia de questões insignificantes do ponto de vista daqueles que não viviam a minha dor e a minha sede por te amar.
Espero conseguir partir e assim fazer com que notes a minha presença neste mundo, para além da simples existência que sempre tive para ti, assim deixo de ser apenas mais uma pessoa com quem te cruzas todos os dias, para ser aquela pessoa que deixaste de ver. E como a pior coisa que conheço da vida é saber do teu sofrimento seja qual for a razão, decidi fazer-te sofrer uma única e derradeira vez, para que posso morrer a odiar-me por isso, e saber que se calhar só com um estúpido esquema trágico, não te fui tão indiferente ao ponto de ser apenas mais uma pessoa na tua vida.
Foi este o caminho que encontrei para ir ter contigo.
Só falta carregar no botão que diz publish e recostar-me na cadeira à espera das ultimas memórias que levo desta vida, e sempre lá no meio a tua cara, com o teu melhor sorriso e o teu mais belo olhar, sinto-me privilegiado por conseguir guardar-te tão real na minha memória.
E assim parto com a certeza que como nunca leste nada do que escrevo, também não irias ler este texto, nem mesmo o teu nome escrito com o sangue numa qualquer folha de papel.
(texto ficcional)
Sinto-me fraco, sinto-me sem fôlego, no meio de tudo por aquilo que estou a passar ainda tenho preocupações estúpidas.
Olho para várias toalhas espalhadas no chão, tento entender o propósito de estarem por ali jogadas de maneira tão pouco aleatória, mas quem as terá colocado à minha volta.
Não consigo pensar, dói-me o corpo, sinto-me fraco. Sinto os braços hirtos como barras de aço banhadas em raiva.
Parece que o ódio consome mais oxigénio que o normal, é como uma chama voraz e descontrolada a roubar toda a vida no meu corpo.
Eu não sou assim, eu não sou esta pessoa, sinto-me vulnerável, sinto-me exposto a mim mesmo, sou alvo dos meus ataques, alvo do meu ódio.
Estou a destruir-me, é a tristeza que me consome, o que quer dizer que sou eu quem a alimenta.
Consegui trair-me depois de tanto tempo simplesmente a enganar-me, a mim e a todos os outros.
Todos os dias a disfarçar as emoções, a tentar misturar-me no meio das pessoas normais, a sorrir com vontade, a rir com gosto, a dizer as verdades na sua forma mais pura sem sequer saber que no meio de tudo isso apenas mentia, a mim e aos outros.
Sou o logro humano, com a sua alma fraudulenta e todos os seus sentimentos eram mentiras, todos menos aqueles que eram escondidos.
E de maneira ardil evitava que fosse revelado o verdadeiro amor, a verdadeira amizade, a mais pura lágrima, ou o mais quente sorriso, tudo o que tinha de bom em mim guardava-o, distribuía o placebo por todos, vendia baratas as emoções criadas por uma mente afogada em medo.
Já não consigo estar em pé, começo a sentir os espasmos no meu corpo, o que é que se passa comigo, tenho medo.
Começo a ter espaços em branco, a perder a noção das coisas, não consigo pensar direito, tenho flashes do que sou, da minha vida, e do que desejo, mas a única imagem fixa és tu, como se fosses um papel de fundo.
É a primeira vez que me vejo ao espelho desde há muito tempo, é a primeira vez que me atrevo a olhar nos olhos, e apenas vejo um mentiroso, uma falsidade crua, à viva força quero ser cego, quero evitar olhar para mim, odeio descobrir o que sou, não quero ser fraco, não me quero render aos mais baixos desejos humanos.
Vejo uma lágrima a cair pelo meu rosto, percorrendo lentamente a minha face, é fria, deve vir do coração.
Pinga do queixo e cai no lavatório como se fosse uma pedra num tambor, o barulho é indescritível ao simples ouvido humano, mas a mim criatura envolta em tristeza que consome e que me tolda o espírito, é igual ao barulho de um corpo morto a cair em cima de uma mesa, um baque surdo e rápido.
Olho para o sitio onde caiu a minha lágrima, no meio de tanto vermelho espesso, parece tinta atirada a uma tela branca e deixada a escorrer, parecem dois pequenos afluentes de um só rio de dor, um rio que antes fervilhava pelo teu amor, pela tua doce existência.
Apercebi-me que já não tenho muito tempo, o corpo começa a não responder e ainda tenho de marcar todo o cliché com um texto a explicar o porquê das minhas acções, só assim vou poder descrever os meus últimos momentos de vida.
Cambaleando e aos encontrões contra as paredes e portas, lá cheguei ao computador.
Despedidas escritas em papel seria demasiado romantismo, e foi o amor que me trouxe até este estado moribundo de alma seca e coração petrificado.
Como explicar ao mundo cientifico que um coração de pedra consegue bombear sangue que flúi e jorra como o fazem os verdadeiros.
Acho de novo incrível o cuidado que tenho em não querer sujar nada em demasia com o meu sangue, são daquelas preocupações imbecis que vêem com a personalidade, é melhor meter papel por baixo do teclado, não quero deixar a mesa marcada com sangue.
Tudo na minha vida é premeditado, apenas escapa aquela grande parte que não controlo que são as falhas dos meus calculismos. Seria de prever que já tinha o blog aberto e pronto para escrever.
Sinto um enorme formigueiro nas mãos e em volta dos pulsos, fiz algo de mal, está a doer mais do que devia, e a dar-me mais tempo do que eu queria.
A minha incompetência espelha-se em todo o lado, só é incrível como por vezes vem a calhar. Foi por um erro de cálculo que consegui ter tempo para escrever tudo isto, e se calhar ter ainda tempo para ler.
Achei por bem descrever os últimos minutos da minha vida.
Nunca pensei ser capaz de chegar a este ponto apenas por não te ter comigo, é assim tão grande o meu desejo e a minha vontade de te ter? Ou será maior o meu desespero por saber que tudo não passa de um sonho impossível?
Nem quando estou prestes a fechar os olhos pela última vez sou capaz de dar uma resposta a uma vida cheia de questões insignificantes do ponto de vista daqueles que não viviam a minha dor e a minha sede por te amar.
Espero conseguir partir e assim fazer com que notes a minha presença neste mundo, para além da simples existência que sempre tive para ti, assim deixo de ser apenas mais uma pessoa com quem te cruzas todos os dias, para ser aquela pessoa que deixaste de ver. E como a pior coisa que conheço da vida é saber do teu sofrimento seja qual for a razão, decidi fazer-te sofrer uma única e derradeira vez, para que posso morrer a odiar-me por isso, e saber que se calhar só com um estúpido esquema trágico, não te fui tão indiferente ao ponto de ser apenas mais uma pessoa na tua vida.
Foi este o caminho que encontrei para ir ter contigo.
Só falta carregar no botão que diz publish e recostar-me na cadeira à espera das ultimas memórias que levo desta vida, e sempre lá no meio a tua cara, com o teu melhor sorriso e o teu mais belo olhar, sinto-me privilegiado por conseguir guardar-te tão real na minha memória.
E assim parto com a certeza que como nunca leste nada do que escrevo, também não irias ler este texto, nem mesmo o teu nome escrito com o sangue numa qualquer folha de papel.
(texto ficcional)
segunda-feira, março 26, 2007
E foi preciso desperdiçar minutos da minha vida para vir cá escrever.
Como sempre tive algum desprezo pelos críticos de televisão, talvez por terem um trabalho bestial para quem apoia actividades amorfas, e eu sempre fui menino de ter alguma inveja de profissões que pagam bem a inércia intelectual e física, decidi experimentar enquadrar o papel.
Na RTP1 depois de ver um programa muito fraco dos Gato Fedorento, e finalmente acertaram, fiquei indeciso entre deixar a TV ligada na TVI ou na RTP1.
Como sou uma pessoa sem amigos, e que costuma lidar com a vida de um modo muito solitário, lamento dizer que a TV acaba por ser um dos poucos estímulos sonoros que tenho perto da minha área de trabalho, até porque por vezes farto-me um bocado de ouvir música.
Então já que tinha de ligar a TV, qual seria o bendito canal que iria fazer-me companhia?
Pois bem, na RTP1 estava a começar os Grandes Portugueses a grande finalíssima, sem danças, sem cantos, e sem cuspidores de fogo, pelo menos em sentido literal.
Na TVI, o programa A Bela e o Mestre já estava a dar e a minha irmã bate entusiasticamente à porta para chamar à atenção para algumas calinadas.
Como bom cidadão de uma sociedade urbano depressiva, poder aliar o vislumbre de mulheres com bons dotes físicos, e juntar a isso um chorrilho de impropérios que demarcam a incapacidade intelectual humana, mudei logo para a TVI.
Primeiro porque fui chamado à atenção pela minha irmã que me garantiu ser divertido poder constatar uma data de asneiradas, e essa ideia já tinha sido reforçada no programa dos Gato Fedorento, segundo porque as asneiradas seriam supostamente ditas por mulheres apelidadas de belas, e terceiro porque tinha uma forte ideia que na RTP1 o Salazar podia ganhar alguma coisa sem envolver dança e isso causa-me alguma confusão, embora eu ache que o senhor tem todo o direito.
A verdade é que ouvi mais o programa da TVI do que realmente prestei atenção, e isto porque realmente estava a trabalhar, em segundo lugar porque afinal elas não eram assim tão belas, terceiro porque todo o cenário consegue ferir a vista a qualquer um que não tenha visão monocromática, e para finalizar o apresentador tinha de ser credenciado pela TVI.
Pelo que vi do programa, sendo que ouvi mais do que vi, consigo agora tecer uma panóplia de comentários.
Para começar, as raparigas não me parecem assim tão ignorantes como já me tinham dito, é verdade que têm falhas graves de cultura geral, mas também aposto que 70% da população portuguesa tem o QI naquele especifico plafond, e muitas das perguntas não são de uma simplicidade linear. A título de exemplo uma das partes mostrava dificuldades na realização de operações matemáticas como divisões feitas à mão, verdade seja dita que conheço muita boa gente licenciada, e com grande nível de cultura que também não as sabem fazer.
Quanto aos mestres nada a apontar, o típico cromo, o mais que rotulado geek, uma espécie humana com quem não sou capaz de me associar, embora consiga admitir alguma inveja por serem capazes de gerir melhor a vida que eu, mesmo até quanto ao nível de sociabilidade.
O melhor do programa, e a única coisa de valor é a Iva Domingues, mas mesmo assim já me pareceu melhor do que se mostra naquele programa.
Guardo um especial “ódio” ao apresentador, um pequeno palhaço que se exibe com orgulho como criança hiperactiva com dois pregos cravados num dos lóbulos cerebrais.
Agora é aquela parte em que vou cascar no júri, e que medo e traumas conseguem eles causar num ínfimo espaço de minutos. A Clara Pinto Correia é a porta-estandarte da hipocrisia pseudo-intelectual. Assassina por completo a imagem da mulher, chega mesmo a profanar a minha imagem do que é uma mulher, é uma mistura de druida hippie que se injecta com grandes doses de estupidez e capaz de comer anormalidade às colheres para arrotar pelo ouvido. Tem a mania que é letrada, que é má e com autoridade, que é uma voz do conhecimento e sapiência, quando na verdade é a cara da frustração, insegurança, e falta de amor próprio, porque ninguém anda naquele estado de apanhadora de bolotas.
O Rui Zink seria o único que merecia da minha parte alguma compreensão, mas o tempo adulterou-o, e agora consegue aliar a si uma sibilante idiotice, e uma alarvidade de quem se acha seguro o suficiente do seu estatuto (seja ele qual for) para poder fazer e dizer o que quiser. É um gajo com claro mau gosto, e pensa que ser diferente é que é porreiro, mas não consegue ser diferente, apenas entra naquele grupo de pessoas que não se consegue inovar para o mundo, mas também não quer largar um foco de luz.
A Marisa Cruz, por muito estranho que pareça, ali naquele programa é adorável, muito beneficiada da companhia que por lá tem.
O argentino que não sei bem o nome, suponho que seja Quevedo, é daqueles seres humanos que ainda não apanharam com dois ou três tiros de caçadeira, vá-se lá saber porque razão. Prima por ser estúpido, odioso, malcriado, incoerente, inútil. Na verdade é um perfeito protótipo de incapacidade humana, perfeita inutilidade, um autêntico desperdício de matéria.
Depois de ter chegado a todas estas simples conclusões, gostava muito de saber como recuperar todos aqueles minutos da minha vida? A quem peço indemnização? E que danos podem provocar tamanha alarvidade, a uma impressionável massa encefálica?
No meio disto tudo quase que apetece salvar a Floribella de ser prensada por um comboio.
Na RTP1 depois de ver um programa muito fraco dos Gato Fedorento, e finalmente acertaram, fiquei indeciso entre deixar a TV ligada na TVI ou na RTP1.
Como sou uma pessoa sem amigos, e que costuma lidar com a vida de um modo muito solitário, lamento dizer que a TV acaba por ser um dos poucos estímulos sonoros que tenho perto da minha área de trabalho, até porque por vezes farto-me um bocado de ouvir música.
Então já que tinha de ligar a TV, qual seria o bendito canal que iria fazer-me companhia?
Pois bem, na RTP1 estava a começar os Grandes Portugueses a grande finalíssima, sem danças, sem cantos, e sem cuspidores de fogo, pelo menos em sentido literal.
Na TVI, o programa A Bela e o Mestre já estava a dar e a minha irmã bate entusiasticamente à porta para chamar à atenção para algumas calinadas.
Como bom cidadão de uma sociedade urbano depressiva, poder aliar o vislumbre de mulheres com bons dotes físicos, e juntar a isso um chorrilho de impropérios que demarcam a incapacidade intelectual humana, mudei logo para a TVI.
Primeiro porque fui chamado à atenção pela minha irmã que me garantiu ser divertido poder constatar uma data de asneiradas, e essa ideia já tinha sido reforçada no programa dos Gato Fedorento, segundo porque as asneiradas seriam supostamente ditas por mulheres apelidadas de belas, e terceiro porque tinha uma forte ideia que na RTP1 o Salazar podia ganhar alguma coisa sem envolver dança e isso causa-me alguma confusão, embora eu ache que o senhor tem todo o direito.
A verdade é que ouvi mais o programa da TVI do que realmente prestei atenção, e isto porque realmente estava a trabalhar, em segundo lugar porque afinal elas não eram assim tão belas, terceiro porque todo o cenário consegue ferir a vista a qualquer um que não tenha visão monocromática, e para finalizar o apresentador tinha de ser credenciado pela TVI.
Pelo que vi do programa, sendo que ouvi mais do que vi, consigo agora tecer uma panóplia de comentários.
Para começar, as raparigas não me parecem assim tão ignorantes como já me tinham dito, é verdade que têm falhas graves de cultura geral, mas também aposto que 70% da população portuguesa tem o QI naquele especifico plafond, e muitas das perguntas não são de uma simplicidade linear. A título de exemplo uma das partes mostrava dificuldades na realização de operações matemáticas como divisões feitas à mão, verdade seja dita que conheço muita boa gente licenciada, e com grande nível de cultura que também não as sabem fazer.
Quanto aos mestres nada a apontar, o típico cromo, o mais que rotulado geek, uma espécie humana com quem não sou capaz de me associar, embora consiga admitir alguma inveja por serem capazes de gerir melhor a vida que eu, mesmo até quanto ao nível de sociabilidade.
O melhor do programa, e a única coisa de valor é a Iva Domingues, mas mesmo assim já me pareceu melhor do que se mostra naquele programa.
Guardo um especial “ódio” ao apresentador, um pequeno palhaço que se exibe com orgulho como criança hiperactiva com dois pregos cravados num dos lóbulos cerebrais.
Agora é aquela parte em que vou cascar no júri, e que medo e traumas conseguem eles causar num ínfimo espaço de minutos. A Clara Pinto Correia é a porta-estandarte da hipocrisia pseudo-intelectual. Assassina por completo a imagem da mulher, chega mesmo a profanar a minha imagem do que é uma mulher, é uma mistura de druida hippie que se injecta com grandes doses de estupidez e capaz de comer anormalidade às colheres para arrotar pelo ouvido. Tem a mania que é letrada, que é má e com autoridade, que é uma voz do conhecimento e sapiência, quando na verdade é a cara da frustração, insegurança, e falta de amor próprio, porque ninguém anda naquele estado de apanhadora de bolotas.
O Rui Zink seria o único que merecia da minha parte alguma compreensão, mas o tempo adulterou-o, e agora consegue aliar a si uma sibilante idiotice, e uma alarvidade de quem se acha seguro o suficiente do seu estatuto (seja ele qual for) para poder fazer e dizer o que quiser. É um gajo com claro mau gosto, e pensa que ser diferente é que é porreiro, mas não consegue ser diferente, apenas entra naquele grupo de pessoas que não se consegue inovar para o mundo, mas também não quer largar um foco de luz.
A Marisa Cruz, por muito estranho que pareça, ali naquele programa é adorável, muito beneficiada da companhia que por lá tem.
O argentino que não sei bem o nome, suponho que seja Quevedo, é daqueles seres humanos que ainda não apanharam com dois ou três tiros de caçadeira, vá-se lá saber porque razão. Prima por ser estúpido, odioso, malcriado, incoerente, inútil. Na verdade é um perfeito protótipo de incapacidade humana, perfeita inutilidade, um autêntico desperdício de matéria.
Depois de ter chegado a todas estas simples conclusões, gostava muito de saber como recuperar todos aqueles minutos da minha vida? A quem peço indemnização? E que danos podem provocar tamanha alarvidade, a uma impressionável massa encefálica?
No meio disto tudo quase que apetece salvar a Floribella de ser prensada por um comboio.
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