I'll be your dream, I'll be your wish I'll be your fantasy.
I'll be your hope, I'll be your love be everything that you need.
I love you more with every breath truly madly deeply do..
I will be strong I will be faithful 'cause I'm counting on a new beginning.
A reason for living. A deeper meaning.
Yeah..I wanna stand with you on a mountain,
I wanna bathe with you in the sea.
I wanna lay like this forever,
Until the sky falls down over me.
And when the stars are shining brightly in the velvet sky,
I'll make a wish send it to heaven then make you want to cry.
The tears of joy for all the pleasure and the certainty.
That we're surrounded by the comfort and protection of..
The highest powers. In lonely hours. The tears devour you..
I wanna stand with you on a mountain,
I wanna bathe with you in the sea.
I wanna lay like this forever,
Until the sky falls down over me...
Oh can you see it baby?
You don't have to close your eyes 'cause it's standing right before you.
All that you need will surely come...
I'll be your dream I'll be your wish I'll be your fantasy.
I'll be your hope, I'll be your love, be everything that you need.
I'll love you more with every breath truly madly deeply do...
I wanna stand with you on a mountain,
I wanna bathe with you in the sea.
I wanna lay like this forever,
Until the sky falls down over me...
I wanna stand with you on a mountain,
I wanna bathe with you in the sea.
I wanna live like this forever,
Until the sky falls down over me...
Truly, Madly, Deeply - Savage Garden
Isto tudo porque o zica começou e eu tenho de acompanhar a ver quem coloca mais letras de música pedida aqui no blog.
quinta-feira, junho 02, 2005
segunda-feira, maio 30, 2005
Ten Nails In My Head Wired To Electricity
- Running Away From Life -
Slowly vanishing
I see all going away
Melting and crushing
All I’ve got left to say
Please don’t even seek
To find me at any time
I can’t stand ear you speak
For me the sun doesn’t shine
Fed up with darkness
I ask if life could be kind
To let me see brightness
Before I get alone and blind
It’s all just because
I’m already dead
It’s all messed up
Inside my fuckin’ head
I run away from life
I wished I had some wings
I run away from life
And other many things
I run away from life
Scared by the sadness
I run away from life
That takes me to madness
Now you see
What hope did to me
I woke up and I was free
Life made me
What I wanted to be
And take it all away from me
That’s the reason, that’s the why
That I said life goodbye
It seems someone raped my mind
The guilty one was never to find
All those dreams were just a lie
They kept driving me insane
And what doesn’t let me die
Is the fact I feel the pain
I run away from life
I wished I had some wings
I run away from life
And other many things
I run away from life
Scared by the sadness
I run away from life
That takes me to madness
The feeling that all is gone
Knowing that I’m all alone
Makes of me a pathetic loser
That runs away from life…
By the Stupid Little Child That Didin't Know How To Live...
Slowly vanishing
I see all going away
Melting and crushing
All I’ve got left to say
Please don’t even seek
To find me at any time
I can’t stand ear you speak
For me the sun doesn’t shine
Fed up with darkness
I ask if life could be kind
To let me see brightness
Before I get alone and blind
It’s all just because
I’m already dead
It’s all messed up
Inside my fuckin’ head
I run away from life
I wished I had some wings
I run away from life
And other many things
I run away from life
Scared by the sadness
I run away from life
That takes me to madness
Now you see
What hope did to me
I woke up and I was free
Life made me
What I wanted to be
And take it all away from me
That’s the reason, that’s the why
That I said life goodbye
It seems someone raped my mind
The guilty one was never to find
All those dreams were just a lie
They kept driving me insane
And what doesn’t let me die
Is the fact I feel the pain
I run away from life
I wished I had some wings
I run away from life
And other many things
I run away from life
Scared by the sadness
I run away from life
That takes me to madness
The feeling that all is gone
Knowing that I’m all alone
Makes of me a pathetic loser
That runs away from life…
By the Stupid Little Child That Didin't Know How To Live...
domingo, maio 29, 2005
Não se pode ter tudo, muito menos quando não se faz para isso.
Super Dragões afirmam no seu site que, mesmo que o Porto não tivesse participado na Final da Taça de Portugal, estes organizaram uma festa de comemoração das primeiras rondas na Avenida Luísa Todi, pelo qual aconselham aos adeptos do Vitória de Setúbal a não entrarem nas áreas de Setúbal, Sesimbra, e Serra da Arrábida, para evitar males maiores.
Os Super Dragões investiram na organização 10€ para comprar um desodorizante industrial para o seu líder, intitulado de "O Macaco", visto que os frangos fornecidos por Ricardo para a festa começavam a ter um sabor agridoce.
Quem pretende aproveitar esta festa dos SD é a TVI que fretou uma carrinha das vacarias Alfredo, para levar Pinto da Costa e a sua "namorada" a.k.a meretriz c.i.c, cliente habitual dos transportes do senhor Alfredo, e pagou a Pinto da Costa e aos SD uma viagem a Tróia, viagem essa cedida pela agência de viagens de Pinto da Costa, para obter os direitos televisivos da festa destes exemplares seres.
Resta-me a mim dizer que ao invés dos outros anos, em que um benfiquista dizia que o campeonato ficava para o ano, para o ano fica a dobradinha e paga o Sr. Dr. Peseiro.
Os Super Dragões investiram na organização 10€ para comprar um desodorizante industrial para o seu líder, intitulado de "O Macaco", visto que os frangos fornecidos por Ricardo para a festa começavam a ter um sabor agridoce.
Quem pretende aproveitar esta festa dos SD é a TVI que fretou uma carrinha das vacarias Alfredo, para levar Pinto da Costa e a sua "namorada" a.k.a meretriz c.i.c, cliente habitual dos transportes do senhor Alfredo, e pagou a Pinto da Costa e aos SD uma viagem a Tróia, viagem essa cedida pela agência de viagens de Pinto da Costa, para obter os direitos televisivos da festa destes exemplares seres.
Resta-me a mim dizer que ao invés dos outros anos, em que um benfiquista dizia que o campeonato ficava para o ano, para o ano fica a dobradinha e paga o Sr. Dr. Peseiro.
sábado, maio 28, 2005
Queria pôr um título bonito...QUE SE FODA...TUDO!
Acho que hoje é um dia que não queria voltar a recordar, mas como sou um cabrão sádico e maluco dos cornos deixo aqui o marco que posso vir a ler sempre que quiser.
Hoje senti pela primeira vez o gosto ao medo, senti o gosto à dor, e no fim com a boca ainda a saber a sangue dos lábios trincados pelo momento de compaixão que tive para comigo, senti pena de uma alma que não era só a minha.
Quando menos esperava convenci-me que irei ficar sozinho para o resto da vida, e que a vida não passa de aprender, eu hoje aprendi a sofrer, não digo que não seja útil, mas leva-me a pensar seriamente em deixar a escola, acho que a vida se tem mais alguma coisa para oferecer, que me ofereça descanso e paz, já mais nada peço na vida.
Tenho um profundo sentimento de que fui enganado, e de que a frase "vive cada dia como se fosse o último da tua vida" é uma faca de dois gumes, a vida deu-me várias alegrias, mas adjacente a isso vem sempre o que de mais atroz tem a vida, quem tem alguma coisa é porque a pode perder, e esse é o supra sumo dos medos, o medo de perder aquilo que mais queremos, aquilo que temos, aquilo que estimamos, aquilo que um dia pensamos em dar aos outros.
Dei toda a minha essência, confesso que nunca fui grande fã disto a que chamam vida, nunca estive satisfeito ou saciado, mas isso até é um mal natural do ser humano, a insatisfação, só que eu sei que dei tudo, e gastei os meus últimos cartuchos não para mudar alguém, mas simplesmente para tentar me salvar mudando-me a mim mesmo.
Pode todo o mundo dizer que não sou o primeiro que sofro, pode o mundo inteiro dizer que isso passa, eu até posso dizer que sim, até posso acreditar que a vida reserva caminhos tortuosos cheios de revelações inesperadas por meio de caminhos inóspitos, que nunca sonhei em pisar, até me posso fazer valer dessa crença, mas nada muda o que sinto, e o que se sente não se explica, frase feita talvez, mas sem dúvida com razão de ser.
Digo com sinceridade, com a mesma sinceridade que sempre ofereci a toda a gente quanto aos meus sentimentos e ideias, a mim mesmo digo, que a esperança é algo que transcende o meu pobre ser, e que não acredito jamais em felicidade pura, que para mim o mundo jamais será feito com as cores que eu quero, nunca mais vou viver os sonhos, posso tornar-me frio, calculista, tudo aquilo que nunca quis ser, tudo aquilo que sempre desprezei na maneira de ser dos homens, mas antes prefiro que me odeio o mundo, antes prefiro odiar-me a mim mesmo, do que mais alguma vez sentir pena de mim mesmo.
Posso não ser nada nem ninguém, pensamentos passageiros e emocionais, sei que posso ser muito para muita gente, mas não me sinto como tal, posso não ser mais feliz na vida, mesmo sabendo que a felicidade maioria das vezes está em todas as pequenas coisas, mas nunca irá passar de uma felicidade substancial, não digo que nunca mais vá sonhar, mas os sonhos para mim deixaram de ser o motivo que me faz viver, e passam a ser ridicularizações da minha alma, não desisto da vida, e nunca digo nunca, mas não sei mesmo se o que vou viver se poderá chamar de vida tal como eu a concebi um dia em sonhos, porque para sonhar não bastam asas para voar, essas podem ser cortadas, sentimentos para nutrir, esses podem ser destruídos, objectivos para alcançar, esses podem ser desviados, para sonhar é preciso não sentir, e simplesmente não querer viver.
Pode a muitos parecer um exagero, a muitos outros palavras de desespero, posso até sem saber querer chamar à atenção, mas enganam-se todos os que dizem que quando um homem sente não sabe o que diz, eu sinto que se havia uma coisa, por mais pequena que fosse que me motivava a viver, tiraram-me, assim como toda a vontade de viver, o que não quer dizer que não viva, mas vivo com pena de mim mesmo, e por isso odeio-me e tudo não passa de um ciclo vicioso e sádico, é suposto agradecer a quem inventou as coisas boas da vida, e lamentar por quem criou as coisas más, pois eu digo que se foda quem inventou as coisas boas da vida e não se lembrou de as tornar perpétuas seu filho da puta sádico de um cabrão.
O único conforto que tenho é odiar-te mais a ti do que a mim, e podem pensar que não passo de um miúdo parvo que não sabe o que diz e não sabe o que sente, eu garanto o que eu sinto só eu sei, e sei que o sinto agora, se alguma vez vos enganei, tomara a mim conseguir me enganar agora, porque eu não preciso de mais anda neste mundo senão paz e descanso, onde possa me revoltar comigo mesmo e travar uma luta entre mente e alma.
Hoje senti pela primeira vez o gosto ao medo, senti o gosto à dor, e no fim com a boca ainda a saber a sangue dos lábios trincados pelo momento de compaixão que tive para comigo, senti pena de uma alma que não era só a minha.
Quando menos esperava convenci-me que irei ficar sozinho para o resto da vida, e que a vida não passa de aprender, eu hoje aprendi a sofrer, não digo que não seja útil, mas leva-me a pensar seriamente em deixar a escola, acho que a vida se tem mais alguma coisa para oferecer, que me ofereça descanso e paz, já mais nada peço na vida.
Tenho um profundo sentimento de que fui enganado, e de que a frase "vive cada dia como se fosse o último da tua vida" é uma faca de dois gumes, a vida deu-me várias alegrias, mas adjacente a isso vem sempre o que de mais atroz tem a vida, quem tem alguma coisa é porque a pode perder, e esse é o supra sumo dos medos, o medo de perder aquilo que mais queremos, aquilo que temos, aquilo que estimamos, aquilo que um dia pensamos em dar aos outros.
Dei toda a minha essência, confesso que nunca fui grande fã disto a que chamam vida, nunca estive satisfeito ou saciado, mas isso até é um mal natural do ser humano, a insatisfação, só que eu sei que dei tudo, e gastei os meus últimos cartuchos não para mudar alguém, mas simplesmente para tentar me salvar mudando-me a mim mesmo.
Pode todo o mundo dizer que não sou o primeiro que sofro, pode o mundo inteiro dizer que isso passa, eu até posso dizer que sim, até posso acreditar que a vida reserva caminhos tortuosos cheios de revelações inesperadas por meio de caminhos inóspitos, que nunca sonhei em pisar, até me posso fazer valer dessa crença, mas nada muda o que sinto, e o que se sente não se explica, frase feita talvez, mas sem dúvida com razão de ser.
Digo com sinceridade, com a mesma sinceridade que sempre ofereci a toda a gente quanto aos meus sentimentos e ideias, a mim mesmo digo, que a esperança é algo que transcende o meu pobre ser, e que não acredito jamais em felicidade pura, que para mim o mundo jamais será feito com as cores que eu quero, nunca mais vou viver os sonhos, posso tornar-me frio, calculista, tudo aquilo que nunca quis ser, tudo aquilo que sempre desprezei na maneira de ser dos homens, mas antes prefiro que me odeio o mundo, antes prefiro odiar-me a mim mesmo, do que mais alguma vez sentir pena de mim mesmo.
Posso não ser nada nem ninguém, pensamentos passageiros e emocionais, sei que posso ser muito para muita gente, mas não me sinto como tal, posso não ser mais feliz na vida, mesmo sabendo que a felicidade maioria das vezes está em todas as pequenas coisas, mas nunca irá passar de uma felicidade substancial, não digo que nunca mais vá sonhar, mas os sonhos para mim deixaram de ser o motivo que me faz viver, e passam a ser ridicularizações da minha alma, não desisto da vida, e nunca digo nunca, mas não sei mesmo se o que vou viver se poderá chamar de vida tal como eu a concebi um dia em sonhos, porque para sonhar não bastam asas para voar, essas podem ser cortadas, sentimentos para nutrir, esses podem ser destruídos, objectivos para alcançar, esses podem ser desviados, para sonhar é preciso não sentir, e simplesmente não querer viver.
Pode a muitos parecer um exagero, a muitos outros palavras de desespero, posso até sem saber querer chamar à atenção, mas enganam-se todos os que dizem que quando um homem sente não sabe o que diz, eu sinto que se havia uma coisa, por mais pequena que fosse que me motivava a viver, tiraram-me, assim como toda a vontade de viver, o que não quer dizer que não viva, mas vivo com pena de mim mesmo, e por isso odeio-me e tudo não passa de um ciclo vicioso e sádico, é suposto agradecer a quem inventou as coisas boas da vida, e lamentar por quem criou as coisas más, pois eu digo que se foda quem inventou as coisas boas da vida e não se lembrou de as tornar perpétuas seu filho da puta sádico de um cabrão.
O único conforto que tenho é odiar-te mais a ti do que a mim, e podem pensar que não passo de um miúdo parvo que não sabe o que diz e não sabe o que sente, eu garanto o que eu sinto só eu sei, e sei que o sinto agora, se alguma vez vos enganei, tomara a mim conseguir me enganar agora, porque eu não preciso de mais anda neste mundo senão paz e descanso, onde possa me revoltar comigo mesmo e travar uma luta entre mente e alma.
terça-feira, maio 24, 2005
Uma viagem até onde se esconde o céu.
Foi no sábado dia 21 que fui passear com a minha família de Lisboa, infelizmente não compareceu toda, mas foram os que puderam.
Fomos passear para a terra do céu, onde o verde chamuscado regala a vista com paisagens tão belas, que só me fazia pensar como seria antes de grande parte ter ardido.
Foram quatro horas de viagem, para fazer cerca de 230 km, fomos com calma sem pressa de lá chegar, mas com um misto de ansiedade para conhecer a terra do céu.
Viagem longa sempre acompanhada de boa disposição e musicalidades variadas, duas pequenas paragens, uma em Santarém, e outra em Vila de Rei, o centro geodésico de Portugal.
Saímos de Lisboa ás 9h e chegamos lá por volta das 13h, finalmente em Oleiros, onde tudo parecia mais verde, e mais bonito, onde respirar o ar do campo apenas sabia melhor do que nos outros dias.
Esperava-nos um banquete digno de muito boas divindades, com o belo do pastelinho de bacalhau que eu tanto tinha pedinchado aos anfitriões.
Logo após um almoço bem disposto e toda a gente de estômago bem composto, fomos relaxar, ora com uns toques na bola, um passeio de bicicleta, até que nos decidimos por ir para uma praia fluvial.
Fomos para a praia fluvial, onde ainda não havia condições para banho, então as mulheres dedicaram-se aos banhos de sol, e os homens aproveitaram um bom relvado para mais uns toques na bola, que acabaram por fazer algumas vitimas.
Já está na hora de dar mais uma volta, e vislumbrar mais paisagens de apaziguar a alma.
Queríamos ir para a serra, e de facto foi lá que fomos, passamos pela casa da avó da nossa anfitriã, um casarão antigo, muito bonito, com paisagens reconfortantes, e onde acabaríamos por decidir passar a noite.
Subimos até à serra, observar Castelo Branco ao longe, parecia estar a ser coberto por uma suava manta de sol que brilhava dourado sobre verdejantes planos de terra.
Com uma paisagem tão bonita começou uma desenfreada sessão de fotos, uma atrás da outra, todos os disparos das máquinas acabavam por dar réplicas visuais de uma beleza que só aprecia quem lá esteve.
Descendo mais um pouco encontrava-se uma nascente onde se bebeu agua, mas também ai a paisagem era tão bonita que mais fotos se tiraram, foi uma paragem para beber agua, uma agua tão suave como fria, gelou as mãos, mas matou a sede de uma maneira tão aprazível.
Descendo agora a serra, queria eu ficar embalado em tão belas imagens da natureza, ainda mais belas e reconfortantes por poder partilha-las com as pessoas de quem gosto.
Chegando à base, quis o céu mostrar o açougue, e peço desculpa se me enganei no nome, mas para compensar descrevo.
Trata-se não mais de uma pequena cascata, ou cachoeira como quiserem chamar, e como muitas pequenas coisas, comportava em si uma beleza incomensurável, onde se sentia uma paz, a calmaria do repouso, o silêncio apenas perturbado pelo som relaxante da água que nos embalava até que entrássemos em tréguas com os problemas que nos atormentam o espírito, atingindo uma verdadeira paz de alma propicia a um momento de reflexão acompanhado do inspirar de uma brisa carregada de um perfume natural por si só com um travo a vaidade que emanava toda aquela beleza.
Depois de muitos flashes disparados, voltamos para casa com um sorriso, por um dia que estava a ser tão bem passado, seguiram-se cantorias e o jantar.
Mais uma vez refastelados com tão magnifico repasto, as mulheres decidiram levantar a mesa e tratar da loiça, enquanto os homens ficaram agarrados ao vinho, sei que não foi isto que me ensinaste mãe, mas o vinho era mesmo bom e até tentamos oferecer ajuda, nem que fosse com o olhar.
O clima era de tão boa disposição que se seguiu uma desgarrada entre homens e mulheres, como se duas claques entoassem cânticos, uma para a outra, era a guerra dos sexos elevada a um estilo musical e bem disposto, como qualquer desgarrada deve ser, pura brincadeira que entreteve os dois lados, acabando por ganharem os homens, apesar da grande sova que levamos ao inicio, mas a voz masculina de rouxinol embriagado acabou por afugentar as mulheres, pelo facto de tal ter ocorrido reivindicamos a vitória, apenas digo uma coisa, que machos.
As meninas foram se aperaltar enquanto os mancebos ficavam ainda agarrados ao vinho, estava frio e poucas eram as maneiras de aquecer, depois disso despedimo-nos de quem tão amavelmente nos recebeu, com direito a todas as mordomias e miminhos impossíveis de agradecer, de tanta generosidade empregue.
Fomos tomar um copo a um bar chamado LP, mas como já se fazia tarde e as hostes necessitavam de descanso e então fomos para o lar que nos daria albergue nessa noite, entramos, vislumbramos uma bela casa, e depressa escolhemos os quartos onde dormir, visto que maioria não queria dormir acompanhado, pelo menos mal acompanhado.
Fim do serão, jogou-se uma cartada e conversa fiada, depressa chegou o sono, e o frio também convidava ao repouso num leito aquecido.
Depois de um dia maravilhoso, cheio de energia empregue, foi bom o descanso, soube bem o repouso, apenas com o contratempo de ser hora de ir embora de um lugar em que não me importava de ficar feito cativo.
Lá fomos em caminho de volta a Lisboa, levamos menos tempo, visto não apanharmos tanto transito devido ás obras, antes fomos tomar o pequeno almoço à Sertã, e cada vez menos eu queria ir embora, cada mais me agarrava aqueles lugares de uma beleza tão apaziguadora, e confesso que assim me parecia devido a uma bela companhia que me foi proporcionada naquele grupo de grandes amigos.
Já em Lisboa, aquele lugar deixava saudade, com muita pena não passava mais tempo com aquelas pessoas de quem eu tanto gosto, que tantos momentos de felicidade me proporcionaram em tempos que para mim se tinham tornado tão insignificantes, foi bom pelo lugar, de uma beleza convidativa ao saciar do espírito, mas sem dúvida foi bem melhor pela companhia, e isso digo sem qualquer tipo de dúvida, e a todos eles gostava de agradecer pelos bons momentos passados, acreditem quando digo que senti que tinha ali uma família, apenas faltavam alguns membros.
Peço desculpa se este post não corresponder ás expectativas daqueles que esperavam que eu fizesse um texto sobre um momento inesquecível, mas confesso que se não descrevi tudo como deveria ser, e não é nada mais do que puro egoísmo da minha parte, que com tanta ânsia por momentos de felicidade, decidi guardar para mim a recordação de tão bons momentos passados com as pessoas que sabem do que falo.
E mais uma vez peço desculpa ao céu que em si acolheu tantas estrelinhas, não sei descrever melhor as alegrias que vocês me proporcionam, apenas pelo facto de que ao vivê-las não quero já mais perdê-las, e não quero que as invadam, talvez por puro egoísmo, talvez por um forte sentimento que nutro por todos vocês.
Fomos passear para a terra do céu, onde o verde chamuscado regala a vista com paisagens tão belas, que só me fazia pensar como seria antes de grande parte ter ardido.
Foram quatro horas de viagem, para fazer cerca de 230 km, fomos com calma sem pressa de lá chegar, mas com um misto de ansiedade para conhecer a terra do céu.
Viagem longa sempre acompanhada de boa disposição e musicalidades variadas, duas pequenas paragens, uma em Santarém, e outra em Vila de Rei, o centro geodésico de Portugal.
Saímos de Lisboa ás 9h e chegamos lá por volta das 13h, finalmente em Oleiros, onde tudo parecia mais verde, e mais bonito, onde respirar o ar do campo apenas sabia melhor do que nos outros dias.
Esperava-nos um banquete digno de muito boas divindades, com o belo do pastelinho de bacalhau que eu tanto tinha pedinchado aos anfitriões.
Logo após um almoço bem disposto e toda a gente de estômago bem composto, fomos relaxar, ora com uns toques na bola, um passeio de bicicleta, até que nos decidimos por ir para uma praia fluvial.
Fomos para a praia fluvial, onde ainda não havia condições para banho, então as mulheres dedicaram-se aos banhos de sol, e os homens aproveitaram um bom relvado para mais uns toques na bola, que acabaram por fazer algumas vitimas.
Já está na hora de dar mais uma volta, e vislumbrar mais paisagens de apaziguar a alma.
Queríamos ir para a serra, e de facto foi lá que fomos, passamos pela casa da avó da nossa anfitriã, um casarão antigo, muito bonito, com paisagens reconfortantes, e onde acabaríamos por decidir passar a noite.
Subimos até à serra, observar Castelo Branco ao longe, parecia estar a ser coberto por uma suava manta de sol que brilhava dourado sobre verdejantes planos de terra.
Com uma paisagem tão bonita começou uma desenfreada sessão de fotos, uma atrás da outra, todos os disparos das máquinas acabavam por dar réplicas visuais de uma beleza que só aprecia quem lá esteve.
Descendo mais um pouco encontrava-se uma nascente onde se bebeu agua, mas também ai a paisagem era tão bonita que mais fotos se tiraram, foi uma paragem para beber agua, uma agua tão suave como fria, gelou as mãos, mas matou a sede de uma maneira tão aprazível.
Descendo agora a serra, queria eu ficar embalado em tão belas imagens da natureza, ainda mais belas e reconfortantes por poder partilha-las com as pessoas de quem gosto.
Chegando à base, quis o céu mostrar o açougue, e peço desculpa se me enganei no nome, mas para compensar descrevo.
Trata-se não mais de uma pequena cascata, ou cachoeira como quiserem chamar, e como muitas pequenas coisas, comportava em si uma beleza incomensurável, onde se sentia uma paz, a calmaria do repouso, o silêncio apenas perturbado pelo som relaxante da água que nos embalava até que entrássemos em tréguas com os problemas que nos atormentam o espírito, atingindo uma verdadeira paz de alma propicia a um momento de reflexão acompanhado do inspirar de uma brisa carregada de um perfume natural por si só com um travo a vaidade que emanava toda aquela beleza.
Depois de muitos flashes disparados, voltamos para casa com um sorriso, por um dia que estava a ser tão bem passado, seguiram-se cantorias e o jantar.
Mais uma vez refastelados com tão magnifico repasto, as mulheres decidiram levantar a mesa e tratar da loiça, enquanto os homens ficaram agarrados ao vinho, sei que não foi isto que me ensinaste mãe, mas o vinho era mesmo bom e até tentamos oferecer ajuda, nem que fosse com o olhar.
O clima era de tão boa disposição que se seguiu uma desgarrada entre homens e mulheres, como se duas claques entoassem cânticos, uma para a outra, era a guerra dos sexos elevada a um estilo musical e bem disposto, como qualquer desgarrada deve ser, pura brincadeira que entreteve os dois lados, acabando por ganharem os homens, apesar da grande sova que levamos ao inicio, mas a voz masculina de rouxinol embriagado acabou por afugentar as mulheres, pelo facto de tal ter ocorrido reivindicamos a vitória, apenas digo uma coisa, que machos.
As meninas foram se aperaltar enquanto os mancebos ficavam ainda agarrados ao vinho, estava frio e poucas eram as maneiras de aquecer, depois disso despedimo-nos de quem tão amavelmente nos recebeu, com direito a todas as mordomias e miminhos impossíveis de agradecer, de tanta generosidade empregue.
Fomos tomar um copo a um bar chamado LP, mas como já se fazia tarde e as hostes necessitavam de descanso e então fomos para o lar que nos daria albergue nessa noite, entramos, vislumbramos uma bela casa, e depressa escolhemos os quartos onde dormir, visto que maioria não queria dormir acompanhado, pelo menos mal acompanhado.
Fim do serão, jogou-se uma cartada e conversa fiada, depressa chegou o sono, e o frio também convidava ao repouso num leito aquecido.
Depois de um dia maravilhoso, cheio de energia empregue, foi bom o descanso, soube bem o repouso, apenas com o contratempo de ser hora de ir embora de um lugar em que não me importava de ficar feito cativo.
Lá fomos em caminho de volta a Lisboa, levamos menos tempo, visto não apanharmos tanto transito devido ás obras, antes fomos tomar o pequeno almoço à Sertã, e cada vez menos eu queria ir embora, cada mais me agarrava aqueles lugares de uma beleza tão apaziguadora, e confesso que assim me parecia devido a uma bela companhia que me foi proporcionada naquele grupo de grandes amigos.
Já em Lisboa, aquele lugar deixava saudade, com muita pena não passava mais tempo com aquelas pessoas de quem eu tanto gosto, que tantos momentos de felicidade me proporcionaram em tempos que para mim se tinham tornado tão insignificantes, foi bom pelo lugar, de uma beleza convidativa ao saciar do espírito, mas sem dúvida foi bem melhor pela companhia, e isso digo sem qualquer tipo de dúvida, e a todos eles gostava de agradecer pelos bons momentos passados, acreditem quando digo que senti que tinha ali uma família, apenas faltavam alguns membros.
Peço desculpa se este post não corresponder ás expectativas daqueles que esperavam que eu fizesse um texto sobre um momento inesquecível, mas confesso que se não descrevi tudo como deveria ser, e não é nada mais do que puro egoísmo da minha parte, que com tanta ânsia por momentos de felicidade, decidi guardar para mim a recordação de tão bons momentos passados com as pessoas que sabem do que falo.
E mais uma vez peço desculpa ao céu que em si acolheu tantas estrelinhas, não sei descrever melhor as alegrias que vocês me proporcionam, apenas pelo facto de que ao vivê-las não quero já mais perdê-las, e não quero que as invadam, talvez por puro egoísmo, talvez por um forte sentimento que nutro por todos vocês.
segunda-feira, maio 23, 2005
No pulsar ritmado do coração, batem as asas de um sonho, o de ser Campeão.
Benfica Campeão 2004/2005 a 22 de Maio de 2005.
Que este dia fique gravado para sempre na memória de quem desejou, no coração de quem sonhou, e na alma de quem esperou com fé, aguardou com esperança, para poder saudar tão grandiosa instituição.
Glorioso só um, só um clube possui esse titulo, só uma palavra une pela magia do espetáculo tanta, e tanta gente, que se orgulha de fazer parte de uma família, família essa que tanto sofre como festeja em união, por Portugal inteiro, e mesmo até no estrangeiro, só um nome ecoa na batida dos corações que de maneira fervorosa gritam palavras de apoio carregadas de emoção.
Portugal não é fado, futebol e Fátima, Portugal é BENFICA!
Já agora...que aperta a fome, pois são 5h43 da manhã, o Peseiro tinha prometido um jantar do outro lado da segunda circular, a se realizar no fim do campeonato, e por este meio queria pedir se poderia ser realizado o jantar para a semana, e ai já serviam dobradinha ao Benfica.
Que este dia fique gravado para sempre na memória de quem desejou, no coração de quem sonhou, e na alma de quem esperou com fé, aguardou com esperança, para poder saudar tão grandiosa instituição.
Glorioso só um, só um clube possui esse titulo, só uma palavra une pela magia do espetáculo tanta, e tanta gente, que se orgulha de fazer parte de uma família, família essa que tanto sofre como festeja em união, por Portugal inteiro, e mesmo até no estrangeiro, só um nome ecoa na batida dos corações que de maneira fervorosa gritam palavras de apoio carregadas de emoção.
Portugal não é fado, futebol e Fátima, Portugal é BENFICA!
Já agora...que aperta a fome, pois são 5h43 da manhã, o Peseiro tinha prometido um jantar do outro lado da segunda circular, a se realizar no fim do campeonato, e por este meio queria pedir se poderia ser realizado o jantar para a semana, e ai já serviam dobradinha ao Benfica.
quarta-feira, maio 18, 2005
Sometime songs speak right from our mind...
"Split Screen Sadness"
And I don't know where you went when you left me but
Says here in the water you must be gone by now
I can tell somehow
One hand on the trigger of a telephone
Wondering when the call comes
Where you say it's alright
You got your heart right
Maybe I'll sleep inside my coat and
Wait on the porch 'til you come back home
Oh, right
I can't find a flight
We share the sadness
Split screen sadness
Two wrongs make it all alright tonight
All you need is love is a lie cause
We had love but we still said goodbye
Now we're tired, battered fighters
And it stings when it's nobody's fault
Cause there's nothing to blame at the drop of your name
It's only the air you took and the breath you left
Maybe I'll sleep inside my coat and
Wait on the porch 'til you come back home
Oh, rightI can't find a flight
So I'll check the weather wherever you are
Cause I wanna know if you can see the stars tonight
It might be my only right
We share the sadness
Split screen sadness
I called
Because
I just
Need to feel you on the line
Don't hang up this time
And I know it was me who called it over but
I still wish you'd fought me 'til your dying day
Don't let me get away
Cause I can't wait to figure out what's wrong with me
So I can say this is the way that I used to be
There's no substitute for time
Or for the sadness
Split screen sadness
We share the sadness
By : John Mayer
And I don't know where you went when you left me but
Says here in the water you must be gone by now
I can tell somehow
One hand on the trigger of a telephone
Wondering when the call comes
Where you say it's alright
You got your heart right
Maybe I'll sleep inside my coat and
Wait on the porch 'til you come back home
Oh, right
I can't find a flight
We share the sadness
Split screen sadness
Two wrongs make it all alright tonight
All you need is love is a lie cause
We had love but we still said goodbye
Now we're tired, battered fighters
And it stings when it's nobody's fault
Cause there's nothing to blame at the drop of your name
It's only the air you took and the breath you left
Maybe I'll sleep inside my coat and
Wait on the porch 'til you come back home
Oh, rightI can't find a flight
So I'll check the weather wherever you are
Cause I wanna know if you can see the stars tonight
It might be my only right
We share the sadness
Split screen sadness
I called
Because
I just
Need to feel you on the line
Don't hang up this time
And I know it was me who called it over but
I still wish you'd fought me 'til your dying day
Don't let me get away
Cause I can't wait to figure out what's wrong with me
So I can say this is the way that I used to be
There's no substitute for time
Or for the sadness
Split screen sadness
We share the sadness
By : John Mayer
segunda-feira, maio 16, 2005
Só para dizer que sei contar, quando não sei a quantas ando.
Faltam 6 dias, apenas 6 dias, para o dia mais marcante do ano.
E faltam 10 dias para a outra coisa também importante.
E faltam 10 dias para a outra coisa também importante.
sexta-feira, maio 13, 2005
O amor de si mesmo é pai, da dor é amigo, e da felicidade um apaixonado.
Significados são muitos dados rodados por esse mundo.
Certas palavras não vêem descritas no dicionário como a razão ordena, a mais complicada será amor e dai o seu sinónimo paixão.
Não procuro entender no dicionário a etimologia das palavras que para mim são tão dúbias como uma estrela em céu nublado.
A vida ensina que nunca sabemos nada, e mesmo assim infligimos em nós mesmos certos estigmas ao tentar descobrir o que a vida ensina.
O amor será o mais comum dos sentimentos? Será o mais definido dos sentimentos, tem o amor sinónimos, existe algo que se lhe compara, terá ele etimologias diferentes, será uma questão de opinião, será um mal generalizado, será um sonho, um desejo alcançado, um saber destroçado, a maleita do inocente, o beber do crente?
Amor é dar, receber, e acreditar que tudo depende de nós?
O amor é ver, sentir, ouvir, provar com delicadeza todos os simples momentos em que entramos em paz com a nossa mordaz consciência?
Será o amor doença, cura, será a procura, de paz, de alegria, de uma razão para viver?
O amor conduz, cega, leva e trás, um homem à loucura, o amor bebe da essência da pessoa o melhor que ela tem para dar ao mundo, será o amor luz ou escuridão, um misto, uma vastidão?
Será o amor exacto, incerto, estará longe ou perto, o que tem ele a haver com o coração?
Será o amor turvo quando o vemos fugir, será promessa que devemos cumprir, ou um simples passatempo de verão, mata, come, e diz que não.
Que é o amor então? Ninguém sabe ou tem explicação, uma coisa tão óbvia, como a tentação de o sentir, vontade que repele do homem a noção de tudo o que a vida tem a não ser o propósito de amar.
Será o amor um simples suspiro, uma lágrima caída, um riso perdido, uma dor bem latente, alguém sempre ausente?
É o amor pura loucura, fadiga dos deuses que pouco perdura, será perdição, sabedoria, ou aventura, será cansaço e curiosidade para ver o quanto a vida dura?
É amor o tempo que passa, o tempo que vem, ou uma cabaça, de onde se tira a fortuna da espera por um destino qualquer?
São caminhos traçados para correr, percursos trilhados ao longo do ser, é esperar ou lutar, morrer ou viver?
Se tanto nos questionamos, o amor é a dúvida que persiste na nossa alma, que provoca ira, ou nos trás calma, o amor é isso mesmo, o não saber, é deixar correr o tempo, é escolher viver, sentir, provar, que não somos cegos de razão, mas que a nossa essência consegue prever se de facto devemos acreditar no coração.
Certas palavras não vêem descritas no dicionário como a razão ordena, a mais complicada será amor e dai o seu sinónimo paixão.
Não procuro entender no dicionário a etimologia das palavras que para mim são tão dúbias como uma estrela em céu nublado.
A vida ensina que nunca sabemos nada, e mesmo assim infligimos em nós mesmos certos estigmas ao tentar descobrir o que a vida ensina.
O amor será o mais comum dos sentimentos? Será o mais definido dos sentimentos, tem o amor sinónimos, existe algo que se lhe compara, terá ele etimologias diferentes, será uma questão de opinião, será um mal generalizado, será um sonho, um desejo alcançado, um saber destroçado, a maleita do inocente, o beber do crente?
Amor é dar, receber, e acreditar que tudo depende de nós?
O amor é ver, sentir, ouvir, provar com delicadeza todos os simples momentos em que entramos em paz com a nossa mordaz consciência?
Será o amor doença, cura, será a procura, de paz, de alegria, de uma razão para viver?
O amor conduz, cega, leva e trás, um homem à loucura, o amor bebe da essência da pessoa o melhor que ela tem para dar ao mundo, será o amor luz ou escuridão, um misto, uma vastidão?
Será o amor exacto, incerto, estará longe ou perto, o que tem ele a haver com o coração?
Será o amor turvo quando o vemos fugir, será promessa que devemos cumprir, ou um simples passatempo de verão, mata, come, e diz que não.
Que é o amor então? Ninguém sabe ou tem explicação, uma coisa tão óbvia, como a tentação de o sentir, vontade que repele do homem a noção de tudo o que a vida tem a não ser o propósito de amar.
Será o amor um simples suspiro, uma lágrima caída, um riso perdido, uma dor bem latente, alguém sempre ausente?
É o amor pura loucura, fadiga dos deuses que pouco perdura, será perdição, sabedoria, ou aventura, será cansaço e curiosidade para ver o quanto a vida dura?
É amor o tempo que passa, o tempo que vem, ou uma cabaça, de onde se tira a fortuna da espera por um destino qualquer?
São caminhos traçados para correr, percursos trilhados ao longo do ser, é esperar ou lutar, morrer ou viver?
Se tanto nos questionamos, o amor é a dúvida que persiste na nossa alma, que provoca ira, ou nos trás calma, o amor é isso mesmo, o não saber, é deixar correr o tempo, é escolher viver, sentir, provar, que não somos cegos de razão, mas que a nossa essência consegue prever se de facto devemos acreditar no coração.
terça-feira, maio 10, 2005
Amor e liberdade não passam de duas palavras que não rimam.
Nunca pensei que duas linhas rectas paralelas, quase de braço dado, pudessem criar um ângulo de noventa graus, cada uma para seu lado.
Nunca pensei que numa noite de calor pudesse sentir um frio tão grande provocado pelo vazio.
Nunca pensei que dar um passo atrás numa longa caminhada pudesse ser tão insalubre para o esforço.
O problema foi que nunca pensei.
Jamais pedi tamanha dor provida de certeza de que teria de ser assim, nunca fiquei sem opções, mas nunca tive tanta dificuldade em ter de tomar uma opção, entre a vida que sempre quis ter, e a incerteza de que a poderia mesmo ter.
Vivi um sonho onde era feliz, com a intenção de não acordar, mas sabendo que tinha hora para despertar, só pensei que a hora fosse outra.
Foram-se os sonhos, perderam-se as vontades, mas algo me impele de ficar por aqui.
Sei que jamais vou ser feliz, pelo menos como queria, sei que jamais vou sonhar sem estar acordado, com medo de cair na doçura do embale do sono sempre que sentia as tuas mãos no meu rosto.
Perdi aquele calor, perdi toda a luz, a escuridão é bem mais fria e vazia, e até aperta o coração, mas nem por isso ele deixa de bater.
Ainda estou abalado pela descoberta de que não existe o nunca e o sempre, nem estes dois nunca se conheceram, e eu pensava que os conhecia a ambos.
Por agora apesar de triste sinto que ainda não entrei na fase do desespero, e sei que é possível não entrar, mas também sinto que a alma se escondeu no breu.
Anseio pelo dia em que o sol para mim volta a brilhar, não no sentido em que brilha todos os dias para toda a gente, mas sentir aquele toque especifico que tanta força me dava.
Perdi o rumo, e algum sentido da vida, mas sinto que não posso, não devo, nem quero abdicar dela, mas de momento perdi o rasto ao seu sentido.
Viver a vida sem rumo, também é viver, apenas não tenho aquele porto seguro onde me podia abrigar de todos os males do mundo, e de todos os males do mundo o meu não é com certeza o pior, mas a mim é o que mais me diz.
Sinto que o meu coração rejeitou o meu corpo pela atitude tomada pela razão, e se o coração e mente não se entendem significa período de paz, nem que seja na penumbra da tristeza, o coração sofre, a mente sofre, mas ao menos existe consenso.
Foi uma escolha que se fez, não a queria ter feito, mas não me deste hipótese entre viver no medo ou na dor, as duas juntas é que não.
Não deixa de ser estranho, sempre fui muito reservado sobre a minha vida pessoal, sempre quis te resguardar, e a mim próprio, nunca mostrei o que senti a ninguém a não ser a ti, espero que por muito estúpido que seja esse acto tenhas tido apreço nesse gesto de ter confiado em ti, mesmo depois de me desiludires, ainda agora confio, apenas tenho medo de o fazer.
E foi assim que se contou uma história, e nunca ouvi falar de uma história sem fim, só esperava que fosse mais longa a prosa dessa história que não começou por acaso, se fomos escolhidos como personagens dessa história foi por alguma razão, só tenho pena que tenhas saltado logo para o fim sem ler o que vinha a meio.
Nunca pensei que numa noite de calor pudesse sentir um frio tão grande provocado pelo vazio.
Nunca pensei que dar um passo atrás numa longa caminhada pudesse ser tão insalubre para o esforço.
O problema foi que nunca pensei.
Jamais pedi tamanha dor provida de certeza de que teria de ser assim, nunca fiquei sem opções, mas nunca tive tanta dificuldade em ter de tomar uma opção, entre a vida que sempre quis ter, e a incerteza de que a poderia mesmo ter.
Vivi um sonho onde era feliz, com a intenção de não acordar, mas sabendo que tinha hora para despertar, só pensei que a hora fosse outra.
Foram-se os sonhos, perderam-se as vontades, mas algo me impele de ficar por aqui.
Sei que jamais vou ser feliz, pelo menos como queria, sei que jamais vou sonhar sem estar acordado, com medo de cair na doçura do embale do sono sempre que sentia as tuas mãos no meu rosto.
Perdi aquele calor, perdi toda a luz, a escuridão é bem mais fria e vazia, e até aperta o coração, mas nem por isso ele deixa de bater.
Ainda estou abalado pela descoberta de que não existe o nunca e o sempre, nem estes dois nunca se conheceram, e eu pensava que os conhecia a ambos.
Por agora apesar de triste sinto que ainda não entrei na fase do desespero, e sei que é possível não entrar, mas também sinto que a alma se escondeu no breu.
Anseio pelo dia em que o sol para mim volta a brilhar, não no sentido em que brilha todos os dias para toda a gente, mas sentir aquele toque especifico que tanta força me dava.
Perdi o rumo, e algum sentido da vida, mas sinto que não posso, não devo, nem quero abdicar dela, mas de momento perdi o rasto ao seu sentido.
Viver a vida sem rumo, também é viver, apenas não tenho aquele porto seguro onde me podia abrigar de todos os males do mundo, e de todos os males do mundo o meu não é com certeza o pior, mas a mim é o que mais me diz.
Sinto que o meu coração rejeitou o meu corpo pela atitude tomada pela razão, e se o coração e mente não se entendem significa período de paz, nem que seja na penumbra da tristeza, o coração sofre, a mente sofre, mas ao menos existe consenso.
Foi uma escolha que se fez, não a queria ter feito, mas não me deste hipótese entre viver no medo ou na dor, as duas juntas é que não.
Não deixa de ser estranho, sempre fui muito reservado sobre a minha vida pessoal, sempre quis te resguardar, e a mim próprio, nunca mostrei o que senti a ninguém a não ser a ti, espero que por muito estúpido que seja esse acto tenhas tido apreço nesse gesto de ter confiado em ti, mesmo depois de me desiludires, ainda agora confio, apenas tenho medo de o fazer.
E foi assim que se contou uma história, e nunca ouvi falar de uma história sem fim, só esperava que fosse mais longa a prosa dessa história que não começou por acaso, se fomos escolhidos como personagens dessa história foi por alguma razão, só tenho pena que tenhas saltado logo para o fim sem ler o que vinha a meio.
domingo, maio 08, 2005
Classificados de Merda
Procura-se novo sentido para a vida, bom feitio e o menos complicada possivel, de preferência muda, e sem problemas do foro psicológico.
Lésbicas não são problema.
Agora a sério dão-se alvisseras a quem encontrar a merda do sentido que dê à minha vida.
Lésbicas não são problema.
Agora a sério dão-se alvisseras a quem encontrar a merda do sentido que dê à minha vida.
Meio-dia, Sábado 07 de Maio de 2005 - Também acordamos dos sonhos.
Diz-me que tudo isto é um pesadelo onde me matas lentamente, e fazes com que o medo se apodere da minha mente mais uma vez.
Diz-me que tudo não passa de confusões metafóricas que te atormentam a alma por cada vez que te sentes só.
Os pensamentos que te brotam da simples lógica do ser, jamais deveriam poder se apoderar do que sente o teu coração.
Sempre pensei que o amor fosse mais forte do que tudo, e sei que sem dúvida é mais forte do que eu, mas será o amor mais forte do que o medo de perdê-lo?
Também eu sinto-me só, também estou triste, e nem por isso me esqueço do que dá sentido à minha vida.
Também eu me sinto perdido, sei onde é o Norte, mas não consigo encontra-lo de momento, mas jamais o era capaz de abandonar.
O sonhos vão se sentido ameaçados como os castelos de areia com a presença do mar, luto por tudo para que a espuma do mar não chegue nem perto da muralha que cobre o meu futuro, onde se encontra todo o sentido que quis dar à vida.
Subi bem alto, acima de tudo, para dizer com certeza o que te disse com sorrisos infinitos, sempre de coração quente confortado pela certeza do que dizia.
Infinitas foram também as vezes que pensei e não te disse o que o meu coração pedia, com medo de te aborrecer com palavras repetidas carregadas de sentimento.
Passo os dias embriagado pelo sabor que me assola o ser, tantas vezes afectado por um único sentimento nutrido apenas por ti.
Vezes sem conta, foram o numero de momentos em que disse o que queria, mais vezes ainda fiz de ti todo o meu sentido, e sempre com a confiança de quem não se deixava abalar por qualquer dúvida, pois nunca duvidei do que sentia, desde o primeiro suspiro até ao último beijo, mesmo quando acabei de ouvir a tua voz num tom triste, como se tivesses medo de me magoar, mas com vontade de o fazer.
Nunca pensei que me deixasse cair numa teia tão doce como a tua, onde me aconcheguei e procurei conforto, e um remendo para a alma, que vinha sendo rompida pela imaturidade que tinha antes de estar contigo.
Em ti encontrei uma droga, um néctar puro carregado de êxtase, que me deixou completamente viciado, encontrei linha e uma agulha, pelo qual tentei unir o meu coração ao teu, vezes sem conta perfurei o coração, talhei-o a ele e à minha maneira de ser, para que dessa forma te agradasse mais.
O quanto é difícil manter a calma e a esperança quando o nosso coração quer rasgar a carne e a pele de maneira a mergulhar no vazio, apagar, ele não tem medo do escuro, mas a minha mente tem.
Apesar de saber que posso encontrar muita dor nas tuas palavras, não fujo, nem me escondo de forma a não as ouvir. Se queres acabar com um todo que fez de mim a pessoa que sou hoje, pessoa essa que eu aprendi a gostar, fá-lo de maneira rápida, não castigues o meu pobre coração que se meteu a mando da razão, pelo menos não o faças mais uma vez de forma lenta e dolorosa, não sei se aguento.
A maior dor nem vem de te perder, nem é por mim que sofro, apenas sinto que não sabes o que fazes porque não ouves o teu coração, e deixas-te levar pelas palavras trazidas ao vento, e se assim é, não oiças a ventania atroz, antes dá ouvido a uma brisa suave que te levam sempre uma mensagem minha. Eu amo-te, como nunca pensei poder amar, eu amo-te com medo, eu amo-te com desejo, eu amo-te com vontade de te poder dizer que te odeio quando me fazes sofrer, e dize-lo sem medo que penses que esse ódio é passageiro, porque não é.
Eu amo-te pela simples razão desse ser o motivo da minha existência, mas nunca pensei que amar fosse um tão grande atentado à vida. Sei que sem ti sou quase nada, mas contigo dessa forma como ages, sou um suicida em queda livre.
Foi bom enquanto durou, mas a onda do mar foi mais forte que as muralhas dos castelos de areia que fiz para ti, algum dia sabia que o sonho acabaria, só esperava que fosse daqui a 50 anos ou mais, acabou mais cedo, porque teve de ser, perdi o farol, as estrelas e a lua, estou à deriva no mar, no escuro, na brutidão da noite, nem por isso vou deixar de navegar, mas agora sem farol, sem a luz das estrelas, sem a lua para me guiar.
Diz-me que tudo não passa de confusões metafóricas que te atormentam a alma por cada vez que te sentes só.
Os pensamentos que te brotam da simples lógica do ser, jamais deveriam poder se apoderar do que sente o teu coração.
Sempre pensei que o amor fosse mais forte do que tudo, e sei que sem dúvida é mais forte do que eu, mas será o amor mais forte do que o medo de perdê-lo?
Também eu sinto-me só, também estou triste, e nem por isso me esqueço do que dá sentido à minha vida.
Também eu me sinto perdido, sei onde é o Norte, mas não consigo encontra-lo de momento, mas jamais o era capaz de abandonar.
O sonhos vão se sentido ameaçados como os castelos de areia com a presença do mar, luto por tudo para que a espuma do mar não chegue nem perto da muralha que cobre o meu futuro, onde se encontra todo o sentido que quis dar à vida.
Subi bem alto, acima de tudo, para dizer com certeza o que te disse com sorrisos infinitos, sempre de coração quente confortado pela certeza do que dizia.
Infinitas foram também as vezes que pensei e não te disse o que o meu coração pedia, com medo de te aborrecer com palavras repetidas carregadas de sentimento.
Passo os dias embriagado pelo sabor que me assola o ser, tantas vezes afectado por um único sentimento nutrido apenas por ti.
Vezes sem conta, foram o numero de momentos em que disse o que queria, mais vezes ainda fiz de ti todo o meu sentido, e sempre com a confiança de quem não se deixava abalar por qualquer dúvida, pois nunca duvidei do que sentia, desde o primeiro suspiro até ao último beijo, mesmo quando acabei de ouvir a tua voz num tom triste, como se tivesses medo de me magoar, mas com vontade de o fazer.
Nunca pensei que me deixasse cair numa teia tão doce como a tua, onde me aconcheguei e procurei conforto, e um remendo para a alma, que vinha sendo rompida pela imaturidade que tinha antes de estar contigo.
Em ti encontrei uma droga, um néctar puro carregado de êxtase, que me deixou completamente viciado, encontrei linha e uma agulha, pelo qual tentei unir o meu coração ao teu, vezes sem conta perfurei o coração, talhei-o a ele e à minha maneira de ser, para que dessa forma te agradasse mais.
O quanto é difícil manter a calma e a esperança quando o nosso coração quer rasgar a carne e a pele de maneira a mergulhar no vazio, apagar, ele não tem medo do escuro, mas a minha mente tem.
Apesar de saber que posso encontrar muita dor nas tuas palavras, não fujo, nem me escondo de forma a não as ouvir. Se queres acabar com um todo que fez de mim a pessoa que sou hoje, pessoa essa que eu aprendi a gostar, fá-lo de maneira rápida, não castigues o meu pobre coração que se meteu a mando da razão, pelo menos não o faças mais uma vez de forma lenta e dolorosa, não sei se aguento.
A maior dor nem vem de te perder, nem é por mim que sofro, apenas sinto que não sabes o que fazes porque não ouves o teu coração, e deixas-te levar pelas palavras trazidas ao vento, e se assim é, não oiças a ventania atroz, antes dá ouvido a uma brisa suave que te levam sempre uma mensagem minha. Eu amo-te, como nunca pensei poder amar, eu amo-te com medo, eu amo-te com desejo, eu amo-te com vontade de te poder dizer que te odeio quando me fazes sofrer, e dize-lo sem medo que penses que esse ódio é passageiro, porque não é.
Eu amo-te pela simples razão desse ser o motivo da minha existência, mas nunca pensei que amar fosse um tão grande atentado à vida. Sei que sem ti sou quase nada, mas contigo dessa forma como ages, sou um suicida em queda livre.
Foi bom enquanto durou, mas a onda do mar foi mais forte que as muralhas dos castelos de areia que fiz para ti, algum dia sabia que o sonho acabaria, só esperava que fosse daqui a 50 anos ou mais, acabou mais cedo, porque teve de ser, perdi o farol, as estrelas e a lua, estou à deriva no mar, no escuro, na brutidão da noite, nem por isso vou deixar de navegar, mas agora sem farol, sem a luz das estrelas, sem a lua para me guiar.
quarta-feira, maio 04, 2005
Se tu soubesses o que eu sei, saberias mais do que o que nós sabemos.
Sentir um vazio.
Já toda a gente sentiu.
É uma sensação comum sentir que falta algo, que poderia haver sempre mais qualquer coisa, que podíamos ter, fazer, sonhar com algo mais.
Quem nunca se sentiu vazio em certa altura da vida? Uma sensação de impotência, uma sensação de desejo proibido, a sensação de que existe uma falha, que falta algo ou alguém, a sensação de que saltamos uma parte da vida, uma sensação que nos deixa por vezes tristes, outras vezes pensativos, impotentes, incapazes, pode deitar alguém abaixo, pode dar esperança, pode causar o desejo, o sonho de preencher esse vazio.
Nesse ponto acho que toda a gente está de acordo, ao sentir-mos aquele vazio tentamos preenche-lo.
Eu sei o que é sentir o vazio, sei o que sinto quando o sinto, muitas das vezes sei o que o causa, sei como o preencher, mas por vezes acontece a penitencia das penitencias, e apenas sinto o vazio porque me sinto vazio sem qualquer razão aparente, ou é isso ou acontece um simples facto, não quero saber o que provoca o vazio, pelo simples motivo de que já o sei e assusta-me.
Se por vezes o vazio é causado pela falta de algo na vida, eu tenho muitos vazios causados pelo medo de descobrir o que é a vida, mas existe outra alternativa?
Pode alguém com o mínimo de conhecimento da psicologia humana viver distante de uma realidade que nos prendem como amarras a um barco com medo do mar.
A que se devem os vazios que sentimos? Sinceramente por vezes não sei ou quase sempre não tenho a certeza.
Remédio não tenho, e acho que nunca vamos deixar de sentir estes vazios na nossa vida, podemos sim tentar preenche-los, a mim sinceramente ajuda-me imenso a música.
Nada como a música para estimular a mente, não conheço melhor catalizador das emoções que os estimulantes dos nossos sentidos, nada como visionar e ouvir pequenos pedaços de vida que ficam a vaguear com o mínimo de sentido, e com todo o sentimento, pequenas imagens como se de memórias fotográficas se tratassem, sons que mais parecem rasgos de água turva a escorrer sobre um rio que corre como corre a vida.
A água simboliza o tempo que jamais para de correr, nós somos as pequenas folhas levadas pela corrente num pedaço de agua turva, que nos impede de chegar ao fundo da verdade humana, e por vezes ficamos presos ao leito do rio porque temos medo do que possa vir depois, mas nem por isso para a água de correr, nem por isso deixa o tempo de passar, por muito vazios que estejamos, não nos podemos abstrair da vida, do mundo, e cair no comodismo que abraça o metodismo de dizer logo se vê, e depois mais tarde, correndo o grave risco de cair num turbilhão de “e se”. E se eu tivesse feito, e se eu tivesse ido, e se eu tivesse sido, e questionar a mente com subconsciências que nos travam o espírito e a mente criando um muro de hipocrisia para com os nosso ideais, para com as verdades, e se achamos a água turva demais para ver o fundo da verdade da fonte humana, ainda conseguimos fazer com que tudo seja mais turvo, colocando uma venda nos olhos da nossa vontade, do querer triunfar, o raciocínio pode ser uma bênção, mas o pensamento devia se ficar pelas alturas em que nos ajuda, não nas alturas em que atrapalha.
Em questão de dúvida arrisque, a experiência sempre se disse mãe de todas as coisas.
Já toda a gente sentiu.
É uma sensação comum sentir que falta algo, que poderia haver sempre mais qualquer coisa, que podíamos ter, fazer, sonhar com algo mais.
Quem nunca se sentiu vazio em certa altura da vida? Uma sensação de impotência, uma sensação de desejo proibido, a sensação de que existe uma falha, que falta algo ou alguém, a sensação de que saltamos uma parte da vida, uma sensação que nos deixa por vezes tristes, outras vezes pensativos, impotentes, incapazes, pode deitar alguém abaixo, pode dar esperança, pode causar o desejo, o sonho de preencher esse vazio.
Nesse ponto acho que toda a gente está de acordo, ao sentir-mos aquele vazio tentamos preenche-lo.
Eu sei o que é sentir o vazio, sei o que sinto quando o sinto, muitas das vezes sei o que o causa, sei como o preencher, mas por vezes acontece a penitencia das penitencias, e apenas sinto o vazio porque me sinto vazio sem qualquer razão aparente, ou é isso ou acontece um simples facto, não quero saber o que provoca o vazio, pelo simples motivo de que já o sei e assusta-me.
Se por vezes o vazio é causado pela falta de algo na vida, eu tenho muitos vazios causados pelo medo de descobrir o que é a vida, mas existe outra alternativa?
Pode alguém com o mínimo de conhecimento da psicologia humana viver distante de uma realidade que nos prendem como amarras a um barco com medo do mar.
A que se devem os vazios que sentimos? Sinceramente por vezes não sei ou quase sempre não tenho a certeza.
Remédio não tenho, e acho que nunca vamos deixar de sentir estes vazios na nossa vida, podemos sim tentar preenche-los, a mim sinceramente ajuda-me imenso a música.
Nada como a música para estimular a mente, não conheço melhor catalizador das emoções que os estimulantes dos nossos sentidos, nada como visionar e ouvir pequenos pedaços de vida que ficam a vaguear com o mínimo de sentido, e com todo o sentimento, pequenas imagens como se de memórias fotográficas se tratassem, sons que mais parecem rasgos de água turva a escorrer sobre um rio que corre como corre a vida.
A água simboliza o tempo que jamais para de correr, nós somos as pequenas folhas levadas pela corrente num pedaço de agua turva, que nos impede de chegar ao fundo da verdade humana, e por vezes ficamos presos ao leito do rio porque temos medo do que possa vir depois, mas nem por isso para a água de correr, nem por isso deixa o tempo de passar, por muito vazios que estejamos, não nos podemos abstrair da vida, do mundo, e cair no comodismo que abraça o metodismo de dizer logo se vê, e depois mais tarde, correndo o grave risco de cair num turbilhão de “e se”. E se eu tivesse feito, e se eu tivesse ido, e se eu tivesse sido, e questionar a mente com subconsciências que nos travam o espírito e a mente criando um muro de hipocrisia para com os nosso ideais, para com as verdades, e se achamos a água turva demais para ver o fundo da verdade da fonte humana, ainda conseguimos fazer com que tudo seja mais turvo, colocando uma venda nos olhos da nossa vontade, do querer triunfar, o raciocínio pode ser uma bênção, mas o pensamento devia se ficar pelas alturas em que nos ajuda, não nas alturas em que atrapalha.
Em questão de dúvida arrisque, a experiência sempre se disse mãe de todas as coisas.
domingo, maio 01, 2005
Piadolas de esfincter.
Porque é que a galinha não atravessa a segunda circular?
R: Porque não se quer encontrar com o talhante do Campo Grande, além do mais para servir de prato em jantares fictícios.
R: Porque não se quer encontrar com o talhante do Campo Grande, além do mais para servir de prato em jantares fictícios.
Um dia os casos práticos de cariz jurídico vão ser escritos por Nicholas Sparks.
Por vezes ouvimos com cada história que ficamos sempre um bocadinho sem saber o que dizer.
Estes dias o senhor A veio falar comigo sobre o senhor B, pelos vistos o senhor B tinha feito uma magnificente poia. ( tradução extrajudicial, o B fez merda)
O senhor A e o senhor B tinham uma relação de compadrio pois a irmã do senhor A constituiu uma relação conjugal em comunhão de adquiridos com o irmão do senhor B, e por causa desta comunhão conjugal os dois indivíduos supracitados eram muito amigos, dai a situação de compadrio, visto que tinham os dois um negócio de silvicultura. (depois nestas histórias mete-se sempre algo que generalidade das pessoas não se lembra do que significa, mas quando é esclarecido diz “AAAAAAAHHH pois é isso que cabeça a minha”)
Tentando não fugir muito do cerne da questão, e mantendo uma linha condutora desta epopeia do abecedário, entre indivíduos que são denominados de A, B, C e eventualmente Z, vou continuar a narrar a história que me foi contada pelo próprio senhor A em pessoa, quando o encontrei no Lidl a comprar um saco de 10 kg de postas de pescada vinda dos mares extensos e imensos da Mongólia. (private joke)
No dia 13 de Abril de 2005, o senhor A veio me confidenciar a seguinte situação, o senhor A ao referir a sua grande amizade com o senhor B, fê-lo com um certo pesar da voz, pelo que eu supus que o senhor B seria o de cujus desta situação, lá foi o B com os porcos.
Infelizmente e para grande mágoa do senhor A não foi essa a situação, antes fosse aplicado outro regime jurídico dizia-me o senhor A, mas o problema era muito mais grave, tratava-se de um problema de filiação, pelo que o senhor A supunha que os cornos que lhe tinham nascidos seriam uma herança jacente. Pelos vistos o senhor B tinha afiambrado a mulher do senhor A, a senhora C, numas férias de Verão na Costa da Caparica, e depois dessas férias, sete meses e meio depois nascia o puto R, também conhecido como Ruca man, filho do senhor A e da senhora C supunha-se.
Pelos vistos o problema de filiação estava relacionado com uma acessão industrial mobiliária que o senhor B fez com as vergonhas da senhora C, por conseguinte, deu-se uma confusão e união das partes marotas de B e C, o que viria dar mais tarde o belo resultado do surfista betoso que fuma uns charrinhos e fica todo maluco, o R, Ruca man.
O senhor A ficou fulo, e não queria falar mais com o senhor B, mas pela sua esposa senhora C continuava a nutrir um forte sentimento possessório, e por esse motivo se deu a maior tragédia, o senhor B aproveitou os 18 anos de casamento de A com C e juntou a sua posse de 2 anos aos 18 anos de posse de A, e usucapiu a senhora C adquirindo-a através do regime da usucapião de má fé, que se suplanta ao registo matrimonial de A com C.
Para A o seu antigo amigo e companheiro do Ultramar B, era agora um verdadeiro pulha jurídico.
Se tudo ficasse por aqui o senhor A estaria bem mais complacente, mas pelos vistos o senhor A tinha feito das suas, ao estabelecer uma relação de usufrutuário da filha do senhor B, e que belos frutos dali colheu, o problema é que esse usufruto não seria vitalício, pelo qual o senhor B agiu em defesa da posse dos frutos da filha, pois o seu rebento jamais iria ser constituída como propriedade horizontal para que A a possui-se, pois A só gostava de F, filha de B, na horizontal.
Pelo motivo mencionado em cima, não foi B que ficou mais piurso, foi F, que se sentiu como uma benfeitoria útil, e por isso ficou magoada, então decidiu replicar com uma reconvenção, impugnou as partes recônditas de R, e dai viria a ficar grávida de J, mas por pura malandrice, e por não estarem a passar reposições da Tieta do Agreste na tv, F decide dizer a A que aquele lucro cessante era pertencente a A, e tinha sido concebido com este numa noite de mariscada organizada pela paróquia de Chelas.
O senhor A ficou extremamente perturbado, e não tinha bem a certeza do que fazer, apanhou uma real bebedeira, e no snack-bar restaurante de P, anunciou que iria ser pai e contou toda a história, quem estava por sinal na mesma casa de pasto, era R.
Ruca costumava por ali parar para jogar um bilharzinho com os amigos, e de logo foi felicitar A pelo grande feito de atribuir personalidade jurídica a lucros cessantes. A contou toda a história e supostamente o dia em que tudo tinha acontecido, R, que por sorte nesse dia estava sóbrio, viria a comentar com Z, conhecido como o Zé Tó da Dona Amélia, pois era conhecido como filho da senhora Amélia que era dona de um estabelecimento de prostituição, que o filho possivelmente não seria de A mas sim de R e todo o seu grupo de surfistas que naquela noite teriam estado com F numa festa de shot’s no meio da praia.
Z, que trabalhava para A como moço de recados da drogaria deste, foi contar a A o que se passava, pelo que A ficou com a ligeira sensação de que F seria uma das grandes rameiras do bairro, por conseguinte manda que Z pegue no seu carro e tente encontrar F, para que A possa falar com ela.
Z ligeiramente embriagado com uns bombons de ginja que tinha tirado do porta luvas do carro de A e consumido, atropela B e C que estavam numa esplanada.
Z disse que ia a mando de A, e que este tinha responsabilidade civil sobre aquele acontecimento, ao que A escusou-se da sua responsabilidade dizendo que Z tinha furtado o seu veiculo automóvel através de um esbulho violento em que A até saiu magoado com a luxação do dedo mindinho.
F e R depois de apanharem uma valente piela decidem por um cobro ao assunto, e fogem para Espanha onde viriam a exercer distintas profissões, um seria proxeneta e a outra uma meretriz de baixo teor calórico e por sinal muito em conta.
A ficaria sozinho, pois B e C haviam falecido no trágico acidente, Z seria preso, R e F já sabemos o que lhes aconteceu, e P ficara sem a sua cervejaria, casa de pasto, snack-bar restaurante, por motivos de salubridade pública pois tinham encontrado 10 kg de postas de pescada em estado de decomposição total, o que levou vários clientes a um estado de cagar blocos, mas muito fininhos.
A ficava agora sozinho, sem ninguém, e sentia-se sozinho, pelo que recomendei que fosse falar com DDDD, alguém que tinha um grande sentido de estética sobre a vida, e que o poderia ajudar a encontrar o norte outra vez, usando os seus elevados conhecimentos de psicologia humana e de justiça mundana algo que tinha aprendido exercendo a sua profissão de conselheira emocional, pelo que A retorquiu, na Dona Amélia é mais barato.
Por tal insulto feito por A a um leitor ou leitora do blog em que colaboro, disse a A que nunca mais lhe voltaria a falar, e disse que só não era seu pai porque a sua mãe não teria troco de dois euros e meio, e que a sua tia receberia homens casados lá em casa cobrando pequenas taxas que seriam posteriormente cobradas de acordo com a categoria B perfilhada no artigo 1º do Código de IRS.
Infelizmente a história não acaba por aqui, e muitas mais letras do abecedário são escabrosamente envolvidas nestas teias de confusão e desilusão, todas feitas em volta de A como se de um casulo de má fortuna se tratasse.
Para mais aventuras de A o individuo dos casos práticos de teor jurídico, não perca o próximo relato no seu blog, que o defende e insulta partes de grande influência nas suas histórias.
Estes dias o senhor A veio falar comigo sobre o senhor B, pelos vistos o senhor B tinha feito uma magnificente poia. ( tradução extrajudicial, o B fez merda)
O senhor A e o senhor B tinham uma relação de compadrio pois a irmã do senhor A constituiu uma relação conjugal em comunhão de adquiridos com o irmão do senhor B, e por causa desta comunhão conjugal os dois indivíduos supracitados eram muito amigos, dai a situação de compadrio, visto que tinham os dois um negócio de silvicultura. (depois nestas histórias mete-se sempre algo que generalidade das pessoas não se lembra do que significa, mas quando é esclarecido diz “AAAAAAAHHH pois é isso que cabeça a minha”)
Tentando não fugir muito do cerne da questão, e mantendo uma linha condutora desta epopeia do abecedário, entre indivíduos que são denominados de A, B, C e eventualmente Z, vou continuar a narrar a história que me foi contada pelo próprio senhor A em pessoa, quando o encontrei no Lidl a comprar um saco de 10 kg de postas de pescada vinda dos mares extensos e imensos da Mongólia. (private joke)
No dia 13 de Abril de 2005, o senhor A veio me confidenciar a seguinte situação, o senhor A ao referir a sua grande amizade com o senhor B, fê-lo com um certo pesar da voz, pelo que eu supus que o senhor B seria o de cujus desta situação, lá foi o B com os porcos.
Infelizmente e para grande mágoa do senhor A não foi essa a situação, antes fosse aplicado outro regime jurídico dizia-me o senhor A, mas o problema era muito mais grave, tratava-se de um problema de filiação, pelo que o senhor A supunha que os cornos que lhe tinham nascidos seriam uma herança jacente. Pelos vistos o senhor B tinha afiambrado a mulher do senhor A, a senhora C, numas férias de Verão na Costa da Caparica, e depois dessas férias, sete meses e meio depois nascia o puto R, também conhecido como Ruca man, filho do senhor A e da senhora C supunha-se.
Pelos vistos o problema de filiação estava relacionado com uma acessão industrial mobiliária que o senhor B fez com as vergonhas da senhora C, por conseguinte, deu-se uma confusão e união das partes marotas de B e C, o que viria dar mais tarde o belo resultado do surfista betoso que fuma uns charrinhos e fica todo maluco, o R, Ruca man.
O senhor A ficou fulo, e não queria falar mais com o senhor B, mas pela sua esposa senhora C continuava a nutrir um forte sentimento possessório, e por esse motivo se deu a maior tragédia, o senhor B aproveitou os 18 anos de casamento de A com C e juntou a sua posse de 2 anos aos 18 anos de posse de A, e usucapiu a senhora C adquirindo-a através do regime da usucapião de má fé, que se suplanta ao registo matrimonial de A com C.
Para A o seu antigo amigo e companheiro do Ultramar B, era agora um verdadeiro pulha jurídico.
Se tudo ficasse por aqui o senhor A estaria bem mais complacente, mas pelos vistos o senhor A tinha feito das suas, ao estabelecer uma relação de usufrutuário da filha do senhor B, e que belos frutos dali colheu, o problema é que esse usufruto não seria vitalício, pelo qual o senhor B agiu em defesa da posse dos frutos da filha, pois o seu rebento jamais iria ser constituída como propriedade horizontal para que A a possui-se, pois A só gostava de F, filha de B, na horizontal.
Pelo motivo mencionado em cima, não foi B que ficou mais piurso, foi F, que se sentiu como uma benfeitoria útil, e por isso ficou magoada, então decidiu replicar com uma reconvenção, impugnou as partes recônditas de R, e dai viria a ficar grávida de J, mas por pura malandrice, e por não estarem a passar reposições da Tieta do Agreste na tv, F decide dizer a A que aquele lucro cessante era pertencente a A, e tinha sido concebido com este numa noite de mariscada organizada pela paróquia de Chelas.
O senhor A ficou extremamente perturbado, e não tinha bem a certeza do que fazer, apanhou uma real bebedeira, e no snack-bar restaurante de P, anunciou que iria ser pai e contou toda a história, quem estava por sinal na mesma casa de pasto, era R.
Ruca costumava por ali parar para jogar um bilharzinho com os amigos, e de logo foi felicitar A pelo grande feito de atribuir personalidade jurídica a lucros cessantes. A contou toda a história e supostamente o dia em que tudo tinha acontecido, R, que por sorte nesse dia estava sóbrio, viria a comentar com Z, conhecido como o Zé Tó da Dona Amélia, pois era conhecido como filho da senhora Amélia que era dona de um estabelecimento de prostituição, que o filho possivelmente não seria de A mas sim de R e todo o seu grupo de surfistas que naquela noite teriam estado com F numa festa de shot’s no meio da praia.
Z, que trabalhava para A como moço de recados da drogaria deste, foi contar a A o que se passava, pelo que A ficou com a ligeira sensação de que F seria uma das grandes rameiras do bairro, por conseguinte manda que Z pegue no seu carro e tente encontrar F, para que A possa falar com ela.
Z ligeiramente embriagado com uns bombons de ginja que tinha tirado do porta luvas do carro de A e consumido, atropela B e C que estavam numa esplanada.
Z disse que ia a mando de A, e que este tinha responsabilidade civil sobre aquele acontecimento, ao que A escusou-se da sua responsabilidade dizendo que Z tinha furtado o seu veiculo automóvel através de um esbulho violento em que A até saiu magoado com a luxação do dedo mindinho.
F e R depois de apanharem uma valente piela decidem por um cobro ao assunto, e fogem para Espanha onde viriam a exercer distintas profissões, um seria proxeneta e a outra uma meretriz de baixo teor calórico e por sinal muito em conta.
A ficaria sozinho, pois B e C haviam falecido no trágico acidente, Z seria preso, R e F já sabemos o que lhes aconteceu, e P ficara sem a sua cervejaria, casa de pasto, snack-bar restaurante, por motivos de salubridade pública pois tinham encontrado 10 kg de postas de pescada em estado de decomposição total, o que levou vários clientes a um estado de cagar blocos, mas muito fininhos.
A ficava agora sozinho, sem ninguém, e sentia-se sozinho, pelo que recomendei que fosse falar com DDDD, alguém que tinha um grande sentido de estética sobre a vida, e que o poderia ajudar a encontrar o norte outra vez, usando os seus elevados conhecimentos de psicologia humana e de justiça mundana algo que tinha aprendido exercendo a sua profissão de conselheira emocional, pelo que A retorquiu, na Dona Amélia é mais barato.
Por tal insulto feito por A a um leitor ou leitora do blog em que colaboro, disse a A que nunca mais lhe voltaria a falar, e disse que só não era seu pai porque a sua mãe não teria troco de dois euros e meio, e que a sua tia receberia homens casados lá em casa cobrando pequenas taxas que seriam posteriormente cobradas de acordo com a categoria B perfilhada no artigo 1º do Código de IRS.
Infelizmente a história não acaba por aqui, e muitas mais letras do abecedário são escabrosamente envolvidas nestas teias de confusão e desilusão, todas feitas em volta de A como se de um casulo de má fortuna se tratasse.
Para mais aventuras de A o individuo dos casos práticos de teor jurídico, não perca o próximo relato no seu blog, que o defende e insulta partes de grande influência nas suas histórias.
quarta-feira, abril 20, 2005
Das nauseas para o choro.
Ao passar os olhos pela SIC Noticia, oiço um comentário de que a Deputada Zita Seabra está com tiques nervosos enquanto efectua as suas declarações, e de que a bancada do PSD está vazia, não dando apoio a esta bela Deputada saltitona, vergonha para eles, vergonha essa só desculpável pelo facto da Deputada Zita Seabra, ter uma voz ainda mais estridente e irritante que a Júlia Pinheiro. Só um reparo, a Júlia Pinheiro faz-se acompanhar por um burro nas suas intervenções, por esse facto e pela defesa da igualdade, peço que o Deputado do CDS, e líder da juventude desse partido, João Almeida faça um dueto com Zita Seabra tal e qual Júlia Pinheiro e o burro falante, que pelo que consta está prestes a acabar o curso de Direito na Católica, pelo que já foi congratulado pelo CDS e convidado a ocupar o lugar de João Almeida na bancada parlamentar do CDS.
O assunto é o aborto, é uma matéria em que não tenho uma ideia bem formada, não digo nem que sim nem que não, apenas sei um possível motivo para o facto de não ter uma opinião formada, porque talvez nunca me perguntem isso, ao ponto de me levar a reflectir.
Sinceramente sinto-me ofendido e atacado quando constato o facto de que certos Deputados nem falar sabem, mas opinam convictos numa voz de comando cometendo erros técnicos sobre um assunto que verdadeiramente deixou de ser tabu para ser tofu de que os verdes tanto gostam, mas que raio de parlamento é aquele, sou só eu ou mais alguém acha que a Deputada Odete Santos devia usar açaime e casaco de forças?
Uma absoluta e total vergonha o uso que se faz de um tema de relativa importância social para uns e de muita importância para outros.
Sinceramente, quer alguém afligido pela situação saber a opinião de quatro ou cinco peidos da bancada parlamentar do CDS? Ainda usam fraldinhas e já se dizem mártires da causa? Uma causa que nem sabem o que é ao certo.
Quem são os principais visados e interessados na questão?
Pela regra que faz de nós a sociedade democrática que somos, quem interessa opinar é o povo, sem povo não existe Estado nem Parlamento, e já agora 60% de abstenção não é decisão da maioria. Já houve um referendo em 1998, à sete anos atrás, a situação do aborto resolveu-se? Não, continua a afligir as pobres mentes tortuosas daqueles belos espécimes políticos da direita para a esquerda.
Se faz sentido um novo referendo, maioria diz que sim, e depois sopas, e depois falam de cordeiros e bolinhas de lã, no fundo o que ali se faz é enrolar novelos de lã da tosquia de Nuno Melo e João Almeida, a bancada dos cordeirinhos risonhos, risos que vêem do facto de terem aprendido a mijar de pé a semana passada.
Quem tem a voz do povo senão o povo, o povo quando deixa que a sua voz seja representada, que a carreguem, não pede para se tornar mudo, pede para que a transmitam amplificadamente.
Queremos ser Europa, queremos o referendo sobre a questão da constituição europeia, dizem que é da maior importância para Portugal poder acompanhar a integração europeia, e o que mostram naquele parlamento é que nem sabem o que é a Europa, a União Europeia, não seguem as recomendações do Parlamento Europeu, mas são uma Assembleia que se preocupa com a integração de Portugal na Europa.
Apenas me levam a crer que na Assembleia da Republica, nem sabem o que é política, nem sabe que funções devem desempenhar, acho que ninguém representa o povo querendo que este seja cego, surdo e mudo. Se existe uma medida que não resolveu certo problema, um meio que não satisfez o propósito para que foi criado, alcançando o fim desejado, seria de uma lógica brilhante que num rasgo de racionalidade se desse ao povo um novo meio de combater um assunto que não interessa sé é mais ou menos relevante, é um problema que existe, e se queremos evoluir, seria de bom grado e sinal de inteligência remendar qualquer furo no casco, para que o país que se lança nos braços do mar, não se afunde mais, e cada vez mais. Na minha opinião qualquer assunto que constitua uma preocupação social, deve ser resolvido com tanta urgência como os outros assuntos, como podemos querer fazer parte de uma União Europeia sem consultar o povo sobre assuntos que nos tornem mais Europeus, seria o mesmo que na Turquia abafar o problema da pena de morte e fazer uma referendo a perguntar se querem os Turcos fazer parte da União Europeia.
Portugal só irá estar no ponto para fazer parte da União Europeia, quando se desembaraçar de nós retrógradas nas consciências de quem no nosso país dirige e decide, que se observe a evolução dos outros, que se avance com confiança ao invés de ficar a olhar para trás para o atraso que levamos, parados no comodismo a contar e a calcular o que é preciso para sermos alguém, está na hora de passar à acção, de justificar os inúmeros esforços pedidos ao povo português com trabalho e mais esforço, não sou contra a que se peça aos portugueses mais sacrifícios, sou é a favor de que se justifique esses sacrifícios, e que caso eles não sejam justificados que rolem as cabeças, começando para quem coloca entraves na modernização e avanço ideológico necessário para nos tornar-mos parte real na União Europeia, porque neste momento, não estamos na cauda da União Europeia, nem na cauda da Europa, com este raciocínio começamos a tornar-nos nos dejectos da Europa.
Nos dias que correm, a politíca deixou de me meter nojo, e passou a criar um enorme vazio ocupado pela tristza aglomerado com desespero.
O assunto é o aborto, é uma matéria em que não tenho uma ideia bem formada, não digo nem que sim nem que não, apenas sei um possível motivo para o facto de não ter uma opinião formada, porque talvez nunca me perguntem isso, ao ponto de me levar a reflectir.
Sinceramente sinto-me ofendido e atacado quando constato o facto de que certos Deputados nem falar sabem, mas opinam convictos numa voz de comando cometendo erros técnicos sobre um assunto que verdadeiramente deixou de ser tabu para ser tofu de que os verdes tanto gostam, mas que raio de parlamento é aquele, sou só eu ou mais alguém acha que a Deputada Odete Santos devia usar açaime e casaco de forças?
Uma absoluta e total vergonha o uso que se faz de um tema de relativa importância social para uns e de muita importância para outros.
Sinceramente, quer alguém afligido pela situação saber a opinião de quatro ou cinco peidos da bancada parlamentar do CDS? Ainda usam fraldinhas e já se dizem mártires da causa? Uma causa que nem sabem o que é ao certo.
Quem são os principais visados e interessados na questão?
Pela regra que faz de nós a sociedade democrática que somos, quem interessa opinar é o povo, sem povo não existe Estado nem Parlamento, e já agora 60% de abstenção não é decisão da maioria. Já houve um referendo em 1998, à sete anos atrás, a situação do aborto resolveu-se? Não, continua a afligir as pobres mentes tortuosas daqueles belos espécimes políticos da direita para a esquerda.
Se faz sentido um novo referendo, maioria diz que sim, e depois sopas, e depois falam de cordeiros e bolinhas de lã, no fundo o que ali se faz é enrolar novelos de lã da tosquia de Nuno Melo e João Almeida, a bancada dos cordeirinhos risonhos, risos que vêem do facto de terem aprendido a mijar de pé a semana passada.
Quem tem a voz do povo senão o povo, o povo quando deixa que a sua voz seja representada, que a carreguem, não pede para se tornar mudo, pede para que a transmitam amplificadamente.
Queremos ser Europa, queremos o referendo sobre a questão da constituição europeia, dizem que é da maior importância para Portugal poder acompanhar a integração europeia, e o que mostram naquele parlamento é que nem sabem o que é a Europa, a União Europeia, não seguem as recomendações do Parlamento Europeu, mas são uma Assembleia que se preocupa com a integração de Portugal na Europa.
Apenas me levam a crer que na Assembleia da Republica, nem sabem o que é política, nem sabe que funções devem desempenhar, acho que ninguém representa o povo querendo que este seja cego, surdo e mudo. Se existe uma medida que não resolveu certo problema, um meio que não satisfez o propósito para que foi criado, alcançando o fim desejado, seria de uma lógica brilhante que num rasgo de racionalidade se desse ao povo um novo meio de combater um assunto que não interessa sé é mais ou menos relevante, é um problema que existe, e se queremos evoluir, seria de bom grado e sinal de inteligência remendar qualquer furo no casco, para que o país que se lança nos braços do mar, não se afunde mais, e cada vez mais. Na minha opinião qualquer assunto que constitua uma preocupação social, deve ser resolvido com tanta urgência como os outros assuntos, como podemos querer fazer parte de uma União Europeia sem consultar o povo sobre assuntos que nos tornem mais Europeus, seria o mesmo que na Turquia abafar o problema da pena de morte e fazer uma referendo a perguntar se querem os Turcos fazer parte da União Europeia.
Portugal só irá estar no ponto para fazer parte da União Europeia, quando se desembaraçar de nós retrógradas nas consciências de quem no nosso país dirige e decide, que se observe a evolução dos outros, que se avance com confiança ao invés de ficar a olhar para trás para o atraso que levamos, parados no comodismo a contar e a calcular o que é preciso para sermos alguém, está na hora de passar à acção, de justificar os inúmeros esforços pedidos ao povo português com trabalho e mais esforço, não sou contra a que se peça aos portugueses mais sacrifícios, sou é a favor de que se justifique esses sacrifícios, e que caso eles não sejam justificados que rolem as cabeças, começando para quem coloca entraves na modernização e avanço ideológico necessário para nos tornar-mos parte real na União Europeia, porque neste momento, não estamos na cauda da União Europeia, nem na cauda da Europa, com este raciocínio começamos a tornar-nos nos dejectos da Europa.
Nos dias que correm, a politíca deixou de me meter nojo, e passou a criar um enorme vazio ocupado pela tristza aglomerado com desespero.
terça-feira, março 15, 2005
Bom bom é fazermos aquilo de que gostamos.
Tirando o facto de que deveria estar a estudar, reservei cinco minutos para partilhar com os atentos leitores, parte crucial da minha vida, por incrível que pareça.
Nos últimos anos, grande parte dos meus dias é violentado por palavras de ar portentoso, entre partilhas de terras, e servidões de passagem, contratos de compra e venda de imóveis sujeitos a registo, penhoras de membros postiços e usucapião de ravinas, o caso mais estranho sempre foi a doação de bibliotecas jurídicas aos entes queridos.
O que me refiro é a algo deste género, o senhor A com 82 anos de idade decide doar a B seu sobrinho parte da sua biblioteca jurídica de onde constam livros valiosos de direito romano, e doa a C, também seu sobrinho e irmão de B, a outra metade da biblioteca jurídica de onde constam belos brocardos, e livros com glosas divinais.
B menor de idade vende a sua metade da biblioteca jurídica a D, um lente da Faculdade de Direito de Lisboa, mas D exige a B que os livros de belas glosas façam parte do pacote, pelo facto que B esbulha o seu irmão e vende juntamente com a sua metade da biblioteca os livros glosados de C. C que sempre quis seguir a vertente de direito, entra em desespero ao dar por falta dos seus livros glosados com imagens nuas de Justiniano, e decide agredir o irmão e ameaça cortar-lhe um dedo todos os dias até que este lhe devolva o livro.
B diz que em três dias recupera o livro do irmão, caso contrário submete-se a ser sodomizado por E que se oferece como sodomizador fiador de C, visto que C ficou interdito para tal prática quando entalou os genitais num exemplar de capa grossa do Código Civil. B já sem sete dedos, mas ainda apto para comer de faca e garfo, dirige-se a D a pedir que este lhe restitua o livro glosado, caso contrário exerce direito de preferência sobre a filha de D e mete-a a prostituir-se na Torre do Tombo e na Assembleia da Republica. D com medo das ameaças de B, e com receio de se tornar sogro de João Almeida, deputado pelo CDS, decide dar a B o livro glosado com fotos de Justiniano nu.
B já em posse do livro é esbulhado por E, que sabe que se B não restituir o livro a C, irmão de B, será sodomizado por si.
B a quem acabou a vaselina decide matar A que lhe doou metade da biblioteca jurídica que causou todo o imbróglio, e ao expelir um cálculo dos rins através do pénis mata E como se de David e Golias se tratasse. C escandalizado com todo o procedimento ocorrido decide engravidar a filha de D e oferece os livros glosados a D pela mão da sua filha. B entretanto torna-se cantor popular e ganha a vida a cantar os artigos da Constituição Portuguesa.
Depois de tudo isto, digam-me qual é a primeira coisa que uma mente fragilizada pela brusquidão dos calhamaços pensa?
Safoder com o A e com o B mais o C e o D e até o E, porque raio não se metem todos numa ramboia, no regabofe saudosista dos tempos do António e se comem uns aos outros.
Algum lente com dois dedos de testa, acha sinceramente que algum aluno se esfalfa a pensar porque raio o senhor A deixa que o senhor B lhe pape a filha, e que tipo de servidão é essa?
Será que a minha vida vai ser toda feita em volta do senhor A e do senhor B, será que irei passar a vida a pensar no divórcio do senhor C com a senhora D, e de como fica o pequeno E?
As conversas com os amigos serão todas sobre fulano e beltrano, sobre o senhor X que matou o cão da senhora Z, pelo qual q senhora Z através de actos sexuais impregnou o senhor X com uma terrível praga de chatos, e de como toda a situação se tornou surrealista quando o senhor X ao coçar a micose a meio do tribunal atingiu o escrivão com um pelo púbico que lhe levou uma vista e por uma nesga não lhe encravava o teclado?
Meus amigos, um apelo, comecem a utilizar figuras nos livros de direito, larguem o senhor A e o senhor B e comecem a usar boatos das revistas cor-de-rosa, algo tipo Cláudio Ramos agrediu Santana Lopes, pois este não lhe ocupou o cargo, ou o senhor César Peixoto fez um contrato de compra e venda das suas lingeries preferidas ao senhor ou senhor filha do Néné.
Pensem nisso, porque isto de estar a estudar promessas, não promete nada par ao futuro, isto cansa e é maçador, peço com urgência que se torne os livros menos maçadores e mais actuais, se os livros de português do 8º ano podem ter testes sobre o Big Brother, porque não pode um livro de Obrigações ter testes sobre o Juiz Decide?
Quem se junta a mim nesta luta?
Tem de ser parvo e uma completa abécula.
Nos últimos anos, grande parte dos meus dias é violentado por palavras de ar portentoso, entre partilhas de terras, e servidões de passagem, contratos de compra e venda de imóveis sujeitos a registo, penhoras de membros postiços e usucapião de ravinas, o caso mais estranho sempre foi a doação de bibliotecas jurídicas aos entes queridos.
O que me refiro é a algo deste género, o senhor A com 82 anos de idade decide doar a B seu sobrinho parte da sua biblioteca jurídica de onde constam livros valiosos de direito romano, e doa a C, também seu sobrinho e irmão de B, a outra metade da biblioteca jurídica de onde constam belos brocardos, e livros com glosas divinais.
B menor de idade vende a sua metade da biblioteca jurídica a D, um lente da Faculdade de Direito de Lisboa, mas D exige a B que os livros de belas glosas façam parte do pacote, pelo facto que B esbulha o seu irmão e vende juntamente com a sua metade da biblioteca os livros glosados de C. C que sempre quis seguir a vertente de direito, entra em desespero ao dar por falta dos seus livros glosados com imagens nuas de Justiniano, e decide agredir o irmão e ameaça cortar-lhe um dedo todos os dias até que este lhe devolva o livro.
B diz que em três dias recupera o livro do irmão, caso contrário submete-se a ser sodomizado por E que se oferece como sodomizador fiador de C, visto que C ficou interdito para tal prática quando entalou os genitais num exemplar de capa grossa do Código Civil. B já sem sete dedos, mas ainda apto para comer de faca e garfo, dirige-se a D a pedir que este lhe restitua o livro glosado, caso contrário exerce direito de preferência sobre a filha de D e mete-a a prostituir-se na Torre do Tombo e na Assembleia da Republica. D com medo das ameaças de B, e com receio de se tornar sogro de João Almeida, deputado pelo CDS, decide dar a B o livro glosado com fotos de Justiniano nu.
B já em posse do livro é esbulhado por E, que sabe que se B não restituir o livro a C, irmão de B, será sodomizado por si.
B a quem acabou a vaselina decide matar A que lhe doou metade da biblioteca jurídica que causou todo o imbróglio, e ao expelir um cálculo dos rins através do pénis mata E como se de David e Golias se tratasse. C escandalizado com todo o procedimento ocorrido decide engravidar a filha de D e oferece os livros glosados a D pela mão da sua filha. B entretanto torna-se cantor popular e ganha a vida a cantar os artigos da Constituição Portuguesa.
Depois de tudo isto, digam-me qual é a primeira coisa que uma mente fragilizada pela brusquidão dos calhamaços pensa?
Safoder com o A e com o B mais o C e o D e até o E, porque raio não se metem todos numa ramboia, no regabofe saudosista dos tempos do António e se comem uns aos outros.
Algum lente com dois dedos de testa, acha sinceramente que algum aluno se esfalfa a pensar porque raio o senhor A deixa que o senhor B lhe pape a filha, e que tipo de servidão é essa?
Será que a minha vida vai ser toda feita em volta do senhor A e do senhor B, será que irei passar a vida a pensar no divórcio do senhor C com a senhora D, e de como fica o pequeno E?
As conversas com os amigos serão todas sobre fulano e beltrano, sobre o senhor X que matou o cão da senhora Z, pelo qual q senhora Z através de actos sexuais impregnou o senhor X com uma terrível praga de chatos, e de como toda a situação se tornou surrealista quando o senhor X ao coçar a micose a meio do tribunal atingiu o escrivão com um pelo púbico que lhe levou uma vista e por uma nesga não lhe encravava o teclado?
Meus amigos, um apelo, comecem a utilizar figuras nos livros de direito, larguem o senhor A e o senhor B e comecem a usar boatos das revistas cor-de-rosa, algo tipo Cláudio Ramos agrediu Santana Lopes, pois este não lhe ocupou o cargo, ou o senhor César Peixoto fez um contrato de compra e venda das suas lingeries preferidas ao senhor ou senhor filha do Néné.
Pensem nisso, porque isto de estar a estudar promessas, não promete nada par ao futuro, isto cansa e é maçador, peço com urgência que se torne os livros menos maçadores e mais actuais, se os livros de português do 8º ano podem ter testes sobre o Big Brother, porque não pode um livro de Obrigações ter testes sobre o Juiz Decide?
Quem se junta a mim nesta luta?
Tem de ser parvo e uma completa abécula.
segunda-feira, março 14, 2005
Tinham de inventar a roda..e agora isto..próxima paragem poias falantes.
Uma reportagem da TVI mostrou aos portugueses o que é ser Vegan.
Ser vegan vai mais além do que os vegetarianos, alem de não comerem animais e os seus derivados, não usam nada de origem animal.
Não usam seda, pois coitados dos bichos da seda, são explorados, a CGTP já anda em cima desse problema à muito tempo, não usam nada feito de couro, ou peles de animais, claro é bem melhor usar sandálias de cânhamo assim podem usar um bocadinho da sola para passar um bom bocado, resumindo eles não querem nada dos animais, ouvi dizer que os Vegans mais extremistas nem são capazes de dar uma festinha a um cão sem que este lhes dê permissão, e só depois de estabelecerem um pacto de amizade e confiança, pois não querem abusar da confiança do canídeo e dar festinhas podendo incomodar o animal, que não se sente à vontade com demonstrações públicas de afecto.
Isso de ser Vegan é complicado, além de que pode ser extremamente roto.
Ninguém vai a um restaurante e pede meia dose de espinafres com coentros, ou meia dose de couve-flor, além de que pedir meia dose é muito roto, pedir uma dose de grelos seria roto e muito estúpido.
Quem não come carne é roto, qual é o homem que não gosta de carne, nem que seja peixe que já é bem roto, mas qual o português que dispensa o fiel amigo da sua mesa?
Que ser vil e maquiavélico consegue dispensar um bom churrasco, uma boa picanha, quem não gosta de feijoada, de enchidos, presunto, quem pode dispensar leite, ovos, queijos, manteiga e todos os outros derivados de animais, quem diz não a um bom peixe assado, a uns jaquinzinhos, que comem eles com o pão, couve lombarda, cenouras ou pickles?
Comer caldo verde sem o chouriço a boiar, que crime, que pecado, esses Vegans conseguem ser pior que muitos ditadores megalómanos.
Agora um pouco mais a sério, a mensagem que os Vegan querem fazer passar, é de uma forte ligação com a natureza, um estado de harmonia com o natural, e o que dizem eles ser o saudável e recomendável para uma vida boa e longa, até existe casos em que afirmam alimentarem-se apenas de raios de sol e agua.
Quanto a mim isto não é saudável, nem natural, muito menos recomendável.
O ser humano é omnívoro por natureza, foi assim que fomos criados, comemos de tudo, e de tudo um pouco precisamos para o nosso organismo, seria contra natura deixar de ser omnívoro, se o homem fosse para ser herbívoro teríamos nascido com dois estômagos e com um problema de bulimia constante.
E as plantas não são seres vivos? Não se sentem mal por comer plantas, produtos hortícolas, será que uma cenoura não sofre? São tão amigos das plantas que as comem, bastardos insensíveis, mais valia o canibalismo seus pulhas.
Para quando a ideia de comer rochas? Essas não respiram, neem teem de ser salvas.
Sinceramente cada um tem a liberdade de viver como quer desde que em respeito pelos outros, cada um é livre de fazer as suas opções de vida e viver como quer, agora dizer que o Veganismo é o modo correcto de viver?
Já acho essa ideia algo descabida e pretensiosa demais.
Sinceramente acho isso tudo de ser Vegan uma grande treta, não é normal, muito menos completamente saudável, é uma alternativa, assim como é alternativa amputar um braço ou os dois e viver com menos membros do que aqueles com quais nascemos, mesmo assim não deixa de ser uma alternativa, uma opção de vida em minha opinião muito estúpida.
E vegans que sejam fascistas? Será que existem?
Ser vegan vai mais além do que os vegetarianos, alem de não comerem animais e os seus derivados, não usam nada de origem animal.
Não usam seda, pois coitados dos bichos da seda, são explorados, a CGTP já anda em cima desse problema à muito tempo, não usam nada feito de couro, ou peles de animais, claro é bem melhor usar sandálias de cânhamo assim podem usar um bocadinho da sola para passar um bom bocado, resumindo eles não querem nada dos animais, ouvi dizer que os Vegans mais extremistas nem são capazes de dar uma festinha a um cão sem que este lhes dê permissão, e só depois de estabelecerem um pacto de amizade e confiança, pois não querem abusar da confiança do canídeo e dar festinhas podendo incomodar o animal, que não se sente à vontade com demonstrações públicas de afecto.
Isso de ser Vegan é complicado, além de que pode ser extremamente roto.
Ninguém vai a um restaurante e pede meia dose de espinafres com coentros, ou meia dose de couve-flor, além de que pedir meia dose é muito roto, pedir uma dose de grelos seria roto e muito estúpido.
Quem não come carne é roto, qual é o homem que não gosta de carne, nem que seja peixe que já é bem roto, mas qual o português que dispensa o fiel amigo da sua mesa?
Que ser vil e maquiavélico consegue dispensar um bom churrasco, uma boa picanha, quem não gosta de feijoada, de enchidos, presunto, quem pode dispensar leite, ovos, queijos, manteiga e todos os outros derivados de animais, quem diz não a um bom peixe assado, a uns jaquinzinhos, que comem eles com o pão, couve lombarda, cenouras ou pickles?
Comer caldo verde sem o chouriço a boiar, que crime, que pecado, esses Vegans conseguem ser pior que muitos ditadores megalómanos.
Agora um pouco mais a sério, a mensagem que os Vegan querem fazer passar, é de uma forte ligação com a natureza, um estado de harmonia com o natural, e o que dizem eles ser o saudável e recomendável para uma vida boa e longa, até existe casos em que afirmam alimentarem-se apenas de raios de sol e agua.
Quanto a mim isto não é saudável, nem natural, muito menos recomendável.
O ser humano é omnívoro por natureza, foi assim que fomos criados, comemos de tudo, e de tudo um pouco precisamos para o nosso organismo, seria contra natura deixar de ser omnívoro, se o homem fosse para ser herbívoro teríamos nascido com dois estômagos e com um problema de bulimia constante.
E as plantas não são seres vivos? Não se sentem mal por comer plantas, produtos hortícolas, será que uma cenoura não sofre? São tão amigos das plantas que as comem, bastardos insensíveis, mais valia o canibalismo seus pulhas.
Para quando a ideia de comer rochas? Essas não respiram, neem teem de ser salvas.
Sinceramente cada um tem a liberdade de viver como quer desde que em respeito pelos outros, cada um é livre de fazer as suas opções de vida e viver como quer, agora dizer que o Veganismo é o modo correcto de viver?
Já acho essa ideia algo descabida e pretensiosa demais.
Sinceramente acho isso tudo de ser Vegan uma grande treta, não é normal, muito menos completamente saudável, é uma alternativa, assim como é alternativa amputar um braço ou os dois e viver com menos membros do que aqueles com quais nascemos, mesmo assim não deixa de ser uma alternativa, uma opção de vida em minha opinião muito estúpida.
E vegans que sejam fascistas? Será que existem?
segunda-feira, fevereiro 28, 2005
Mais uma música para animar vocês... a malta... e esta é gira.
Moody Blues - Nights in White Satin
Nights in white satin,
Never reaching the end,
Letters I've written,
Never meaning to send.
Beauty I'd always missed
With these eyes before,
Just what the truth is
I can't say anymore.
'Cause I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Gazing at people,
Some hand in hand,
Just what I'm going thru
They can understand.
Some try to tell me
Thoughts they cannot defend,
Just what you want to be
You will be in the end,
And I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Oh, how, I love you.
Nights in white satin,
Never reaching the end,
Letters I've written,
Never meaning to send.
Beauty I'd always missed
With these eyes before,
Just what the truth is
I can't say anymore.
'Cause I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Oh, how, I love you.
'Cause I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Oh, how, I love you.
Se gosta da música e como nós somos amiguinhos, damos a hipotese totalmente grátis de a adquirir sem esforço aqui .... http://rapidshare.de/files/729651/Moody_Blues_-_nights_In_White_Satin.mp3.html
Nights in white satin,
Never reaching the end,
Letters I've written,
Never meaning to send.
Beauty I'd always missed
With these eyes before,
Just what the truth is
I can't say anymore.
'Cause I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Gazing at people,
Some hand in hand,
Just what I'm going thru
They can understand.
Some try to tell me
Thoughts they cannot defend,
Just what you want to be
You will be in the end,
And I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Oh, how, I love you.
Nights in white satin,
Never reaching the end,
Letters I've written,
Never meaning to send.
Beauty I'd always missed
With these eyes before,
Just what the truth is
I can't say anymore.
'Cause I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Oh, how, I love you.
'Cause I love you,
Yes, I love you,
Oh, how, I love you.
Oh, how, I love you.
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quarta-feira, fevereiro 16, 2005
Como diria Bagão Félix, este é um post bom para o netos, para as avós e para os bebés.
Não podem fazer isto, não podem fazer aquilo, é este o prato do dia, nos últimos dias.
Nem é preciso procurar muito para entender do que se fala neste post.
Na semana passada ao ler um jornal diário, vejo a opinião de um advogado que dizia que os magistrados não deviam, não podiam ter ideologias políticas.
Ora para quem sabe todo o percurso que se faz numa faculdade de direito, sabemos que quem segue magistratura ou advocacia, tem os mesmos ensinamentos, são cinco anos de licenciatura, ao qual depois é necessário um exame para a ordem dos advogados, para os magistrados são mais dois anos de incessante trabalho, mas quer um quer outro segue a mesma orientação pedagógica, cultural, técnica, filosófica se quiserem. Por sinal se assim é, em ambos foi cultivado um forte interesse pela política e pelas suas ideologias, não fosse o caso de grande maioria dos políticos serem formados em direito, são unha com carne, a política e o direito.
Se assim é, como é possível um magistrado se coibir de ter uma orientação política, e porque motivo fazer um pedido de tal ordem? A lei exige a imparcialidade dos magistrados, é verdade, mas no tribunal, ou durante um processo e na incidência desse processo, caso contrário um magistrado não pode ter qualquer tipo de ideologia ou filiação associativista, nem pode mesmo ter um prato favorito? Pois dizer que gosta de carne não é ser imparcial para com os vegetarianos, se for uma imparcialidade política até compreendo que a ideia de um magistrado com filiação política seja algo que vai um pouco contra a ideia de checks and balances, a separação de poderes apregoada na Constituição, mas ideologia política? Um magistrado como qualquer cidadão português tem em Portugal um direito e um dever cívico de votar a quando das eleições dos representantes políticos, pois enquanto cidadão vai ser representado por estes, e tem direito a escolhe-los, a ideia de que alguém deve estar isento de ter ideologia política ou filiação política é inconcebivel, e até há casos em que magistrados que não exercem essas funções no momento em causa, são membros de governos, proibir uma ideologia básica na sociedade de hoje em dia faz algum sentido?
Acho que isso é um pouco ridículo.
Francisco Louçã acha mal que Paulo Portas se pronuncie sobre a questão, mais controvertida do que controversa, do aborto, pelo simples facto de Paulo Portas nunca ter tido a bênção da paternidade, logo por essa lógica o ministro competente para a pasta da toxicodependência seria de esquerda ou seria Morais Sarmento, pois já consumiram estupefacientes, por essa lógica nunca poderá ser responsável pela pasta do Ensino Superior quem não o acabou, o que deixa logo dois deputados do CDS como cartas fora do baralho, mesmo assim é bom saber que com 29 anos de idade e a frequentar o 4º ano de Direito, sempre podemos ser lideres de alguma coisa, e é de louvar alguém que consegue destronar outro líder, desta vez de uma região autónoma, do recorde do politico que mais tempo levou a completar a licenciatura do curso de direito.
Depois do exemplo do cabeça de cartaz do BE, já não posso dizer que só a direita é impositiva de modo negativo sobre as opiniões alheias, os camaradas também são autoritários, mas começo a pensar que alguma direita abusa, principalmente uma direita mais conservadora e contraria ao sentido de laicismo do estado democrático, porque em abono da verdade ou são uma coisa ou são outra, mas eu não gosto de estar a dizer que não podem ser uma coisa e outra ao mesmo tempo, mas isso de ser democrata cristão, segundo a lógica de muitos, também seria algo inconcebível num estado democrata laico, nenhum partido deve ter convicções religiosas, já os seus membros são livres de todas as ideologias e crenças, mas um partido não, um grupo político que represente o povo não pode ser discriminatório, uma coisa são ideologias políticas, agora acho que sempre foi visível, desde o 25 de Abril de 1974, uma clara e nada ténue linha divisória entre o Estado, a política, a democracia, e a religião, ou a democracia é só para uns?
Eis um caso para dizer, que os senhores do CDS-PP, e levam o PP de borla, não podem andar por ai a designarem-se de democratas cristãos, a bem dizer até podem, não podem é dizer que pertencem a um partido democrata cristão, como por vezes acontece, e em debates políticos perante o eleitorado, isso é algo preocupante, e bem mais preocupante do que certas trivialidades que por patologia alguns continuam a sustentar, a titulo de exemplo, neste blog, criticam-se humoristas por terem filiação ou ideologia política, criticam políticos por terem filiação política, só não efectuam uma autocrítica porque não se lembraram, mas até minto, a ser só uma simples critica por muito que acérrimas as palavras, ainda tinha razão de ser agora dizer não pode, coibir as pessoas de fazerem algo, pensarem algo, ou aderir a alguma coisa, como por exemplo este post, "não pode escrever"? Pode claro que pode até porque escreveu, onde estaríamos nós se todas as nossas acções fossem condicionadas por opiniões indigentes que não deveriam passar disso mesmo, de opiniões, simples criticas construtivas, apreciativas ou depreciativas, mas contudo construtivas, sem qualquer tipo de posição "eu tenho o rei na barriga", "eu é que sei o que é válido ou não é válido, o que pode ou não pode". Isto não é como o barco do aborto, que pode ou não pode atracar na costa portuguesa, dos portugueses, não dos democratas, nem dos cristãos, nem dos benfiquistas ou sportinguistas, bloquistas ou socialistas, de um credo ou de uma raça.
Este tipo de presunção estilo feudal, não abona a favor de quem quer fazer valer as suas ideias, aliás esse tipo de impetuosidade linguística, quase que faz esquecer palavras comuns como humildade, opinião, e enterra a ideia de razão sobre sete palmos de terra.
Ao contrário das posições adoptadas por alguns eu não digo que não podem escrever como escrevem, opinando como opinam, considerando isto um parecer, apenas digo que o abuso da expressão não pode, não podem, dá a ideia, segundo a psicanálise de Freud, uma ideia de impotência, falta de capacidade para, obstipação mental para saberem que as verdades não é algo que se monopolize, é bom que haja muita gente com a verdade em si, é importante que muita gente opine livremente e convictamente, mas do opinar a autoritarismos ideológicos, vai um grande passo, como os passos que devem ser dados quando vamos a falar, a escrever, e até mesmo a ler e apreender.
Nem é preciso procurar muito para entender do que se fala neste post.
Na semana passada ao ler um jornal diário, vejo a opinião de um advogado que dizia que os magistrados não deviam, não podiam ter ideologias políticas.
Ora para quem sabe todo o percurso que se faz numa faculdade de direito, sabemos que quem segue magistratura ou advocacia, tem os mesmos ensinamentos, são cinco anos de licenciatura, ao qual depois é necessário um exame para a ordem dos advogados, para os magistrados são mais dois anos de incessante trabalho, mas quer um quer outro segue a mesma orientação pedagógica, cultural, técnica, filosófica se quiserem. Por sinal se assim é, em ambos foi cultivado um forte interesse pela política e pelas suas ideologias, não fosse o caso de grande maioria dos políticos serem formados em direito, são unha com carne, a política e o direito.
Se assim é, como é possível um magistrado se coibir de ter uma orientação política, e porque motivo fazer um pedido de tal ordem? A lei exige a imparcialidade dos magistrados, é verdade, mas no tribunal, ou durante um processo e na incidência desse processo, caso contrário um magistrado não pode ter qualquer tipo de ideologia ou filiação associativista, nem pode mesmo ter um prato favorito? Pois dizer que gosta de carne não é ser imparcial para com os vegetarianos, se for uma imparcialidade política até compreendo que a ideia de um magistrado com filiação política seja algo que vai um pouco contra a ideia de checks and balances, a separação de poderes apregoada na Constituição, mas ideologia política? Um magistrado como qualquer cidadão português tem em Portugal um direito e um dever cívico de votar a quando das eleições dos representantes políticos, pois enquanto cidadão vai ser representado por estes, e tem direito a escolhe-los, a ideia de que alguém deve estar isento de ter ideologia política ou filiação política é inconcebivel, e até há casos em que magistrados que não exercem essas funções no momento em causa, são membros de governos, proibir uma ideologia básica na sociedade de hoje em dia faz algum sentido?
Acho que isso é um pouco ridículo.
Francisco Louçã acha mal que Paulo Portas se pronuncie sobre a questão, mais controvertida do que controversa, do aborto, pelo simples facto de Paulo Portas nunca ter tido a bênção da paternidade, logo por essa lógica o ministro competente para a pasta da toxicodependência seria de esquerda ou seria Morais Sarmento, pois já consumiram estupefacientes, por essa lógica nunca poderá ser responsável pela pasta do Ensino Superior quem não o acabou, o que deixa logo dois deputados do CDS como cartas fora do baralho, mesmo assim é bom saber que com 29 anos de idade e a frequentar o 4º ano de Direito, sempre podemos ser lideres de alguma coisa, e é de louvar alguém que consegue destronar outro líder, desta vez de uma região autónoma, do recorde do politico que mais tempo levou a completar a licenciatura do curso de direito.
Depois do exemplo do cabeça de cartaz do BE, já não posso dizer que só a direita é impositiva de modo negativo sobre as opiniões alheias, os camaradas também são autoritários, mas começo a pensar que alguma direita abusa, principalmente uma direita mais conservadora e contraria ao sentido de laicismo do estado democrático, porque em abono da verdade ou são uma coisa ou são outra, mas eu não gosto de estar a dizer que não podem ser uma coisa e outra ao mesmo tempo, mas isso de ser democrata cristão, segundo a lógica de muitos, também seria algo inconcebível num estado democrata laico, nenhum partido deve ter convicções religiosas, já os seus membros são livres de todas as ideologias e crenças, mas um partido não, um grupo político que represente o povo não pode ser discriminatório, uma coisa são ideologias políticas, agora acho que sempre foi visível, desde o 25 de Abril de 1974, uma clara e nada ténue linha divisória entre o Estado, a política, a democracia, e a religião, ou a democracia é só para uns?
Eis um caso para dizer, que os senhores do CDS-PP, e levam o PP de borla, não podem andar por ai a designarem-se de democratas cristãos, a bem dizer até podem, não podem é dizer que pertencem a um partido democrata cristão, como por vezes acontece, e em debates políticos perante o eleitorado, isso é algo preocupante, e bem mais preocupante do que certas trivialidades que por patologia alguns continuam a sustentar, a titulo de exemplo, neste blog, criticam-se humoristas por terem filiação ou ideologia política, criticam políticos por terem filiação política, só não efectuam uma autocrítica porque não se lembraram, mas até minto, a ser só uma simples critica por muito que acérrimas as palavras, ainda tinha razão de ser agora dizer não pode, coibir as pessoas de fazerem algo, pensarem algo, ou aderir a alguma coisa, como por exemplo este post, "não pode escrever"? Pode claro que pode até porque escreveu, onde estaríamos nós se todas as nossas acções fossem condicionadas por opiniões indigentes que não deveriam passar disso mesmo, de opiniões, simples criticas construtivas, apreciativas ou depreciativas, mas contudo construtivas, sem qualquer tipo de posição "eu tenho o rei na barriga", "eu é que sei o que é válido ou não é válido, o que pode ou não pode". Isto não é como o barco do aborto, que pode ou não pode atracar na costa portuguesa, dos portugueses, não dos democratas, nem dos cristãos, nem dos benfiquistas ou sportinguistas, bloquistas ou socialistas, de um credo ou de uma raça.
Este tipo de presunção estilo feudal, não abona a favor de quem quer fazer valer as suas ideias, aliás esse tipo de impetuosidade linguística, quase que faz esquecer palavras comuns como humildade, opinião, e enterra a ideia de razão sobre sete palmos de terra.
Ao contrário das posições adoptadas por alguns eu não digo que não podem escrever como escrevem, opinando como opinam, considerando isto um parecer, apenas digo que o abuso da expressão não pode, não podem, dá a ideia, segundo a psicanálise de Freud, uma ideia de impotência, falta de capacidade para, obstipação mental para saberem que as verdades não é algo que se monopolize, é bom que haja muita gente com a verdade em si, é importante que muita gente opine livremente e convictamente, mas do opinar a autoritarismos ideológicos, vai um grande passo, como os passos que devem ser dados quando vamos a falar, a escrever, e até mesmo a ler e apreender.
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