Angola esta tarde após vencer o Ruanda por uma bola a zero, qualificou-se para o Mundial 2006 que irá realizar-se na Alemanha.
Queria dar os meus parabéns tanto à seleção angolana como a todo o seu povo por esta felicidade e grande feito.
Agora para o Mundial na Alemanha ficar mesmo interessante, só falta Israel qualificar-se e a Espanha não, seria um Mundial cheio de surpresas, e aposto que os alemães iriam adorar, aliás o grupo Alemanha, Angola, Israel e Polónia seria uma maravilha histórica, no entanto os EUA teriam de calhar no grupo do Irão.
Que festa não seria.
sábado, outubro 08, 2005
quarta-feira, outubro 05, 2005
Scarlett e vocês numa ilha.... ai ai mau mau mau...por acaso bom bom bom que era...

Scarlett Johansson .... numa ilha.... sociedade que vive em utopia.... a Scarlett numa ilha... guardem essa imagem...ai ai vocês numa ilha com a Scarlett Johansson com ideias utópicas.... ai ai ... bem Zica esta aqui é dedicada a ti visto estares munido de uma forte pancada pela menina em questão, que até é mais nova que tu.
terça-feira, outubro 04, 2005
Ainda não provaste a Lima ... és um grande tonhó.

Na pausa para almoço em pleno verão, nada melhor que uma lima para refrescar o ambiente, então por volta das 20h00 com um martini...quem me dera uma lima destas.
domingo, outubro 02, 2005
Os pais deviam viver para além dos 100 anos.
Hoje é o aniversário da minha mãe, mas ao contrário do que havia feito para o aniversário do meu pai e da minha irmã não vou escrever um texto em forma de dedicatória para a minha mãe, pelo simples facto de ter com ela uma relação demasiado peculiar e pessoal para conseguir partilhar o que sinto com mais alguém a não ser com ela.
Podia dizer que a adoro, que a sinto todos os dias em mim, que a oiço quando estou sozinho, que sinto a sua força, que admiro a sua força, que admiro a sua vontade de viver, que muitas são as histórias que comprovam isso, que é uma verdadeira mãe guerreira, uma mulher que acima de tudo é minha mãe.
Não vou discutir se é a melhor mãe do mundo, não é a única mãe do mundo pelo que sei, mas para mim será sempre a melhor, nem se trata de ser a melhor ao nível de ser mãe, trata-se de ser a melhor ao nível de ser mulher.
Podia ficar aqui a dizer o que gosto na minha mãe, histórias que me lembro entre nós, momentos únicos, carinhos eternos, sorrisos e choro partilhado, e a simplicidade daquele abraço que tanto nos diz, que aquece e arrefece tanto como toca e solta um suspiro de paz.
Por muito que tenha a dizer, sei que ela sabe o que sinto, por muito que queira dizer, não me sinto capaz de o mostrar por palavras, e se ela pudesse ver o meu olhar agora, o lacrimejar que acompanha um sorriso de satisfação eterna por ter uma mãe como ela, sei que ela entendia a violência do sentimento que não quero partilhar aqui.
Por isso à minha mãe, além de desejar os parabéns, deixo aqui outro tipo de dedicatória, não sei se a mais bela, ou singela, se a mais fugaz e carismática, não si se a melhor ou se a mais banal dedicatória, mas digo porque quero dizer à minha mãe, que a ela dedico a minha vida, seja o que vivi, seja momentos vindouros, toda a minha vida e os objectivos alcançados na formação de ser humano que irei ter ao longo da vida, dedico à minha mãe e ao meu pai pela educação que me deram, com que nunca me faltasse nada, aos dois devo tudo, e à minha mãe em particular devo a força que por vezes ela estimula em mim, a força para vencer qualquer coisa na vida.
Obrigado mãe por tudo, espero que aniversários tenhas muitos mais, que nunca me faltes, e que eu nunca te falte, que juntos partilhemos todos os momentos, quer de alegria e de tristeza, eu mais do que amar-te eu idolatro-te.
Podia dizer que a adoro, que a sinto todos os dias em mim, que a oiço quando estou sozinho, que sinto a sua força, que admiro a sua força, que admiro a sua vontade de viver, que muitas são as histórias que comprovam isso, que é uma verdadeira mãe guerreira, uma mulher que acima de tudo é minha mãe.
Não vou discutir se é a melhor mãe do mundo, não é a única mãe do mundo pelo que sei, mas para mim será sempre a melhor, nem se trata de ser a melhor ao nível de ser mãe, trata-se de ser a melhor ao nível de ser mulher.
Podia ficar aqui a dizer o que gosto na minha mãe, histórias que me lembro entre nós, momentos únicos, carinhos eternos, sorrisos e choro partilhado, e a simplicidade daquele abraço que tanto nos diz, que aquece e arrefece tanto como toca e solta um suspiro de paz.
Por muito que tenha a dizer, sei que ela sabe o que sinto, por muito que queira dizer, não me sinto capaz de o mostrar por palavras, e se ela pudesse ver o meu olhar agora, o lacrimejar que acompanha um sorriso de satisfação eterna por ter uma mãe como ela, sei que ela entendia a violência do sentimento que não quero partilhar aqui.
Por isso à minha mãe, além de desejar os parabéns, deixo aqui outro tipo de dedicatória, não sei se a mais bela, ou singela, se a mais fugaz e carismática, não si se a melhor ou se a mais banal dedicatória, mas digo porque quero dizer à minha mãe, que a ela dedico a minha vida, seja o que vivi, seja momentos vindouros, toda a minha vida e os objectivos alcançados na formação de ser humano que irei ter ao longo da vida, dedico à minha mãe e ao meu pai pela educação que me deram, com que nunca me faltasse nada, aos dois devo tudo, e à minha mãe em particular devo a força que por vezes ela estimula em mim, a força para vencer qualquer coisa na vida.
Obrigado mãe por tudo, espero que aniversários tenhas muitos mais, que nunca me faltes, e que eu nunca te falte, que juntos partilhemos todos os momentos, quer de alegria e de tristeza, eu mais do que amar-te eu idolatro-te.
PARABÉNS MÃE!!
sábado, outubro 01, 2005
Nem sol nem madrugada...

A pedido de muitas famílias, crentes no meu bom gosto sobre o fascinante mundo feminino, coloquei aqui uma outra foto em homenagem a este belo ser que é a mulher. Aproveito para dizer algo... in photos there's no bitch crying girls and no blá blá blá.
sexta-feira, setembro 30, 2005
Depois de ti mais nada...

Uma paixão antiga, já de há muito muito tempo ainda era eu uma criança...quem não gosta da beleza natural do ser humano, são pequenas dádivas destas que nos fazem acreditar em muita coisa.
quarta-feira, setembro 28, 2005
É pena que este seja o meu primeiro post no novo formato.
Aos poucos vou anulando a minha existência...
quarta-feira, setembro 21, 2005
Pensamento do Dia...quero ver-te a fazer isto Zica.
"A verdadeira bravura está em chegar em casa bêbado
de madrugada, ser recebido pela mulher com uma vassoura
na mão e ainda ter peito pra perguntar:
Vais varrer ou vais voar?"
de madrugada, ser recebido pela mulher com uma vassoura
na mão e ainda ter peito pra perguntar:
Vais varrer ou vais voar?"
domingo, setembro 18, 2005
Post especial para os Nanni que andam ai...
Como faz a vaquinha do Fernando?
O primeiro a responder ganha um jantar com o Senhor Tobias...
Sabiam que isto não tem interesse absolutamente nenhum? Espero que sim, a verdade é que ainda vieste ler isto não foi... para veres isto maior tens de ir ao menu Ver na barra superior da janela e escolher o tamanho do texto, é só um conselho, mas tu é que sabes.
sábado, setembro 17, 2005
Segundo post para encher chouriços...Part II Hardcore sausage filler
E bom cá estamos não é...ora bem...vidas...está um tempo agradável não está...pois é...lá vamos andando...e basta que sim.
Como seria se eu escrevesse um post só a dizer Miau! ... ?!?
Como seria se eu escrevesse um post só a dizer Miau! ... ?!?
Post para encher chouriços
Um amigo meu disse-me ontem que tinha sonhado que eu morria de forma absurda.
Ora bem se ainda fossem amigas minhas a sonhar comigo, tudo bem, ok sim senhor e tal, amigos já admito que não me agrada tanto, e espero que o morrer de maneira absurda não envolva qualquer tipo de trespassar de alguma zona do corpo, púdicidades vá lá.
Agora se eu morri de maneira absurda e a minha vida é vivida de maneira absurda, quer dizer que Lili Caneças não tinha razão e estar vivo não é o contrário de estar morto, é tudo simplesmente absurdo, o que por acaso acaba por soar um bocado absurdo.
A verdadeira diferença entre a vida e a morto está na base da rigidez corporal e no comportamento dos outros para com esse facto.
Estou vivo e tenho parte do corpo rigida, eventualmente sou importunado para algum tipo de acção maçuda como a procriação ou apenas jogos sexualmente intelectuais, agora se eu estou morto e tenho o corpo totalmente rigido, já ningúem me chateia, ora a difrença está no facto de a morte representar a paz dos tesos.
Seja como for não era nada disto que queria escrever, mas como não me lembrei de mais nada para escrever em 3 min disse cá para mim, ora bolas e porque não a porra de um trocadilho foleiro e uma piadinha à conguito...hummm?!? Porque não pá? Boa? Topam?!?...
Ok agora devem tar a pensar porque é que só morres em sonhos... pois também digo...
Ora bem se ainda fossem amigas minhas a sonhar comigo, tudo bem, ok sim senhor e tal, amigos já admito que não me agrada tanto, e espero que o morrer de maneira absurda não envolva qualquer tipo de trespassar de alguma zona do corpo, púdicidades vá lá.
Agora se eu morri de maneira absurda e a minha vida é vivida de maneira absurda, quer dizer que Lili Caneças não tinha razão e estar vivo não é o contrário de estar morto, é tudo simplesmente absurdo, o que por acaso acaba por soar um bocado absurdo.
A verdadeira diferença entre a vida e a morto está na base da rigidez corporal e no comportamento dos outros para com esse facto.
Estou vivo e tenho parte do corpo rigida, eventualmente sou importunado para algum tipo de acção maçuda como a procriação ou apenas jogos sexualmente intelectuais, agora se eu estou morto e tenho o corpo totalmente rigido, já ningúem me chateia, ora a difrença está no facto de a morte representar a paz dos tesos.
Seja como for não era nada disto que queria escrever, mas como não me lembrei de mais nada para escrever em 3 min disse cá para mim, ora bolas e porque não a porra de um trocadilho foleiro e uma piadinha à conguito...hummm?!? Porque não pá? Boa? Topam?!?...
Ok agora devem tar a pensar porque é que só morres em sonhos... pois também digo...
sexta-feira, setembro 16, 2005
"A mulher gosta de ser compreendida até ao ponto de não se sentir exposta."
A mente feminina é sem dúvida das mais brilhantes autodefesa criadas pela natureza.
Num mundo cada vez mais das mulheres, muitas continuam a usar o velho síndrome da fragilidade do ser atacado, como meio para controlar o meio que as rodeia.
Sinceramente é de admirar a destreza feminina para lidar com as situações, não conheço uma mulher incapaz de enganar um homem, e conheço homens que mentem muito mal, mulheres ... até hoje nenhuma.
São verdades, as mulheres foram feitas para o drama, dai a ideia preconcebida, e um pouco machista, de que os dramas cinematográficos são mais do gosto feminino, e na verdade são, a pura das verdades é que são mesmo, o romance é mais feminino que masculino, a ideia da delicadeza, subtileza, os pormenores, maioria dos homens não são assim, elas quase todas são.
Tudo o que for passível de argumentação é de imediato um drama.
Nem é preciso alguma vez ter tido uma relação amorosa para entender do que eu estou a falar, o melhor exemplo são as mães, todos ou a maioria das pessoas teve uma, e lidou com ela em certos períodos da vida, quem nunca reparou na subtileza de uma mãe, no gosto pelo pormenor e no detalhe, quem nunca foi abordado pela sua mãe em conversas do tipo, "Agora estava a reparar e a tua roupa não combina lá muito bem, tens de ter mais atenção nisso", em primeiro lugar a transmissão da culpa para quem usa a roupa, a tua roupa, quando muito provavelmente só tivemos aquela roupa com o aval da nossa mãe, o cuidado, a subtileza de dizer para termos atenção, quando o vocábulo pretendido empregar seria desleixo. As mães reparam em tudo, e dizem tudo de uma forma ao princípio subtil e depois de maneira autoritária ou mais altiva.
Na minha concepção passível de ser ridicularizada e até desmentida, a mulher é o ser mais fascinante que existe, não sei como o homem pretende habitar a lua se ainda nem se conhece a si mesmo, nem nunca há de conhecer, nunca ninguém vai compreender a mulher pelo seu todo e de forma completa, tudo o resto que o homem desenvolve é meramente para passar o tempo e para se distrair, pois não compreender as mulheres pode ser frustrante, não fazer por compreender seria além de frustrante, uma grande idiotice.
Na verdade, e a verdade para mim pode ser dúbia para os demais, a mulher gosta de ser compreendida até ao ponto de não se sentir exposta, porque tenho ideia que a mulher sempre considerou a vulnerabilidade um problema com que não conseguem lidar.
Num mundo cada vez mais das mulheres, muitas continuam a usar o velho síndrome da fragilidade do ser atacado, como meio para controlar o meio que as rodeia.
Sinceramente é de admirar a destreza feminina para lidar com as situações, não conheço uma mulher incapaz de enganar um homem, e conheço homens que mentem muito mal, mulheres ... até hoje nenhuma.
São verdades, as mulheres foram feitas para o drama, dai a ideia preconcebida, e um pouco machista, de que os dramas cinematográficos são mais do gosto feminino, e na verdade são, a pura das verdades é que são mesmo, o romance é mais feminino que masculino, a ideia da delicadeza, subtileza, os pormenores, maioria dos homens não são assim, elas quase todas são.
Tudo o que for passível de argumentação é de imediato um drama.
Nem é preciso alguma vez ter tido uma relação amorosa para entender do que eu estou a falar, o melhor exemplo são as mães, todos ou a maioria das pessoas teve uma, e lidou com ela em certos períodos da vida, quem nunca reparou na subtileza de uma mãe, no gosto pelo pormenor e no detalhe, quem nunca foi abordado pela sua mãe em conversas do tipo, "Agora estava a reparar e a tua roupa não combina lá muito bem, tens de ter mais atenção nisso", em primeiro lugar a transmissão da culpa para quem usa a roupa, a tua roupa, quando muito provavelmente só tivemos aquela roupa com o aval da nossa mãe, o cuidado, a subtileza de dizer para termos atenção, quando o vocábulo pretendido empregar seria desleixo. As mães reparam em tudo, e dizem tudo de uma forma ao princípio subtil e depois de maneira autoritária ou mais altiva.
Na minha concepção passível de ser ridicularizada e até desmentida, a mulher é o ser mais fascinante que existe, não sei como o homem pretende habitar a lua se ainda nem se conhece a si mesmo, nem nunca há de conhecer, nunca ninguém vai compreender a mulher pelo seu todo e de forma completa, tudo o resto que o homem desenvolve é meramente para passar o tempo e para se distrair, pois não compreender as mulheres pode ser frustrante, não fazer por compreender seria além de frustrante, uma grande idiotice.
Na verdade, e a verdade para mim pode ser dúbia para os demais, a mulher gosta de ser compreendida até ao ponto de não se sentir exposta, porque tenho ideia que a mulher sempre considerou a vulnerabilidade um problema com que não conseguem lidar.
Libertar a minha mente de certezas ingratas.
Sinto que estou a pagar um castigo demasiado pesado para os crimes que cometi.
Sei que em mim reina um clima de inconformismo com o que vivo, sei que poderia viver melhor e como o poderia fazer, mas estou enclausurado no tempo que irá ditar a minha fortuna.
Tenho tanta coisa para dizer, tanta outra para mostrar, hoje em dia tudo é tão simples na minha cabeça, não sei como te dizer, não sei se vale a pena, é tudo um dilema que eu não deveria ser obrigado a viver.
Quero paz, não quero paz comigo mesmo, isso sinto que atingi um pouco, quero paz de alma, quero deixar de ter percepção do mundo que me rodeia, quero ser ignorante, quero mergulhar na brutidão do desconhecido, quero ser evasivo à verdade, quero ser mais do que ocultado, quero passar em branco até ao dia em que tudo faça sentido.
Quero fugir e não ser capaz de olhar para trás, esconder-me num sitio sombrio à espera do primeiro raio de sol que aqueça o meu lado gélido da alma, porque o meu lado quente da alma já não provoca uma chama, em vez disso apenas consome, consome toda a minha percepção de vida, todos os meus ideais sobre como viver se somos obrigados a isso, sinto-me tentado a anular-me a mim mesmo através do despotismo acidental da mente.
Na verdade, apenas sinto que me encontrei perdido algures num lugar desconhecido onde já estive muitas vezes sem saber para onde ir, caminhando por caminhos familiares na dor que acompanha-me em passo lento e no infortúnio que se arrasta sobre mim.
Eu não sou derrotista, sou um altruísta do pessimismo, vivo um neo-sofrimento pois tenho noção da minha dor, absorvo essa dor que me alimenta durante o tempo até dias melhores.
Sei que em mim reina um clima de inconformismo com o que vivo, sei que poderia viver melhor e como o poderia fazer, mas estou enclausurado no tempo que irá ditar a minha fortuna.
Tenho tanta coisa para dizer, tanta outra para mostrar, hoje em dia tudo é tão simples na minha cabeça, não sei como te dizer, não sei se vale a pena, é tudo um dilema que eu não deveria ser obrigado a viver.
Quero paz, não quero paz comigo mesmo, isso sinto que atingi um pouco, quero paz de alma, quero deixar de ter percepção do mundo que me rodeia, quero ser ignorante, quero mergulhar na brutidão do desconhecido, quero ser evasivo à verdade, quero ser mais do que ocultado, quero passar em branco até ao dia em que tudo faça sentido.
Quero fugir e não ser capaz de olhar para trás, esconder-me num sitio sombrio à espera do primeiro raio de sol que aqueça o meu lado gélido da alma, porque o meu lado quente da alma já não provoca uma chama, em vez disso apenas consome, consome toda a minha percepção de vida, todos os meus ideais sobre como viver se somos obrigados a isso, sinto-me tentado a anular-me a mim mesmo através do despotismo acidental da mente.
Na verdade, apenas sinto que me encontrei perdido algures num lugar desconhecido onde já estive muitas vezes sem saber para onde ir, caminhando por caminhos familiares na dor que acompanha-me em passo lento e no infortúnio que se arrasta sobre mim.
Eu não sou derrotista, sou um altruísta do pessimismo, vivo um neo-sofrimento pois tenho noção da minha dor, absorvo essa dor que me alimenta durante o tempo até dias melhores.
Despertar das penitências
Foi uma pausa forçada no trabalho, subitamente tive uma enorme vontade de escrever, como se um surto prosaico se apoderasse de mim.
Não sei bem sobre o que escrever, nem faço ideia do que me impeliu a tal, apenas sei que tenho tanta coisa para dizer e não sei como, nem quando, nem mesmo a quem.
Queria procurar conforto nas minhas palavras porque sinto-me desprotegido nas acções dos outros, já há muito que não sinto segurança nas palavras dos outros, sinto-me vazio e sem propósito de ser, mas ao mesmo tempo sinto que tenho algo a fazer, só não sei por onde começar.
Sinto que nos últimos tempos mudei, algumas coisas para melhor outras para pior, sinto que estou mais agressivo, mais frio e calculista, mais vulnerável ao que me rodeia, mais impaciente, tudo isto numa primeira visão introspectiva, mas sei que ao mesmo tempo lá no fundo estou melhor comigo mesmo, estou mais consciente de mim mesmo, das minhas necessidades, dos meus pontos fortes e dos meus defeitos, hoje em dia tenho noção do que preciso para ser feliz, sei como o fazer, infelizmente a oportunidade não me é presenteada pelo feliz acaso do destino.
Nem era disto que queria falar, não era de mim que queria falar, nem de ti, nem de um nós, queria apenas dizer-te que eu agora sei, embora tarde, sei o rumo que quero e devo tomar, sei a conduta a adoptar, sei ser feliz, apenas não me deixam.
Não quero falar do passado nem do futuro, e faço o possível para esquecer o presente, não quero falar do que senti ou do que sinto, e magoa-me o facto de imaginar o que poderia sentir apenas se pudesse mesmo, tenho o puzzle completo e falta-me apenas uma peça, que ingratidão mundana, que desperdício de sobriedade, a minha fase de esclarecimento é a fase do dúbio perecimento da vontade de ser algo ou alguém.
Nunca na minha vida encontrei-me tanto no meio do nada, nunca senti tanta clarividência das minhas vontades como agora onde me encontro despojado de movimentos, é como se tivesse tomado gosto em voar, tivesse entendido o seu propósito, mas cortaram-me as asas, aprendi a saborear a vida sem palato e tudo parece muito mais insonso quando se prova.
Neste momento falta algo em mim, a peça que faz com que tudo se encaixe, que mova a engrenagem que vai despoletar um sorriso eterno, pelo simples facto de ter entendido o propósito da vida.
Na verdade acordei tarde de um sonho em que a realidade me esbofeteava com vontade.
Não sei bem sobre o que escrever, nem faço ideia do que me impeliu a tal, apenas sei que tenho tanta coisa para dizer e não sei como, nem quando, nem mesmo a quem.
Queria procurar conforto nas minhas palavras porque sinto-me desprotegido nas acções dos outros, já há muito que não sinto segurança nas palavras dos outros, sinto-me vazio e sem propósito de ser, mas ao mesmo tempo sinto que tenho algo a fazer, só não sei por onde começar.
Sinto que nos últimos tempos mudei, algumas coisas para melhor outras para pior, sinto que estou mais agressivo, mais frio e calculista, mais vulnerável ao que me rodeia, mais impaciente, tudo isto numa primeira visão introspectiva, mas sei que ao mesmo tempo lá no fundo estou melhor comigo mesmo, estou mais consciente de mim mesmo, das minhas necessidades, dos meus pontos fortes e dos meus defeitos, hoje em dia tenho noção do que preciso para ser feliz, sei como o fazer, infelizmente a oportunidade não me é presenteada pelo feliz acaso do destino.
Nem era disto que queria falar, não era de mim que queria falar, nem de ti, nem de um nós, queria apenas dizer-te que eu agora sei, embora tarde, sei o rumo que quero e devo tomar, sei a conduta a adoptar, sei ser feliz, apenas não me deixam.
Não quero falar do passado nem do futuro, e faço o possível para esquecer o presente, não quero falar do que senti ou do que sinto, e magoa-me o facto de imaginar o que poderia sentir apenas se pudesse mesmo, tenho o puzzle completo e falta-me apenas uma peça, que ingratidão mundana, que desperdício de sobriedade, a minha fase de esclarecimento é a fase do dúbio perecimento da vontade de ser algo ou alguém.
Nunca na minha vida encontrei-me tanto no meio do nada, nunca senti tanta clarividência das minhas vontades como agora onde me encontro despojado de movimentos, é como se tivesse tomado gosto em voar, tivesse entendido o seu propósito, mas cortaram-me as asas, aprendi a saborear a vida sem palato e tudo parece muito mais insonso quando se prova.
Neste momento falta algo em mim, a peça que faz com que tudo se encaixe, que mova a engrenagem que vai despoletar um sorriso eterno, pelo simples facto de ter entendido o propósito da vida.
Na verdade acordei tarde de um sonho em que a realidade me esbofeteava com vontade.
terça-feira, setembro 13, 2005
segunda-feira, setembro 12, 2005
Goodbye...
Don't say goodbye unless you want to, don't say it's over unless you mean it... so goodbye i'll see you around.
quarta-feira, agosto 31, 2005
Mira que guapo és el corcundita...
Agosto é o mês de todas as torturas, sinceramente um mês que providencia tempo para pensar na vida é sem dúvida um verdadeiro castigo, pensar na vida é o martírio de quem não tem vida, então pensa que tem e que é complicada... por acaso acaba sempre por ser.
Chamar férias a um período de penitência emocional e mental é no mínimo paradoxal e sem dúvida sarcástico, digno do melhor sadismo.
Bem sinceramente não tenho o que dizer, ora porque a minha mente está em branco completamente obsoleta, ora porque a confusão é tanta que sinceramente o que eu preciso é de estar calado, porque ninguem quer ouvir.
Venho anunciar que dentro de um dia vou partir para férias, e ficarei por volta de uma semana sem dar noticias, o que desde já é básicamente o que tenho feito e no fundo é apenas manter a rotina.
Gostava muito de ir de férias para a Argentina mas tal não foi possível problemas de logística, por isso vou uma semaninha para as pampas Ibéricas... ou não.
Fiquem bem e aproveitem o final do verão para muita pinocada... o filme do boneco do Gepetto tem muitas versões.
Chamar férias a um período de penitência emocional e mental é no mínimo paradoxal e sem dúvida sarcástico, digno do melhor sadismo.
Bem sinceramente não tenho o que dizer, ora porque a minha mente está em branco completamente obsoleta, ora porque a confusão é tanta que sinceramente o que eu preciso é de estar calado, porque ninguem quer ouvir.
Venho anunciar que dentro de um dia vou partir para férias, e ficarei por volta de uma semana sem dar noticias, o que desde já é básicamente o que tenho feito e no fundo é apenas manter a rotina.
Gostava muito de ir de férias para a Argentina mas tal não foi possível problemas de logística, por isso vou uma semaninha para as pampas Ibéricas... ou não.
Fiquem bem e aproveitem o final do verão para muita pinocada... o filme do boneco do Gepetto tem muitas versões.
terça-feira, agosto 23, 2005
Insert coin and try again...
E se agora de repente eu quisesse escrever sem parar sem vírgulas nem pontos sem pontuação alguma escrever coisas sem nexo até ao fim do dia batalhar no teclado cravar letra após letra sem o mínimo de respeito pela forma ou pela génese do meu pensamento que seria de nós perder o fôlego por querer ser livres que seria de nós sem regras que seria de nós sem a estúpida de uma vírgula?
Certas coisas são porque teem o intuito de ser, são porque são e funcionam porque se vêem com esse objectivo, mas podemos sempre optar, e eu estou farto de optar, estou farto de recuar, não tenho paciência para estratégias e jogadas estudadas, simplesmente deixo ser, deixo acontecer, e espero sempre que seja o melhor possível.
Eu se te pudesse dizer apenas uma coisa, se te pudesse pedir apenas uma coisa, faria o mesmo com a vida, a única coisa que eu quero neste momento é tentar com o tempo, estou farto de desistir ou de colocar algo de lado só porque atravesso um caminho mais ríspido, sinceramente não entendo, não concebo a mentalidade humana, por exemplo a nível de relações, se está mal põem-se termo à relação, o que foi feito do esforço mutuo para que tudo fique bem, o que é feito do romantismo estóico em que os amantes lutavam por um lugar ao sol, hoje em dia está mal acabou, e que tal ceder um bocado mudar aqui e ali e deixar correr, é que já estou farto de entrar naquelas fases do como seria se tivesse continuado, ou do sinto tanto a falta de coisas que só tu farias, será que posso viver descansado por um bocado?
Será o sossego e a paz indissociável da solidão? Preciso de estar sozinho e sentir-me excluído do mundo para estar em paz comigo?
Porque raio não podemos tentar, assim na maluca, à desportista dizer vamos lá embora, em vez de pensar que com fita cola não dá, se não dá com fita cola começamos de novo, se não dá com fita cola seguramos com as mãos, não entendo porque raio fico sempre eu a lutar, é que sinceramente começo a pensar que nunca ninguém lutou por mim... depois se digo que não valho nada ou que tenho um valor semelhante ao de saliva num passeio, estou a ser parvo, mas então se me querem contradizer, se acham que tenho valor demonstrem, infelizmente eu não nasci com capacidade para a suposição emocional, eu não sei se gostam de mim se me dão valor até que o demonstrem, será pedir muito? Será pedir muito o simples facto de eu pedir que sejam sinceros com vocês mesmos, se vos custa não se incomodem eu cá me arranjo como sempre, odeio conformismos, mas já me começo a habituar a rotinas.
Certas coisas são porque teem o intuito de ser, são porque são e funcionam porque se vêem com esse objectivo, mas podemos sempre optar, e eu estou farto de optar, estou farto de recuar, não tenho paciência para estratégias e jogadas estudadas, simplesmente deixo ser, deixo acontecer, e espero sempre que seja o melhor possível.
Eu se te pudesse dizer apenas uma coisa, se te pudesse pedir apenas uma coisa, faria o mesmo com a vida, a única coisa que eu quero neste momento é tentar com o tempo, estou farto de desistir ou de colocar algo de lado só porque atravesso um caminho mais ríspido, sinceramente não entendo, não concebo a mentalidade humana, por exemplo a nível de relações, se está mal põem-se termo à relação, o que foi feito do esforço mutuo para que tudo fique bem, o que é feito do romantismo estóico em que os amantes lutavam por um lugar ao sol, hoje em dia está mal acabou, e que tal ceder um bocado mudar aqui e ali e deixar correr, é que já estou farto de entrar naquelas fases do como seria se tivesse continuado, ou do sinto tanto a falta de coisas que só tu farias, será que posso viver descansado por um bocado?
Será o sossego e a paz indissociável da solidão? Preciso de estar sozinho e sentir-me excluído do mundo para estar em paz comigo?
Porque raio não podemos tentar, assim na maluca, à desportista dizer vamos lá embora, em vez de pensar que com fita cola não dá, se não dá com fita cola começamos de novo, se não dá com fita cola seguramos com as mãos, não entendo porque raio fico sempre eu a lutar, é que sinceramente começo a pensar que nunca ninguém lutou por mim... depois se digo que não valho nada ou que tenho um valor semelhante ao de saliva num passeio, estou a ser parvo, mas então se me querem contradizer, se acham que tenho valor demonstrem, infelizmente eu não nasci com capacidade para a suposição emocional, eu não sei se gostam de mim se me dão valor até que o demonstrem, será pedir muito? Será pedir muito o simples facto de eu pedir que sejam sinceros com vocês mesmos, se vos custa não se incomodem eu cá me arranjo como sempre, odeio conformismos, mas já me começo a habituar a rotinas.
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