Só para mostrar que se eu quiser o primeiro post de 2007 é meu, e não terá qualquer conteúdo de interesse.
E que neste ano que começa, que ele se revele profícuo a criar felicidade nas vossas vidas.
segunda-feira, janeiro 01, 2007
sábado, dezembro 30, 2006
Por questões de logística não o executaram no Natal.
Acordei relativamente cedo esta manhã, principalmente para quem está de férias e podia bem dormir até mais tarde.
Desci para a sala de jogo e liguei a televisão, começo a fazer o zapping pelos canais habituais, ao passar pela CNN ouvi as seguintes frases “justiça imparcial…numa espécie de vingança tribal”, falavam então do enforcamento do Saddam Hussein.
Quero referir antes de mais que não sou um anti-americano, apenas tenho uma opinião formada sobre eles que é corroborada pelo resto do mundo, podem não ser burros, mas definitivamente são estúpidos.
Só os americanos é que podiam juntar na mesma frase a justificar a pena da morte as palavras justiça e vingança, apenas os americanos enquanto país ocidentalizado é que concebe a pena de morte, a injustiça dentro da justiça.
Aprendi na faculdade, ou pelo menos fiquei com a ideia que o direito penal americano é como tudo poderia indicar, estúpido e mal feito à semelhança do criador, e só assim é que se entende como raio é que a morte pode ser uma pena, a ideia de pena é cumprir uma pena de forma a que a pessoa se possa arrepender do seu crime, tem uma função de prevenção geral positiva, e pode ter muitas outras funções a nível de restabelecimento do bem jurídico lesado se possível, etc., mas o fundamental é que a pena é a consequência socialmente delineada pelo direito para quem comete um crime, é um método de reprovação pública pelos actos contra as leis da sociedade de forma a levar o criminoso a arrepender-se dos actos cometidos e se possível reintegra-lo na sociedade de forma a que não volte a cometer mais nenhum crime.
Como é que será possível prosseguir a ideia de um arrependimento se matamos o indivíduo a quem queremos infligir uma reprovação de forma a provocar esse arrependimento, no fundo depois de morrer deixa de cumprir pena.
Resumindo a pena de morte além dos vários motivos morais, éticos, para quem quiser religiosos, não tem a mínima de lógica.
Sou contra a pena de morte em todo e qualquer caso, não porque fica bem, nem por motivos de crença religiosa, nem tão pouco por juízos éticos e morais, sou contra principalmente porque não é lógico, não é racional.
A CNN filmou a execução e transmitiu imagens, em vários canais passaram imagens do início da execução, iam estabelecendo contactos com os presentes na execução e a pergunta que mais faziam era “Saddam estava com medo?”…
E que tal perguntar se ele ficou chateadinho com a situação ou se o esticão foi bonito?
Além de ser contra a pena de morte, o que me incomoda totalmente é a maneira saloia como os americanos tratam todo o assunto, as perguntas, as imagens, a exibição dos momentos da execução, os risos e gargalhadinhas.
As disparidades é que no fundo incomodam-me, se uns acusados de crimes de guerra são condenados à morte, outros que também cometem crimes de guerra são acusados de má escolha política, apelidados de burros e não voltam muito provavelmente a ser eleitos, que disparidade de penas numa justiça que fico sem saber de quem é.
Quem condenou Saddam? O mundo? Os americanos? Os iraquianos não foram de certeza, não existe tal povo.
São ridículos os motivos invocados pelos EUA para invadir o Iraque, hoje em dia até os próprios o admitem, invadiram uma nação independente, escavacaram tudo com o seu poderio militar, levaram o petróleo, mataram o líder e agora muito provavelmente abandonam o local como um bêbado que abandona o pub depois de ter incitado à violência, porque o mais provável depois de tudo isto é que com a morte de Saddam venha a acontecer uma forte guerra civil.
Os EUA armados em educadores de infância, com uma concepção de justiça que vai da palmadinha na mão até à decapitação com as pás de uma ventoinha, a única coisa que conseguiram foi criar mais desordem, e mostrar de novo a incompetência exacerbada para tomar a frente seja do que for.
Desci para a sala de jogo e liguei a televisão, começo a fazer o zapping pelos canais habituais, ao passar pela CNN ouvi as seguintes frases “justiça imparcial…numa espécie de vingança tribal”, falavam então do enforcamento do Saddam Hussein.
Quero referir antes de mais que não sou um anti-americano, apenas tenho uma opinião formada sobre eles que é corroborada pelo resto do mundo, podem não ser burros, mas definitivamente são estúpidos.
Só os americanos é que podiam juntar na mesma frase a justificar a pena da morte as palavras justiça e vingança, apenas os americanos enquanto país ocidentalizado é que concebe a pena de morte, a injustiça dentro da justiça.
Aprendi na faculdade, ou pelo menos fiquei com a ideia que o direito penal americano é como tudo poderia indicar, estúpido e mal feito à semelhança do criador, e só assim é que se entende como raio é que a morte pode ser uma pena, a ideia de pena é cumprir uma pena de forma a que a pessoa se possa arrepender do seu crime, tem uma função de prevenção geral positiva, e pode ter muitas outras funções a nível de restabelecimento do bem jurídico lesado se possível, etc., mas o fundamental é que a pena é a consequência socialmente delineada pelo direito para quem comete um crime, é um método de reprovação pública pelos actos contra as leis da sociedade de forma a levar o criminoso a arrepender-se dos actos cometidos e se possível reintegra-lo na sociedade de forma a que não volte a cometer mais nenhum crime.
Como é que será possível prosseguir a ideia de um arrependimento se matamos o indivíduo a quem queremos infligir uma reprovação de forma a provocar esse arrependimento, no fundo depois de morrer deixa de cumprir pena.
Resumindo a pena de morte além dos vários motivos morais, éticos, para quem quiser religiosos, não tem a mínima de lógica.
Sou contra a pena de morte em todo e qualquer caso, não porque fica bem, nem por motivos de crença religiosa, nem tão pouco por juízos éticos e morais, sou contra principalmente porque não é lógico, não é racional.
A CNN filmou a execução e transmitiu imagens, em vários canais passaram imagens do início da execução, iam estabelecendo contactos com os presentes na execução e a pergunta que mais faziam era “Saddam estava com medo?”…
E que tal perguntar se ele ficou chateadinho com a situação ou se o esticão foi bonito?
Além de ser contra a pena de morte, o que me incomoda totalmente é a maneira saloia como os americanos tratam todo o assunto, as perguntas, as imagens, a exibição dos momentos da execução, os risos e gargalhadinhas.
As disparidades é que no fundo incomodam-me, se uns acusados de crimes de guerra são condenados à morte, outros que também cometem crimes de guerra são acusados de má escolha política, apelidados de burros e não voltam muito provavelmente a ser eleitos, que disparidade de penas numa justiça que fico sem saber de quem é.
Quem condenou Saddam? O mundo? Os americanos? Os iraquianos não foram de certeza, não existe tal povo.
São ridículos os motivos invocados pelos EUA para invadir o Iraque, hoje em dia até os próprios o admitem, invadiram uma nação independente, escavacaram tudo com o seu poderio militar, levaram o petróleo, mataram o líder e agora muito provavelmente abandonam o local como um bêbado que abandona o pub depois de ter incitado à violência, porque o mais provável depois de tudo isto é que com a morte de Saddam venha a acontecer uma forte guerra civil.
Os EUA armados em educadores de infância, com uma concepção de justiça que vai da palmadinha na mão até à decapitação com as pás de uma ventoinha, a única coisa que conseguiram foi criar mais desordem, e mostrar de novo a incompetência exacerbada para tomar a frente seja do que for.
Hoje de manhã sangrei do nariz e não sei porquê...
Ontem tirei algum tempo para dedicar ao mundo da sétima arte, decidi visionar o mais recente filme do Super-Homem, filme intitulado de Superman Returns, o regresso do macho.
Depois de ter visto o filme a única coisa que me ocorreu naquele momento foi que achava mais produtivo ter visto um filme do Koala Bangu e as suas calças de feltro fucshia a passear na serra do Alvito com o gato Bileu e o seu pullover da Hello Kitty em tons marron.
Resumindo uma desgraça de filme onde muito pouco se safa, uns apontamentos de efeitos especiais, uma tentativa esforçada do Kevin Spacey no papel de Lex Luthor, e pouco mais tinha para dar este filme.
É pena, porque das personagens de BD, da relativa vastidão de heróis que a BD fornece, o Super-Homem seria uma das melhores personagens, uma das mais populares e respeitadas, e no entanto teve direito a uma exploração cinematográfica recente de qualidade muito baixa.
Depois de ter visto o filme a única coisa que me ocorreu naquele momento foi que achava mais produtivo ter visto um filme do Koala Bangu e as suas calças de feltro fucshia a passear na serra do Alvito com o gato Bileu e o seu pullover da Hello Kitty em tons marron.
Resumindo uma desgraça de filme onde muito pouco se safa, uns apontamentos de efeitos especiais, uma tentativa esforçada do Kevin Spacey no papel de Lex Luthor, e pouco mais tinha para dar este filme.
É pena, porque das personagens de BD, da relativa vastidão de heróis que a BD fornece, o Super-Homem seria uma das melhores personagens, uma das mais populares e respeitadas, e no entanto teve direito a uma exploração cinematográfica recente de qualidade muito baixa.
domingo, dezembro 24, 2006
Mensagem de Natal via Atlântico.
Venho por este meio desejar a vossas excelências um Feliz Natal, cheio de coisinhas boas.
Espero que estejam minimamente felizes nesta quadra natalícia, e que possam partilhar essa felicidade com todos aqueles que gostam.
Este ano enviei e-mail’s e sms para todas aquelas pessoas de quem tenho o contacto, fui um pouco mais esbanjador que o Zica, mas acho que as pessoas a quem mandei uma mensagem ou e-mail, valem a pena o meu parco poder monetário.
Se por alguma eventualidade esqueci de alguém, peço desde já desculpas e remeto as culpas para o meu fraquinho telemóvel e a sua lista escanzelada.
Quanto ao caso de contactos que não possuo, peço desculpa pelo facto e ficam aqui os meus desejos de um Feliz Natal com tudo de bom.
Espero que estejam minimamente felizes nesta quadra natalícia, e que possam partilhar essa felicidade com todos aqueles que gostam.
Este ano enviei e-mail’s e sms para todas aquelas pessoas de quem tenho o contacto, fui um pouco mais esbanjador que o Zica, mas acho que as pessoas a quem mandei uma mensagem ou e-mail, valem a pena o meu parco poder monetário.
Se por alguma eventualidade esqueci de alguém, peço desde já desculpas e remeto as culpas para o meu fraquinho telemóvel e a sua lista escanzelada.
Quanto ao caso de contactos que não possuo, peço desculpa pelo facto e ficam aqui os meus desejos de um Feliz Natal com tudo de bom.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Jingle *hic* Bells...
Uma verdade por mim ontem constatada é a de que a minha família torna-se muito mais funcional e harmoniosa se estiver alcoolizada.
Longe de mim querer classificar a minha família de embriagada, até porque tirando alguns dos filhos, pouco se bebe, e quando se bebe é quase de uma maneira lúdica.
O que eu queria mesmo realçar era que no estado ébrio, muitos membros desta família conseguem entender-se melhor do que no seu estado sóbrio.
E se aquando do seu estado normal será mais provável ouvir alguém a discutir com outra pessoa, já quando a maioria se encontra no seu estado de ligeira embriaguez podemos ouvir risos e gargalhadas e uma boa disposição geral.
Resumindo o álcool na época natalícia até é bem-vindo, porque ao contrário de uma farândola de bêbados, a minha família ébria é feliz.
Longe de mim querer classificar a minha família de embriagada, até porque tirando alguns dos filhos, pouco se bebe, e quando se bebe é quase de uma maneira lúdica.
O que eu queria mesmo realçar era que no estado ébrio, muitos membros desta família conseguem entender-se melhor do que no seu estado sóbrio.
E se aquando do seu estado normal será mais provável ouvir alguém a discutir com outra pessoa, já quando a maioria se encontra no seu estado de ligeira embriaguez podemos ouvir risos e gargalhadas e uma boa disposição geral.
Resumindo o álcool na época natalícia até é bem-vindo, porque ao contrário de uma farândola de bêbados, a minha família ébria é feliz.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
A parte de vida fácil.
O que eu tenho mesmo é sono. Chegou a época natalícia, são 14h27 e depois de já ter almoçado começo a sentir algum sono, pego num livro e vou a caminho das redes do jardim, vendo a minha a vida assim, que bem que me corre.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Coisas curiosas...
Certas coisas deixam-nos tristes, algumas palavras magoam, certas atitudes deixam as suas marcas, um típico comportamento pode estragar o dia.
Apesar de tudo isso, acaba por ser algo de muito pequeno, algo quase certo que aconteça, a dar a sentença final no nosso estado de humor, é aquela pequena desilusão já esperada que nos faz aterrar de cara no chão.
Odeio que me magoem, mas simplesmente não lido nada bem com pequenas desilusões, são de um efeito incisivo capaz de causar-me algum descontentamento.
Apesar de tudo isso, acaba por ser algo de muito pequeno, algo quase certo que aconteça, a dar a sentença final no nosso estado de humor, é aquela pequena desilusão já esperada que nos faz aterrar de cara no chão.
Odeio que me magoem, mas simplesmente não lido nada bem com pequenas desilusões, são de um efeito incisivo capaz de causar-me algum descontentamento.
terça-feira, dezembro 12, 2006
Hoje nasceu...

No dia 12 de Dezembro de 1863 nasceu um dos meus pintores favoritos, Edvard Munch brilhante pintor norueguês.
Pintor de vários quadros conhecidos, entre eles "O Grito", é num quadro que relata a morte de Jean-Paul Marat que podemos encontrar o mais belo jogo entre movimento e cor utilizado na técnica do pintor expressionista.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Vai ver se está a chover pá....
Agora que encontraram água em Marte acho que já não seria tão idiota e desumano mandar alguém ver se está a chover em Marte.
Também vos digo que sei de umas quantas pessoas que para lá mandava.
Também vos digo que sei de umas quantas pessoas que para lá mandava.
Um miminho literário.
Porque ser culto não é necessariamente uma coisa de rabetas, talvez longe disso, deixo aqui um baluarte do surrealismo literário português.
Uma obra bem conhecida e apreciada pela maioria, recomendada para todos aqueles que acham que a única literatura menos peristáltica seria do género de Bocage, um verdadeiro exemplo de coça da boa literatura portuguesa à voz de Mário Viegas.
Uma obra bem conhecida e apreciada pela maioria, recomendada para todos aqueles que acham que a única literatura menos peristáltica seria do género de Bocage, um verdadeiro exemplo de coça da boa literatura portuguesa à voz de Mário Viegas.
Palavra de dúvida surda.
Não sei o que teria para dizer ao chegar o dia em que conseguisse alcançar uma total desinibição da fala, não deixo de falar por medo, é tudo pura incerteza nada dada a ignorâncias.
Tender wishes of a childish love.
And I could swear I was all alone, not in the cold of darkness, but in the middle of the spotlight.
All I could ask for is a blind smile in darkness, so I could feel it with my fingertips against the smoothness of your lips.
Then further on, in the empty space of a wooden floor, let me lay down and wait for the spotlight to come again, so I could discover with the light that I’m not alone anymore, even if this time you’re not smiling.
All I could ask for is a blind smile in darkness, so I could feel it with my fingertips against the smoothness of your lips.
Then further on, in the empty space of a wooden floor, let me lay down and wait for the spotlight to come again, so I could discover with the light that I’m not alone anymore, even if this time you’re not smiling.
domingo, dezembro 10, 2006
Fazer liftings ao blog...
Nova cara para o blog depois de termos aderido ao novo serviço do blogger, tudo devido ao movimento de googalização mundial.
Sinceramente depois de tanta mudança, espero que gostem do novo Layout.
Se tiverem sugestões para novas secções é favor utilizar a caixa de comentários.
Sinceramente depois de tanta mudança, espero que gostem do novo Layout.
Se tiverem sugestões para novas secções é favor utilizar a caixa de comentários.
quinta-feira, novembro 30, 2006
Gostas do Coelhinho? Mau - Prick
Se o Zica pode meter videoclips aqui no blog eu também posso.
Este para mim é um dos melhores videoclips de sempre, produzido pela grande banda portuguesa ManAndUnable aka MAU.
segunda-feira, novembro 27, 2006
Que raio de conversa...
Acho um puro desperdício de tempo quando alguém suspira e bufa à nossa frente, apelando inabalavelmente a que se faça a pergunta, “o que se passa?”, e logo depois responde, “São coisas minhas.”.
Primeiro a frase “são coisas minhas” parece ser coisa dita por um bardo ressabiado com o resto da taberna ao fazerem troça do padrão dos seus collants.
Em segundo lugar é bom que quando suspirem a olhar para mim seja uma forma de dizer, “quem me dera ter-te, mas és bom demais para mim, és mesmo todo tesudo”, caso contrário não suspirem de frente para mim, já me basta um gajo que passa a vida a cheirar os dedos enquanto fala, mais esquisitices não.
Primeiro a frase “são coisas minhas” parece ser coisa dita por um bardo ressabiado com o resto da taberna ao fazerem troça do padrão dos seus collants.
Em segundo lugar é bom que quando suspirem a olhar para mim seja uma forma de dizer, “quem me dera ter-te, mas és bom demais para mim, és mesmo todo tesudo”, caso contrário não suspirem de frente para mim, já me basta um gajo que passa a vida a cheirar os dedos enquanto fala, mais esquisitices não.
domingo, novembro 26, 2006
Manias...
Sinceramente acho que a Agustina Bessa-Luís era rapariga para ter um filho chamado Sonic.(pronuncia-se Sóniq) Ao menos tem cara disso.
Eu por acaso gostava de poder dar o nome Sonic a um filho meu, apenas para poder gritar muito alto, estando apenas a uns escassos metros do petiz, algo do género… “SONIC…VEM MOSTRAR AQUI À SENHORA AQUELA COISA QUE FAZES COM O CABELO ENQUANTO REBOLAS PELO CHÃO.”
Pode parecer um pouco pretensioso, até um pouco birra, mas juro que se não puder chamar ao meu primeiro filho Sonic, não partilho os meus lindos genes com este mundo.
Eu por acaso gostava de poder dar o nome Sonic a um filho meu, apenas para poder gritar muito alto, estando apenas a uns escassos metros do petiz, algo do género… “SONIC…VEM MOSTRAR AQUI À SENHORA AQUELA COISA QUE FAZES COM O CABELO ENQUANTO REBOLAS PELO CHÃO.”
Pode parecer um pouco pretensioso, até um pouco birra, mas juro que se não puder chamar ao meu primeiro filho Sonic, não partilho os meus lindos genes com este mundo.
terça-feira, novembro 21, 2006
Maledeta cosa mia.
Para aqueles que duvidam da minha enorme propensão para a maldade, digo-vos uma coisa, eu sou tão má pessoa que até sou desagradável e magoo os outros quando lhes tento mostrar que gosto muito dessa pessoa e o quão importante ela é para mim.
A minha maldade expressa-se de forma avassaladora nos meus momentos de carinho.
In life I found a truth I would never forget again for a long, long time.
Don’t ask me what it was, the time as come and already gone, but maybe that’s the truth, I was not made to remember or be remembered as the time kills all my hope.
A minha maldade expressa-se de forma avassaladora nos meus momentos de carinho.
In life I found a truth I would never forget again for a long, long time.
Don’t ask me what it was, the time as come and already gone, but maybe that’s the truth, I was not made to remember or be remembered as the time kills all my hope.
Hvala Vam.
Dos melhores apelos de sempre. Apesar da sinceridade do apelo, eu sendo um progenitor croata optava por medidas preventivas, porque geralmente quando alguém no Ocidente avisa outro para algo, a pedra já rachou o escalpe.
Não me levem a mal, mas acho que a “loucura jovial” em alguém que já teria idade para ter “juízo”, é algo que definitivamente fascina o meu espírito, e leva-me constantemente a procurar este tipo de memórias.
Não me levem a mal, mas acho que a “loucura jovial” em alguém que já teria idade para ter “juízo”, é algo que definitivamente fascina o meu espírito, e leva-me constantemente a procurar este tipo de memórias.
Devolvo-lhe a pergunta.
Nos últimos tempos tenho falado de muitas coisas de que eu não gosto, talvez fosse altura para falar de algo que agrade-me.
Porventura não me ocorreu nada assim de repente dentro do campo do agradável, logo leva-me a que mencione mais alguma coisa que não goste.
Uma coisa que eu não gosto mesmo é o facto de fazer uma pergunta específica a alguém e não obter uma resposta, e muitas vezes nem observar um pequeno esforço da outra parte em encetar um raciocínio simples de modo a responder-me. O curioso é que logo a seguir, se eu efectuar uma pergunta na generalidade para toda a gente, são capazes de responder, e até de comentar mais alguma coisinha que não era chamada ao assunto.
Ou seja quando faço uma pergunta directa não respondem, mas se digo alguma coisa ou faço uma pergunta sem interesse para um variado número de pessoas, ai já não se coíbem de expressar.
A essas pessoas desejo que permaneçam durante a vossa vida a bumitar munelhos de cavêlos.
Porventura não me ocorreu nada assim de repente dentro do campo do agradável, logo leva-me a que mencione mais alguma coisa que não goste.
Uma coisa que eu não gosto mesmo é o facto de fazer uma pergunta específica a alguém e não obter uma resposta, e muitas vezes nem observar um pequeno esforço da outra parte em encetar um raciocínio simples de modo a responder-me. O curioso é que logo a seguir, se eu efectuar uma pergunta na generalidade para toda a gente, são capazes de responder, e até de comentar mais alguma coisinha que não era chamada ao assunto.
Ou seja quando faço uma pergunta directa não respondem, mas se digo alguma coisa ou faço uma pergunta sem interesse para um variado número de pessoas, ai já não se coíbem de expressar.
A essas pessoas desejo que permaneçam durante a vossa vida a bumitar munelhos de cavêlos.
segunda-feira, novembro 20, 2006
Miséria retratada.
Tenho pena que todos os homens sem uma mulher sejam por infelicidade tão idênticos a mim.
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