quarta-feira, maio 26, 2004
Bocage..Bocage seu ordinário..fazes falta num grupo de estudantes universitários.
Amar dentro do peito uma donzela;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Falar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janela:
Fazê-la vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertá-la nos braços casta e bela:
Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a boca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:
Vê-la rendida enfim a Amor fecundo;
Ditoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que há no mundo.
----------//dividir os poemas porque o Zica pediu, e ele é o dono do blog\\--------------
Vem cá, minha Marília, tão roliça,
So'as bochechas da cor do meu caralho,
Que eu quero ver se os beiços embaralho
Co'esses teus, onde amor a ardência atiça:
Que abrimentos de boca! Tens preguiça?
Hospeda-me entre as pernas este malho,
Que eu te ponho já tesa como um alho;
Ora chega-te a mim, leva esta piça...
Ora mexe... que tal te sabe, amiga?
Então foges c'o sesso? É forte história!
Ele é bom de levar, não, não é viga.
"Eu grito!" (diz a moça merencória).
Pois grita, que espetada nesta espiga
Com porrais salvas cantarei vitória.
Dedicado ao gang do croquete lá da faculdade... vocês sabem quem são =)
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1 comentário:
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