Agosto é o mês de todas as torturas, sinceramente um mês que providencia tempo para pensar na vida é sem dúvida um verdadeiro castigo, pensar na vida é o martírio de quem não tem vida, então pensa que tem e que é complicada... por acaso acaba sempre por ser.
Chamar férias a um período de penitência emocional e mental é no mínimo paradoxal e sem dúvida sarcástico, digno do melhor sadismo.
Bem sinceramente não tenho o que dizer, ora porque a minha mente está em branco completamente obsoleta, ora porque a confusão é tanta que sinceramente o que eu preciso é de estar calado, porque ninguem quer ouvir.
Venho anunciar que dentro de um dia vou partir para férias, e ficarei por volta de uma semana sem dar noticias, o que desde já é básicamente o que tenho feito e no fundo é apenas manter a rotina.
Gostava muito de ir de férias para a Argentina mas tal não foi possível problemas de logística, por isso vou uma semaninha para as pampas Ibéricas... ou não.
Fiquem bem e aproveitem o final do verão para muita pinocada... o filme do boneco do Gepetto tem muitas versões.
quarta-feira, agosto 31, 2005
terça-feira, agosto 23, 2005
Insert coin and try again...
E se agora de repente eu quisesse escrever sem parar sem vírgulas nem pontos sem pontuação alguma escrever coisas sem nexo até ao fim do dia batalhar no teclado cravar letra após letra sem o mínimo de respeito pela forma ou pela génese do meu pensamento que seria de nós perder o fôlego por querer ser livres que seria de nós sem regras que seria de nós sem a estúpida de uma vírgula?
Certas coisas são porque teem o intuito de ser, são porque são e funcionam porque se vêem com esse objectivo, mas podemos sempre optar, e eu estou farto de optar, estou farto de recuar, não tenho paciência para estratégias e jogadas estudadas, simplesmente deixo ser, deixo acontecer, e espero sempre que seja o melhor possível.
Eu se te pudesse dizer apenas uma coisa, se te pudesse pedir apenas uma coisa, faria o mesmo com a vida, a única coisa que eu quero neste momento é tentar com o tempo, estou farto de desistir ou de colocar algo de lado só porque atravesso um caminho mais ríspido, sinceramente não entendo, não concebo a mentalidade humana, por exemplo a nível de relações, se está mal põem-se termo à relação, o que foi feito do esforço mutuo para que tudo fique bem, o que é feito do romantismo estóico em que os amantes lutavam por um lugar ao sol, hoje em dia está mal acabou, e que tal ceder um bocado mudar aqui e ali e deixar correr, é que já estou farto de entrar naquelas fases do como seria se tivesse continuado, ou do sinto tanto a falta de coisas que só tu farias, será que posso viver descansado por um bocado?
Será o sossego e a paz indissociável da solidão? Preciso de estar sozinho e sentir-me excluído do mundo para estar em paz comigo?
Porque raio não podemos tentar, assim na maluca, à desportista dizer vamos lá embora, em vez de pensar que com fita cola não dá, se não dá com fita cola começamos de novo, se não dá com fita cola seguramos com as mãos, não entendo porque raio fico sempre eu a lutar, é que sinceramente começo a pensar que nunca ninguém lutou por mim... depois se digo que não valho nada ou que tenho um valor semelhante ao de saliva num passeio, estou a ser parvo, mas então se me querem contradizer, se acham que tenho valor demonstrem, infelizmente eu não nasci com capacidade para a suposição emocional, eu não sei se gostam de mim se me dão valor até que o demonstrem, será pedir muito? Será pedir muito o simples facto de eu pedir que sejam sinceros com vocês mesmos, se vos custa não se incomodem eu cá me arranjo como sempre, odeio conformismos, mas já me começo a habituar a rotinas.
Certas coisas são porque teem o intuito de ser, são porque são e funcionam porque se vêem com esse objectivo, mas podemos sempre optar, e eu estou farto de optar, estou farto de recuar, não tenho paciência para estratégias e jogadas estudadas, simplesmente deixo ser, deixo acontecer, e espero sempre que seja o melhor possível.
Eu se te pudesse dizer apenas uma coisa, se te pudesse pedir apenas uma coisa, faria o mesmo com a vida, a única coisa que eu quero neste momento é tentar com o tempo, estou farto de desistir ou de colocar algo de lado só porque atravesso um caminho mais ríspido, sinceramente não entendo, não concebo a mentalidade humana, por exemplo a nível de relações, se está mal põem-se termo à relação, o que foi feito do esforço mutuo para que tudo fique bem, o que é feito do romantismo estóico em que os amantes lutavam por um lugar ao sol, hoje em dia está mal acabou, e que tal ceder um bocado mudar aqui e ali e deixar correr, é que já estou farto de entrar naquelas fases do como seria se tivesse continuado, ou do sinto tanto a falta de coisas que só tu farias, será que posso viver descansado por um bocado?
Será o sossego e a paz indissociável da solidão? Preciso de estar sozinho e sentir-me excluído do mundo para estar em paz comigo?
Porque raio não podemos tentar, assim na maluca, à desportista dizer vamos lá embora, em vez de pensar que com fita cola não dá, se não dá com fita cola começamos de novo, se não dá com fita cola seguramos com as mãos, não entendo porque raio fico sempre eu a lutar, é que sinceramente começo a pensar que nunca ninguém lutou por mim... depois se digo que não valho nada ou que tenho um valor semelhante ao de saliva num passeio, estou a ser parvo, mas então se me querem contradizer, se acham que tenho valor demonstrem, infelizmente eu não nasci com capacidade para a suposição emocional, eu não sei se gostam de mim se me dão valor até que o demonstrem, será pedir muito? Será pedir muito o simples facto de eu pedir que sejam sinceros com vocês mesmos, se vos custa não se incomodem eu cá me arranjo como sempre, odeio conformismos, mas já me começo a habituar a rotinas.
segunda-feira, agosto 22, 2005
Desabafos é o que isto é crlh.
Esta sensação de fazer e não fazer parte de algo e ao mesmo tempo ser parte influente de um nada, começa a ser um bocado irritante.
Durante toda a minha vida a única coisa que pedi foi que fossem comigo aquilo que sou com os outros, pelo menos minimamente, é que ainda não entendi porque raio nunca tenho direito a uma oportunidade, seja ela primeira, segunda ou terceira, é que é coisa de me provocar uma certa urticária, não posso falar porque supõem o que eu penso nem se tentam basear no que eu digo, é logo no que eu supostamente na concepção racional de outro ser que não eu havia de estar a pensar, e que no fundo, muito provavelmente, não pensei.
Sinceramente eu até já me conformei com a ideia de ser uma pessoa com pouco valor para o mundo e para os maravilhosos seres que nele habitam, mas por favor tenham alguma pena do ceguinho, é que isto é todo o dia portas a bater na cara do pobre ceguinho que só quer entrar para um sítio onde esteja em paz e sossegado.
Hoje é dia para dizer, que quem quiser que me compre, aviso que não venho com garantia nem com a puta de um manual, visto que supostamente toda a gente tem ideia de como eu penso ou devo reagir, tomei por suposição que manual seria algo mais a roçar no esferovite e completamente desnecessário.
Já agora a base de licitação começa muito por baixo, tão baixo como eu me encontro, logo se cuspirem para o chão vale como licitação.
Durante toda a minha vida a única coisa que pedi foi que fossem comigo aquilo que sou com os outros, pelo menos minimamente, é que ainda não entendi porque raio nunca tenho direito a uma oportunidade, seja ela primeira, segunda ou terceira, é que é coisa de me provocar uma certa urticária, não posso falar porque supõem o que eu penso nem se tentam basear no que eu digo, é logo no que eu supostamente na concepção racional de outro ser que não eu havia de estar a pensar, e que no fundo, muito provavelmente, não pensei.
Sinceramente eu até já me conformei com a ideia de ser uma pessoa com pouco valor para o mundo e para os maravilhosos seres que nele habitam, mas por favor tenham alguma pena do ceguinho, é que isto é todo o dia portas a bater na cara do pobre ceguinho que só quer entrar para um sítio onde esteja em paz e sossegado.
Hoje é dia para dizer, que quem quiser que me compre, aviso que não venho com garantia nem com a puta de um manual, visto que supostamente toda a gente tem ideia de como eu penso ou devo reagir, tomei por suposição que manual seria algo mais a roçar no esferovite e completamente desnecessário.
Já agora a base de licitação começa muito por baixo, tão baixo como eu me encontro, logo se cuspirem para o chão vale como licitação.
terça-feira, agosto 16, 2005
Vodka..Cigaretta..Vinho...pedidos estranhos...
Sou só eu a aguentar aqui o estaminé.... e mal diga-se de passagem, bons e velhos tempos em que em 50 post's escrevia um decente, agora hoje em dia, é uma desgraça, é uma recessão intelectual que até dá dó aqueles que teem um estomago mais forte...miséria digo-vos eu...
Apesar de andar-mos em crise, de estar neste momento a passar por um período enfadonho da vida, tudo muito morto, rotinas, falta de imaginação, criatividade nula, etc etc, certas coisas não deixam-me de surpreender.
É verdade que Portugal não anda na sua melhor forma, falam em recessão, desemprego, incêndios, no fundo existe uma profunda crise não só económica, mas de nervos, e as pessoas andam sempre stressadas e preocupadas com a vida, tudo parece um drama pejado de catarses, enfim a chamada tempestade dentro de um copo de água, coisa que já começa a faltar cá pela terra também.
Embora a situação deste nosso Portugal não seja das melhores, e o pessoal ande assim tudo um bocado para o nervosinho, estes dias entendi como a cultura portuguesa tem muito para aprender, e se somos conhecidos por sermos relativamente liberais em certos pontos, e retrogadas noutros, digo-vos já que a malta que vêm do Leste Europeu, é do melhor, esses sim são liberais, e devem confiar plenamente na sociedade portuguesa que por vezes deve-se assemelhar um bocado ao entardecer moscovita.
Estava eu numa festarola para os lados da Arruda dos Vinhos, ainda plenamente capacitado das minhas coordenações motoras e mentais a assistir a um concerto, quando nisto um senhor que pelo sotaque e semblante físico aparentava ser do Leste Europeu, diz-me o seguinte..."Olhe não se importa de tomar atenção na minha mulher que eu vou buscar vinho?"...
Sinceramente ainda olhei para um amigo meu a ver se tinha entendido bem o pedido do homem, mas visto que tinha entendido bem ao ser-me confirmado por esse meu amigo, pensei logo, este gajo não tá bem de certeza, tão ninguém no seu prefeito juizo chama à atenção de outro homem para ficar a olhar para a sua mulher, vá lá que foi por uma razão plausível, o homem foi buscar vinho compreendi a situação, mas vamos imaginar que eu já tinha bebido tudo o que vim a beber depois e em vez de entender "Olhe não se importa de tomar atenção na minha mulher que eu vou buscar vinho", e entendia algo como.. "olhe não se importa de tomar a minha mulher que eu dou-lhe vinho." ... hum como seria então?
Pois é foi arriscado, o que vale é que eu sou bom moço e nem fiz nada de nada, mantive-me imóvel a assistir ao concerto, tanto quanto sei até podiam ter-lhe levado a mulher que eu nem dava conta, mas e se fosse eu um Camarinha, ou um Alcindo com uma farta bigodaça encharcada de bagaço, foi arriscado foi, e de duas uma ou o homem português está bem cotado como respeitador para com os seus camaradas semelhantes, ou então devem pensar que o homem português é frouxo ou anda tudo a mudar de ares... seja como for não deixou de ter a sua piada, mas aviso já não comecem a tentar muitas destas porque se o senhor por acaso tivesse dito "olhe tome conta da minha filha de 19 anos que é bem parecida à Sharapova que eu vou dar uma volta a Kiev e já venho"... ai ai nem digo mais nada ... havia tourada... ou não muito provavelmente..
Apesar de andar-mos em crise, de estar neste momento a passar por um período enfadonho da vida, tudo muito morto, rotinas, falta de imaginação, criatividade nula, etc etc, certas coisas não deixam-me de surpreender.
É verdade que Portugal não anda na sua melhor forma, falam em recessão, desemprego, incêndios, no fundo existe uma profunda crise não só económica, mas de nervos, e as pessoas andam sempre stressadas e preocupadas com a vida, tudo parece um drama pejado de catarses, enfim a chamada tempestade dentro de um copo de água, coisa que já começa a faltar cá pela terra também.
Embora a situação deste nosso Portugal não seja das melhores, e o pessoal ande assim tudo um bocado para o nervosinho, estes dias entendi como a cultura portuguesa tem muito para aprender, e se somos conhecidos por sermos relativamente liberais em certos pontos, e retrogadas noutros, digo-vos já que a malta que vêm do Leste Europeu, é do melhor, esses sim são liberais, e devem confiar plenamente na sociedade portuguesa que por vezes deve-se assemelhar um bocado ao entardecer moscovita.
Estava eu numa festarola para os lados da Arruda dos Vinhos, ainda plenamente capacitado das minhas coordenações motoras e mentais a assistir a um concerto, quando nisto um senhor que pelo sotaque e semblante físico aparentava ser do Leste Europeu, diz-me o seguinte..."Olhe não se importa de tomar atenção na minha mulher que eu vou buscar vinho?"...
Sinceramente ainda olhei para um amigo meu a ver se tinha entendido bem o pedido do homem, mas visto que tinha entendido bem ao ser-me confirmado por esse meu amigo, pensei logo, este gajo não tá bem de certeza, tão ninguém no seu prefeito juizo chama à atenção de outro homem para ficar a olhar para a sua mulher, vá lá que foi por uma razão plausível, o homem foi buscar vinho compreendi a situação, mas vamos imaginar que eu já tinha bebido tudo o que vim a beber depois e em vez de entender "Olhe não se importa de tomar atenção na minha mulher que eu vou buscar vinho", e entendia algo como.. "olhe não se importa de tomar a minha mulher que eu dou-lhe vinho." ... hum como seria então?
Pois é foi arriscado, o que vale é que eu sou bom moço e nem fiz nada de nada, mantive-me imóvel a assistir ao concerto, tanto quanto sei até podiam ter-lhe levado a mulher que eu nem dava conta, mas e se fosse eu um Camarinha, ou um Alcindo com uma farta bigodaça encharcada de bagaço, foi arriscado foi, e de duas uma ou o homem português está bem cotado como respeitador para com os seus camaradas semelhantes, ou então devem pensar que o homem português é frouxo ou anda tudo a mudar de ares... seja como for não deixou de ter a sua piada, mas aviso já não comecem a tentar muitas destas porque se o senhor por acaso tivesse dito "olhe tome conta da minha filha de 19 anos que é bem parecida à Sharapova que eu vou dar uma volta a Kiev e já venho"... ai ai nem digo mais nada ... havia tourada... ou não muito provavelmente..
sábado, agosto 13, 2005
Eu havia de ser deixado inconsciente à paulada...

Não sei porquê, mas não imagino isto a passar-me assim pelas veias... isto é coisa para arranhar as veias.
A culpa é daqueles jogos de unir os pontinhos e ver que desenho dá, este deu a composição química da heroína olha que bonito, jogo digno para uma revista com o nome Canhâmo Visão, na próxima edição una os pontos para descobrir a composição química da morfina que durante o mês de Agosto tanta falta nos faz.
Eu acho que este esquema dava uma excelente tática desportiva, não que o Maradona já não tenha patenteado a utilização deste esquema no mundo do futebol, mas quem sabe a sua utilização no bilhar, uns quantos Arlindos e disparar bolas de bilhar para o público a uma velocidade de 30 km/h.
Heroina é menosprezada, mas não se esqueçam que em Portugal depois do caldo verde, o segundo caldo mais conhecido é o caldinho para a heroina, ok e talvez o caldo Knorr.
Ok já vi que não consigo escrever nada de jeito, apenas achei piada ao descobrir um esquema da composição química da heroina, e ficar a saber que não passa de um analgésico...como diria Maradona..."ai ai mamanzita las dores..ai qé non puedo más...dáme un conto por amor di dios!"
Smurff é nome de alucinogénico... pelo menos parece...
Da minha janela vi um senhor de saias a apanhar os dejectos de um canito, depois lembrei-me que por volta das 8h tive a ver os Smurff's com os seus chapéus contraceptivos na tv, e achei que a versão brasileira traduzida pelo Herbert era mais gira que a versão na língua do Camões.
Alguém ligado ao campo da psicologia quer analisar este começo de dia?
Alguém ligado ao campo da psicologia quer analisar este começo de dia?
sexta-feira, agosto 12, 2005
Conversas de Scotch e Levarfenol.
Sandokan: Então Rantanplan bons olhos te vejam meu rafeiro pistoleiro, como estás?
Rantanplan: Com sono básicamente.
Sandokan: E então queres falar da política macroeconomica da Micronésia ou dos musicais do teatro de revista?
Rantanplan: Eu acho mesmo que o pequeno buda era democrata cristão.
Rantanplan: Com sono básicamente.
Sandokan: E então queres falar da política macroeconomica da Micronésia ou dos musicais do teatro de revista?
Rantanplan: Eu acho mesmo que o pequeno buda era democrata cristão.
Insensatez de uma boca mordida.
Perdido entre o silêncio e o murmurar de breves suspiros, procuro a verdade nos segredos que criei numa boca seca pelo tempo que congela qualquer olhar para uma fonte de pura vaidade emocional. Se o papel corta, as palavras dilaceram a alma em pequenos pedaços que eu espero que tu juntes e guardes dentro de uma caixa sem fundo.
quinta-feira, agosto 11, 2005
As supostas verdades/observações estúpidas.
É incrível como no mês de Agosto o tempo passa muito mais devagar quando não interessa.
É daquelas coisas que leva a pensar no título... Diário de um Louco. Yedasss
É daquelas coisas que leva a pensar no título... Diário de um Louco. Yedasss
Primeiro texto do Sr . Tobias... sinceramente não leia é o conselho dos humildes escribas deste blog.
Hoje por volta das 9h da manhã telefonou-me o Sr. Tobias a dizer que gostaria de começar as suas crónicas sexuais, pelo qual pedia gentilmente que houvesse uma cedência de espaço de escrita neste blog, pois já havia tentado outros blogs, nomeadamente o de personalidades ilustres como Pedro Mexia e Pacheco Pereira, ao qual numa graçola o Sr. Tobias se referiu em primeiro lugar como Jaime Pacheco, ao que respondi com um esgar telefónico de quem acabou de acordar para aturar alguém que toma ao pequeno almoço bourbon com rosquilhas do Continente.
Prontamente e já com o briefing feito com o Zica, foi decidido que seria a nossa política a de apoiar qualquer ser que queira dizer umas barbaridades no mundo bloguístico, pelo conseguinte foi de nossa vontade aceitar a publicação das crónicas e conselhos sexuais do Sr. Tobias.
Todo o espaço que se segue é totalmente da responsabilidade do Sr. Tobias, pelo qual a direcção deste blog não se responsabiliza em matéria de responsabilidade quanto aos direitos de personalidade salvaguardados na lei.
Caros leitores, eu sou aquele a quem apelidam muy graciosamente de Sr. Tobias.
O meu objectivo é elucidar jovens mentes, e mentes de si não tão jovens, para os meandros do sexo, ora com crónicas e contos fantásticos, ora com simples dicas de como avivar a vossa vida sexual, ou pelo menos não a destruir.
Como primeira intrevenção neste muy nobre e patético espaço, gostaria de deixar a primeira dica de muitas.
Se por acaso estiver a pensar na prática de cunnilinguis, vulgarmente conhecido como o belo do minete, com o seu ente querido, ou mesmo com uma puta de 17 ou 54 anos que tem um banquinho de cartão em Monsanto, recomendo que coma o seu bife bem passado, que o mastigue bem, e que depois da refeição cuide da sua higiene bucal, ou não vá confundir a bela da mifra com um resto de carne entalado entre dentes, sendo que 87% das pessoas ao encontrar um bocado de comida parcialmente mastigada e consumida através das enzimas bocais, volta a tentar deglutir o alimento, e acho que nenhuma mulher com bom senso goste de ver o seu clito mastigado.
Se por acaso quer apimentar as coisas na bela arte do cunnilingus, recomendo que antes de levar o músculo mais poderoso do ser humano ao músculo mais influente da história da humanidade, use uma embalagem de peta-zetas, o famoso snack que continha pepitas que estalavam em contacto com a saliva, e que melhor durante o começo do regabofe do que um pito aos estalinhos.
Por hoje é tudo, se tiverem oportunidade de "espetar" façam-no, se por acaso são garbosos punheteiros, ao menos tenham a decência de não o fazer para dentro de uma meia branca com raquetes, que eventualmente iram calçar no dia a seguir para ir passear para a praia. Um bem haja e boas continuações de um verão quente e suado.
Ass. Sr. Tobias..... Tobia-mos pah
Voltamos a frisar que apesar de ter sido decidido publicar estas crónicas o único responsável por elas será o Sr. Tobias como anteriormente foi acordado, sendo que o caro leitor corre per si o risco de as ler, visto que todo o contexto utilizado não é aconselhado a pessoas influênciaveis cic...
Prontamente e já com o briefing feito com o Zica, foi decidido que seria a nossa política a de apoiar qualquer ser que queira dizer umas barbaridades no mundo bloguístico, pelo conseguinte foi de nossa vontade aceitar a publicação das crónicas e conselhos sexuais do Sr. Tobias.
Todo o espaço que se segue é totalmente da responsabilidade do Sr. Tobias, pelo qual a direcção deste blog não se responsabiliza em matéria de responsabilidade quanto aos direitos de personalidade salvaguardados na lei.
Caros leitores, eu sou aquele a quem apelidam muy graciosamente de Sr. Tobias.
O meu objectivo é elucidar jovens mentes, e mentes de si não tão jovens, para os meandros do sexo, ora com crónicas e contos fantásticos, ora com simples dicas de como avivar a vossa vida sexual, ou pelo menos não a destruir.
Como primeira intrevenção neste muy nobre e patético espaço, gostaria de deixar a primeira dica de muitas.
Se por acaso estiver a pensar na prática de cunnilinguis, vulgarmente conhecido como o belo do minete, com o seu ente querido, ou mesmo com uma puta de 17 ou 54 anos que tem um banquinho de cartão em Monsanto, recomendo que coma o seu bife bem passado, que o mastigue bem, e que depois da refeição cuide da sua higiene bucal, ou não vá confundir a bela da mifra com um resto de carne entalado entre dentes, sendo que 87% das pessoas ao encontrar um bocado de comida parcialmente mastigada e consumida através das enzimas bocais, volta a tentar deglutir o alimento, e acho que nenhuma mulher com bom senso goste de ver o seu clito mastigado.
Se por acaso quer apimentar as coisas na bela arte do cunnilingus, recomendo que antes de levar o músculo mais poderoso do ser humano ao músculo mais influente da história da humanidade, use uma embalagem de peta-zetas, o famoso snack que continha pepitas que estalavam em contacto com a saliva, e que melhor durante o começo do regabofe do que um pito aos estalinhos.
Por hoje é tudo, se tiverem oportunidade de "espetar" façam-no, se por acaso são garbosos punheteiros, ao menos tenham a decência de não o fazer para dentro de uma meia branca com raquetes, que eventualmente iram calçar no dia a seguir para ir passear para a praia. Um bem haja e boas continuações de um verão quente e suado.
Ass. Sr. Tobias..... Tobia-mos pah
Voltamos a frisar que apesar de ter sido decidido publicar estas crónicas o único responsável por elas será o Sr. Tobias como anteriormente foi acordado, sendo que o caro leitor corre per si o risco de as ler, visto que todo o contexto utilizado não é aconselhado a pessoas influênciaveis cic...
sexta-feira, agosto 05, 2005
Da Paciência ao Desespero vão dois ou três pensamentos.
O desespero é uma quimera, o que o torna tão semelhante à esperança - Sandor Petofi
Apenas o silêncio é o supremo desprezo - Charles-Augutin
A paciência é uma virtude caluniada, talvez porque seja a mais difícil de por em práctica. - Sigrid Undset
Apenas o silêncio é o supremo desprezo - Charles-Augutin
A paciência é uma virtude caluniada, talvez porque seja a mais difícil de por em práctica. - Sigrid Undset
quinta-feira, agosto 04, 2005
E hoje é apenas o quarto dia de Agosto...
Será que vale tomar alucinogénicos para sobreviver ao mês de Agosto?
A moda deste verão parece-me que vai ser a de post's curtos... e sem puto de sentido.
Por falar em moda, o penteado do Beto jogador do Sporting, é assim um bocado corte de cabelo ao estilo do MacGayver nos anos 80... assim parece mais jogador da Casa Pia do que do Sporting... ok no Benfica também temos o João Pereira... estamos quites.. por falar em quite... ia fazer um trocadilho com o Justiceiro mas não me apetece muito..
A moda deste verão parece-me que vai ser a de post's curtos... e sem puto de sentido.
Por falar em moda, o penteado do Beto jogador do Sporting, é assim um bocado corte de cabelo ao estilo do MacGayver nos anos 80... assim parece mais jogador da Casa Pia do que do Sporting... ok no Benfica também temos o João Pereira... estamos quites.. por falar em quite... ia fazer um trocadilho com o Justiceiro mas não me apetece muito..
terça-feira, agosto 02, 2005
segunda-feira, agosto 01, 2005
What can i say...it's the music of the day.
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And my scars remind me that the past is real
I tear my heart open just to feel
I'm Drunk and I'm feeling down
And I just wanna be alone
I'm pissed 'cuz you came around
Why don't you just go home?
'Cuz you channeled all your pain
And I can't help you fix yourself
You're making me insane
All I can say is...
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
I tried to help you once
Against my own advice
I saw you going down
But you never realized
That you're drowning in the water
So I offered you my hand
Compassion's in my nature
Tonight is our last stand
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
I'm drunk and I'm feeling down
And I just wanna be alone
You should've never come around
Why don't you just go home?
'Cuz you're drowning in the water
And I tried to grab your hand
I left my heart open
But you didn't understand
But you didn't understand
Go fix yourself
I can't help you fix yourself
But at least I can say I tried
I'm sorry but I gotta move on with my own life
I can't help you fix yourself
But at least I can say I tried
I'm sorry but I gotta move on with my own life
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
Papa Roach - Scars
And my weakness is that I care too much
And my scars remind me that the past is real
I tear my heart open just to feel
I'm Drunk and I'm feeling down
And I just wanna be alone
I'm pissed 'cuz you came around
Why don't you just go home?
'Cuz you channeled all your pain
And I can't help you fix yourself
You're making me insane
All I can say is...
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
I tried to help you once
Against my own advice
I saw you going down
But you never realized
That you're drowning in the water
So I offered you my hand
Compassion's in my nature
Tonight is our last stand
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
I'm drunk and I'm feeling down
And I just wanna be alone
You should've never come around
Why don't you just go home?
'Cuz you're drowning in the water
And I tried to grab your hand
I left my heart open
But you didn't understand
But you didn't understand
Go fix yourself
I can't help you fix yourself
But at least I can say I tried
I'm sorry but I gotta move on with my own life
I can't help you fix yourself
But at least I can say I tried
I'm sorry but I gotta move on with my own life
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
I tear my heart open, I sew myself shut
And my weakness is that I care too much
And our scars remind us that the past is real
I tear my heart open just to feel
Papa Roach - Scars
sábado, julho 30, 2005
Miss You ...again...and again...and again...does this stop at any time?
Quando a saudade aperta não nos resta fazer mais do que ter paciência.
Procurei por uma definição de paciência e a que mais gostei foi a seguinte:
Paciência: uma forma menor de desespero, mascarada de virtude. - Ambrose Bierce
Sou um falso virtuoso com um grau relativo de desespero... não é que bate certo.
Tenho saudades tuas, só queria que soubesses isso.
Procurei por uma definição de paciência e a que mais gostei foi a seguinte:
Paciência: uma forma menor de desespero, mascarada de virtude. - Ambrose Bierce
Sou um falso virtuoso com um grau relativo de desespero... não é que bate certo.
Tenho saudades tuas, só queria que soubesses isso.
sexta-feira, julho 29, 2005
Loucura de quem deseja pela atenção de quem seja, mata-me a saudade com um pouco do teu tempo.
Citações que criam elos de ligação entre sentimentos, acções, momentos, como se ligam as palavras, como t udo segue uma mesma linha condutora por onde já todos andamos.
Pensamento...Ciúme....Paixão
A mais nobre alegria dos homens que pensam é haverem explorado o concebível e reverenciarem em paz o incognoscível. - Von Goethe
É impossível exprimir a perturbação que o ciúme causa a um coração em que o amor ainda se não tenha declarado - Madame de La Fayette
A paixão transforma, muitas vezes, o mais hábil dos homens num louco e torna muitas vezes mais hábeis os mais tolos. - Rochefoucauld
Pensamento + Ciúme = paixão? Paixão x Ciúme = Pensamento? Ciúme + Paixão x Pensamneto = Dor de cabeça....
Normalmente o ciúme tem uma conotação negativa, talvez porque é um sentimento que faz sair de nós o pior que temos, os pensamentos mais irracionais, as acções menos comedidas, mas o certo é que se faz sair esses aspectos negativos, o que fica lá dentro é sempre uma grande paixão.
Os ciúmes sentem-se por medo de perder, por vontade de querer, ou simplesmente por confusão.
Eu não dou muito valor ao ciúme, vejo o ciúme como um pedido de atenção a quem se ama e se quer ter por perto, ninguém pode dispensar a atenção daqueles a quem se quer bem. Pedir algo como não sentir ciúmes a este nível básico em ter sede de atenção de quem nos eleva o espírito, seria como pedir para renegar a nossa existência para com os outros.
Só sente ciúmes quem deseja, só sente ciúmes quem quer, só sente ciúmes quem gosta, desde que não seja em excesso, o ciúme faz sempre parte dos relacionamentos.
Ninguém saudável de espírito quer ser o centro das atenções do mundo que o rodeia, mas pobre do tolo que não tenha intenções de ser o centro das atenções de alguém em particular, é de louvar aqueles que querem fazer notar o seu amor.
Não vejo mal nenhum em reclamar para si o que aos poucos tenta conquistar com valores bem mais importantes que aqueles que muitas vezes apagam a nossa presença perante o ser amado, se de mim dou de ti um pouco quero, se de mim tens de ti um pouco espero, se de mim te dei de ti espero que aceites e não esqueças que também eu tenho necessidades.
Se a paciência acompanha aqueles que declaram tréguas ao tempo, muitas vezes em lume brando ferve a paixão que queima a pouca sanidade de um homem apaixonado.
Pensamento...Ciúme....Paixão
A mais nobre alegria dos homens que pensam é haverem explorado o concebível e reverenciarem em paz o incognoscível. - Von Goethe
É impossível exprimir a perturbação que o ciúme causa a um coração em que o amor ainda se não tenha declarado - Madame de La Fayette
A paixão transforma, muitas vezes, o mais hábil dos homens num louco e torna muitas vezes mais hábeis os mais tolos. - Rochefoucauld
Pensamento + Ciúme = paixão? Paixão x Ciúme = Pensamento? Ciúme + Paixão x Pensamneto = Dor de cabeça....
Normalmente o ciúme tem uma conotação negativa, talvez porque é um sentimento que faz sair de nós o pior que temos, os pensamentos mais irracionais, as acções menos comedidas, mas o certo é que se faz sair esses aspectos negativos, o que fica lá dentro é sempre uma grande paixão.
Os ciúmes sentem-se por medo de perder, por vontade de querer, ou simplesmente por confusão.
Eu não dou muito valor ao ciúme, vejo o ciúme como um pedido de atenção a quem se ama e se quer ter por perto, ninguém pode dispensar a atenção daqueles a quem se quer bem. Pedir algo como não sentir ciúmes a este nível básico em ter sede de atenção de quem nos eleva o espírito, seria como pedir para renegar a nossa existência para com os outros.
Só sente ciúmes quem deseja, só sente ciúmes quem quer, só sente ciúmes quem gosta, desde que não seja em excesso, o ciúme faz sempre parte dos relacionamentos.
Ninguém saudável de espírito quer ser o centro das atenções do mundo que o rodeia, mas pobre do tolo que não tenha intenções de ser o centro das atenções de alguém em particular, é de louvar aqueles que querem fazer notar o seu amor.
Não vejo mal nenhum em reclamar para si o que aos poucos tenta conquistar com valores bem mais importantes que aqueles que muitas vezes apagam a nossa presença perante o ser amado, se de mim dou de ti um pouco quero, se de mim tens de ti um pouco espero, se de mim te dei de ti espero que aceites e não esqueças que também eu tenho necessidades.
Se a paciência acompanha aqueles que declaram tréguas ao tempo, muitas vezes em lume brando ferve a paixão que queima a pouca sanidade de um homem apaixonado.
Quando nunca se diz o que se devia, quando alguém não fala, mas também não se cala.
O pensamento é algo que por si só torna deliciosa a existência humana. Pelo outro lado, muitas vezes nos pensamentos persiste a dúvida, e a distinção entre uma realidade e outra é feita por uma tenue linha de consciência.
Ao contrário de muitos, defini a realidade com base em calculos sem a menor razão de ser, fundamentandos na simples razão de não querer que neste caso hajam alternativas.
A realidade para mim é composta em 50% por ficção, 20% na busca pela verdade, 15% de memórias que nos atromentam a alma, 10% em sonhar acordado, e 5% é simplesmente o que não queremos ver ou saber o que é, logo suponho que sejam os 5% da verdade.
Metade da realidade que vivo é pura imaginação minha, a outra metade é o que tento evitar saber, viver, sentir, ouvir.
Vivo dividido entre falar e não falar, ouvir e não ouvir, pensar e não pensar, querer e não querer, e no meio de tanta escolha acabo sempre por optar pela que parece-me ser a menos lógica.
Tento ser honesto e justo comigo mesmo, tento não me enganar com desculpas que minimizem os singelos problemas da minha vida, que de tanta singeleza, provocam o maior dos incómodos.
A honestidade não é menos que a redução das opções, a diminuição da escolha múltipla que nos é apresentada em cada precurso novo da vida, se formos honestos, sinceros com os outros e com a nossa própria pessoa, reduzimos drásticamente a margem de erro colocada em passos incertos por inumeros desertos de enrredos provocados pela burocratização do relacionamento humano.
Com o raciocinio lógico elaborado a estas horas da madrugada, e apresentado anteriormente, venho a desenvolver a seguinte solução numa fase posterior ao que iria realmente dizer.
Entre o que queremos dizer e dizemos, queremos fazer e fazemos, entre aquilo que sentimos e pensamos, vai uma distância do caraças, por isso a maior probabilidade vai redundar na hipotese de eu não te dizer o qeu devia, nem te mostrar o que queria, e continuar a remoer os problemas até ficarem num pó que se entranha pelos meus poros cada vez que deixo assentar em mim uma névoa de dor e confusão.
Ao contrário de muitos, defini a realidade com base em calculos sem a menor razão de ser, fundamentandos na simples razão de não querer que neste caso hajam alternativas.
A realidade para mim é composta em 50% por ficção, 20% na busca pela verdade, 15% de memórias que nos atromentam a alma, 10% em sonhar acordado, e 5% é simplesmente o que não queremos ver ou saber o que é, logo suponho que sejam os 5% da verdade.
Metade da realidade que vivo é pura imaginação minha, a outra metade é o que tento evitar saber, viver, sentir, ouvir.
Vivo dividido entre falar e não falar, ouvir e não ouvir, pensar e não pensar, querer e não querer, e no meio de tanta escolha acabo sempre por optar pela que parece-me ser a menos lógica.
Tento ser honesto e justo comigo mesmo, tento não me enganar com desculpas que minimizem os singelos problemas da minha vida, que de tanta singeleza, provocam o maior dos incómodos.
A honestidade não é menos que a redução das opções, a diminuição da escolha múltipla que nos é apresentada em cada precurso novo da vida, se formos honestos, sinceros com os outros e com a nossa própria pessoa, reduzimos drásticamente a margem de erro colocada em passos incertos por inumeros desertos de enrredos provocados pela burocratização do relacionamento humano.
Com o raciocinio lógico elaborado a estas horas da madrugada, e apresentado anteriormente, venho a desenvolver a seguinte solução numa fase posterior ao que iria realmente dizer.
Entre o que queremos dizer e dizemos, queremos fazer e fazemos, entre aquilo que sentimos e pensamos, vai uma distância do caraças, por isso a maior probabilidade vai redundar na hipotese de eu não te dizer o qeu devia, nem te mostrar o que queria, e continuar a remoer os problemas até ficarem num pó que se entranha pelos meus poros cada vez que deixo assentar em mim uma névoa de dor e confusão.
quarta-feira, julho 27, 2005
Poesia (de)ambulante
procuro-te obsessivamente na melancolia das mãos
porque só o acto de morrer muitas vezes compensa
e foi necessário que fizéssemos uma serra para cortar os pulsos
de uma espada e fizemos
e com uma cana-da-índia de rota fizemos uns foles para atear o fogo
pintei nos ombros umas asas de coral para me evadir
abandonei a casa e as notas rabiscadas rápidamente
as emendas as manchas de tinta azulada nos dedos
os manuscritos ilegíveis
a poeira dum olhar preso ao vício feliz das palavras
a escrita
a indelével respiração do poema
o fluxo do grito o eco lacustre dos dedos tamborilando no sono
a casa vazia
e a janela onde debrucei o que me restava da vida
levei dez dias de viagem
até que a noite me recebeu como um ressurgido do outro lado do corpo
e nada direi sobre o deserto
nem deixarei sequer um inédito
Procuro-te Obssesivamente, Excerto - Al Berto
porque só o acto de morrer muitas vezes compensa
e foi necessário que fizéssemos uma serra para cortar os pulsos
de uma espada e fizemos
e com uma cana-da-índia de rota fizemos uns foles para atear o fogo
pintei nos ombros umas asas de coral para me evadir
abandonei a casa e as notas rabiscadas rápidamente
as emendas as manchas de tinta azulada nos dedos
os manuscritos ilegíveis
a poeira dum olhar preso ao vício feliz das palavras
a escrita
a indelével respiração do poema
o fluxo do grito o eco lacustre dos dedos tamborilando no sono
a casa vazia
e a janela onde debrucei o que me restava da vida
levei dez dias de viagem
até que a noite me recebeu como um ressurgido do outro lado do corpo
e nada direi sobre o deserto
nem deixarei sequer um inédito
Procuro-te Obssesivamente, Excerto - Al Berto
segunda-feira, julho 25, 2005
Suspiros que partilho com a noite sete dias por semana.
Se for a fazer um relato de todas as noites que passo sem ti, acabo por me repetir sete vezes por semana em noites de saudade constante.
Olho para a mesma lua que também é tua, confesso-lhe o quanto te sinto, não escondo nem minto, quando digo que o que sinto é maior que a minha confidente.
Concentro em mim recordações gravadas na minha inquieta mente, vejo tudo como um holograma espelhado no céu que acompanha-me nestes momentos pejados de uma vontade de te beijar e num abraço profundo dizer que estou aqui para cuidar de ti.
Recordo todos os momentos em que me desliguei do mundo na presença de um querer maior, na presença de alguém mais importante que esse mundo que me acolhe, penso com saudade nas coisas boas da vida e nenhuma delas se desliga de ti.
Haverá melhor coisa que a nossa face entre as mãos da mulher que ama-mos, o trocar de olhares envergonhados enquanto se mordem os lábios matando o desejo de algo mais ousado, sentir a face colada á tua quando te abraço por trás e pouso o meu queixo no teu ombro sussurrando-te ao ouvido palavras meigas, jurando que te farei sentir segura.
Embalado pela música dividida ao som do vento, não passo um momento sem pensar em ti, desenhando o teu rosto no pensamento, beijando-o de uma forma doce, que revejo em ti, meu anjo de olhar profundo.
Sinto que me queres, sei que me queres bem, em cada olhar teu se esconde uma verdade que me aquece a alma, em cada sorriso teu está um delicioso momento que me alimente o espírito sedento de amor sem barreiras, liberto-me e percorro as fronteiras entre os teus lábios e os meus.
Nada que te diga vai soar como novo, tudo o que te diga já foi repetido vezes sem conta, como todas as noites que passo sem ti, e fico à deriva na esperança de me acolheres nos teus braços, sinto entre suspiros baços que do outro lado da janela está a minha felicidade.
Procuro que a noite te diga o que não posso dizer pela distância, espero que a noite te diga o quanto te quero bem, o quanto eu amo-te, e que das suas palavras possas provocar um suspiro de saudade, saudades de mim.
Olho para a mesma lua que também é tua, confesso-lhe o quanto te sinto, não escondo nem minto, quando digo que o que sinto é maior que a minha confidente.
Concentro em mim recordações gravadas na minha inquieta mente, vejo tudo como um holograma espelhado no céu que acompanha-me nestes momentos pejados de uma vontade de te beijar e num abraço profundo dizer que estou aqui para cuidar de ti.
Recordo todos os momentos em que me desliguei do mundo na presença de um querer maior, na presença de alguém mais importante que esse mundo que me acolhe, penso com saudade nas coisas boas da vida e nenhuma delas se desliga de ti.
Haverá melhor coisa que a nossa face entre as mãos da mulher que ama-mos, o trocar de olhares envergonhados enquanto se mordem os lábios matando o desejo de algo mais ousado, sentir a face colada á tua quando te abraço por trás e pouso o meu queixo no teu ombro sussurrando-te ao ouvido palavras meigas, jurando que te farei sentir segura.
Embalado pela música dividida ao som do vento, não passo um momento sem pensar em ti, desenhando o teu rosto no pensamento, beijando-o de uma forma doce, que revejo em ti, meu anjo de olhar profundo.
Sinto que me queres, sei que me queres bem, em cada olhar teu se esconde uma verdade que me aquece a alma, em cada sorriso teu está um delicioso momento que me alimente o espírito sedento de amor sem barreiras, liberto-me e percorro as fronteiras entre os teus lábios e os meus.
Nada que te diga vai soar como novo, tudo o que te diga já foi repetido vezes sem conta, como todas as noites que passo sem ti, e fico à deriva na esperança de me acolheres nos teus braços, sinto entre suspiros baços que do outro lado da janela está a minha felicidade.
Procuro que a noite te diga o que não posso dizer pela distância, espero que a noite te diga o quanto te quero bem, o quanto eu amo-te, e que das suas palavras possas provocar um suspiro de saudade, saudades de mim.
Depois perguntam "Pedro que merda é esta que andas a escrever" e eu digo à pois muito estudo pouca ...oda...
Sinto o teu corpo nu colado ao meu, sinto o sabor dos teus ombros nos meus lábios que os percorrem como gotas de chuva.
Agarro-te de maneira a sentir as tuas costas no meu peito, acaricio-te os seios desnudados, sinto o seu calor na minha mão sinto o suor entre eles, deixo as minhas mãos caírem pelo teu ventre, como se um magnetismo fizesse tudo parecer um toque leve, deixo cair as mãos até o teu pélvis, sinto o calor, vejo o teu ar de desejo, mal te toco e sinto o calor que emana o teu corpo.
Mordo-te a orelha sussurro no teu ouvido que te quero sentir mais e melhor, cheiro o teu pescoço enquanto soltas um gemido, mal toquei-te e já é tanto o prazer, apenas o calor de dois corpos solta tanta energia, agarro-te com mais força quero sentir todo o teu corpo com a ponta dos dedos.
Percorro o teu corpo com a ponta dos dedos, adoro sentir a textura dos teus braços, contornar os teus seios, sentir o teu pescoço, desenhar a tua cara com o indicador como se fosse um lápis de carvão, passar o dedo pela tua testa, percorrer o nariz acabar nos lábios seguido de um beijo.
Quero que as palmas da minha mão cubram as tuas coxas que deslizem por elas como seda sobre cetim, quero agarra-las aperta-las nas mão e depois contra mim.
Quero e percorro as tuas costas com beijos, soprar entre os teus seios, quero os teus cabelos junto ao meu nariz, quero te ouvir gemer de prazer aos meus ouvidos com o teu peito contra o meu, quero sentir o teu corpo nu como carne crua, quero sentir a libido a escorrer como sangue, quero absorver o teu suor com a língua e junta-lo ao meu corpo.
Penetrar-te com gentileza, sentir a primeira entrada a olhar-te nos olhos, ver o alivio de matar um desejo, satisfazer uma vontade, quero sentir os teus pulsos em volta do meu pescoço enquanto te penetro, quero fazer amor contigo e sentir a tua respiração ofegante contra a minha cara, quero sentir os movimentos ondulantes que fazes enquanto me cravas as unhas no peito, quero que me mordas que me beijes que me devores com desejo, quero sentir o apertar das tuas coxas, quero apertar as tuas nádegas e sentir o teu corpo como um holograma nas minhas mãos.
Mordo-te o queixo, sinto-te a querer gritar, mordes os lábios não queres soltar já todo o prazer, só mais um pouco, sim mais um pouco, queres sentir-me dentro de ti já sendo parte de ti, queres penetrar-te a ti mesma, só mais um pouco, já está quase.
Aumenta o ritmo e agarro-te no pescoço com a mão aberta, acaricio a tua face com a palma da mão, e com a outra aperto-te um seio, meto as duas mãos à cintura, está quase, aguenta só mais um pouco.
Soltas um grito e entrelaçamos os dedos das mãos, as tuas pernas apertam sinto-te a vir, venho-me também, os dedos cruzados apertam como torniquetes, o grito prolonga-se seguido de um suspiro, um, dois, três espasmos, e o teu corpo cai redondo em cima do meu, corpos suados, corpos cansados, corpos leves vagueando pela libidonosidade largada pela sala, selamos o fim com um beijo, e ficamos agarrados a recuperar fôlego.
A beleza do sexo é que nunca é o que queremos, são vontade de dois corpos que se misturam em algo que acaba por ser único, nunca é o que dele queremos, nunca é o que dele esperamos, e tantos mas tantos são os pormenores que nele não reparamos, não existem coisas tão livres como o sexo.
Agarro-te de maneira a sentir as tuas costas no meu peito, acaricio-te os seios desnudados, sinto o seu calor na minha mão sinto o suor entre eles, deixo as minhas mãos caírem pelo teu ventre, como se um magnetismo fizesse tudo parecer um toque leve, deixo cair as mãos até o teu pélvis, sinto o calor, vejo o teu ar de desejo, mal te toco e sinto o calor que emana o teu corpo.
Mordo-te a orelha sussurro no teu ouvido que te quero sentir mais e melhor, cheiro o teu pescoço enquanto soltas um gemido, mal toquei-te e já é tanto o prazer, apenas o calor de dois corpos solta tanta energia, agarro-te com mais força quero sentir todo o teu corpo com a ponta dos dedos.
Percorro o teu corpo com a ponta dos dedos, adoro sentir a textura dos teus braços, contornar os teus seios, sentir o teu pescoço, desenhar a tua cara com o indicador como se fosse um lápis de carvão, passar o dedo pela tua testa, percorrer o nariz acabar nos lábios seguido de um beijo.
Quero que as palmas da minha mão cubram as tuas coxas que deslizem por elas como seda sobre cetim, quero agarra-las aperta-las nas mão e depois contra mim.
Quero e percorro as tuas costas com beijos, soprar entre os teus seios, quero os teus cabelos junto ao meu nariz, quero te ouvir gemer de prazer aos meus ouvidos com o teu peito contra o meu, quero sentir o teu corpo nu como carne crua, quero sentir a libido a escorrer como sangue, quero absorver o teu suor com a língua e junta-lo ao meu corpo.
Penetrar-te com gentileza, sentir a primeira entrada a olhar-te nos olhos, ver o alivio de matar um desejo, satisfazer uma vontade, quero sentir os teus pulsos em volta do meu pescoço enquanto te penetro, quero fazer amor contigo e sentir a tua respiração ofegante contra a minha cara, quero sentir os movimentos ondulantes que fazes enquanto me cravas as unhas no peito, quero que me mordas que me beijes que me devores com desejo, quero sentir o apertar das tuas coxas, quero apertar as tuas nádegas e sentir o teu corpo como um holograma nas minhas mãos.
Mordo-te o queixo, sinto-te a querer gritar, mordes os lábios não queres soltar já todo o prazer, só mais um pouco, sim mais um pouco, queres sentir-me dentro de ti já sendo parte de ti, queres penetrar-te a ti mesma, só mais um pouco, já está quase.
Aumenta o ritmo e agarro-te no pescoço com a mão aberta, acaricio a tua face com a palma da mão, e com a outra aperto-te um seio, meto as duas mãos à cintura, está quase, aguenta só mais um pouco.
Soltas um grito e entrelaçamos os dedos das mãos, as tuas pernas apertam sinto-te a vir, venho-me também, os dedos cruzados apertam como torniquetes, o grito prolonga-se seguido de um suspiro, um, dois, três espasmos, e o teu corpo cai redondo em cima do meu, corpos suados, corpos cansados, corpos leves vagueando pela libidonosidade largada pela sala, selamos o fim com um beijo, e ficamos agarrados a recuperar fôlego.
A beleza do sexo é que nunca é o que queremos, são vontade de dois corpos que se misturam em algo que acaba por ser único, nunca é o que dele queremos, nunca é o que dele esperamos, e tantos mas tantos são os pormenores que nele não reparamos, não existem coisas tão livres como o sexo.
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