Ora bem, alguem disse que este "novo" Governo era Santânico fazendo um trocadilho com o nome de Santana Lopes e com o seu estilo de gestão um pouco diabólico e desordenado.
Então que aconteceu desde que Santana Lopes foi para Primeiro Ministro, atingiram-se temperaturas de 45º celcius em certas zonas de Portugal, poucos são os sitios onde não haja chamas, onde não esteja a arder, calor é intenso, e o que não falta é pessoal com cornos.
Era exagerado comparar Portugal com o Inferno, as coisas nem estão assim tão más, temos estabilidade política, temos política descentralizada, esta nova política é muito boa, um ministério para cada região com incêndios, acabaram os cobertores e reconstrução de casas, agora é mesmo um ministério para as populações.
O Governo ainda é bébé, não podemos exigir muito, mas como todo o bébé este também faz muita merda, só que para um bébé tão novinho este já faz merda que se farta.
Então deixem-me lá lembrar, o ano passado houve ai uns incêndios muito maus, muitos hectares lavrados pelas chamas, e na altura este Governo, ou o Governo anterior, não sei mesmo se houve ruptura ou não malditos políticos conseguiram nos enganar outra vez, prometeram medidas para combater os fogos, e que não queriam que nada daquilo se voltasse a repetir e não sei que mais, muita conversa e pouco cuspo, sim porque era obrigar todos os membros deste Governo a apagar a merda dos fogos com a boca a cuspo.
Quer dizer isto é alguma campanha para férias? Para o ano não vá para fora de Portugal, compre umas febras e entrecosto e vá para uma mata perto de si, divirta-se com a família e mande umas beatas para o mato para acolher o próximo. Assim é difícil pá, e não me digam que é do calor que aparecem estes incêndios, que é de beatas de cigarro e vidrinhos, durante o Euro2004 não houve puto de incêndios, pois claro que não, os filhos da puta dos pirómanos estavam todos a ver a bola.
E são filhos da puta mesmo, não há outro nome, ou então não me lembro de um pior, quem é a pessoa que dá cabo da natureza, queima uma floresta inteira, destrói vidas inteiras, casas, trabalhos de uma vida, como o senhor de 60 anos que queria morrer dentro da casa que era tudo o que tinha e tudo para o que tablhou a sua vida, ficou sem nada, por culpa de uns filhos da puta com interesses ou sem interesses, e depois que acontece?
São filhos da puta são, venham cá me pegar fogo aos tomates seus panascas de merda, apago-vos o fogo à base de caralhadas na testa, filhos da puta.
Levam uns anitos de prisão, não mais que 8 anos, e andam a destruir vidas cheias de trabalho arduo, a destruir os bens dos outros a vida dos outros, e são presos, só à paulada, era encher os vossos cus de vinagre e gasolina e meter a puta de uma tocha pelo vosso cu a dentro, pirómanos filhos da puta.
O que me espanta é que consegue haver filhos da puta maiores que vocês, são aqueles que prometem e depois estão quietos e calados, políticos nem filhos da puta são que as mãezinhas deles já muito pagaram em tê-los, putas são mesmo os políticos, que fizeram vocês de algo que já sabiam que ia acontecer, onde tão a porra das promessas e ajudas? São vidas, é de vidas que se tratam, não são as merdas de promessas de retoma económica que já ninguem acredita nessas merdas, são vidas, são medidas a ser tomadas, tomaram que todos esses filhos da puta ardam também. Era meter o Portas e a merda dos submarinos a apagar o fogo com a testa, se bem que acho que o Paulinho preferia usar o cu para apagar o fogo engolia o fogo todo, cambada de filhos da puta classe de merda, não fazem nada, vamos fazer mais estádios de futebol para albergar as vitimas dos incêndios, para o ano há mais, não façam nada, não tomem providências, façam casinos e bordeis, filhos da puta.
segunda-feira, julho 26, 2004
E-Mwailhes ( sotaque madeirense, fica algo como dizer milho de boca cheia)
Andam por ai varias familias portuguesas a mandar virus para os mails alheios.
Já recebi Virus do Toni Meireles, da Joana Pinto, e até já houve quem tivesse recebido um virus dos irmãos Gomes.
Ok anda tudo chateado com o Santana Lopes ter ido para Primeiro Ministro e tal, houve ai um problema com um virus do "Legionário", aposto que esse foi lançado pelo Paulo Portas depois daquela careta quando soube que ia ser encarregue dos Assuntos do Mar, só que ele percebeu Delicias do Mar e já andava há procura dos Marinheiros do YMCA, aliás melhor que a careta do Paulo Portas só a despedida do Paulo Bento, conhecido agora como o Ranhoca_Sad.
Agora é assim por muito mal que tudo isto ande, por muito calor que faça, agradecia aos irmãos Castro que fossem dar uma corrida e não andassem a mandar virus para o mail dos outros. Familia Pinto Bastos também já anda a abusar nos Virus Porno, e para não falar na familia Almeida, encabeçada pelo Cegonha, que anda sempre a mandar os mesmos mails para ajudar um puto desaparecido que hoje em dia já deve ser pai.
Mesmo que eu queira agora não se encontra aquele miudo, já passaram mais de 15 anos.
Já agora antes perfiro os mails com virus que alguns mails a perguntar se quero gatos, se quisese um gato mandava um rotweiler procurar debaixo dos carros.
Agora mais a sério muito cuidado com os mails de origem portuguesa, é de evitar nomes como Toni, Zé Gato, Zacaria Trindade, IrmaosGomes, Tadeu, Pastelaria Flamingo ( de Arruda), são mails muito perigosos, é favor ignorar. Tudo o que for mails a falar de cenas porno e Enlarge your Penis, é seguro, é só publicidade podem abrir, mas se o fizerem não me ponham na lista sff.
Assinado : Gerência
Já recebi Virus do Toni Meireles, da Joana Pinto, e até já houve quem tivesse recebido um virus dos irmãos Gomes.
Ok anda tudo chateado com o Santana Lopes ter ido para Primeiro Ministro e tal, houve ai um problema com um virus do "Legionário", aposto que esse foi lançado pelo Paulo Portas depois daquela careta quando soube que ia ser encarregue dos Assuntos do Mar, só que ele percebeu Delicias do Mar e já andava há procura dos Marinheiros do YMCA, aliás melhor que a careta do Paulo Portas só a despedida do Paulo Bento, conhecido agora como o Ranhoca_Sad.
Agora é assim por muito mal que tudo isto ande, por muito calor que faça, agradecia aos irmãos Castro que fossem dar uma corrida e não andassem a mandar virus para o mail dos outros. Familia Pinto Bastos também já anda a abusar nos Virus Porno, e para não falar na familia Almeida, encabeçada pelo Cegonha, que anda sempre a mandar os mesmos mails para ajudar um puto desaparecido que hoje em dia já deve ser pai.
Mesmo que eu queira agora não se encontra aquele miudo, já passaram mais de 15 anos.
Já agora antes perfiro os mails com virus que alguns mails a perguntar se quero gatos, se quisese um gato mandava um rotweiler procurar debaixo dos carros.
Agora mais a sério muito cuidado com os mails de origem portuguesa, é de evitar nomes como Toni, Zé Gato, Zacaria Trindade, IrmaosGomes, Tadeu, Pastelaria Flamingo ( de Arruda), são mails muito perigosos, é favor ignorar. Tudo o que for mails a falar de cenas porno e Enlarge your Penis, é seguro, é só publicidade podem abrir, mas se o fizerem não me ponham na lista sff.
Assinado : Gerência
Zona de Testes AKA Marketing
Fotos Merche Romero Nua ...
Fotos Fernanda Serrano Nua ...
Fotos Catarina Furtado Nua ...
Fotos Isabel Figueiras Nua ...
Fotos Odete Santos Nua ... ( para os radicais mais malucos )
Fotos LiLi Caneças Nua ... ( para os amantes de Shar Pei )
Fotos Alexandra Solnado Nua ... ( para os crentes )
Fotos Serenela Andrade Nua ... ( para alguem com certeza )
Fotos Marisa Cruz Nua ... ( para corporações de bombeiros )
Fotos Padre Borga Nu ... ( para o Quim ... e biba o porto )
Fotos Nayma (ou lá como se escreve) Semi-Nua
E está feito o teste, vamos ver em que medida aumentam as visitas aos blogs através dos motores de busca.
Aposto que o Goucha é logo apanhado com o Padre Borga.
Let The Games Begin...
Fotos Fernanda Serrano Nua ...
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Fotos Odete Santos Nua ... ( para os radicais mais malucos )
Fotos LiLi Caneças Nua ... ( para os amantes de Shar Pei )
Fotos Alexandra Solnado Nua ... ( para os crentes )
Fotos Serenela Andrade Nua ... ( para alguem com certeza )
Fotos Marisa Cruz Nua ... ( para corporações de bombeiros )
Fotos Padre Borga Nu ... ( para o Quim ... e biba o porto )
Fotos Nayma (ou lá como se escreve) Semi-Nua
E está feito o teste, vamos ver em que medida aumentam as visitas aos blogs através dos motores de busca.
Aposto que o Goucha é logo apanhado com o Padre Borga.
Let The Games Begin...
terça-feira, julho 06, 2004
A lei do sexo.
Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça vem dizer que a recusa da prática de deveres conjugais, nomeadamente de cariz sexual, pode vir a ser atenuante no caso de homicídio passional.
E mais uma vez estalou a guerra dos sexos. Ao ver as noticias vi opiniões contra e a favor deste acórdão, contra foram juristas femininas, a favor juristas masculinos.
A ideia não é nova, a dos deveres conjugais nomeadamente as relações sexuais, e até é um assunto de demarcado interesse, mas julgo que não se deve criar mais bruma em volta de algo que só por si já é um tema nebuloso.
Deveres conjugais, sou a favor da sua existência, ouvi uma juíza a dizer que não há deveres conjugais, ou não deveria haver deveres conjugais, e de imediato fiquei a pensar como tal poderia ser concebível, uma união entre dois seres, simbolizando o seu amor e simbolizando as suas vontades em cooperar numa vida em conjunto em comunhão, e tudo isso sem deveres?
Se temos direitos deve haver deveres, obrigações, há o direito à assistência e há o dever de prestá-la, deve haver cooperação e entendimento, e a lei deve regular esses deveres e esses direitos.
Numa união matrimonial ou de outro género como é a união de facto, deve haver o direito ao respeito, saúde, auxilio, todos os direitos de personalidade, apesar de serem direitos já por si inerentes ao individuo esteja este só ou em união, são direitos reforçados pela união e que ganham um cariz especial ao serem previstos numa comunhão, pois ai a obrigação a prestar esses deveres e a receber esses direitos, pode ser mais restringida a dois indivíduos no caso das comunhões, ou seja sabemos quem deve e quem tem o direito de exercer ou omitir-se de exercer certos deveres ou obrigações.
Ninguém pode negar a existência de deveres conjugais, os cônjuges teem direitos e deveres entre si, é algo intrínseco na união de esforços e de vontades.
A união conjugal é em si uma espécie de negócio, de contracto, funciona pela vontade, deve haver vontade em consumar o acto de união, mas depois desse acto de união, terá de haver vontade para se consumar os deveres inerentes a essa união?
Como é óbvio ninguém contrai um matrimónio sem a vontade expressa, seja essa a sua vontade real ou coagida por outros elementos ou ordens de razão, e será essa vontade expressa a declaração de assumir todas as clausulas que estão ligadas a esse acordo de vontades.
Uma pessoa que se comprometa a consumar determinado acto, declarando a sua livre e espontânea vontade em fazê-lo, compromete-se desde logo a tudo o que esteja inerente a esse acto, ao aceitar e exprimir vontade em consumar uma união conjugal com outro individuo está a aceitar essa união no seu todos, comprometendo-se a respeitar e cumprir os seus deveres e a ficar habilitada a novos direitos, no fundo a união conjugal é uma espécie de package deal, é um pacote a que não se formulam reservas quanto ao aceitar certos deveres e obrigações.
Desde logo ficamos a saber que existem deveres conjugais que devem ser cumpridos, era impossível haver um acordo de vontades sem deveres inerentes, uma cooperação entre dois indivíduos sem deveres e direitos mútuos, logo há nascença todos os nascituros teem deveres e direitos inerentes ao inicio da sua vida, direitos, liberdades, e garantias, mas como é óbvio teem também deveres para com toda a sociedade que os rodeia, nem que sejam deveres morais. No campo da família, os todos os progenitores teem direitos e deveres sobre os seus filhos, os cônjuges não são excepção, tendo também eles deveres e direitos entre si, a família não é mais que uma instituição da sociedade em que se formam uma rede de deveres e direitos entre os que a compõem.
O importante é saber se na união conjugal existe o dever sexual, se faz sentido em falar nas relações sexuais entre os cônjuges como um dever a ser prestado inerente à celebração de uma comunhão conjugal sob acordo de vontade entre as partes.
Será o sexo um direito ou um dever? Será que as relações sexuais estão inerentes, e fazem parte desse “pacote negocial” que é o casamento ou a união de facto?
Pois depende, a doutrina divide-se, não se põem de lado que é necessário, mesmo imperativo respeitar e cumprir os deveres inerentes ao matrimonio, mas será que se deve cumprir o dever sexual ainda sob a influencia da vontade originária à união?
Pode a lei obrigar uma das partes a ter relações? Isso é óbvio que não, vai contra os direitos de personalidade e integridade física do ser humano, atenta contra a sua liberdade, o direito não pode obrigar algum individuo a consumar relações carnais, e pode sancioná-lo por não o fazer?
Se tivermos a perspectiva de uma união conjugal ser semelhante a um contrato ou um negocio jurídico, ai sabemos que a lei pode sancionar uma parte por não cumprir uma parte inerente ao acordo, mas se tivermos a visão de que a união conjugal é apenas uma união feita com o aval de um acto jurídico, impondo apenas deveres e direitos morais e éticos, sendo que ficam protegidos pela lei apenas como indivíduos a quem se reconhece a união, ai já a lei não pode exigir comportamentos.
Pode parecer que a ideia de existir um dever de cariz sexual numa união conjugal é um pouco descabida, mas se tivermos em conta que as relações sexuais são um dever de assistência, de co-habitação, faz com que não seja assim tão descabida essa ideia.
As relações sexuais podem ser vistas como um dever de assistência ao nível da saúde, todos sabemos como as relações sexuais são fundamentais para a saúde, quer física ou mental, e como essas mesmas relações são fundamentais para a consistência de uma união, é algo ancestral, desde os primórdios dos tempos que as uniões entre seres são feitas através do sexo, e ninguém pode contrariar que o sexo é um elo de ligação entre indivíduos, tal como é um elo de convalidação e consolidação.
Logo não se pode retirar a importância do acto sexual de uma união conjugal, deve existir, mas não deve este existir por vontade das partes na altura, no momento?
Mesmo que exista um dever de prestar esse dever de assistência sexual, deve a sua recusa a ser prestada uma atenuante a um homicídio passional?
Nem ponho de lado a questão de que existe de facto um dever sexual entre as partes, e o poder da lei em sancionar o seu não cumprimento, pode ser uma razão para o terminar dessa união, pode dar azo a muitos tipos de acções, mas pode servir de atenuante a um homicídio passional?
A lei pode sancionar, a parte em falta deve ser culpada, a parte lesada pode questionar o não cumprimento de um dever inerente ao acordo de vontades em haver uma união entre duas partes, mas não é direito da pessoa lesada tomar por força o que lhe é devido por direito, e não pode ser minimizada a culpa de um acto ilícito e recriminável legal e moralmente, com base na falta de um dever conjugal.
Não acho que seja uma nova batalha entre sexos, acho que a haver com sexo há apenas um dever conjugal a ser prestado, ou por outro lado talvez não, agora não façam disso um cavalo de batalha, não façam disso mais do que um caso a ser analisado.
quinta-feira, junho 24, 2004
Ciao bella, piacevole piedi desideri a scopare? Troppo Bella...
O dia começou mal e acabou bem. Depois de um exame ranhoso, numa sala quente, docentes histéricos, e ciciosos, a violação do artigo 13º da Constituição da República Portuguesa nas idas à casa de banho, a repristinação do direito da “mijinha” como diz o meu saudoso amigo, e poeta popular, Hélder, ter de saltar mesas para sair daquele fosso, tudo foram prendas merdosas que me deu o dia.
Depois do exame as pessoas estavam cansadas e um bocadinho desiludidas com o feito anterior, grande parte das pessoas optou por regressar ao lar afogar as magoas num pacote de bolachas ou na televisão, numa cama ou no computador, mas um número pequeno de bravos amigos decidiram.... ir tomar café... a Belém.
Lá fomos nós comer qualquer coisa a Belém, ninguém foi aos pasteis, foram adiando até que não foram, lá comemos e decidimos dar um passeio por Belém, um sitio muito bom para um passeio. Pouco andamos até ao CCB, subimos as escadas e fomos para o jardim de frente para o Farol, sentamos no pequeno muro e ficamos lá a conversar.
Quando demos pelas horas já tinha caído a noite, e já estavam a fechar o CCB.
Para não ficarmos lá dentro, apesar de ter os buraquinhos para respirar, decidimos ir embora, foi ai que vimos um set televisivo de um canal informativo italiano, achamos piada ainda espreitamos estava para começar a gravar, era sobre o Euro 2004, coitados foram eliminados ontem pelos nórdicos, ainda gozamos um bocadinho mas fomos embora para não ficarmos fechados. Os seguranças mandaram.nos sair pelo lado norte do CCB, foi ai que avistaram junto com uma exposição de uns carros da Fiat uma entrada azul em que dizia Casa Azurri Portogallo 2004.
Decidimos ir espreitar, logo que espreitamos fomos convidados a entrar, logo recebidos com um simpático “não mordemos” por parte das recepcionistas, que prontamente disseram que iria se realizar um concerto de uma banda italiana no interior.
Ao entrar vimos que aquilo era como uma sede, uma base do Euro 2004 dos italianos em Portugal. Demos uma volta pelo recinto, mas sempre de olho na enoteca, até que descobrimos que era de borla a prova de vinhos, espumantes, todo o tipo de vinho, uma autentica e bem apetrechada enoteca.
Lá fomos cada um buscar o seu copinho, uns optaram pelo vinho tinto, outros pelo espumante, ambos muito agradáveis. Depois mais uma volta pelo recinto para alguns de nós recolherem o maior numero de brochuras que podia sobre a Itália, eu apenas com vinho na mão. A noite e fim de tarde estava cada vez melhor.
Quanto ás italianas lá presentes apenas digo uma coisa, por cada vez que disse que as italianas não eram nada por ai além merecia um anzol nos genitais ligados a um aparelho de alta voltagem e regado com baldes de água. As italianas que lá estava a sorrir com aquele olhar devorador, ainda bem que havia por perto alguns copos, salivar o chão não era algo que pretendia fazer.
Depois lá fomos muito bem recebidos e conduzidos para ouvir o concerto, a casa estava meia composta, e para surpresa minha a musica era boa, nada mais se poderia esperar de uma banda napolitana que mistura vários ritmos tipicamente italianos com jazz mais acid, e juntaram em boa hora uma guitarra portuguesa tocada por Marco Poeta.
Sinceramente adorei o concerto, música muito agradável, alguns portugueses presentes, e no fim para acabar com a ajuda da guitarra portuguesa lá tocaram “Uma Casa Portuguesa”.
Enoteca, boa companhia, mulheres lindas, italianas e portuguesas, boa música, foi sem duvida uma noite bem passada e memorável. Sinceramente fiquei com mais empatia por aquele povo.
Per tutte le donne che italiane desidero dire, voi sia così sexy, gradisco il vostro vino ma gradisco i vostri occhi e sorrido più meglio.
Incoraggio Napoli. Incoraggio Itália.
segunda-feira, junho 21, 2004
EH BIBA LA PADEIRA DE ALJUBARROTA...
ALLEZ PORTUGAL ALLEZ ... PARA TODOS OS CÉPTICOS...SOMOS MESMO OS MAIORES.. PARA TODOS OS QUE NÃO ACREDITAVA MAS USARaM UM CACHECOL OU BANDEIRA... PARA TODOS OS QUE NÃO ACREDITAM NESTE POVO...SOMOS OS MAIORES..
domingo, junho 20, 2004
Crash Test Love Dummie...
I’m not a smart scientist
I’ve got no blood of artist
I just try to feel the chemistry
In our strange love and misery
I never know what to say
I don’t know if you’ll stay
Stay after all I said…
Hold me after what I made..
Or even listen to my voice
Can I be you’re first choice?
Come on and watch the sun
Kiss me, let’s have some fun
You hit me like a train
I hope it’s with no pain…
Come on and watch the sky
Kiss me, look in my eye
Tell me another lie…
About what you’re feeling..
I’m not a mathematician
But I know, that me plus you
It’s the same that two plus two
And the result must be four
It’s what I’ve been waiting for
For you, plus me….
For us, to be free..
Step on the accelerator
Give me love, make me greater
Drive my feelings against a wall
See the crash, the scream, the call
Call for you, call for help
Feel the pain I never felt
I’ve no more blood in my brain
It’s all in my clothes, a big stain
Ear the crying, ear the shame
The tripped car bust in flames..
Save me, don’t let them take it
Don’t let my hope drain in a pit
Save me, don’t let me die
This time I don’t want to fly..
Into..
A bright, bright sky..
Where I look down and see you cry
And see me dead, with a open head
That blasted with that crash…
Please hit me…like a train
But make it gentle, like the rain
Hit me…
Hit me hard…hit me with no pain
Hit me with love, simple and plain
Free me…
sábado, junho 19, 2004
Please nail my mouth...
I don’t know what I ever did
I just know I cant pay the bid
To let me go free…
Don’t know what I’ve done
Just know I’m not the only one
To want to be…
Free
Tell me what I’m doing wrong
Where should I stop this silly song
Cus I’m lost…
Lost inside my own mind
Cant take a walk…
Because my guilty makes me blind
I don’t know what I’ve could done
Am I a bastard son…
Don’t want to claim my innocence
I’ll just wait to ear your sentence
But I’m trap…
In something I don’t know
A pain that hurts, it wont go
It grabs me hard….
When I wanna break free..
I can cry, I can run, and hide
But cant stop the fall, I still slide
Against the wall…
Of guilty…
Sorry for all the bad things I do
Sorry for the times I grab you hard
I only meant to touch you..
To feel you close…
Never meant to betray you’re trust
I must be dammed, it’s my sin
To drop my life in a trash bin
And waste away all my hope
To be alone in the end of a rope
Sometimes I think..
What makes me do all that shit
And stay in a dark, cold, sad pit
Waiting to be saved from my self
I just scream for help…
I fall and I cant never stand up again
Makes me hate me and all the pain
Inside my soul…
I try to live, I try to breath
I try to fight back death
It’s just a song, so sad and long
I just feel so bad, to don’t see you glad
With me, what the hell I’ve done
I hope our friendship isn’t gone
Forever…
This is a long and stupid talk
Just to say…
That if you want I’ll take a walk
All this shit just to say I’m sorry
For something I don’t know what it is
I don’t guess what I’ve done
Just write all this crap to say I’m sorry…
Maybe I’m good just to say sorry…
I spend my time saying sorry..
I’m had of saying sorry…
I’m had of doing dumb things..
I cant spell I’m sorry…
It’s turning me def..
And I only say I’m sorry..
I only say I’m sorry..
Is this the fucking glory
That god had for me..
I knee saying sorry…I knee saying sorry
terça-feira, junho 15, 2004
Onde estás tu inimiga da paz.
Procuro-te pela noite dentro, não tenho saudades tuas, mas estou curioso para saber como estás.
Tantos foram os momentos que passamos juntos, tantas vezes andamos de mão dada, foram tantas as tardes noite e manhãs que passamos juntos.
Perdi a conta ás vezes que me aparecias de surpresa, já nem sei quantas vezes tocas-te e fizeste parte dos meus sentimentos, tu própria és o sentimento que me invadiu com mais frequência.
Foram tantas as vezes que vimos juntos o por do sol, sempre me acompanhas-te em longos passeios, foi por ti que chorei tantas vezes.
Sempre te vi em todo o lado, toda a gente me falava do sentimento que me deste.
Aparecias nos momentos mais incertos, fazias-me companhia durante a tristeza, invadias a minha mente, ocupavas a minha alma, e mudavas o meu estado de espírito.
Não sei onde andas agora, já há muito tempo que não sinto a tua presença, acho que ficaste de tal modo em mim que já nem te distingo de outras coisas.
Não sei se sinto ódio, se raiva, não sei o que sinto por ti, nunca te quis, mas sempre fiz com que tivesses presente, tantas vezes te chamei, provoquei a tua vinda até mim.
Que será feito de ti? Quantas mais pessoas prejudicas com essa tua maneira de ser, com a tua maneira de falar, com a tua maneira de tocar, quantos mais enganaste tu com esse sorriso?
A quantos mais prometeste não magoar, a quantos mais deste a mão e disseste para não ter medo?
Que foi feito de ti, quem te criou, fui eu que te criei, foram todos que te criaram, foram todos e mais alguns que te deram esse jeito mimado.
Tu que nunca dormias, tantas vezes me tiravas o sono, eras insaciável, querias sempre mais um pouco de mim, querias o que não tinha para ti.
Por onde andas nestes últimos tempos, nunca mais disseste nada, nenhum toque, nenhuma mensagem, nenhum momento.
Nunca mais te vi, nunca mais te senti, já não sei como és, mas ainda tenho as tuas marcas, e por isso não voltei a querer te encontrar.
Foste embora sem dizer nada, nem uma réstia de ti encontrei, foste embora e apenas deixas-te as marcas de outros tempos, deixas-te e não prometeste voltar, talvez seja melhor assim.
Todas as noites penso em ti, pergunto-me como estás e por onde andas, ultimamente tenho pensado em te provocar, a ver se apareces, mas andas escondida e eu sem vontade de te carregar mais uma vez.
Nunca te disse tudo o que sentia por ti, nunca sei o que dizer quando te via em mim, sabia que eras fruto das minhas acções, fui eu que te criei, fui eu que te encontrei.
Como não sei por onde andas decidi perguntar, perguntei o que era feito de ti, na esperança de andares longe de mim.
Sei que morreste e deixaste alguém, tal como me deixaste a mim.
Foi o que me sempre disseram, do tipo de vida que levavas, sempre me avisaram, sempre ouvi falar de ti.
Sei que morreste sem dor, mas deixaste a dor em alguém.
Sempre ouvi dizer que não morrias solteira, já dizia a minha avó que a culpa não morre solteira. Pelos vistos é verdade.
Nunca mais te senti, ainda bem, a culpa não é algo que tenha procurado nos últimos tempos.
Posso não estar bem, mas não foi por andar contigo, desta vez estiveste do outro lado, não foste minha, quem te teve provocou este sentimento em mim.
Se te odeio? Fui eu que te criei, cada vez que cometi um erro sem desculpa.
Não queria ouvir, calou-se no esquecimento.
Um dia ouvi a história do rapaz que não queria ouvir. Era um rapaz frágil, discreto, sozinho, sempre desacreditado pela vida, sempre atraiçoado pelo pensamento e então decidiu não ouvir.
Não queria ouvir a voz do coração, não queria saber da fé, não ligava à razão, e muito menos a algo que achava incomodo, a consciência.
O coração diz que diz, diz que sente, diz que sabe, diz que mente, mas tudo em nome de algo que o homem acha um sentimento nobre, mas o rapaz acha isso uma desculpa pobre, desprovida de razão.
Já a razão diz que o coração engana, que o coração encana e afunila o pensamento, que o restringe a um objectivo, cegando os propósitos, os meios, já ela é fria e calculista, inimiga do erro, o problema é que é lenta, não arrisca, não saboreia a conquista, é tudo planeado como um jogo de xadrez, o amor deixa de ser conquistado com vigor e paixão, passa a ser calculado e medido pela razão, perde a graça, tira o gozo, e o rapaz não quer ouvir a razão, por muito que a sua voz seja famosa.
A fé? A esperança, esperar cansa, muito mais quando o que temos é apenas a crença, inimiga da pertença, confiar em nós mesmos? No coração? Na razão? Acreditar no que não ouvimos, quem acredita na fé passa muito tempo sentado, nem calcula nem arrisca, confia no artista, acredita que este inventa e fica sentado até ao fim, a acreditar naquilo que sabe que já não é, a acreditar naquilo que sabe que já não há, a acreditar naquilo que chama de fé, a acreditar no que a vida dá.
A consciência, estorvo da vida, impede tudo e não dá nada, dá voz à razão, torna tudo mais complicado, dá no que pensar, cria angustia, remorso, dor, saudade, mágoa, fragilidade, a consciência vem trazer aquilo de que fugimos, impede o desejo, turva o que vejo, torna o homem num ser com medo.
O rapaz não queria ouvir, nem o bem nem o mal, o rapaz não queria ouvir, nada, nada, nada.
Ouvir e não ser ouvido? Falar em tom mordido? Morder os lábios enquanto ouve a consciência, sem saber se diz o que sente, se diz o que pensa. Ouvir o coração e falar o que sente? Expor-se de tal maneira, deixar-se vulnerável?
Ouvir a razão, perdendo tempo, pensando no que fazer, optando por ficar quieto, falar gaguejando, sem saber se diz isto ou aquilo, ouvir a razão?
Ouvir a fé, esse apetrecho traiçoeiro, que nos abandonou tanta vez, nos invadiu tantas outras, que aparece sem ser desejada, que vai deixando mágoa, tão traiçoeira como agarrada, apela ao coração neg aa razão, é esta a luta entre o bem e o mal?
Mas o rapaz não quer ouvir, sonha para não ouvir, tenta não ver, não fala para passar discreto, será o silencio a arma para não ouvir?
E se falar, melhor se gritar, de dor, será que deixa de ouvir?
O rapaz não queria ouvir, e ninguém lhe disse que ser surdo não é benção, é desistir.
Ninguém lhe disse que a ouvir é que se aprende, ninguém lhe disse que abstrair do que nos rodeia é desistir da realidade que nos acompanha mesmo nos momentos de surdez mórbida.
Ninguém lhe disse porque o rapaz não queria ouvir, alguém lhe disse o que queria dizer?
Não ouvia, não falava, não via, nem espreitava, desistiu da realidade.
Tanto quis não ouvir que não ouvia quem o amava, negou a felicidade porque não a ouviu chegar, negou o futuro porque decidiu não olhar, deixou morrer a sua alma, porque a prendeu entre palavras encaixotadas.
O rapaz que não queria ouvir, não ouviu os passos do seu amor, ignorou a bondade, isolou-se.
Ignorou os gritos de ajuda de quem lhe queria bem, ignorou os avisos de alguém, deixou-se cair no esquecimento, aposto que ninguém alguma vez ouviu falar do rapaz que não queria ouvir.
E nunca ouviram falar nele porque ele não falou ou porque não o quiseram ouvir?
Quem é o rapaz que não queria ouvir. Não sei, sinceramente nunca ouvi falar.
domingo, junho 13, 2004
Grab me cus i'm falling... (in reality)
I’m dizzy for looking around
Searching what I can not found
I hope that I shall not fall
My five senses do not respond the call
Should I dive and spread the wings
Try to fly over the bad things
And if I fall…
Can I scream, can I hope
Will you follow me with a rope
To tie me hard, hard close to you
What should I say, what could I do
Can I run, can I hide, can I cry
Have some fun in the slide to fly
And if I fall…
Crushing into a feeling’s wall
Breaking an emotion’s ball
Rolling over my dark, dark soul
So empty, so lonely, so cold
Freezing all the flames in my eyes
Making me think I should die
And if I fall…
In my back, try to rise up from the floor
I see by the slack, left in the open door
I watch all you’re moves, record all the step’s
The fight of my heart and mind, make some bet’s
Because I know the mind will win
The wishes of my heart are full of sin
And I pray… not to fall
Not right now, and I pray and I pray
Not to crawl…
And I say, that I may not fall
Cus I know, that you’re my all
And you’ll grab me by my wrist’s
All wounded by the cut’s of closed fist’s
The tears mixed up with my blood
Rushing down my body in a flood
Drink my tears, spit my blood, make it bad
Make it painful, don’t take away all the sad
Sad feelings, that my mind wont let go away
So they stay…
So they stay…
Scream at me, show me all you’re hate
Eat my flesh, drink my hope, show me some fait
Cus now, I don’t believe in you
And you don’t believe in me
My fear, is not clear, is not free
From all the haunted hate
What should I do, what can I do
If my mind keep’s playing tricks on me
My mind cant find the path, I’m blind
But I seek the ligth that drives me insane
Maybe it’s a reflex of the pain
That you gave to me, that you gave to me
So now I ….
I Fall….down in my knees…
And take the wheel to drive away
All this mess, And I just ear you say
That’s my fault, I’m the guilty one
So lock me all alone, like you’ve done
Take me all the air, take away the sun
Make me scared, make me undone
All my thinking, make it real
I wont stop drinking, unless I feel
That you want me, next to you
That you wish my body to warm it to
So now say please, start to dial
Lay down that stupid fake smile
Shut you’re mouth, and close you’re eyes
Start to beg, stop the crying, leave the lies
Cus I’m over the edge, and I’m starting to fall…
To fall..
To fall..
To fall… and fall..
Fall asleep…
To fall, and fall, and fall..
Fall asleep… dreaming with you…
Escrita desprovida de destinatário e remetente, a cegueira da solidão.
Sinto-me só por causa do teu sorriso, bastou-me não o ver.
Sinto-me vazio por causa do teu olhar, bastou não o ter.
Olhei para ti no teu jeito de menina envergonhada a esconder a face, olhares furtivos entre sorrisos discretos com algo a dizer para te agarrar.
Fugias de mim de braços abertos, pedindo para te alcançar, fitando-me nos olhos com o teu olhar, dizias toca-me.
Tentas esconder a cara de um olhar mais directo, mas foco-te na minha mente como um oásis no deserto.
Olho para ti no outro lado, pensando como cativar a tua atenção, soltas um sorriso doce e melado que cria uma sensação.
Sensação tão doce e quente, mistura incongruente que afasto com força.
Não sei o que sinto, sei que não é pecado, não é amor nem amizade, é estar pura e simplesmente apaixonado, paixão de criança, aquela que não cansa, aquela que não magoa, é jogada e sentida à toa, uma paixão que não descansa, brincadeira de criança, uma brincadeira sem fundo de verdade.
Pesa tudo, atrofiam os sentidos, como sonhos adormecidos, envenenados pela paixão, paixão talvez não seja, mais depressa excesso de atenção.
Estou arrebatado pela solidão e perda dos sentidos, mudez dos olhos e surdez nos mendigos e tão pobres pensamentos, tão leves como os tempos, que passei a olhar para ti.
Já nada te dizem os meus olhos, a não ser balbuciares dementes, maltratados em momentos carentes, de alguma revelação, e os pensamentos já surdos de gritar o teu nome em cólera sôfrega, tão parva e tola, como se ganhasse um momento teu pela dor do meu grito.
Procuro em ti algo que não sei, talvez algo que nunca procurei, não busco nem a paixão nem o amor, a felicidade para mim basta, por muito simples e nefasta, que seja em tuas mãos.
Quem disse que não se pode amar a amizade, do modo que se ama o amor, quem disse não poder estar viciado, na íris e no calor, que me transmitem os teus olhos, em olhares disfarçados de cativantes emoções.
És tudo e és nada, não és mais do que deverias ser, és tudo aquilo que não quero que sejas, no entanto a minha mente almeja que te tornes naquilo que desejo, não és desejo és mulher.
Sinto por ti um sentimento diferente, um querer ter sem querer possuir, um querer ver sem querer olhar, um querer saber o que te vai na mente, e ai sim com curiosidade intransigente própria de um louco, um louco diferente, não é a loucura do amor, o que me faz louco é apenas o teu sorriso, louco por o querer ver sem olhar e tê-lo sem possuir, ser dono de tão belo exemplo de manjar divino que alimenta uma só alma.
Invades-me a mente, com um rasgar necrófago, comes-me a alma até ao ultimo bocado por cada sorriso imaculado de secretismo, porque sei que quando sorris para mim é ali o meu lugar, para amparar tão pesado fardo, que é essa expressão facial que me atormenta a mente, um sorriso que me deste e não é meu.
Oiço o teu riso enquanto estás encostada na parede, sinto o teu coração a bater tanto como o meu, sei o que queria daquele momento, nenhum afecto, nenhum carinho, apenas a paragem do tempo, de modo a ficar preso tal como tu naquele canto, pedindo apenas um bocadinho de ti, uma gota do teu tempo que escorre sobre um lenço de seda sem cor, tal como o momento sem dor, apenas a saudade e a tristeza de saber que não ficara para mim a não ser na memória.
Tenho ciúmes de ti, dessa tua habilidade para cativar as pessoas, por essa tua forma de me prender apenas com um sorriso, por mais breve que seja, incisivo na minha retina, que me obriga a admirar tão confortante vista, e me obriga a que insista em gravar o momento na minha mente em que já foi infligida tanta dor.
Tudo o que falo são balbuciares de um louco, conversa demente, não escrevi isto a pensar em ninguém, não foi em ti que me inspirei, é tudo mentira, é tudo inventado, a ser verdade, teria de ser enganado, de modo a não sofrer mais com a distancia que a solidão e o vazio conseguem provocar, pequenos danos por sentimentos mundanos, tento não me lembrar.
Poucas palavras para poucos sorrisos.
O Post mais vazio para dizer que assim me sinto, sinto-me tão sozinho.
Quando a solidão vem já é esperada, esta solidão é diferente, nunca a senti, nunca me senti tão sozinho, a solidão... também ela se sente só.
Quando a solidão vem já é esperada, esta solidão é diferente, nunca a senti, nunca me senti tão sozinho, a solidão... também ela se sente só.
sexta-feira, junho 11, 2004
Nem sei o que isto é, nem leiam...
Calma, eis uma coisa que desconheço na vida. Nem quando penso que a vida está calma demais, eu consigo estar calmo.
Se calhar sou calculista em demasia, sou muito frio a agir. Geralmente até sou muito directo e espontâneo mas apenas para dizer algo que me deixe embaraçado ou em má posição no meio do jogo.
Sou directo e frontal quando falo com amigos, quando falo com alguém, mas quando estou sozinho numa encruzilhada da vida, demoro sempre muito tempo a escolher o meu caminho. Na verdade até não demoro muito, mas o simples reflectir sobre os outros pode ser uma perda de tempo, há coisas na vida que devemos simplesmente arriscar.
Eu arrisco sem gostar de arriscar. Quem tem o gosto de arriscar ainda tem mais gosto na vida, eu não arrisco apenas porque não tenho outra saída a não ser arriscar ou estagnar.
A estagnação é contra producente, já o risco não o é. O risco faz parte da eficiência, muitas vezes é necessário o risco para dar o empurrão ao desenvolvimento e ao investimento.
Apesar de o risco muitas das vezes ser segurável, grande parte das vezes na essência da vida, o risco não é segurável a não ser por nós próprios. Muitas das vezes as opções que fazemos na vida conduzem a variadas emoções e sentimentos de que temos necessidade e desejo, ou medo e repudio. As escolhas que fazemos podem não nos trazer o pretendido, muito mais quando são tomadas a frio, há sempre o r isco não segurável por ninguém a não ser por nós próprios.
Eu tenho a minha opinião pessoal de que pode parecer que as escolhas, opções tomadas a frio, teem menor margem de erro, mas apesar disso não consigo de deixar de ser calculista, sonhador, mesmo sabendo que não vai dar certo.
Penso sempre que as pessoas gostam mais de mim do que demonstram, talvez até gostam, pelo menos costumo sonhar com isso, depois na demonstração fico à espera de algo mais, não vejo, fico impaciente e acabo por me precipitar a estragar tudo com uma atitude brusca qualquer.
Acho que sou mais animal que humano. Sempre tive um grande fascínio pelo reino animal, ou então sempre me desagradou o modo de vida do homem, a maneira impessoal e fria, sempre a ocultar sentimentos e pensamentos, mas também julgo que a sinceridade pura e crua fosse negligenciar muitas das relações que criamos enquanto ser sociável.
Gostava de poder ser mais sincero e frontal com as pessoas, mas as reações das pessoas a certas verdades incutem nos outros uma cultura de medo, do não poder falar, do querer, mas não poder falar, com medo do feedback do outro lado.
Queria ser mais sincero e frontal com muito mais gente, tenho necessidade de partilhar pensamentos, duvidas, hipóteses, sonhos, desejos, de explorar esses mesmos sentimentos e quereres das outras pessoas.
Por muito que gostasse que as pessoas fossem como livros abertos, na disposição de ser lidos, de maneira a facilitar a vida, a verdade é que haveria sempre abusos, haveria sempre quem fosse afastar o sistema, quem fosse rejeitar, fosse sabotar o sistema, nada que facilite a vida enquanto ser humano é aceite pelo próprio ser humano.
Somos puros conservadores no que se trata de socializar, os tratos sociais pouco evoluem, podem mudar as formas de socializar, mas não os tratos, ninguém muda a psicologia de acção para com alguém que nos é estranho, até para quem nos é familiar, somos sempre fechados nos pontos mais fulcrais, naqueles em que queríamos transmitir com mais facilidade.
Quem nunca teve problemas em declarar fosse o que fosse a alguém, ou a um conjunto de pessoas, quem nunca teve problemas em partilhar um desejo ou um sonho, tudo o que nos pode concretizar guardamos para nós, sendo que a resposta e o caminho mais fácil está nos outros, no partilhar com os outros, no pedir ajuda.
O ser humano partilha com os outros cerca de 99% de informação inútil para o seu bem estar. Mais de 90% são assuntos que nem nos assolam a mente, é conversa deitada fora, são assuntos para fazer tempo, falamos de futebol, carros, noticias actuais, pouco se fala de verdadeiras necessidades, muito menos com quem nos pode satisfazer essas necessidades, temos a tendência de fugir do não, dai nem tentarmos.
Posso suspeitar de alguma reação, de algum comportamento, mas nem pergunto, nem partilho da minha opinião com receio de que seja mal interpretado pela outra parte.
Se a linguagem é um grande utensílio para os seres humanos, também não deixa de ser um grande estorvo em muitas situações, há alturas em que se requer acções e não palavras, há palavras que são mal interpretadas e dão azo a acções não desejadas nem esperadas, logo o medo ab initio de exprimir uma ideia, um querer, uma opinião.
Dai toda a agitação da vida, devido a um querer dizer, mas não poder por causa do medo incutido pela nossa própria mente, que nos impede de satisfazer uma necessidade do modo mais fácil e eficiente, devido ás consequências possíveis vindas da outra parte, assim é normal que a vida nunca seja calma e tranquila, nunca será fácil.
Toda esta conversa não faz sentido, nem sei o que pretendo com isto, mas suponho que a escrita também não tenha como virtude a intencionalidade ou a essencialidade, apenas a comunicabilidade.
segunda-feira, junho 07, 2004
Só pa dizer que também faço o que os outros fazem.

Faça você também Que
gênio-louco é você? Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia
Sinceramente dúvido que tenha alguma coisa de semelhante, o primeiro que fiz à toa deu o Salvador Dali, depois pensei em fazer de novo analisando profundamente e deu este bacano, o gajo até parece ser fixe mas nada que me diga muito.
É uma casa portuguesa...
Parei um pouco o estudo para jantar na hora em que estava a dar os blocos informativos da tv. Já se tornou um hábito comer e ver televisão ao mesmo tempo, é um hábito que se ganha facilmente quando se vive fora de casa, sozinhos.
Outro hábito que tenho, e talvez herdado do meu pai, é o hábito do zapping, não conseguia ficar muito tempo parado num canal, alterando pelos vários canais em que estava a ser fornecido o serviço noticioso reparei numa noticia da Sic, a noticia que mostrava que por este país fora várias são as casas com bandeiras nas janelas e varandas.
O Dia de Portugal está ai a chegar na quinta-feira se não me engano, dia 10 de Junho, o dia da nossa nação.
Acho que nenhum 10 de Junho teve tantas bandeiras expostas numa enorme demonstração de patriotismo como se poderá observar no Dia de Portugal deste ano, já nesta quinta-feira.
O que é pena são os motivos. Normalmente quando vemos aquelas casinhas dos EUA, casinhas sulistas, em estados como o Texas, não há uma que não tenha uma bandeira à porta de casa, demonstrando aquele patriotismo saloio, mas aguerrido e sentido, um patriotismo orgulhoso, até mesmo arrogante, mas que sabemos que é pelo todo, pelo povo, por toda a nação, pelo estilo de vida americano que tanto estimam, a suposta liberdade.
Agora este patriotismo todo que temos visto nestes dias, não é pela pátria, pelo menos pelo todo, pelo orgulho do estado do nosso país, mas sim pelo futebol.
Temos orgulho é na bola, vibramos com o futebol, que diga-se de passagem nem é nada de especial, tendo em conta os padrões futebolísticos de hoje em dia o futebol não é grande coisa.
Temos orgulho na nossa bandeira porque tem as cores da camisola da seleção, daqui a uns dias não me espanta nada que em Belém se veja hasteada a camisola numero 7 do Figo. A “Portuguesa” passa a ser o “Menos ais” ou a música da Nelly Furtado, que nem se percebe direito o português, quais canhões, qual lutar pela pátria e heróis do mar, é mesmo menos ais e contra o Zidane marchar.
O nosso patriotismo resume-se a um objecto redondo em que toda a gente dá uns pontapés, é de um patriotismo extremo, só me admira de não misturarem futebol com nada bélico assim ficava um toque mais ao estilo dos EUA.
Somos um povo com poucos anos de história, menos de mil anos em milhões de anos de existência deste nosso planeta é muito pouco, nem imagino o nosso povo a sobreviver à idade do gelo, muitos povos tiveram grandes feitos, grandes papeis na história, e nós tivemos o nosso, mas sinceramente nada de especial.
Mitologia? Temos Grega, Romana, Egípcia, Báltica, temos grandes histórias de grandes batalhas, grandes povos conquistadores, temos os Hunos, com Bleda e Átila, os Romanos com todo o seu império, Alexandre o Grande da zona da Constantinopla, temos figuras como Joana D’Arc, grandes batalhas como a guerra dos 100 Anos, Carlos Magno, Napoleão, a história está completa de figuras conhecidas. Portugal teve os descobrimentos, mal feitos, em casquinhas de nozes, mas que nos deram muito orgulho. Mitologia não temos, não temos Deuses nem grandes mitos, mitos só mesmo o Sebastião e a Padeira, pouco mais. Mesmo assim o orgulho na nossa história, por muito breve que seja é imensurável, somos um povo com muito orgulho nas nossas raízes e costumes, é pena que esse orgulho não seja respeito.
Podemos ter muito orgulho, mas não respeitamos as nossas raízes, nem a nossa cultura, nem os nossos orgulhos.
Eu digo mal deste país, digo e com consciência de que o digo forte e feio, acho que este país está uma miséria, apesar de gostar dele, tenho que admitir que estamos na sarjeta.
Sou patriótico, nem sou patriótico quanto baste, sou muito patriótico, ao ponto de cerrar os dentes e os punhos quando chega à parte do hino em que se canta “pela pátria lutar”, e surge em mim uma grande vontade de berrar e andar a pancada com outra nação qualquer, mas mesmo que seja muito patriótico não posso deixar de ter pena da terra de onde nasci.
Não temos muitos recursos naturais é verdade, mas e que tal formar mão de obra especializada e qualificada? Pode se tornar uma espécie geneticamente alterada de recurso natural. Não percebo como um país tão pequeno, com tão pouca população, pode dar tanto trabalho a governar.
Já repararam no tempo de Antena que tem dado? Já viram partidos como o PPM e o PNR? Ao atraso que isto chegou, que ponto tão triste e retrogda, ainda há quem viva no tempo do Luís XIV e do Hitler.
O PPM tem lá o fadista que diz ser aristocrata, e o PNR não tem nenhum cantor associado? Tenho a suspeita do José Cid, aquele cabelo não engana, muito semelhante ao alemão de apenas um testículo, e a música da cabana? Cabana = Bunker... Não sei não... Tenho as minhas suspeitas.
O PNR é suposto ser o quê? Um núcleo de rabetas que foram maltratados em crianças?
Tiveram excesso de chupeta em criança? Não gostam de certas cores? O racismo se foi moda, hoje não o é, e nunca deveria ter sido. Quem é o líder desse grupo de abichanados? O gato das botas? Também devem querer mandar todos os deficientes para Espanha ou para o mar. Tenham juízo e vão mas é matar moscas com os genitais contra tábuas de madeira cheias de farpas.
PPM, CDU, PMT, PSD, PS, BE, PSN, CDS-PNR, tudo siglas manhosas, fazer é o está quieto. Antes prefiro apenas um bipartidarismo a um bando de gajos a chuchar dos bolsos do povinho. Povinho esse que também se diga, não vi ninguém a chupar tão vigorosamente em tetas como o povo português, não sei como não temos uma grande industria pornô, as tetas do estado português devem estar tão secas e ressequidas, que a Ferreira Leite deve andar a poupar para pôr Nívea nas maminhas. Em altura do Euro 2004 de que tanto se orgulham os portugueses, não me lembro de tanta ameaça de greve. Este foi o ano do Rock in Rio do Euro 2004 e das ameaças de greve.
Todos vão fazer greve se o Estado português não lhes meter uns tostões no bolso. Ninguém quer fazer sacrifícios mas querem que lhes caia o dinheiro no bolso. Ninguém quer trabalhar mas quere o dinheiro no bolso, mas isto é o quê? Semanada para putos delinquentes?
Sou padeiro e durante o Euro 2004 vou fazer greve se não me derem subsidio para o fermento, sou prostituta e não vou andar a fazer fellatios aos jogadores da seleção se não receber um subsidio para chicletes e vaselina. Só falta começarem a fazer greve a reenvidicar bilhetes para o Euro 2004, senão não vão aos jogos. Grande povo este, mas que grande nação, é dentro desta grande bola que vivemos, ao menos temos um gajo que com 6 gramas de álcool por litro de sangue não entra em coma alcoólico, quero ver um alemão ou inglês a fazer isto, mariquinhas.
domingo, junho 06, 2004
E bom, cá estamos.
Estava a ver o Herman Sic, não acho que tenha muita piada, mas é bem melhor que o Fear Factory. Estou neste momento a ver a vidente Olga, mais uma vidente que foi ao Herman fazer figura depois de estar na tasquinha lá da sua rua a apanhar uma valente piela.
A senhora já com alguma idade apresentava uma demência invejável, sendo que não usa búzios nem cartas para as suas vidências, mas sim borras de café.
Esta senhora deve estar a ser patrocinada pela Delta ou pela Nicola, e o Herman aproveita a demência da Olga para que o pessoal dê umas galhofadas à conta da senhora.
Mulher excêntrica, nariz e bochechas vermelhas, a beber vinho, com um riso curioso, ar maluco, uma verdadeira radical do regabofe.
Mais uma vez o Herman tornou aquele espaço num freak show, nada que me admire muito, só não sei porque raio ainda não foi lá a mulher de barbas.
O que me preocupou mesmo foi a revelação que Olga fez. Além de criticar as pessoas que dizem que falam com Deus e tal, não sei se é indirecta para a Alexandra Solnado, e são umas mentirosas, porque Deus não gosta e disse à Olga que não gosta, e que essas pessoas deviam ser grelhadas num espeto e cortadas ás fatias. Ok aparte do espeto e das fatias a senhora não disse, afinal de contas ainda ia nas 3 gramas de álcool no sangue, até aos 6 ainda faltavam uns bons km até Coimbra. O pessoal lá leva a queima das fitas muito para além do que estava estipulado, só neste fim de semana é que encontraram um gajo com 6 gramas de álcool no sangue.
O preocupante mesmo foi o que Olga disse sobre Deus e Nossa Senhora.
Já ouvi muita gente a chamar-lhe de muita coisa, omnipotente, omnipresente, ser supremo, emprenhador de virgens, chefe dos santos, boss do paraíso, agora nunca imaginei que fosse parente do Versace.
Fiquei a saber que foi Deus que ensinou e mostrou a Olga como fazer um vestido de noiva, e uns sapatos com brilhantes. Nunca pensei que Deus tivesse aquele lado de Fátima Lopes e Gucci. Imagino as túnicas todas fashion que faz para si mesmo lá em cima, tudo tecido com as melhores sedas. Agora também digo, se Deus é um mestre da costura e calçado, bem que podia ter vestido melhor o filho quando este veio à terra para nos salvar. Deu-lhe aquelas sandálias usadas em vez de umas havaianas, umas túnicas que pareciam lençóis, eu sei que era para ser humilde, mas pelo menos tinha passado pela Cenoura para vestir o moço.
Ok estou a brincar com coisas sérias peço desculpa, mas a culpa é de vivermos num Estado laico.
Sinceramente acho vergonhoso quem se põem a aproveitar o nome de Deus para algum protagonismo, antes fazer de maneira estúpida como eu, agora ir para a televisão dizer que falam com Deus e que Deus lhes ensina a fazer roupas e coisa e tal?
Tenham vergonha meus amigos.
Já que isto vai dar merda e vou apanhar na cabeça por falar de crenças nestes modos aproveito e faço já uma matança de coelhos com uma caralhada só. VOTEM PNR....ou então não.
Claves de Sol e Haxixe...
Já cá faltava o meu comentário ao Rock in Rio. Já há algum tempo que não mexia no computador, e agora estou a reparar que o leite quente com mel que derramou no teclado deu cabo da tecla de espaço que agora parece algo que funciona através de um complexo sistema hidráulico.
Tenho estado a estudar mas sempre que posso mais ao fim da noite ligo a tv na Sic Radical nem que seja para ouvir um pouco de música, embora música seja coisa que não passa muito na emissão do Rock in Rio.
Ouvi alguns concertos de algumas bandas, e na altura teci alguns comentários para comigo mesmo, e outros com as pessoas que me estavam perto.
Sir Paul McCartney infelizmente não passou na Sic Radical, talvez tenha sido um dos melhores espetáculos, pelo menos foi aguardado com grande expectativa.
A partir do dia 29 de Maio começaram a transmitir todos os concertos na Sic Radical, canal número 9 da minha televisão. Rui Veloso e Gilberto Gil não vi sinceramente, estava a preparar-me para jantar na casa da minha irmã. Já os Jet assisti a um bom bocado do seu concerto, e sinceramente a frase chave é, não me disseram nada, absolutamente nada. Pareciam mais uma banda britânica de pouco rendimento e produção, com um estilo ainda um pouco rudimentar. Sinceramente não sei qual a sua nacionalidade, mas até podiam ser do Butão que acho o estilo demasiado rudimentar.
Depois veio o Ben Harper, eu gosto de Ben Harper, posso ser suspeito a falar, mas acho que por parte dele foi um concerto um pouco morto, só no fim começou a animar o público. O seu estilo é sentado na cadeirinha a cantar uma baladazinha, tudo muito smooth, faltava estar com uma bruta moca como de costume, teve um bom solo de guitarra, teve um bom solo de tambores, disse uma coisa ou outra, mas não foi um animador das massas, fez o seu papel. Peter Gabriel também é um cantor que gosto, mas sinceramente não vi o seu concerto, agora sei que tem a fama de ser um animador de massas.
Seether no dia 30 não vi, mas vi o grande concerto dos Xutos e Pontapés, para mim um dos seus melhores concertos, conquistaram o público fizeram a festa, brilharam e encantaram, mostrando que ainda estão em forma, não é como os Rolling Stones, os Xutos estão ai para dar e vender, música portuguesa no seu melhor.
Charlie Brown Junior foi o que posso dizer uma completa cagada. Vieram mais para cantar para o público brasileiro, não tinham quase ninguém a assistir, o vocalista esteve péssimo, o som saiu merdoso, a escolha das músicas foi lamentável e não percebi uma única palavra dita do palco.
Kings of Leon tiveram um espetáculo mediano, fizeram o seu papel, teem algum talento e são uma banda com boa margem de progressão, deram o seu espetáculo e fizeram o que lhes era pedido.
Evanescence deixou um pouco a desejar, disseram que a moça estava com amigdalite, mas o certo é que a
sua voz límpida e cativante é muito bonita quando produzida em estúdio, ao vivo é sempre diferente. Deram o espetáculo, animaram a malta mas esperava-se mais desta banda tão popular. Amy Lee as melhoras para a tua amigdalite, mas pelo menos não foste cantar em playback.
Já agora na música Wake Me Up Inside, impressão minha ou o segundo vocalista que faz dueto com Amy Lee também estava com uma ligeira amigdalite, praticamente não o ouvi e supostamente tem uma voz muito forte, problemas técnicos?
Foo Fighters, costumam ser senhores do espetáculo em cima do palco, cheios de irreverência e
maluquice, mas desta vez apenas tocaram, fizeram o que tinham a fazer, também apenas vi parte do concerto.
A 4 de Junho no Rock in Rio foi dia de metal, Civic não vi, Monspell também não, Sepultura fizeram o seu papel, animaram um pouco mais para o fim, mas a música não se percebia um rego.
Slipknot era fã uns anos atrás, mas sinceramente hoje em dia acho que são apenas um bando de palhaços que cantam algo que ninguém percebe, teem uma ou outra música boa, mas de resto não valem corno. Levaram a bandeira de Portugal para o palco andaram com ela de um lado para o outro, rodopiaram a cabeça, parecia um espetáculo do circo Chen, só me admira não terem usado a bandeira como fralda.
Metallica...já gostei deles, hoje acho que são simplesmente um nojo, deram pouco espetáculo, fizeram o que tinham de fazer e foram embora, nada que não esperasse.
Pois é esqueci-me dos Incubus, mas esses nem se fizeram notar, são uma das minhas bandas favoritas, mas sinceramente esperava mais, muito mais, mas depois de Slipknot também desanimei.
O melhor dia foi o de 5 de Junho, ou então não. Nuno Norte não vi, João Pedro Pais mudei de canal, Sugababes tiveram lá como se fosse uma aula de step, espetáculo muito fraco, Britney Spears, pois essa, essa não me desiludiu, cantou mal como a merda como sempre, a música desse ser é uma merda completa de cima abaixo, do mais asqueroso e rafeiro que pode haver, até gosto mais da Shakira que dessa gaja. A sorte do público foi que o concerto foi todo em playback, o que salvou milhares de pessoas do desafinar ensurdecedor da Britney, vestida a condizer com o seu estilo, uma rameira excêntrica acabada de sair de um bordel após uma foda com a equipe Senegalesa de basquete.
Sinceramente ouvir na tv que pessoal pagou mais de 50€ só para ver a gaja de perto, fossem esgalhar à pala da Rosa Mota que tinham maior proveito.
Black Eyed Peas, os salvadores da noite, os gajos que compensaram a Britney e os 50€ gastos. Sinceramente é uma banda que não apreciava, nem tinha grande conhecimento da sua existência, estilo hip hop, não desgosto, mas não é o meu estilo favorito, teem uma ou duas músicas que dão na disco, atingiram a fama recentemente, sinceramente estava à espera de uma bela merda.
Brilharam, encantaram, e até me levaram a abanar o pé. Entregaram-se completamente ao público, prenderam-me ao écran, interagiram com o público com um à vontade impressionante, deram tudo de si, saltaram, dançaram, cantaram, rimaram, entoaram o nome do nosso país várias vezes, foram bajuladores até não mais, mas foram com muito estilo e julgo que com alguma sinceridade. Duvido que seja todos os dias que teem 72 mil pessoas a gritar porque eles pedem, a saltar porque eles pedem, a colaborar com abanda a 100%. Deram a noção no final do concerto de que são peritos na área musical, solo de guitarra de trompete e de saxofone, simplesmente bestial, e melhor que tudo disseram a verdade quanto ao merdas do Bush. O mais importante foi a vertente solidária e pacifista que tiveram, pediram paz, justiça, amor, ajuda entre os povos, ingenuidade total, muito sentida e muito apreciada pelo público, afinal o Rock in Rio é por um mundo melhor. ($M$U$N$D$O $M$E$L$H$O$R)
Daniela Mercury vi muito pouco, mas animou a multidão com a sua energia, e deixou muita gente colada ao pé do palco quando estava o Dj Carl Cox (só os trocadilhos que se faz á pala do homem) ali na ao lado na tenda raízes a bombar, sinceramente não sei se estava mesmo. Daniela com o seu jeito de animadora nata, manteve o público bem vidrado nas suas roupas e nos seus movimentos, envolveu capoeira no espetáculo o que aumentou o interesse do muito publico jovem que lá se encontrava.
Hoje é o ultimo dia do Rock in Rio, temos pena, ou então não, já se aproxima o Euro 2004, isso é que interessa.
Luis Represas passa á frente, Ivete Sangalo pode dar um bom espetáculo tem perfil para isso, além de ser gira como tudo. Alejandro Sanz vai com certeza cativar a atenção de Carlos Castro e Castelo Branco, vai ser um fartote de azeitonas disparadas pela retaguarda. Alicia Keys nem sei bem o que é mas sinceramente não me interessa, espero que faça um bom espetáculo, Sting é um bom cantor, muitas músicas conhecidas e bem produzidas, esperamos alguns hits dos Police, tudo menos Craig Davies ou lá como é, vai ser um estilo um pouco mais Paul McCartney.
Para finalizar com estilo, Pedro Abrunhosa vai improvisar uma música ao fazer o relato do recinto no fim dos concertos, invocando os copos vazios, espalhados pelo chão, a senhora da limpeza a dar um safanão, a um caixote do lixo todo pontapeado, uma beata no chão pisada por um gajo qualquer, algo assim do género, Pedro Abrunhosa a fechar o Rock in Rio, e porque não José Cid? Depois querem um mundo melhor, mandem o Abrunhosa para a seleção pá, gatunos, corruptos, chupistas, quer dizer o Baia, ou isso pá.
VIVA a MÚSICA VIVA O SUPER ROCK SUPER BOCK
quinta-feira, junho 03, 2004
Rage or hate? Love or Shit? Shit Poetry... new art style
Nightmares come as they go
Like a gentle wisper blow
Nightmares are dreams
Full of paranoid scream’s
Nightmares are life’s
Cutted down by knife’s
Nightmares are wishes
Full of black poison kisses
Nightmares are love
With the smell of corps above
I’m not afraid of nightmares
I’m more afraid of dream’s
Full of foolish themes
So stupid I wont care
I try to feed
The only seed
Left in me
The seed of joy
Hoping you wont treat me like a toy
No more, I’m free
I hope you’ll see
That I’m not an object
That you can leave behind
I’m not the kind
You can forget
With bitter words
And no regret
I know I’m no Superman
But I’m not, meat in a can
I’m some one that feel’s
That goes running and steal’s
All you’re attention
All of you’re sin’s
Offering you redemption
In gold and silver bin’s…
I hope you give me a chance
Don’t get me wrong
All make you a song
And teatch you the dance
But please
stop eating my flesh
opening my wounds
making me rush
to give you my blood
in a torched spoon
spill all in a major flood
in the floor of the room
where I find you laying
Naked and praying
So I don’t eat your soul
So evil so cold…
SO SCREAM FULL OF FEAR
Make my mind liquid clear
SO STEP AWAY AND FALL
Leave me alone far from them all
SO VANISH LIKE THE WIND
Run the faster you can like ideas in mind
SO LET ME DRINK THE PAIN
Like the blood in a cold chain
SO FUCK ME LIKE AN ANIMAL
Like I was a feelings cannibal
Eating you from the inside out
Making you scream making you shout
SO RIP MY MOUNTH AND MY EYE
Like you promise all in lies
SO GIVE UP, LET ME DIE
Same as dark cloud in the sky
Let me be…
The feelings after you came and save me...
Some words i don't want to say.
I have nothing in my horizon
And my sadness just keep rising
All my happiness and all my hope
Are tied up to the heart by a rope
A rope that make’s me a hangman
It’s not the same as a superman
And I’m weak….
I asked you please don’t go
And you left me all alone
I’m half dead now you’re gone
I can’t stand up, my mind will blow
And I’m weak…
I screamed so you would stay
In my knees, I can’t stop my pray
Please God, don’t let her go away
I need to see her, I need to say
I’m weak…
You’re my hope, you’re my soul
You’re my heart, you’re my all
And I need you so I could live
I need you so I can give
All I got, so I could just be free
I need you so much next to me
Cus I’m weak…
I’m all messed up like a freak
My hope is dry like a dead creek
And I can’t glue or nail my mind
I try to pick up the pieces, that I can find
But I seem so lost so def and blind
I can’t find you, you’re one in a kind
And I’m still weak…
Trying to rise from my fall
Better chose to fly than crawl
In a dark blind man kingdom
I chose to have one eye
Be the better of them all
To fly to the sky, leave the doom
Start to smile and stop to cry
And I’m not weak… now I’m dead…
I can’t focus I rape my head
With foolish thought’s and selfish dreams
My flesh is bruised from you’re screams
The eye’s are burned cus of you’re word’s
That cut my heart and soul like swords
The hard cold metal of you’re smile
Makes me want to redial
You’re infinite number in my phone
Just to ear you’re sweet calm voice
Just to feel the warm of my choice
To never let you go...
Miss You... not that much sucker =P
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