Sempre acreditei e sempre mostrei confiança que tudo iria correr pelo melhor.
Apesar da noite passada em branco e de toda a ansiedade que sentia à espera da confirmação das minhas crenças, tudo se confirmou hoje de manhã, e tive uma das melhores notícias da minha vida.
Admito que apesar de ter toda a confiança que tudo se iria compor, ontem numa espécie de prece, pedi que fosse carimbado o mais que provável destino.
Queria aqui então deixar os meus parabéns a todos aqueles que hoje de manhã viram o esforço recompensado e conseguiram as desejadas colocações universitárias, parabéns a todos os que nessa situação se encontravam.
Um parabéns especial para as irmãs do Zica, e parabéns ao Zica pelo orgulho que demonstra no feito das suas irmãs.
E por fim um parabéns muito especial, cheio de beijinhos e de felicidade de um mano babado por saber que a sua irmã conseguiu aquilo porque tanto lutou, com tantas adversidades, fico feliz por não te ter mentido quando disse que tinha a certeza que ias entrar na faculdade, naquela que querias, e que virias viver comigo.
É um prazer, uma honra, poder partilhar o meu dia a dia contigo nesta casa e fora dela, fico muito feliz por te ter outra vez mais perto de mim.
E fico ainda mais feliz por ver o teu sucesso conquistado com o teu trabalho magnífico.
Para a minha irmã Catarina um enorme beijo de parabéns pelo seu feito mais que esperado, mas demasiado ansiado. Porque eu sei que no futuro serás a melhor médica do mundo, e que com o teu coração, com a tua inteligência e engenho, serás uma mais valia para a vida neste mundo.
sábado, setembro 16, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
Levar no Cozinho com o Lars...

Punheta de Bacalhau - Cod Jerk Off
2 ovos cozidos;
1 pimento grande verde;
2 postas de bacalhau;
1 cebola média;
2 dentes de alho;
sal q.b.;
pimenta q.b.;
1 colher de sobremesa de salsa picada;
6 colheres de sopa de azeite +-;
2 colheres de sopa de vinagre +-.
Retira-se a pele e as espinhas e desfia-se o bacalhau à mão.
Lava-se depois o bacalhau em várias águas frias até perder o sal.
Escorre-se bem o bacalhau.
Entretanto asse o pimento, limpe-o e corte-o em tiras.
Em uma taça de vidro, disponha em camadas alternadas as tiras de pimentos, o bacalhau e os ovos cortados às rodelas.
Misture o azeite, o vinagre e a pimenta. Ligue bem.
Regue tudo com o vinagrete e polvilhe com a cebola, o alhos e a salsa previamente picados.
E com esta receita presenteio-vos na minha primeira prestação como colunista gastronómico do Não Querem Ouvir. Conselhos práticos para este prato, mãos firmes ao confeccionar, abram bem a boca e engolir bem esta comida.
Lars Papi
Eu acho que sim..
Opinion Pole...
Será a mulher mais curiosa que o homem?
Se a morte é uma das maiores certezas da nossa existência, por que motivo se mata a curiosidade? Será apenas para ter a certeza? Poderá a curiosidade existir no óbvio?
Respondam apenas a uma das perguntas, sendo atribuída maior cotação à primeira pergunta. A resposta necessita da devida fundamentação.
Se a morte é uma das maiores certezas da nossa existência, por que motivo se mata a curiosidade? Será apenas para ter a certeza? Poderá a curiosidade existir no óbvio?
Respondam apenas a uma das perguntas, sendo atribuída maior cotação à primeira pergunta. A resposta necessita da devida fundamentação.
Dia para levar um tiro nos guizos...
ABRAM ALAS PARA O NODDY....
(talvez o post mais inteligente e mais estúpido ao mesmo tempo que este blog já viu)
(talvez o post mais inteligente e mais estúpido ao mesmo tempo que este blog já viu)
Ground Zero.
Para muitos hoje é o dia de todas as conspirações, o imortalizado 11 de Setembro.
Peço desculpa aos mais crentes, mas o dia de todas as conspirações para mim é o dia do meu aniversário.
Peço desculpa aos mais crentes, mas o dia de todas as conspirações para mim é o dia do meu aniversário.
sexta-feira, setembro 08, 2006
Não consigo dormir.
Tenho sono…
Porque não durmo
Tenho sede…
Porque não durmo
Estou só…
Porque não durmo
E apenas escrevo…
Porque tenho sede, estou só, e não durmo.
Tecla a tecla num bate dedo de roda dentada, escrevo alguma algaraviada, sem desprimor por qualquer terra, apenas é o sono que não me ferra.
Paro, penso, uso o meu faro para o cheiro intenso, cheira a tédio, aquele suor nocturno que aborrece, e é o calor que nos aquece como a espada do filho de Juno.
Porque não durmo
Tenho sede…
Porque não durmo
Estou só…
Porque não durmo
E apenas escrevo…
Porque tenho sede, estou só, e não durmo.
Tecla a tecla num bate dedo de roda dentada, escrevo alguma algaraviada, sem desprimor por qualquer terra, apenas é o sono que não me ferra.
Paro, penso, uso o meu faro para o cheiro intenso, cheira a tédio, aquele suor nocturno que aborrece, e é o calor que nos aquece como a espada do filho de Juno.
Fui pensando...
E se a lua é um cinzeiro de olhares desesperados que se apagam, e se o teu nome é um colar de estrelas que se prende em fundo negro, que será de mim pobre medo.
Quando o teu sorriso acaricia de maneira meiga o meu olhar, e em gestos mansos cativas a atenção do tempo que paralisas, onde esconder o medo?
E quando o vento rebate o mar num gigante encanto, e a terra abre-se sobre o sol num convite de tamanho espanto, de tudo o que sou e tudo o que tenho, sou medo que escondo o desejo de ver simplificadas as minhas preces.
Quando o teu sorriso acaricia de maneira meiga o meu olhar, e em gestos mansos cativas a atenção do tempo que paralisas, onde esconder o medo?
E quando o vento rebate o mar num gigante encanto, e a terra abre-se sobre o sol num convite de tamanho espanto, de tudo o que sou e tudo o que tenho, sou medo que escondo o desejo de ver simplificadas as minhas preces.
quinta-feira, setembro 07, 2006
terça-feira, setembro 05, 2006
Comunicado da Administração
Para todos os leitores que ainda aqui costumam vir para tentar satisfazer alguma curiosidade, ou para obter alguma leitura ligeira, os meus parabéns vocês foram seleccionados para um sorteio de dois milhões de euros.
Mentira, não foram nada seleccionados porque não temos dois milhões de euros, e se os tivesse também não vos dava.
Se o caro leitor acha este blog um pouco mortiço e enfadonho por esta altura do ano, achando que mais valia ler uma revista sobre moda marroquina, um consultório sentimental do Bangladesh, sobre casos criminais de Xabregas, ou mesmo gastronomia do Mali, deixo o aviso que isto vai continuar mortiço, mas talvez bem mais ousado no que toca ao nível de estupidez.
A gerência deste blog quis dar um passo em frente em busca de uma falésia literária, ou talvez parte da gerência deste blog quis dar um grito de revolta boçal, espelhando a bandalheira em cada letra escrita neste blog.
Para tal, será aberta uma área neste blog onde serão convidados alguns correspondentes com o intuito de escreverem as suas colunas temáticas.
Ao longo dos tempos podem vir a conhece-los, aprender a apreciar estes colunistas, e mesmo interagir com eles. Através da vossa participação crítica sobre as colunas desses nossos correspondentes é vos oferecida a possibilidade de sentirem-se parte deste blog, muito provavelmente a única parte boa.
Quero lembrar que estes correspondentes candidataram-se a este novo espaço através de um concurso por mail. O caro leitor se também estiver interessado em participar pode falar com a administração deste blog por mail ou pela caixa dos comentários deixando o seu contacto, ser-lhe-á enviado um formulário de candidatura para ser nosso correspondente.
Para já foi formada uma equipa de colunistas que concorreram ao primeiro concurso, espero que os façam sentir apreciados e bem-amados tendo o mesmo carinho e consideração que sempre tiveram (apenas) com o Zica.
Obrigado e boa noite.
Mentira, não foram nada seleccionados porque não temos dois milhões de euros, e se os tivesse também não vos dava.
Se o caro leitor acha este blog um pouco mortiço e enfadonho por esta altura do ano, achando que mais valia ler uma revista sobre moda marroquina, um consultório sentimental do Bangladesh, sobre casos criminais de Xabregas, ou mesmo gastronomia do Mali, deixo o aviso que isto vai continuar mortiço, mas talvez bem mais ousado no que toca ao nível de estupidez.
A gerência deste blog quis dar um passo em frente em busca de uma falésia literária, ou talvez parte da gerência deste blog quis dar um grito de revolta boçal, espelhando a bandalheira em cada letra escrita neste blog.
Para tal, será aberta uma área neste blog onde serão convidados alguns correspondentes com o intuito de escreverem as suas colunas temáticas.
Ao longo dos tempos podem vir a conhece-los, aprender a apreciar estes colunistas, e mesmo interagir com eles. Através da vossa participação crítica sobre as colunas desses nossos correspondentes é vos oferecida a possibilidade de sentirem-se parte deste blog, muito provavelmente a única parte boa.
Quero lembrar que estes correspondentes candidataram-se a este novo espaço através de um concurso por mail. O caro leitor se também estiver interessado em participar pode falar com a administração deste blog por mail ou pela caixa dos comentários deixando o seu contacto, ser-lhe-á enviado um formulário de candidatura para ser nosso correspondente.
Para já foi formada uma equipa de colunistas que concorreram ao primeiro concurso, espero que os façam sentir apreciados e bem-amados tendo o mesmo carinho e consideração que sempre tiveram (apenas) com o Zica.
Obrigado e boa noite.
sábado, agosto 26, 2006
Cefaleias operandis...
A dor de cabeça é o exagero extrapolado cerebral da realidade que nos rodeia.
quarta-feira, agosto 23, 2006
E o conto continua...
Acordou no sofá sendo trespassado por flechas de luz que emanavam das frestas das persianas, desligou a televisão e olhou em seu redor, notou o casaco ensanguentado no chão olhou para o seu corpo maltratado e cheio de sangue, pousou as mãos encrostadas com o sangue seco nos braços do sofá e levantou-se em direcção ao quarto.
Entrou no quarto, era simples, uma cama baixa com roupa de cama preta e vermelha, assim como quase toda a mobília do quarto era de ébano e todo o quarto jogava com as cores pretas, brancas e vermelhas de um modo muito moderno e minimalista.
Do lado esquerdo no quarto uma porta conduzia à casa de banho, acendeu as luzes que lhe ofuscaram, talvez estivesse com alguma lesão craniana ou óptica, apoiou as mãos no lavatório de metal cromado, olhou-se no espelho e depois encostou a cabeça a este como que se passa-se a sua alma para o outro lado do espelho. Um suspirar profundo como quem confessa cem anos de pecados a um confidente divino, atirou a camisa e as calças para um canto, abriu a porta do chuveiro e ligou a água, atirou os boxers e as meias para um canto e logo depois tirou uma toalha lavada do armário.
Entrando no duche a água batia-lhe no corpo como fagulhas em brasa, a água ardia-lhe nas feridas por todo o corpo, e de cabeça encostada à parede do chuveiro olhava para o ralo que agora bebia o sangue que vestia o seu corpo.
Enquanto a água lhe percorria o corpo, alguns flash’s sem nexo arrombavam-lhe a mente, tentava liga-los dar-lhes sentido e rumo, mas estava perdido, cansado e com dores.
Acabado o duche, enrolou a toalha em volta da sua cintura e caminhou lentamente e cambaleando em direcção à cama.
Sentou-se na cama virado para a janela, jogou o corpo para trás e caiu na cama de braços abertos, levou uma mão ao peito e adormeceu de repente como se tivesse um desmaio repentino.
Entrou no quarto, era simples, uma cama baixa com roupa de cama preta e vermelha, assim como quase toda a mobília do quarto era de ébano e todo o quarto jogava com as cores pretas, brancas e vermelhas de um modo muito moderno e minimalista.
Do lado esquerdo no quarto uma porta conduzia à casa de banho, acendeu as luzes que lhe ofuscaram, talvez estivesse com alguma lesão craniana ou óptica, apoiou as mãos no lavatório de metal cromado, olhou-se no espelho e depois encostou a cabeça a este como que se passa-se a sua alma para o outro lado do espelho. Um suspirar profundo como quem confessa cem anos de pecados a um confidente divino, atirou a camisa e as calças para um canto, abriu a porta do chuveiro e ligou a água, atirou os boxers e as meias para um canto e logo depois tirou uma toalha lavada do armário.
Entrando no duche a água batia-lhe no corpo como fagulhas em brasa, a água ardia-lhe nas feridas por todo o corpo, e de cabeça encostada à parede do chuveiro olhava para o ralo que agora bebia o sangue que vestia o seu corpo.
Enquanto a água lhe percorria o corpo, alguns flash’s sem nexo arrombavam-lhe a mente, tentava liga-los dar-lhes sentido e rumo, mas estava perdido, cansado e com dores.
Acabado o duche, enrolou a toalha em volta da sua cintura e caminhou lentamente e cambaleando em direcção à cama.
Sentou-se na cama virado para a janela, jogou o corpo para trás e caiu na cama de braços abertos, levou uma mão ao peito e adormeceu de repente como se tivesse um desmaio repentino.
E assim começa o conto.
Empurra a porta com pesar em passos de compasso morto, na madeira oca daquela porta escorre o sangue da mão que a empurra.
Gota a gota devagar escorre o sangue por entre farpas, num gotejar lacrimejante que pinta a sombra que na porta mostra semblante.
Em passos arrastados de atacadores soltos vai marcando o trilho na parede com a mão ensanguentada, pernas bambas com o corpo a fraquejar como quem carrega todos os grilhões do mundo.
Escolhe o alvo do seu esforço, um sofá já gasto e velho forrado a couro e com pedaços de espuma a sair nos braços, e da parede em que se apoia dá o salto para aquele sofá onde o corpo se enforma e jaz.
Na mesinha ao lado do sofá está por entre umas revistas e uma garrafa de whisky vazia o comando da televisão. Pegando nele selecciona um canal de desporto.
Tira o casaco embebido em sangue e atira-o para o chão, descalça as sapatilhas pelos calcanhares, leva as mãos à cara e por entre o sangue algo se espalha algo que não esperava. E assim adormece exausto com as lágrimas a lavarem-lhe o gosto do sangue dos lábios.
Gota a gota devagar escorre o sangue por entre farpas, num gotejar lacrimejante que pinta a sombra que na porta mostra semblante.
Em passos arrastados de atacadores soltos vai marcando o trilho na parede com a mão ensanguentada, pernas bambas com o corpo a fraquejar como quem carrega todos os grilhões do mundo.
Escolhe o alvo do seu esforço, um sofá já gasto e velho forrado a couro e com pedaços de espuma a sair nos braços, e da parede em que se apoia dá o salto para aquele sofá onde o corpo se enforma e jaz.
Na mesinha ao lado do sofá está por entre umas revistas e uma garrafa de whisky vazia o comando da televisão. Pegando nele selecciona um canal de desporto.
Tira o casaco embebido em sangue e atira-o para o chão, descalça as sapatilhas pelos calcanhares, leva as mãos à cara e por entre o sangue algo se espalha algo que não esperava. E assim adormece exausto com as lágrimas a lavarem-lhe o gosto do sangue dos lábios.
segunda-feira, agosto 21, 2006
quarta-feira, agosto 16, 2006
Я могу любить без языка?
Quem se perdeu na noite que encontre-me estendido de rosto prostrado para a lua com olhos em maré cheia.
Passem ao lado deitando uma pedra sobre o meu corpo apenas deixando os olhos por cobrir, pois eles serão cobertos com sonhos e esperanças dragadas de um poço sem fundo onde se refundiu a voz da inocência tão vagamente perdida num grito de dor.
Porque de mudez romântica padeço eu, numa descoordenação de pensamentos e sentidos, com claros alaridos bordados de sangue de lábios trincados para travar o impetuoso desejo de te dizer o que sinto.
Passem ao lado deitando uma pedra sobre o meu corpo apenas deixando os olhos por cobrir, pois eles serão cobertos com sonhos e esperanças dragadas de um poço sem fundo onde se refundiu a voz da inocência tão vagamente perdida num grito de dor.
Porque de mudez romântica padeço eu, numa descoordenação de pensamentos e sentidos, com claros alaridos bordados de sangue de lábios trincados para travar o impetuoso desejo de te dizer o que sinto.
Innamorare è vietato
Ed al di sopra di il cielo viola riposa gli angeli che manda giù la luce che brilla nei suoi occhi amano la luna presa sul fuoco.
Nelle cordicelle di cittar degli angeli di dio prendo uni capelli del suo, i capelli di seta belli più puro di la verità che spreca la terra dello sperato.
Come dire che l'amo quando sono cosí impaurito di tutto che lei è?
Lei è cosí molto a me che viverò nella paura di tale grandezza e tale grazia. La mia quasi paura è per il mee di prendere vicino a lei e la perde un giorno alcuni come, perché lei è lontano a speciale per me avere, per me desiderare, per me osare ed amare.
Nelle cordicelle di cittar degli angeli di dio prendo uni capelli del suo, i capelli di seta belli più puro di la verità che spreca la terra dello sperato.
Come dire che l'amo quando sono cosí impaurito di tutto che lei è?
Lei è cosí molto a me che viverò nella paura di tale grandezza e tale grazia. La mia quasi paura è per il mee di prendere vicino a lei e la perde un giorno alcuni come, perché lei è lontano a speciale per me avere, per me desiderare, per me osare ed amare.
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