quarta-feira, janeiro 10, 2007
Slapped the words out of my mouth...
domingo, janeiro 07, 2007
Amanhã é um novo dia...
Parece-me a mim que o mundo tornou-se mais amargo.
Os tolerantes deixaram de o ser, os efusivos abrandaram, os apaixonados comercializaram, os inteligentes encalharam, e todos mudam para o bem ou para o mal, e mesmo os mais felizes falam de amargura.
É uma condicionante do novo mundo, de um novo estilo de vida global.
Morre-se por um beijo, matam-se por outro, uns apenas sonham com uma vida de crime a dois.
Vivemos mais do que vivíamos um século atrás, aumentou a esperança de vida, e ao mesmo tempo vivemos mais depressa, vivemos tudo em catadupa, chegamos aos 30 com tudo vivido e prontos para entrar num ciclo, isto é se quisermos que assim seja. Há quem diga que existe sempre solução.
Uns contentam-se com a sobrevivência, nesse ponto o mundo actual tornou-se muito retro, acaba-se a ideia do sonho americano, e o optimismo é um placebo que vai durando por uns tempos.
terça-feira, janeiro 02, 2007
A moda atingiu o blog...
Sendo eu afectado pelo daltonismo não ripostei de imediato, mas para um tipo que é capaz de ter um par de ceroulas em casa, e que usa meia branca com fato como o Zica, fiquei a pensar se seria mesmo verdade.
Surgiu então um impasse, quem se veste melhor, eu ou o Zica?
Como a resposta óbvia será de que ambos somos um caso perdido da moda, e ter aspecto de pedinte nunca calhou bem no estilismo europeu, pergunto a vós pobres seres que deambulam pela faculdade, quem é a pessoa mais bem vestida dentro do nosso vasto grupo de conhecidos?
Utilizem a caixa de comentários com bom senso e apenas para ditar a vossa opinião quanto a isto.
segunda-feira, janeiro 01, 2007
Assim começa o ano...
E que neste ano que começa, que ele se revele profícuo a criar felicidade nas vossas vidas.
sábado, dezembro 30, 2006
Por questões de logística não o executaram no Natal.
Desci para a sala de jogo e liguei a televisão, começo a fazer o zapping pelos canais habituais, ao passar pela CNN ouvi as seguintes frases “justiça imparcial…numa espécie de vingança tribal”, falavam então do enforcamento do Saddam Hussein.
Quero referir antes de mais que não sou um anti-americano, apenas tenho uma opinião formada sobre eles que é corroborada pelo resto do mundo, podem não ser burros, mas definitivamente são estúpidos.
Só os americanos é que podiam juntar na mesma frase a justificar a pena da morte as palavras justiça e vingança, apenas os americanos enquanto país ocidentalizado é que concebe a pena de morte, a injustiça dentro da justiça.
Aprendi na faculdade, ou pelo menos fiquei com a ideia que o direito penal americano é como tudo poderia indicar, estúpido e mal feito à semelhança do criador, e só assim é que se entende como raio é que a morte pode ser uma pena, a ideia de pena é cumprir uma pena de forma a que a pessoa se possa arrepender do seu crime, tem uma função de prevenção geral positiva, e pode ter muitas outras funções a nível de restabelecimento do bem jurídico lesado se possível, etc., mas o fundamental é que a pena é a consequência socialmente delineada pelo direito para quem comete um crime, é um método de reprovação pública pelos actos contra as leis da sociedade de forma a levar o criminoso a arrepender-se dos actos cometidos e se possível reintegra-lo na sociedade de forma a que não volte a cometer mais nenhum crime.
Como é que será possível prosseguir a ideia de um arrependimento se matamos o indivíduo a quem queremos infligir uma reprovação de forma a provocar esse arrependimento, no fundo depois de morrer deixa de cumprir pena.
Resumindo a pena de morte além dos vários motivos morais, éticos, para quem quiser religiosos, não tem a mínima de lógica.
Sou contra a pena de morte em todo e qualquer caso, não porque fica bem, nem por motivos de crença religiosa, nem tão pouco por juízos éticos e morais, sou contra principalmente porque não é lógico, não é racional.
A CNN filmou a execução e transmitiu imagens, em vários canais passaram imagens do início da execução, iam estabelecendo contactos com os presentes na execução e a pergunta que mais faziam era “Saddam estava com medo?”…
E que tal perguntar se ele ficou chateadinho com a situação ou se o esticão foi bonito?
Além de ser contra a pena de morte, o que me incomoda totalmente é a maneira saloia como os americanos tratam todo o assunto, as perguntas, as imagens, a exibição dos momentos da execução, os risos e gargalhadinhas.
As disparidades é que no fundo incomodam-me, se uns acusados de crimes de guerra são condenados à morte, outros que também cometem crimes de guerra são acusados de má escolha política, apelidados de burros e não voltam muito provavelmente a ser eleitos, que disparidade de penas numa justiça que fico sem saber de quem é.
Quem condenou Saddam? O mundo? Os americanos? Os iraquianos não foram de certeza, não existe tal povo.
São ridículos os motivos invocados pelos EUA para invadir o Iraque, hoje em dia até os próprios o admitem, invadiram uma nação independente, escavacaram tudo com o seu poderio militar, levaram o petróleo, mataram o líder e agora muito provavelmente abandonam o local como um bêbado que abandona o pub depois de ter incitado à violência, porque o mais provável depois de tudo isto é que com a morte de Saddam venha a acontecer uma forte guerra civil.
Os EUA armados em educadores de infância, com uma concepção de justiça que vai da palmadinha na mão até à decapitação com as pás de uma ventoinha, a única coisa que conseguiram foi criar mais desordem, e mostrar de novo a incompetência exacerbada para tomar a frente seja do que for.
Hoje de manhã sangrei do nariz e não sei porquê...
Depois de ter visto o filme a única coisa que me ocorreu naquele momento foi que achava mais produtivo ter visto um filme do Koala Bangu e as suas calças de feltro fucshia a passear na serra do Alvito com o gato Bileu e o seu pullover da Hello Kitty em tons marron.
Resumindo uma desgraça de filme onde muito pouco se safa, uns apontamentos de efeitos especiais, uma tentativa esforçada do Kevin Spacey no papel de Lex Luthor, e pouco mais tinha para dar este filme.
É pena, porque das personagens de BD, da relativa vastidão de heróis que a BD fornece, o Super-Homem seria uma das melhores personagens, uma das mais populares e respeitadas, e no entanto teve direito a uma exploração cinematográfica recente de qualidade muito baixa.
domingo, dezembro 24, 2006
Mensagem de Natal via Atlântico.
Espero que estejam minimamente felizes nesta quadra natalícia, e que possam partilhar essa felicidade com todos aqueles que gostam.
Este ano enviei e-mail’s e sms para todas aquelas pessoas de quem tenho o contacto, fui um pouco mais esbanjador que o Zica, mas acho que as pessoas a quem mandei uma mensagem ou e-mail, valem a pena o meu parco poder monetário.
Se por alguma eventualidade esqueci de alguém, peço desde já desculpas e remeto as culpas para o meu fraquinho telemóvel e a sua lista escanzelada.
Quanto ao caso de contactos que não possuo, peço desculpa pelo facto e ficam aqui os meus desejos de um Feliz Natal com tudo de bom.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Jingle *hic* Bells...
Longe de mim querer classificar a minha família de embriagada, até porque tirando alguns dos filhos, pouco se bebe, e quando se bebe é quase de uma maneira lúdica.
O que eu queria mesmo realçar era que no estado ébrio, muitos membros desta família conseguem entender-se melhor do que no seu estado sóbrio.
E se aquando do seu estado normal será mais provável ouvir alguém a discutir com outra pessoa, já quando a maioria se encontra no seu estado de ligeira embriaguez podemos ouvir risos e gargalhadas e uma boa disposição geral.
Resumindo o álcool na época natalícia até é bem-vindo, porque ao contrário de uma farândola de bêbados, a minha família ébria é feliz.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
A parte de vida fácil.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Coisas curiosas...
Apesar de tudo isso, acaba por ser algo de muito pequeno, algo quase certo que aconteça, a dar a sentença final no nosso estado de humor, é aquela pequena desilusão já esperada que nos faz aterrar de cara no chão.
Odeio que me magoem, mas simplesmente não lido nada bem com pequenas desilusões, são de um efeito incisivo capaz de causar-me algum descontentamento.
terça-feira, dezembro 12, 2006
Hoje nasceu...

segunda-feira, dezembro 11, 2006
Vai ver se está a chover pá....
Também vos digo que sei de umas quantas pessoas que para lá mandava.
Um miminho literário.
Uma obra bem conhecida e apreciada pela maioria, recomendada para todos aqueles que acham que a única literatura menos peristáltica seria do género de Bocage, um verdadeiro exemplo de coça da boa literatura portuguesa à voz de Mário Viegas.
Palavra de dúvida surda.
Tender wishes of a childish love.
All I could ask for is a blind smile in darkness, so I could feel it with my fingertips against the smoothness of your lips.
Then further on, in the empty space of a wooden floor, let me lay down and wait for the spotlight to come again, so I could discover with the light that I’m not alone anymore, even if this time you’re not smiling.
domingo, dezembro 10, 2006
Fazer liftings ao blog...
Sinceramente depois de tanta mudança, espero que gostem do novo Layout.
Se tiverem sugestões para novas secções é favor utilizar a caixa de comentários.
quinta-feira, novembro 30, 2006
Gostas do Coelhinho? Mau - Prick
Se o Zica pode meter videoclips aqui no blog eu também posso.
Este para mim é um dos melhores videoclips de sempre, produzido pela grande banda portuguesa ManAndUnable aka MAU.
segunda-feira, novembro 27, 2006
Que raio de conversa...
Primeiro a frase “são coisas minhas” parece ser coisa dita por um bardo ressabiado com o resto da taberna ao fazerem troça do padrão dos seus collants.
Em segundo lugar é bom que quando suspirem a olhar para mim seja uma forma de dizer, “quem me dera ter-te, mas és bom demais para mim, és mesmo todo tesudo”, caso contrário não suspirem de frente para mim, já me basta um gajo que passa a vida a cheirar os dedos enquanto fala, mais esquisitices não.
domingo, novembro 26, 2006
Manias...
Eu por acaso gostava de poder dar o nome Sonic a um filho meu, apenas para poder gritar muito alto, estando apenas a uns escassos metros do petiz, algo do género… “SONIC…VEM MOSTRAR AQUI À SENHORA AQUELA COISA QUE FAZES COM O CABELO ENQUANTO REBOLAS PELO CHÃO.”
Pode parecer um pouco pretensioso, até um pouco birra, mas juro que se não puder chamar ao meu primeiro filho Sonic, não partilho os meus lindos genes com este mundo.
terça-feira, novembro 21, 2006
Maledeta cosa mia.
A minha maldade expressa-se de forma avassaladora nos meus momentos de carinho.
In life I found a truth I would never forget again for a long, long time.
Don’t ask me what it was, the time as come and already gone, but maybe that’s the truth, I was not made to remember or be remembered as the time kills all my hope.